A máquina que às vezes até parece mentira está mesmo se tornando real. Foi avistada nas últimas horas a página do Submarino onde você pode fazer a pré-compra, garantindo um Zeebo na sua casa, para jogar na sua TV, com as suas mãos. Pense nisso por alguns segundos.
Não estou falando isso porque o Zeebo é um console maravilhoso e obrigatório, afinal, não pude testar o pequeno (estou aguardando a Tectoy entrar em contato com a gente pra mandar a nossa unidade de testes — oi, Tectoy? =D). Mas sim porque é estranho pensar em ter outro console que não os da truculenta trindade tradicional — Wii, PS3, 360. Eu, pessoalmente, acho estranho.
O Zeebo está saindo por R$499, clicando aqui (o que ainda pode render uma comissãozinha para o Continue). E aí, você vai apostar nessa promessa?
ATUALIZAÇÃO: Aparentemente o Submarino tirou o Zeebo da reta. O link não funciona mais e, neste momento, uma pesquisa pelo nome do console não retorna resultado nenhum. Será que venderam demais? ;P
Aí a Tectoy faz o maior barulho pra anunciar o Zeebo, solta vídeo, dá entrevistas, monta um site empolgado por demais… e some por um tempo. Mas quem estava achando que a ex-representante da Sega estava só curtindo uma folga enquanto o aparelhinho não é lançado, mais para o fim do ano, se enganou. E temos um vídeo para provar.
O vídeo acima é do Zeebo Extreme, um joguinho de esportes radicais que é a primeira exclusividade anunciada para o Zebú. Ele foi feito pela equipe de Campinas da Tectoy, e será o primeiro a utilizar o Wii Remote que existe dentro de cada controle do Zeebo – ou você não lembrava que eles também tem acelerômetros?
Devo dizer que eu fiquei positivamente impressionado – quase que beirando o boquiaberto, se me permitem – com a aparente qualidade da coisa. O gráfico não se compra a um PS2, é claro, mas mesmo em um vídeo da fase de produção o jogo já aparenta rodar macio a um framerate que se não é de 60fps, parece. E o mais importante: parece divertido de jogar. Quem venham outros!
PS.: A Suzana, que trabalha na Tectoy, ficou de conseguir, se possível ainda hoje, uma versão em resolução ainda maior, exclusiva para o Continue. Demorou!
O game designer Peter Molyneux conversou com o site Gameindustry.biz sobre seu sonho de ver Fable 2 transformado em um jogo de distribuição completamente digital para o Xbox 360.
Pedrinho Molinete começou a falar no assunto dizendo: “eu acho que seria algo ótimo (a distribuição digital) para nosso estúdio”. Instantes depois, o criador de Populous e Black & White se tocou de que estava prestes a falar demais, como de costume, e concluiu dizendo “não posso falar mais sobre isso ou eles me matam”, frase que vindo do chefão da Lionhead pode ser interpretada como “Putz, não deveria ter contado aquilo antes”.
Jogos maiores para download no console da Microsoft? Bem, Super Street Fighter 2 Turbo HD Remix aumentou não só o nome dos games mas também derrubou o limite de tamanho imposto até então para jogos na Live Arcade.
Por um lado, para a indústria a distribuição digital é um bom negócio, pois acarreta na redução de vários custos de produção e distribuição, assim como na eliminação dos varejistas e principalmente, dos pirateiros. Para a maioria dos atuais usuários do Xbox 360 há um grande empecilho: o já limitado HD de 20GB.
Quem sabe na próxima geração?

Quando o Hidden comentou que tinha visto Resident Evil 4 no site do Zeebo, admito que achei que ele tinha se enganado. Imagine qual não foi a minha surpresa ao entrar na página da plataforma e ver o banner com a boxart do jogo (err… com “Wii edition” escrito e tudo) ao lado de pérolas como Tekken 2, Crazy Taxi, Sonic Adventure, Virtua Tennis 3, Prey e Street Fighter Alpha!
Será que estávamos todos subestimando a plataforma da Tectoy? Poderia o Zeebo surpreender a todos e dar a volta no PlayStation 2? Mais importante: será o console capaz de produzir os gráficos mais incríveis já criados?
Eu já não duvido de mais nada…
Uma coisa que eu sempre admirei muito nos blogs e sites gringos é como eles escrevem as coisas sabendo que serão lidos por quem importa. Quando a gente escreve um post falando sobre como um jogo é feio ou ruim, a gente faz pela tiração de sarro, pra desabafar etc, mas o pessoal do primeiro mundo, quando faz isso, faz porque tem a chance real de dar um toque nas pessoas que são responsáveis pelas cagadas.
Agora, com o Zeebo sendo feito aqui no Brasil, a gente tem essa chance. Então lá vai:
Dona Tectoy, vá com calma nos textos do site do consolinho. A gente sabe que vocês estão empolgados com a criança e que, naturalmente, querem vender o peixe, mas não, ele não é “o melhor sistema de jogos de todos os tempos”, nem tem games “com os gráficos mais incríveis já criados”. Menos, menos. Texto publicitário não precisa aumentar as qualidades do produto além da realidade.
Só pra não dizer que a gente só critica e não ajuda, que tal “o melhor sistema de jogos já criado no Brasil” e “games com gráficos matadores”? Honestidade com o cliente é a melhor política.
É claro que o assunto da discussão desta semana não poderia ser outro. Desde que foi anunciado (e posteriormente dissecado aqui no blog pelo Pablo Raphael), o videogame da Tectoy está na boca do povo — seja para o bem ou para o mal.
Muita gente já deu a sua opinião no post anterior, mas eu queria aqui organizar uma discussão de fato sobre o assunto, não apenas opiniões aleatórias. O que você acha sobre o Zeebo? Acha que vai fazer sucesso ou não? Por quê? Independente disso, acha que é um passo importante, um acontecimento notório na nossa indústria, que vai ter repercussões positivas (ou negativas?) no futuro?
Que comece o debate!

Assim é complicado: a gente nem pode tirar férias coletivas forçadas que a TecToy já aproveita para lançar um console. Ficamos jogando WoW, Team Fortress 2 e outras tranqueiras e não pudemos noticiar em cima do lance um dos acontecimentos mais relevantes da indústria nacional em 2008. A essa altura do campeonato, outros sites já publicaram tudo o que se sabe sobre a nova plataforma e a gente ficou para trás, certo?
Errado.
Depois do Continue você confere com exclusividade mundial tudo o que não foi dito antes sobre o Zeebo.