
Nos últimos dias de suas insignificantes e atarefadas vidas, os redatores do Continue têm andado bastante ocupados e incapacitados de postar no simpático blog. Em uma tentativa de nos redimir, reunimos (não pergunte por que estou falando no plural, fui só eu que reuni… humpf!) as principais notícias que você certamente já ouviu, mas que ainda não tinham sido gravadas para a posteridade.
Não poderíamos deixar de registrar, por exemplo, que o HD-DVD não só está morto, mas também enterrado. A própria Toshiba já decidiu jogar a toalha, e a Microsoft está decidindo onde enterrar os add-ons para Xbox 360 que ficarão encalhados. Enquanto isso, abaixaram o preço do acessório para 50 dólares - sim, mais barato que um jogo.
E como o fracasso de uns é a vitória de outros, a Nintendo descobriu mais uma maneira de arrancar dinheiro dos trouxas usuários de Wii. É o mais novo serviço revolucionário… o Pay and Play! Como dois dos três adjetivos atribuídos originalmente à sua rede online pela própria Nintendo - que teoricamente seria prática, segura e gratuita - já tinham caído por terra, decidiram chutar o balde e passar a cobrar pelo serviço.
Muita gente tem reclamado, mas a verdade é que a maioria dos jogos ainda vai ser de grátis, incluindo Smash Brothers e Mario Kart. Sem falar que isso me cheira a um MMO de Animal Crossing…
E quem disse que os brazucas jamais iriam despontar no desenvolvimento de games para consoles? A mais nova investida bem sucedida é TriLinea, um jogo de puzzle bastante criativo criado através da XNA 2.0 pelo brasileiro Renato Pelizzari. Além de vários sites internacionais terem avaliado a demo do jogo, o Gamer.br publicou uma entrevista bem bacana com os criadores. Corre lá!
Nunca é tarde para a redenção. Parece que finalmente a Sony tomou vergonha e vai lançar uma atualização para Lair, em que permitirá que os jogadores façam uso da velha amiga alavanca analógica para controlar os bem modelados dragões. Esse jogo sempre me pareceu bem interessante, e, se tivesse um PS3, consideraria uma alugada.
Falando em redenção, a Nintendo finalmente anunciou uma data para a estréia do serviço que trará jogos originais ao Wii pela internet. Os jogos do WiiWare, cujo catálogo pode ser acessado através do Wii Shop Channel, começarão a surgir a partir do dia 12 de maio. Entre os possíveis títulos de lançamento estão os impressionantes Final Fantasy Crystal Chronicles: My Life as a King e Lost Winds.
E aqui acaba a seção de rapidinhas de hoje no Continue. Foi bom pra você? =D
É o som de ninguém postando no Continue. Eu não pago o pessoal pra escrever aqui (porque não posso ainda; esse é o plano pro futuro), então não posso sair cobrando, mas uma cutucadinha pública assim, diante dos nossos leitores, não há de fazer mal algum, certo? Vamos lá, leitores, vocês também estão sentindo falta de mais posts do Lef, mais textos do Lipedal e mais escritos da Suzana que não sejam a coluna semanal dela, certo? Então comentem, façam essa galera se sentir querida.
Minha teoria é que são todos emos carentes de atenção. Principalmente o Lipedal. ![]()

Este fim de semana dois seres entraram na minha casa e na minha vida. Uma gatinha vira-lata de dois meses de idade que, embora tenha sido encontrada pela minha namorada, é minha e eu já batizei de Zelda (o primeiro que comentar me chamando de nintendista é a mulher do padre); e um lindo, maravilhoso, brilhante e reluzente Xbox 360 Premium com HDMI e placa-mãe Falcon (xô, 3RL!), acompanhando de Forza Motorsport 2 e Marvel Ultimate Alliance (alguém quer comprar? Odeio esse jogo).
Meu cunhado teve a bondade de me emprestar Gears of War, Viva Piñata e Guitar Hero III com guitarra. Entre esses e os inúmeros demos que eu já baixei (N+ foi o primeiro, mas no fim eu viciei mesmo no skate.. Caralho, como aquele jogo é bom), desnecessário dizer que não consegui sair da frente da TV pelas últimas 48 horas. E só saí agora porque tenho um compromisso com a coluna Joguetes desse site.
(Adendo: a Discussão de Fim de Semana não saiu porque todos pensaram que alguém ia fazer, e no fim obviamente ninguém fez. Foi um desencontro que eu espero que não aconteça de novo)
Eu sei que pouca gente vai se importar de ler isso, já que o Xbox 360 já não é mais novidade pra ninguém há muito tempo, mas ainda assim a vontade é grande demais para resistir: preciso escrever algumas primeiras impressões, algumas coisas que eu só percebi agora, que pude mexer numa das máquinas da Microsoft por bastante tempo e com total liberdade. Se quiser ler, está aí, depois do continue.
Antes de “voltarmos do carnaval”, um pequeno aviso que eu já deveria ter dado na quarta passada: o nosso amigão Vinícius Silva, que além de escrever a nossa coluna semi-semanal de jogos independentes também era o responsável pelo trabalho técnico por trás de várias coisas bacanas que vocês vêem aqui no blog (acredite, sem a ajuda dele isso aqui seria bem mais sem sal), ficou com a vida ainda mais atribulada recentemente e não vai poder continuar escrevendo a Quarta Indie. Que saco, né?
Pois é, mas não é culpa de ninguém. O fato é que enquanto não encontrarmos outra pessoa com conhecimentos à altura dos dele, a coluna fica num estado de coma induzido. Não morreu, e nem vai, mas não se sabe quando vai acordar.
Em compensação, teremos outra coluna semanal estreando amanhã. De quem será? Sobre o quê? Só acessando o Continue amanhã às 10:00 em ponto para saber.
Torturar o leitor: não há nada mais legal!
Leu a notícia abaixo? Viu quem está marcado como “autor”? Estranhou o fato de ser uma notícia sobre MMO? Ah… não? Tudo bem.
Mesmo assim dê as boas-vindas à nossa mais nova companheira aqui no Continue, a Suzana Bueno! Ela já colaborou com grandes revistas de games brasileiras e hoje trabalha em uma empresa que… ah, você pode ler essas coisas todas ali na página Quem Escreve.
O que não está escrito lá é que ela é muito gente-fina, entende pra caramba do riscado e vai estar aqui diariamente dando as principais notíciais do mundo PC gamer, MMOGs e afins. E contribuindo para aumentar a proporção de posts não-Nintendo, enquanto a gente não encontra um sonysta legítimo pra fazer o contraponto.
Suzana, leitor; leitor, Suzana.
É isso, estão apresentados.
[ATUALIZAÇÃO 17/01: Já era. Depois de ameaçado juridicamente pelo Lucas do GoLuck (eu preferi só dar risada da situação), o guri apagou os posts e fez que ia começar a "se comportar". Mas aí lembrou que o nome e a marca que ele tava usando como sendo dele também são registrados, então apagou o blog. Tomara que comece logo outro!
]
Hoje a internet ganhou mais um blog bacaníssimo de games. Estou falando do maravilhoso Supergamepower. Não sei nem por onde começar a comentar tamanha genialidade em forma de blog.
Sei sim, pensando bem. Pelo nome! Onde vocês já viram um nome tão original e criativo? Ele me soa familiar, por algum motivo, mas estou certo que é um daqueles casos de um nome tão estupendamente incrível que a gente meio que se recusa a acreditar que nunca foi usado antes.
E o que falar da tagline? “Os super games se encontran” Tão sutil, tão ácido, tão crítico… e em Comic Sans!! Quem dera ter sido eu o criador…
Mas nada disso supera a supremacia incontestável do conteúdo. O blog já tem três posts! Um é o obrigatório “Hello world!” (o quê? Vocês apagam o de vocês quando criam um blog? Heresia!), e os outros dois são uma importante denúncia e uma pertinente discussão sobre hype. Ih, errei os links… Quem são esses dois aí, o Continue e o GoLuck? Devem ter copiados os posts do SGP, bando de sanguessugas de conteúdo! Um dia no ar e o SGP já teve dois posts copiados, deve ser um recorde!
Pra terminar: reparem que o link para o meu nome no post sobre o hype foi pertinentemente alterado para apontar para o post de hoje deste blog sobre um cara que tem 46% do cérebro ocupado por memórias relativas à Nintendo, como quem me acusa de ser nintendista (o que eu não nego ser, apenas nego que influencie na minha capacidade de ser imparcial). É claro que o anônimo dono de tão sensacional blog tem todo o direito de linkar o meu nome para onde ele quiser, mas eu tenho quase certeza de que, na fictícia hipótese daquele post já ter sido publicado em outro lugar, o link apontaria para o meu perfil no Facebook.
Está dada a dica. Entrem no blog e comentem. Comentem MUITO, porque esse aí merece. Vocês sabem que tipo de comentários, não sabem?
E ficam meus parabéns a quem sabe criar em vez de copiar.

Sim, pois é. Ficamos fora do ar ontem o dia todo, e o pior é que nem eu mesmo faço a menor idéia do que aconteceu. Tudo que eu sei foi a única frase que o cara do suporte do meu servidor falou em resposta a um email meu: “É, deu uma pane no servidor aqui mas já estou cuidando do assunto”. Isso foi às quatro da tarde, e quando fui dormir o site ainda não tinha voltado.
Estou pensando em contratar outro servidor, mas preciso priorizar um que tenha suporte online 24h. E o que me indicaram eu não tenho certeza se tem.
Enfim. Depois disso e do meu ataque dos trojans assassinos no início da semana, acho que dá pra classificar esta como a pior semana da história do Continue. Se nada mais der errado, a partir de hoje as coisas voltam ao normal.
Valeu por não desistir da gente.
Meu computador está com dezenas de Trojans assassinos. Eles entraram por culpa de um antivírus incompetente (o Avast, não usem) e agora, na companhia de um outro antivírus (Avira Antivir) que entrou aos 45 do segundo tempo e agora não quer deixar eu fazer nada — pelo menos ele vê o problema e pede providências –, tornaram meu computador inutilizável fora do modo de segurança.
Por isso não teve post meu hoje, e talvez não tenha amanhã também.
Quanto aos motivos do Lef, perguntem pra ele porque nem eu sei.
É… eu preciso arranjar mais colaboradores pra escrever aqui. É só dar uma merda dessas e o site fica sem atualização. Alguém recomenda alguém?
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Estava eu assistindo ao último Zero Puntuation quando me voltou à mente uma das “questões existenciais” que mais me ocupam nos últimos tempos. Sabe aquele tipo de coisa que você pensa, pensa, chega a várias hipóteses e vertentes de pensamento, mas todas elas parecem ser igualmente boas/ruins/inúteis e no fim é como se você não tivesse pensado porra alguma e ainda continuasse na estaca zero? Exatamente desse tipo de questão que eu estou falando. A questão dos reviews.
Mais especificamente, a questão de como levar os reviews para a próxima fase.
» Whatchamacallit?
Começando pela parte menos relevante do problema: como chamá-los? “Review” é um nome familiar para todo mundo, já foi amplamente usado pela maioria dos veículos… mas, tecnicamente, é errado. Eu não sou o cara mais técnico do mundo quando o assunto é linguagem — pra mim, o importante é que a mensagem seja passada ao leitor com eficácia e todo o resto é pura pirotecnia –, mas “review” é uma palavra em inglês e parece errado usar usá-la quando a língua portuguesa tem tantas palavras que podem substituí-la tão bem. Como “análise” e “resenha”. Qual a sua preferida? A minha é “análise” (mas vou usar “review” neste texto, porque já usei no título).
Mas a questão principal nem é o nome. Como eu disse, ela é a menos relevante. O que mais me preocupa é o sistema de avaliação em si.

Quanto ao ano que acaba de chegar, apenas duas palavras me ocorrem: