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History is written by the victor



O patético sistema de crafting de Team Fortress 2

[Nota do Bracht: Eu ia deixar esse post "na geladeira" até que entrassem outros posts diferentes, pro blog não ficar tão puxado pro PC por tanto tempo. Mas o post é muito bom, então aturem só mais esse postzinho sobre TF2! ;P]

E, após um genial post do amigo Allec e um do chefe Bracht, trago a vocês mais um texto sobre Team Fortress 2. Sim, eu sei que aliena parte dos leitores, mas é tudo o que eu sei fazer. Isso e resenhas, enfim. Só que não é sobre atualizações, desta vez! Quero dizer, até é.

O último update, o WAR, introduziu o tão esperado sistema de criação de itens. “Finalmente”, pensei, “conseguirei ao menos UM chapéu para o meu Spy ou o meu Pyro”.  Desde a atualização do Spy e do Sniper temos um sistema de “drop” aleatório no jogo, incluindo os super raros e procurados chapéus que poucos têm a sorte de conseguir. E que são legais pra caramba, diga-se de passagem. Por esse e outros motivos, um sistema de criação seria mais que bem-vindo! Ou pelo menos era o que pensávamos.
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[Detonado] Steam: o que é, pra que serve, como funciona

Dia desses fizemos um post sobre Team Fortress, promoções do Steam, ou algo assim. Não lembro. Só lembro que, nos comentários, fiquei impressionado com o pedido de um leitor: ele queria entender o que era o Steam, o programa/loja/gerenciador de jogos da Valve.

Foi algo que me abriu os olhos. Só porque eu e a maioria das pessoas com quem eu tenho contato conhece o Steam como as palmas das suas mãos peludas, isso não significa que todo mundo nasça sabendo.

Por isso eu achei por bem atender ao pedido do nosso leitor e escrevi este guia completo sobre o Steam. Um detonado, por que não? Palavras não foram poupadas para que você possa aprender exatamente o que é e como usá-lo se ainda não conhece, ou talvez até descobrir uma ou outra coisa nova mesmo se já for usuário.

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Dead Space: Extraction faz SEGA desistir de publicar jogos hardcore para o Wii

Até semana passada, a SEGA insistia que o mercado hardcore no Wii ainda poderia ser explorado. É, meus amigos, isso mudou: no último podcast do 1Up, Constantine Hantzopoulos, o cara com o nome mais gay que eu já vi na minha vida e o diretor de um dos estúdios da SEGA, relatou que a empresa perdeu as esperanças depois de ver as vendas de Dead Space: Extraction, visto que era um jogo que tinha tudo pra dar certo, pois vinha de uma franquia de sucesso e era da EA, uma empresa com grana pra fazer a publicidade.

Mas isso implora a pergunta, vamos continuar a fazer títulos adultos para o Wii? E é tipo, provavelmente não. Olha o Dead Space. Estávamos chocados. Esse foi o meu teste de litmus. Basicamente, é tipo, okay, você tem a EA, que pode fazer toda a publicidade pesada para isso, uma franquia estabilizada que teve boas notas no 360 e PS3. Eles podem conseguir isso, certo? Nós pegamos os números, números de verdade, fora da NPD, e eu fico tipo, ‘whoa’. - Constantine Hantzopoulos

Lindo, lindo… exceto que Dead Space: Extraction não teve publicidade nenhuma, assim como Silent Hill: Shattered Memories e outros títulos hardcore de fraquias estabilizadas. Ironia cruel?

No restante do podcast, o sr. Hantzopoulos também falou de como os títulos hardcore até agora foram uma aposta, da decepção, e de pirralhos de 13 anos.

Alguém decepcionado?

Resenhas, fatos e opiniões

Há uma grande controvérsia sobre a validade de resenhas, especialmente no meio gamer. Como fazer uma descrição factual de prós e contras de um jogo sem colocar no meio um pingo de opinião própria? Como saber se os seus contras não seriam prós para outras pessoas? Eu frequentemente me pergunto isso enquanto leio resenhas de jogos que gostei, algumas vezes percebendo um ponto que até então eu havia ignorado, e outras vezes tendo vontade de chamar uma carrocinha pra levar o canalha que escreveu tal heresia. Independente da minha reação, é fato conhecido que concordar com algo positivo é muito mais fácil do que concordar com algo negativo — e muitas vezes eu preciso passar por cima do meu ego e do meu amor incondicional pra chegar à conclusão de que eu gosto do jogo exatamente como ele é, mesmo com todos os seus defeitos.

Parece fácil, não? Mas muitas vezes, também, não há como concordar com alguns dos defeitos apontados. Muitas vezes, o autor usa de todo o seu intelecto e malícia pra transformar o jogo em uma criatura maligna que deve ser destruída a todo custo. E, muitas vezes, o cara é um bundão.

Este é um texto sobre resenhas, fatos, opiniões… e Assassin’s Creed 2.

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Feliz 2010… para nós!


  • Nas categorias: Umbigo

Faz seis horas que 2010 começou. Boa parte destas seis horas desde a virada foi gasta ao redor de uma mesa de jantar e subsequente partidinha básica de Team Fortress 2, mas, em vez de ir dormir às 3 ou 4 da manhã como uma pessoa anormal como qualquer outra, eu fiquei online. Discutindo e planejando coisas para o futuro deste blog que você está lendo.

Escrevo este post no notebook sentado na cama, e pela janela ao lado eu vejo que o dia já está raiando. O primeiro dia destes próximos 365, que são exatamente iguais em importância a qualquer conjunto de 365 dias, mas que insistimos em atribuir valor indevido, usando frases como “ano novo, vida nova”.

Mas que assim seja: ano novo, vida nova para o Continue.

Não nego que muita coisa deu errado em 2009 para este blog. Coisas foram iniciadas e não foram mantidas. Equipes se formaram e se desmontaram. Jogos foram terminados e não resenhados. Dias passaram-se sem conteúdo – ou pior: com conteúdo fraco e/ou irrelevante.

Mais do que isso: muita coisa que poderia, e deveria, ter dado certo, não deu. Paciência, não era pra ser. Mas quero que, neste ano, essas coisas, e coisas ainda melhores que essas, de fato aconteçam. 2009 foi um ano que me ensinou muitas lições. Em 2010, quero pô-las em prática. Em 2009 eu enchi várias páginas de um caderninho com ideias. 2010 as verá executadas, ao menos as melhores.

Alguns já sabem que existe um layout novo para o Continue. Sim, ele existe. Desde março, eu acho. E não, ele ainda não está pronto. Isso se deve a um misto de ingenuidade (minha) e enrolação (tanto minha quanto do designer). Já tomei a atitude que deveria ter tomado lá por agosto, no máximo: pedi que o layout fosse entregue incompleto mesmo, para que outra pessoa o conclua. Não é a solução ideal, mas é a possível e a melhor nas condições atuais. Já achei esta outra pessoa para concluir o nosso novo layout, e ela já deve estar iniciando o seu trampo. Não quero dar (nem a vocês, nem a mim mesmo) nenhum tipo de previsão de término, mas já me sinto muito bem em ter novamente esperanças de ver esse novo layout implementado logo.

A mudança no visual trará mudanças muito mais profundas, mas essas eu revelarei em tempo. Por enquanto, a promessa é de menos erros e mais posts, em intervalos mais regulares, sempre que possível. (Talvez não seja possível ainda nestes primeiros dias do ano, tenham paciência.)

Portanto, não se chateie ao ver que, diferente dos outros blogs, o Continue deseja seu Feliz 2010 a si mesmo, em vez de para você, leitor. É que a gente realmente está precisando de uma forcinha agora. ;)

Acabou a dor de cabeça para baixar músicas na Xbox Live

Era sempre um saco para baixar as últimas novidades do Rock Band 2: a loja interna do jogo era perfeita para visualizar o conteúdo de forma organizada e direta, mas baixar por lá era no mínimo inconveniente, porque o download ficava parando a cada segundo. A solução era voltar para a dashboard do Xbox e comprar as músicas pelo Marketplace, cuja interface definitivamente não foi pensada para esse tipo de conteúdo.

Não mais. Foram lançadas recentemente três lojas de música para games dentro da Xbox Live. Uma para Rock Band (compatível também com Beatles e LEGO), outra para Guitar Hero e ainda uma para Lips. Cada loja é um download à parte, obviamente grátis, mas pesando cerca de 80MB. Depois de baixado e acessado, você encontra uma interface familiar para baixar as músicas e ver o que há de novo, com a vantagem de não precisar estar com o disco do jogo jogando.

Ainda não é perfeito (ainda não consigo por nada no mundo ouvir o trecho de preview da maioria das músicas à venda para Lips), mas está muito melhor do que era antes.

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Pague o quanto quiser por Immortal Defense


  • Nas categorias: Indie Games

Alerta de jogo barato: nesta página, somente até o dia 1º de janeiro, você pode baixar o jogo indie Immortal Defense fazendo uma doação de qualquer valor via PayPal.

Confesso que eu não comprei o jogo, nem sequer experimentei, mas o meu grande amigo Anthony Burch, o guru dos jogos independentes lá no Destructoid, recomenda fortemente. Segundo ele, trata-se de um jogo no estilo Tower Defense com interface minimalista e um enredo (contado entre as fases) que não faria feio no formato de um conto.

Se você (ao contrário de mim) está com poucos jogos na fila ou (como eu) simplesmente gosta de experimentar um título indie a um preço justo, não deixe de aproveitar. Só um aviso: por causa do PayPal, o desenvolvedor não recebe nenhum centavo de doações abaixo de US$ 0.31, então seja bonzinho e doe ao menos um dólar, vai.

Graffiti gamer = WIN

Quando eu ando pela rua, sempre procuro referências gamers nas fachadas das lojas, nas pichações e grafittis dos muros e em todo lugar imaginável. Aqui perto de casa tem (ou tinha, acho que já fechou) uma pizzaria cujo mascote era um Toad, montado numa moto e com uma caixa de pizza na mão. Eu adoro saber que há pessoas que enfiam os ícones do nosso hobby favorito em lugares aleatórios sabendo que muita gente nem vai reconhecê-los, mas que causarão um sorriso em quem reconhecer.

Agora imaginem se eu achasse um muro como esse, na cidade americana de Denver.

[via ALBOTAS]

Anunciado na última E3, ModNation Racers é uma clara mistura da jogabilidade consagrada de Mario Kart e TrackMania com a filosofia “crie, jogue, compartilhe” de LittleBigPlanet. Essa combinação, se minimamente bem executada, tem pouca probabilidade de dar errado, e extras só fazem diminuir ainda mais essa probabilidade.

Um dos extras mais legais, a julgar pelo Beta fechado que começou este mês, é a flexibilidade do editor de “Mods” (personagens). Dá pra criar de tudo, e é óbvio que os primeiros entusiastas já se colocaram a criar ícones gamers. O Jim Sterling, do Destructoid, teve acesso ao beta e capturou algumas imagens dos personagens gamers mais legais que ele viu.

Teoricamente, o beta tem apenas algumas poucas ferramentas de criação. Ou seja, se os caras já conseguem criar de Solid Snake a Luigi com essas “poucas” ferramentas, eu imagino o tipo de coisa que será criada na versão final do jogo – a ser lançada até o meio de 2010, exclusivamente para PS3.

[7 Testers] Visão geral de porquê eu gosto do Windows 7

Este é o último post da série 7 Testers. Nos últimos dois ou três meses eu fiz o possível para mostrar algumas das facetas do novo Windows 7 mais interessantes aos gamers. Nem sempre com sucesso em capturar o interesse de vocês, mas sempre com boa intenção. Agora é hora de terminar mais ou menos como começamos – com um apanhado geral do sistema em questão.

Conforme eu já tinha dito, o Windows 7 é mesmo a junção de tudo que era bom no XP com versões corrigidas de tudo que falhou no Vista, com uma camada de novidades para acompanhar.

Para exemplificar melhor, acho que nada vai ser tão bem-sucedido quanto uma listinha das coisas que eu mais gosto no sistema. Vamos lá.

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Apture


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Últimas resenhas


Mass Effect (PC)


Assassin's Creed II (X360)


Uncharted: Drake's Fortune (PS3)

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Qual deveria ser o critério de escolha para os jogos que recebem resenha aqui no Continue?

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