Veja o trailer acima e me responda: quando foi a última vez que um jogo de ação extrapolou tanto a linha da sexualidade? O que foi meu Deus aquela tomada com a câmera passando em câmera lenta por baixo das pernas dela? :O
Lara Croft acabou de virar uma santinha recatada.
Ninja Gaiden? Virou 3D e foi ótimo. Devil May Cry? Estreou na “next-gen” em grande estilo. Castlevania? Ainda confinado à sua confortável limitação no Nintendo DS. Não que os jogos da série em 2D sejam ruins – não são –, mas já é tempo da Konami arregaçar as mangas, esquecer os vexames do passado e tentar de novo fazer um Castlevania gigantesco, para os consoles grandões da geração, do jeito que os fãs querem.
Ou não. A verdade é que, apesar de ter sido anunciado, nem mesmo uma vírgula foi dita a respeito dos detalhes do jogo. Nem mesmo se será 2D ou 3D. Ao passo que isso dá margem a esperanças, também prepara o terreno para decepções caso não venha a ser o que imaginamos.
[via 1UP]

E subitamente o Wii já não é tão terra de ninguém para os hardcores! A minha empolgação não se compara à do amigo Prandoni, até porque eu nem gostei tanto da primeira aparição de Travis Touchdown (pra mim o gameplay deveria ter vindo antes da atitude), mas o fato não se altera: No More Heroes 2 – ou melhor: No More Heroes Desperate Struggle – é uma notícia e tanto para todo mundo que tem um Wii.
Mesmo o jogo original deixando claro que não teria uma sequência, uma foi anunciada nesta TGS e o empolgante teaser-trailer já saiu para apreciação dos fãs dos games punks de Suda 51.
Revelado timidamente há alguns meses e rapidamente jogado para baixo do tapete da memória dos gamers (o lugar onde vai tudo aquilo com que a gente prefere não ter que lidar no momento), Sonic and The Black Knight finalmente ganhou um trailer por ocasião da TGS 2008. Tem Sonic, correndo, espada na mão e um vilão menos carismático que o Master Chief disfarçado de Didi Mocó.
E sabe mesmo assim não parece tão ruim? A música, principalmente, está bem bacana aos meus ouvidos.
Mas daí ao jogo ser bom é outro Spin Dash, né…
Não adianta mais. Eu cheguei em um ponto em que um pedaço de papel de bala velho na rua vira o melhor pedaço de papel de bala velho do mundo se contiver as palavras Mirror’s Edge (e a musiquinha). Não que o trailer acima não seja do caralho.
Para promover o modo Time Trial do jogo (que, segundo impressões, é BEM mais legal do que os modos Time Trial que existem em outros jogos por aí todos os outros jogos), a DICE gravou umas cenas de Parkour um carinha chamado Sebastien Foucan. Nunca viu mais gordo? Pois bem, o cara é simplesmente o co-criador do Parkour e o criador do Freerunning — uma variação do Parkour que foca-se menos em eficiência (chegar lá rápido) e mais na beleza estética dos movimentos.
Sensacional. Eu coração Mirror’s Edge.
Lembram daquela surpresa que a Bungie prometera para a E3, com direito a uma famigerada contagem regressiva no site e tudo mais? Lembram que quando ninguém da desenvolvedora apareceu em Los Angeles, a Microsoft disse que eles estavam ocupados trabalhando no novo Halo? E que eles também disseram que com o lineup que a MS tinha para o 360, nem precisavam mostrar um novo jogo do Master Chief naquele momento?
Os boatos de que o tal projeto da Bungie envolvia novamente a guerra contra o Covenant ficaram bem mais claros quando apareceram Conquistas de uma expansão de Halo 3. Ok, então o próximo jogo não é Halo 4 para o Xbox 720. Ainda não.
Mas afinal, o que é essa expansão? A batalha não tinha terminado no último episódio? O teaser trailer divulgado pela produtora mostra uma cidade futurista sendo bombardeada pelos Covenants. Detalhes no trailer confirmam que é New Mombasa, a primeira cidade atacada quando os aliens invadiram a Terra — o ataque é citado no primeiro jogo da franquia, a cidade aparece em ruínas na continuação e rendeu uma excelente história em quadrinhos nas mãos do genial Moebius, presente na graphic novel de Halo. Será um spin-off, sem a presença de Master Chief e Cortana? Ou uma prequel? Uma vez que uma expansão de Halo 3 não deve ter surpresas na jogabilidade, fica a curiosidade sobre o roteiro.
A Microsoft anunciou que vai mostrar a expansão na Tokio Game Show desse ano e não duvido que a nova campanha esteja nas lojas até o fim do ano. Nada boba, afinal, por melhor que sejam as vendas de Gears 2 em novembro, por que não faturar mais um pouco no Natal?
Let’s Tap. Vamos dar umas batidinhas. “O jogo que até um pinguim joga”, como é uma das suas descrições oficiais. É um jogo de Wii que você joga sem o controle. Sem o Wii Remote, sem o Nunchuck, sem nenhum acessório extra. Você coloca o Wii Remote em uma caixa, ou alguma superfície não muito rígida (uma pia de mármore provavelmente não funcionaria, mas eu também não consigo imaginar alguém pensando em jogar Let’s Tap usando uma pia de mármore — até porque pias normalmente são molhadas e o controle correria riscos de pegar umidade), e bate. Na superfície, não no controle. Assista ao trailer para entender.
Alguns podem dizer que isso não é nada que os bongôs de Donkey Konga não consigam fazer. Claro que é. Os bongôs nada mais eram do que dois botões e um microfone que captava palmas. Isso aqui trabalha com vibrações sensíveis.
Também é de se notar que Let’s Tap é o primeiro jogo da Prope anunciado desde a sua abertura, em 2006. “Quem é a Prope?”, pergunta o leitor que não clicou no link. É o estúdio do Yuji Naka, simplesmente o cara creditado por dar vida ao Sonic. Lembre-se: houve uma época em que o Sonic era realmente bom.
Eu só tenho minhas dúvidas quanto ao fato dele ser vendido em disco. Pela simplicidade, deveria ser WiiWare… Ou então ele é mais complexo do que parece.
PS.: Aproveitando o ensejo, a Prope também anunciou Let’s Catch (este sim para o WiiWare), um simpático joguinho de… bem, eu não entendi muito bem sobre o que ele é, mas o site é esse. ![]()
Estava meio cético com relação à conferência da Nintendo. A época não me parecia muito usual para grandes anúncios, mas pelo jeito errei feio; além do estranhíssimo DSi, a empresa mostrou dois trailers com três segundos de gameplay de dezenas de jogos para o Wii (que você confere acima) e para o seu portátil. Entre os títulos bizarramente japoneses e os que já conhecíamos, consegui destacar alguns depois do continue.
A graça de Mirror’s Edge está na sua jogabilidade e nas novidades que ele traz à perspectiva em primeira pessoa, mas isso não significa que ele não tenha uma boa história para amarrar tudo isso. Este trailer conta mais um pouco desta história.
Mas, pra mim, a estrela mesmo é a música. Se rolar um CD com a trilha sonora desse jogo, será meu.
Ah, Professor Layton… que saudades dos seus puzzles inteligentes, da sua politez britânica e do seu aprendiz curioso. Que bom que você voltou, ainda que na forma de um trailer em japonês, para alegrar a minha vida.
Pensamentos sobre o trailer: