Como amante da tecnologia da web, eu estou sempre ligado nas novidades deste front, além dos games. Mas legal mesmo é quando os dois se juntam. Hoje conheci dois sites novos bem interessantes (em teoria) para os gamers.
O primeiro é o JamLegend, cujo “trailer” está acima. O site se propõe a ser o Guitar Hero/Rock Band online oficial dos pobres, lugar hoje ocupado pelo freeware Frets of Fire. Mas ser grátis não é o único atrativo do JamLegend, que também é cheio de funções sociais, para tornar divertida a jogatina entre amigos, e se proclama uma plataforma fácil para qualquer banda, de qualquer parte do mundo, colocar as suas músicas de forma jogável.
Se é tudo isso mesmo eu não sei, porque o site ainda está em beta fechado (dá pra entrar colocar o seu email na home e pegar um lugar na lista de espera por uma vaga no Beta). Mas me parece ter bastante potencial.
O segundo é o MyGameMug, que já está aberto ao público. Você entra e, antes mesmo de fazer o seu cadastro, já pode se submeter ao teste para saber que tipo de gamer você é (eu sou o Helping Hand). Mas o objetivo do teste — e do site — não é um mero testezinho egocêntrico. Muito pelo contrário. Com o resultado do seu teste, o site te mostra uma lista de pessoas legais, compatíveis com o seu estilo de jogo e com o que você gosta numa experiência de jogo online, para que você encontre novos companheiros de jogo — se tudo der certo, melhores do que os atuais. O divertido vídeo de apresentação eu coloquei depois do continue, por questões puramente estéticas. Pode não ser útil para quem só curte jogar com brasileiros, por exemplo, mas é um site interessante.

Uma das coisas que mais me fez pensar essa semana foi um post que eu publiquei na segunda. Aquele do flash demo do Boom Blox. Ele me fez lembrar de um texto que eu li ano passado no Gamasutra, chamado “Game Feel: The Secret Ingredient“.
(Aliás, fica a dica: para quem gosta de textos mais “cabeça”, discutindo vários aspectos dos games além da diversão, o Gamasutra é um bom site para se acompanhar.)
O texto foi um dos mais marcantes que eu já li, porque toda santa vez que eu jogo um jogo realmente bom, eu lembro dele. Basicamente, ele trata daquele elemento X, aquela mágica, aquele ingrediente secreto que os bons jogos têm e se diferenciam por isso. Quantos jogos de plataforma 3D você já jogou? Muitos, aposto, e também aposto que a maioria é bem mais moderna do que o clássico Mario 64. Mas ainda assim, muita gente ainda hoje considera Mario 64 um dos melhores do gênero, senão o melhor. Por quê? Segundo Steve Swink — o autor do texto –, porque, em Mario 64, a Nintendo acertou o “feel” do jogo.
A tradução de “feel”, para quem não sabe, é sensação. Mas que sensação é essa?

Um jogo que eu sempre quis colocar na temporariamente interrompida coluna Joguetes (ou será que eu já coloquei?) é o Portal 2D. Claro, se o original é tão bom, uma versão em Flash pra jogar no navegador não tinha muito como ser uma má idéia.
O webgame foi criado como uma homenagem ao jogo da Valve, mas parece que o criador dele não achou que isso fosse homenagem o suficiente e decidiu construir todas as 40 fases da versão flash em 3D, transformando o resulyado em um map pack para download gratuito.
Dizem por aí que o pacote rende mais umas três horas e meia de jogo. No meu caso eu já contaria umas seis, porque sou muito ruim em puzzles, apesar de adorá-los.
Obviamente, só funciona na versão para PC. Então, se você tem essa, é só dar uma clicada nesse link aqui, baixar e ser extremamente feliz.

Semana passada não teve, né? Verdade… Bom, mas semana passada, logo nos dois primeiros dias, tivemos a primeira resenha do Continue (cujo resultado eu gostei pra caramba) e a também a estréia da coluna Brawleando. Foi uma falta compensada, sem dúvidas!
Agora o Joguetes está de volta, e com força total. Inclusive com participação de leitor, que enviou uma dica valiosíssima de um joguete que eu não conhecia e adorei.
E aí, como estamos de segunda-feira? Tudo em cima?
Hoje eu resolvi cortar a enrolação inicial! Vamos direto ao que interessa, depois do continue.

Sim, atrasamos um dia. Eu culpo o Sonic Unleashed, que ganhou a apertada vaga de “post a ser escrito na madrugada de domingo para segunda”. Como ninguém reclamou (apenas Platy manifestou ciência de que a coluna não havia ido ao ar), já sei que posso atrasar mais vezes.
Essa semana marca também a primeira vez que eu coloco um jogo enviado por leitor. Foi o Homero. Oi, Homero! Ele entrou ali na página de contato, escolheu a opção “Sugestão” e mandou um link, dizendo que era uma sugestão de joguete, aí eu li, joguei, achei que cabia na coluna e tô postando. Grande coisa, né? Ah, eu acho bacana. Sempre acho bacana quando vocês comentam e participam. Então façam mais isso.
Agora aproveitem os nossos Joguetes da semana, cuidadosamente selecionados pela nossa equipe de quinze ouriços azuis antropomórficos e sete encanadores italianos e meio.
Muito antes de eu mergulhar de cabeça no mundo dos webgames por causa de um freela que peguei há mais de um ano e mantenho até hoje, eu cliquei em um link que me manteve entretido por um plural de dias. Um link com dezenas de jogos fofinhos e simples, realmente simples, quase pinturas interativas em movimento. Praticamente impossíveis de não serem adorados. E hoje, como um atleta bizarramente não-atlético passando adiante a Tocha Olímpica, eu aproveito a nossa coluna Joguetes para repassar esse único link para você, meu adorado leitor.
Apesar de ser um link apenas, como eu disse, ele traz bem do que os três jogos habituais. Então divirtam-se!
Divirtam-se e, mais do que nunca, comentem. Eu tenho certeza que a maioria de vocês não vai jogar todos (eu mesmo ainda não joguei todos), então comentem quais vocês jogaram e como são. Recomendem, ou digam para evitar algum jogo ruim que vocês porventura tenham encontrado. E experimentem o máximo possível! É como os Feijõezinhos de Todos os Sabores: a maioria é gostoso, mas de repente você dá azar e pega um sabor vômito. Quem entendeu, entendeu.
Enfim: é por aqui. Felicidade grátis para todos!

Oi, Lipedal aqui. Vou recomeçar minha vida universitária esta semana, o que significa sete dias sem acesso à internet enquanto meu PC de casa não chega. Mas antes de ir, deixo uma coluna Joguetes para alegrar a vida do empregado ocioso.
Dessa vez, apresento a vocês um desafio no estilo Spin the Black Circle, um joguinho casual e engraçado, e uma daquelas idéias geniais por sua simplicidade. Antes, eu gostaria de avisá-los que um erro imprevisto manchará a reputação da coluna para sempre: na segunda edição dos Joguetes, foram postados quatro jogos em vez dos três tradicionais. “E daí?”, você pergunta. Isso destrói a estatística perfeita de que tivemos trinta jogos em dez edições, teremos sessenta em vinte e etc, como comentado no Joguetes #10. Ou seja, foram exatos 31 jogos até a última segunda-feira. (Nota do Bracht: Ah, é… verdade.) Mas não se preocupem, quando acharmos necessário corrigiremos essa falha, fazendo uma Joguetes com apenas dois webgames.
Caso sirva de consolo, o responsável pelo erro já está nos chicoteando.
Agora sim, podemos começar. Dê uma olhada ao redor, abra a cotação do dólar em outra aba, clique no continue e mãos à obra!

Dez edições. Contando com os que você vai jogar hoje, são trinta webgames que apresentamos aqui nas últimas dez semanas. Trinta idéias originais (algumas menos, outras mais), trinta frutos do tempo investido por algum apaixonado por games ou pequeno estúdio independente, trinta maneiras de passar alguns minutos do seu dia e de manter a cabeça fresca com mecânicas simples e que não dependem de três botões e uma puxada de direcional analógico só para recarregar uma arma.
E o mais legal é que esses trinta jogos apresentados nessas dez edições para as quais eu me permito fazer uma pequena comemoração… não são nada. Em breve estaremos na edição trinta (com noventa jogos apresentados), então na 50 (com 150 jogos) e quem sabe um dia chegaremos na edição 150 (com 450 jogos). Falta pouco, falta pouco.
Mas uma semana de cada vez, certo? Então curta os joguetes de hoje, dedicados aos maníacos obsessivos que ficam repetindo para si mesmos “só mais uma jogadinha, só mais uma jogadinha…”

Acho que os dois gêneros de webgames mais prolíficos são os point-and-click no estilo “escape the room” e os puzzles. Talvez por não exigirem programações chatas de colisão de objetos ou aqueles enredinhos que justificam qualquer jogo de ação meia-boca, e provavelmente por se sustentarem em qualquer boa idéia, os puzzles casuais existem aos montes. E muitos são realmente bons.
Essa semana eu trago três até vocês. E são tão diferentes entre si que eu tenho certeza que você vai gostar ao menos de um.