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I’m sorry, but your princess is in another castle



Friday
Aug 1,2008
22:54

Ou pelo menos essa é a impressão que eu tive ao ler as declarações do veterano John Carmack, criador da série Doom e co-fundador da id Software, na QuakeCon desse ano. A festa organizada pela id e seus parceiros é o palco onde Carmack e outros executivos e desenvolvedores apresentaram ao mundo as novidades de seus jogos em desenvolvimento e títulos futuros. Tipo um stand da E3, mas bem maior e mais legal.

Logo na abertura do evento o chefão da Id, Todd Hollenshead anunciou oficialmente o já “informalmente anunciado” Doom IV. O jogo está num estágio bem inicial de desenvolvimento e ao que parece ninguém lá na Id tem uma idéia clara de qual será o enredo. Mas Todd garantiu que os fãs não vão se desapontar pois o jogo preservará os elementos clássicos da série: “armas grandes, demônios, muito sangue e vísceras”.

A logomarca do jogo foi mostrada no evento e por enquanto não tem um número quatro de nenhum tipo nem um subtítulo. Segundo Hollenshead, a equipe ainda está pensando no assunto. Na verdade, o presidente da Id Software não tinha muito o que revelar sobre o novo Doom, exceto o que já se sabe, que o game de tiro utiliza a engine proprietária Id Tech 5. A mesma de outro projeto da empresa, o FPS Rage.

E é aí que entra John Carmack na história. O criador de Doom e diretor técnico da Id falou abertamente sobre as diferenças entre Rage e o novo Doom. De acordo com ele, mesmo que os dois jogos estejam em desenvolvimento paralelo e vão chegar às lojas na mesma época, quando as pessoas virem o quarto Doom rodando, vão pensar que é um jogo construído numa outra engine. O jogo vai exigir três vezes  mais desempenho de máquina do que Rage, afirmou Carmack. Tanto é que ele vai rodar a 30 frames por segundo, contra os 60 de Rage.

John Carmack já avisou também que assim como Rage, o jogo será multiplataforma, mas diferente deste, Doom terá diferenças entre a versão de PC e a dos videogames. Carmack ressaltou: “quando o próximo Doom chegar aos consoles, o PC estará anos-luz à frente. O novo Doom vai ser desenvolvido com a próxima geração de tecnologia gráfica”.

Embora a Id Software tenha aproveitado a QuakeCon para deixar claro que não levará outro ciclo de quatro anos para produzir o próximo Doom, quando questionado sobre a data de lançamento, Carmack disse apenas que o jogo só sai quando estiver pronto.

[via UOL Jogos e Kotaku]

Friday
Aug 1,2008
18:42

A premiação anual que junta uma galera de críticos — grupo no qual o Continue está sem sombra de dúvidas incluído, conforme prova cabalisticamente a imagem acima — para escolher o melhor jogo de cada ano da E3 em várias categorias já tem os seus indicados. A única regra para um jogo ser escolhido é ter sido apresentado de forma jogável na feira. Eles foram escolhidos por votação pelos próprios críticos que vão escolher os vencedores, o que me deixa com a pulga atrás da orelha: os mais votados para uma indicação não acabarão sendo os vencedores depois? Ou isso ou eu não entendi como a coisa toda acontece.

Bom, o importante é que o Estadão funciona é que saiu a lista com esses indicados para cada categoria. Ela se encontra logo ali depois do continue. E o meu grande amigo e parceiro de churrasco Brian Crecente, que é um dos tais críticos-juízes, adiantou no blog dele — que, por sinal, tem futuro; eu boto fé — que o campeão de votos para se indicado a melhor jogo da feira foi LittlBigPlanet. Fato que, segundo os meus cálculos do primeiro parágrafo, já o torna o mega-favorito só-perde-por-milagre ao título. Esperemos.

Enquanto isso, responda: pra quem você vai torcer?

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Friday
Aug 1,2008
17:49

CREDO. EU ESCREVI AQUILO ALI EM CIMA? QUE TROCADALHO DE M*RDA!

É, acho que escrevi mesmo, e não há nada que possa ser feito a esse respeito. Ao menos então faça valer a leitura dessa bobagisse toda, assistindo ao trailer do RPG do Sonic, da BioWare, do DS. Ele saiu há pouco tempo no GameTrailers e é bonzão mesmo. Eu mal posso esperar pra jogar esse treco.

Saíram outros vídeos também, mas são todos toscos, com câmera tremida, e mostrando coisas que o trailer já mostra.

Friday
Aug 1,2008
13:53

A Sony do Japão comunicou à imprensa que realizará um teste beta fechado de seu mundo virtual, a PlayStation Home. O beta terá a participação de 10.000 proprietários do PS3 japonês e deve começar no final de agosto. Há rumores de que em um momento posterior o teste se extenderá ao ocidente e a Home passará a operar como um beta permanente, de forma similar ao que acontece com o Gmail, por exemplo.

A novidade agora é uma das novas funções da Home: graças a uma parceria da Sony com a Namco Bandai, os participantes terão acesso à diversos jogos clássicos da desenvolvedora, como Galaga, Dig Dug, Xevious e Pac Man, direto em máquinas de fliperama disponíveis na Home. Além dos jogos clássicos da Namco, foram confirmados arcades baseados em Echochrome e em outros lançamentos da Sony para a PSN e PSP.

Podemos esperar por rankings online dos melhores jogadores, com certeza. E não, não sabemos se o fliperama é liberado ou se tem que comprar ficha! :P

[via IGN]

Friday
Aug 1,2008
1:00

Todo mundo sabe que em time que está ganhando não se mexe. O que acontece é que Winning Eleven, antes líder isolado, está passando por uma má fase há uns dois anos ou mais. Desde que saiu a versão 10, em 2006, eu vejo os fãs dizendo que não superou a 9. Com todas as versões posteriores o papo foi o mesmo. Nas primeiras semanas todo mundo babava no novo WE, mas depois começavam a apontar os defeitos. E a Konami, por sua vez, sempre anuncia a próxima versão da franquia cantando altas novidades que supostamente farão do jogo o melhor da série.

Mas nunca é, porque a Konami nunca arrisca. Faz umas melhorias nos gráficos, atualiza os plantéis e dá um tapa (bem fraquinho) nos menus. Enquanto isso a concorrência melhora sua jogabilidade, vem com funções novas e conquista cada vez mais a posse de bola.

Até que foi anunciada a versão para o Wii do clássico futebol; que de clássico já não teria mais nada. Mudou tanto que muitos duvidaram se tratar do mesmo jogo. Com tantas mudanças, ninguém poderia ter certeza de que o resultado atingido foi positivo ou negativo antes de jogar. E a gente jogou. E a gente agora tem certeza. E a gente agora vai te contar. E por “a gente”, eu quero dizer eu. :P

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Thursday
Jul 31,2008
18:23

Pra quem ainda não sabia, a Nintendo juntou-se a mais 54 empresas de software — entre as quais figuram Arc System Works, SNK, Capcom, Koei, Jaleco, Square Enix, Sega, Taito, Tecmo, Hudson, Bandai Namco Games, The Pokémon Company e Level Five — em uma ação legal contra empresas que importam o famoso R4 Revolution, equipamento que possibilita o uso de jogos baixados pela internet no Nintendo DS, sem necessidade de desbloquear o aparelho. Como se você já não conhecesse. ;)

As empresas alegam competição desleal e requisitam a interrupção das vendas, marketing e importação do acessório. Com razão.

O problema é que uma ação dessas causa duas impressões: a de se estar assistindo a uma batalha perdida (tipo Cicarelli versus YouTube) e, paradoxalmente ao mesmo tempo, um senso de urgência em quem queria comprar um R4 e ainda não o havia feito. O resultado, obviamente, foi um estrondoso aumento na procura pelo treco.

Tudo isso no apenas Japão, claro, ou você achou que o Brasil tem alguma importância pra esse monte de gente?

Embora a Nintendo e as suas colegas de auditório estejam completamente em seus direitos legais de lutar contra esse tipo de coisa, todo mundo sabe que não adianta: cada vez que a Nintendo anuncia que X unidades foram apreendidas, como se isso fosse grande coisa, o mundo pensa por dois segundos e chega à conclusão de que ainda existem 10.000.000X unidades de R4 à solta pelas lojas de todo o planeta Terra.

As únicas maneiras realmente efeitivas que as fabricantes de consoles têm para lutar contra a pirataria são 1) investir muito mais em métodos de validação de software, ou então usar mídias estranhas como os discos proprietários do antigo GameCube, ou 2) fazer como a Microsoft fez com a Xbox Live: desenvolver uma série de serviços bacanas que envolvam autenticação de hardware no servidor, bloqueando o acesso a quem for pego usando equipamento modificado para rodar pirata.

É igual treinar gato. Não adianta dizer “NÃO!!” toda vez que ele fizer algo que você não quer. A única coisa que funciona é mostrar pra ele como ele vai ter mais vantagens ou diversão sempre que fazer a coisa certa. Funciona.

GTA Chinatown Wars terá suporte online

Thursday
Jul 31,2008
12:10

A Rockstar colocou no ar o site oficial do novo jogo da série Grand Theft Auto. Anunciado durante a conferência da Nintendo na E3 2008, GTA Chinatown Wars é o primeiro jogo da série para o portátil Nintendo DS.

O site não revela nada ainda, mas lá está a marca Nintendo Wi-Fi Connection, ou seja, o jogo da Rockstar terá suporte à rede online do portátil. Podemos esperar por partidas multijogador a lá GTA IV ou quem sabe partidas cooperativas?

O jogo também tem como novidade uma nova engine gráfica que permitirá reproduzir no portátil da Nintendo os ambientes abertos característicos da controversa série Grand Theft Auto.

[via UOL Jogos]

Wednesday
Jul 30,2008
23:07

O QUÊ? Uma resenha de jogo de celular?! Eu sei, eu sei, a primeira coisa você (provavelmente) pensou foi: “mas jogar em celular é um lixo!”

Não será hora de deixar esse preconceito de lado? Pense: quando e onde você joga com o celular? Ele não é perfeito nos momentos de fila de banco, ônibus no caminho do trabalho, onde você só tem cinco minutos disponíveis e quer entretenimento rápido?

Para um jogo de celular ser legal, ele basicamente precisa ser rápido, curto, ter um bom fator de replay e, acima de tudo, ser instantaneamente divertido. Se tem um jogo que consegue ter sucesso em todos estes quesitos, esse jogo é o Super Action Hero, da coreana Com2uS, com tradução e distribuição no Brasil feita pela Tectoy Mobile.

O que faz dele um jogo especial? Continue…

…lendo!

Tuesday
Jul 29,2008
23:54

[Faltando seis minutos para o fim do dia, entra no ar a segunda resenha da nossa Semana das Resenhas aqui no Continue. Mas não é só isso! Esta também é a primeira resenha escrita pelo Pablo Raphael para este blog. Na verdade é a primeira escrita por qualquer pessoa que não seja o Fabio Bracht, que acaba de fazer referência a si mesmo na terceira pessoa.]

No passado, os computadores eram fortalezas sombrias habitadas pelos jogos de estratégia, RPGs ocidentais e games de tiro em primeira pessoa. Lá do alto, seus usuários, temidos como os verdadeiros core gamers, entusiastas que passavam dezenas de horas entre vasculhar dungeons, mandar bala em nazistas pixelados ou demônios marcianos e planejar a conquista mundial com seus exércitos, riam dos garotinhos que se divertiam pulando em cascos de tartaruga ou brigando nos fliperamas em esquinas suspeitas. “Rá! Olhe lá a plebe com seus controlezinhos de seis botões!”, dedilhavam os senhores feudais em seus teclados padrão ABNT2 enquanto atiravam as embalagens de seus famigerados kits multimídia contra os cartuchos dos jogadores de videogame.

O tempo passou e o avanço tecnológico inevitável diluiu o antigo poder dos PCs. Praticamente todos os símbolos de seu reinado migraram para os consoles e assim boa parte da raça dos core gamers também se adaptou e partiu para os videogames. Mas um segmento ainda resiste, irredutível, à mudança. O dos jogos de estratégia. Não mais um império como outrora, mas um nicho persistente e fiel. Alguns vão argumentar que há jogos de estratégia muito bem adaptados para a atual geração de consoles. Concordo. Mas quantos jogos de estratégia desenvolvidos especificamente para consoles temos por aí? Não muitos. Jogos bons então, menos ainda.

Encarar a tarefa de levar um gênero tão representativo não só de uma plataforma mas de um tipo de jogador para seu antigo rival, é uma tarefa inglória para qualquer designer de jogos. Muitos não ousariam. Mas Sid Meier, o criador da franquia Civilization, tão respeitado em seu segmento quanto Will Wright, Kojima e Miyamoto nos seus, tem cacife para tentar. E foi o que ele fez, com Civilization Revolutions, título desenvolvido para o PS3, Wii, Xbox 360 e com uma versão para o portátil Nintendo DS. Eu joguei Revolutions no Xbox 360 e o resultado da experiência de Sid Meier você confere depois do continue.

Continue lendo!

Tuesday
Jul 29,2008
18:41

As fusões entre grandes empresas podem render bons e maus frutos. O aumento do poder ecônomico e a capacidade de produção andam lado a lado com as demissões em massa e a perda da criatividade.

Como resultado da fusão recente com a Activision, os projetos futuros da Vivendi estão ameaçados. A Activision Publishing anunciou hoje que distribuirá jogos ligados à somente cinco franquias da Vivendi Games. São elas: Crash Bandicoot, Spyro the Dragon, Ice Age, Prototype e um título ainda não revelado.

Assim, jogos de peso como Ghostbusters: The Videogame e Brütal Legend, e mesmo outros, como os novos Riddick e Leisure Suit Larry, têm um destino incerto. Podem ser interrompidos temporariamente, cancelados ou remanejados para outros braços da companhia, como a Blizzard ou a Activision Value.

Como consequência direta da fusão, o estúdio Swordfish, que produz 50 Cent: Blood on the Sand poderá ser vendido ou mesmo extinto. Como eu dizia, fusões às vezes resultam em coisas boas também!

[via Gamespot]



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