
Já dei essa dica pra um monte de gente, mas sempre tem aqueles que não conhecem, né? Estou falando da música 99 Lives, da banda Love You to Death (na época que fizeram a música, o nome da banda era The Pettit Project).
A música poderia ser descrita facilmente como “dois minutos e 59 segundos de referências gamer em forma de música”. Se a letra já não fosse super bonitinha, sobre um cara determinado a conquistar uma menina que não dá bola pra ele, ela ainda está completamente abarrotada de nomes e coisas que só fazem sentido para quem joga videogame desde criança. De Wario a Dr. Wily, de Fatality ao Código Konami, de sonzinho aleatório do pulo do Mario a solo de guitarra imitando a famosa música do Stage 1-2, tem tudo.
Dá pra ouvir a música (e outras deles) nesta página, e a letra com tradução (porque aqui no Continue o serviço é completo) você confere depois do continue.
[Agradecimentos ao Fabão. Se não fosse por este post no ressuscitado blog dele, eu não teria tido a idéia de postar isso]

Em semana de resenha do Super Smash Bros. Brawl, óbvio que continuamos em ritmo briguento - como se ele fosse nos deixar tão cedo.
Semana passada falei do game cancelado que originou o espivetado Lucas, desta vez discorro sobre o berço original de mais um figura de SSBB: o mal encarado Wolf O’Donnel, um dos vilões da série Star Fox.
A galera veterana da época do Super Nintendo deve partilhar comigo a decepção pelo cancelamento de Star Fox 2, uma continuação altamente promissora de um dos jogos mais divertidos e impressionantes do console.
Continue lendo!

Esses dias eu recebi um email do André Sirangelo, meu camarada e colega do Prandoni no Hadouken, contando sobre o novo blog dele no site da SuperInteressante, o Ultra (que, aliás, está incrível como tudo que eu já vi o Sira fazer). Eu dei os parabéns e, no interesse da expansão deste pequeno blog, soltei um “vê se dá um link pro Continue lá, qualquer hora!”. A resposta dele foi esta: “Claro, e você também. Os leitores de alto nível de Continue são sempre bem-vindos”. Viram? Leitores de alto nível. Ele elogiou vocês, e foi merecido.
Por que eu digo isso agora? Não é puxação de saco gratuita, não, é que eu quero apresentar a nova série do Continue, idealizada e escrita pelo leitor Daniel Trezub, do blog Cabide. Vou deixar ele explicar melhor depois do continue, mas em resumo trata-se de uma série sobre os jogos antigos que se recusam a morrer, e continuam com uma comunidade grande e ativa de jogadores. O Daniel já tem uma lista de jogos que se encaixam nesta descrição, e vai abordar um deles por semana; se Deus quiser.
E por que eu chamo isso de série, e não de coluna como todos os outros posts temáticos que entram uma vez por semana? Porque este tem hora pra acabar (assim que acabarem os jogos na lista do cara), enquanto as colunas duram pelo tempo em que o autor estiver interessado em escrevê-las. Então vamos lá!
Ah! Aguardem mais textos enviados pelos nossos leitores de alto nível para breve. Provavelmente, ainda esta semana. Se bobear, ainda hoje.

Não tem como. Por conta das extensivas e disputadíssimas partidas online de Smash Bros. Brawl e a novíssima coluna-conjunta-em-equipe-duplas-de-dois-caras Brawleando (já viu?) a Pixels Mortos hoje vai meio em ritmo de SSBB. Mas só um pouquinho, não se desespere.
Hoje elucidarei um pouco sobre algo que tem muito a ver com Lucas, o rapaz loirinho com poderes psíquicos quase totalmente desconhecido por estas bandas.
Como alguns devem saber, o moleque é um dos protagonistas do desejado Mother 3, RPG exclusivo do Game Boy Advance que saiu em 2006 apenas no Japão. Pra ajudar um pouco: o segundo episódio da franquia saiu para Super Nintendo por acá em 1995 sob a alcunha de Earthbound. Isso, cujo herói era o Ness - que, aliás, está em todos os Smash.
Contudo, a revelação do terceiro episódio precede em uma década sua chegada às prateleiras. Pra ser mais exato, Mother 3 começou como um projeto para Nintendo 64.
Salve, leitores do Continue!
Ritmo de festa Super Smash Bros. Brawl? Eu estou. E o Bracht também. Ou ao menos estava até ter o traseiro espinhudo dele ser chutado repetidas vezes pelo meu trio parada dura (elfo orelhudo, guerreiro do emblema ígneo e agente com nome de animal peçonhento). Ok, ele me chutou um pouco também. Está aprendendo, o garoto.
Assim, hoje na Pixels Mortos falarei de Dead Phoenix, um jogo que mais ou menos tem a ver com Smash Bros. Brawl — mas pensando bem, que jogo não tem?
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* Não, a coluna não morreu. Aqui, apenas os pixels se encontram em tal estado de putrefação. Perdão pelo atraso inadmissível. Assim sendo, um texto com boa pitada de fan service pra agradar…
Impelido pelo arroubo nostálgico do Bracht, decidi abordar nesta edição da Pixels Mortos a dupla de remakes de Chrono Trigger que estavam sendo produzidos.
Sim, dois.
Geralmente, apenas o Resurrection é lembrado, mas havia também o Remake Project. Ambos partilhavam de premissas parecidas: releituras tridimensionais utilizando ferramentas de Unreal. As duas iniciativas tristemente interrompidas por uma atitude pouco amigável da Square Enix que não apenas afundaram os dois promissores projetos, como também fizeram a péssima piada de mau gosto de acender uma fagulha de esperança nos ávidos (e abandonados) fãs da série Chrono.
Enfim, sem mais delongas…

[Este texto é uma republicação. Ele saiu originalmente no meu blog anterior, o 16-BIT, no dia 09/02/2007, sob o título "Quando eu for multimilionário". Mas casa tão bem com o tema desta coluna sem periodicidade que eu achei apropriado postar novamente e ver o que vocês acham da idéia.]
Jogando Rogue Galaxy, eu finalmente dicidi o que eu vou fazer no dia em que eu me tornar um multimilionário excêntrico: eu vou fazer uma rápida pesquisa no Google, descobrir exatamente o quanto foi gasto na produção de games como Final Fantasy XII, Dragon Quest VIII, Blue Dragon e do próprio Rogue Galaxy, aí vou pegar esse valor, multiplicar por dois (talvez até por três ou por quatro, dependendo do quão multimilinário — e do quão excêntrico — eu for) e vou DOAR para a Level 5 e para a SquareEnix. Mas com uma condição: elas vão ter que usar essa grana para fazer um remake de Chrono Trigger.
Mas não vai ser um remake qualquer. Não, porque eu vou ser o co-diretor. Eu vou comprar uma casa próxima ao estúdio onde o remake será feito e vou ficar lá do início ao fim da produção. E vou dar idéias, muitas idéias, que terão que ser seguidas. Eu já tenho até uma lista do que vou exigir:
Para o Pixels Mortos de hoje procurei fazer sobre um jogo que tivesse coelhinhos, ovinhos, chocolatinhos ou algum outro troço bonitinho. Mas não achei, então mandei a idéia de uma coluna temática para o espaço e apelei para o bom e velho Master Chief (foneticamente falando, Máshtêr Xíf). Afinal, Halo é Halo e vice-versa e assim não tem erro já que a série é popular pra caramba — apesar de eu ainda não entender a luta.
No começo do ano passado circulou pesado um boato de que seria lançado um Halo para Nintendo DS. “Para casar com o lançamento de Halo 3″, diziam os rumores. A Nintendo não comentou (todos sabemos que ela nunca comenta), a Microsoft ficou quietinha e a Bungie baixou a cabeça também.
A balbúrdia toda começou por conta de Matt Cassamassina, editor de todos os assuntos relacionados a Nintendo no IGN, que publicou em janeiro de 2007 no blog dele que havia jogado uma versão beta do tal Halo DS.

Acho a SEGA uma empresa muito peculiar. Estranha. Inconstante. Capaz de criar conceitos fantásticos e apaixonantes, e ao mesmo tempo autora de burradas imensas.
Sei que é clichê, mas fico indignado principalmente com a destruição que tem sido imposta ao Sonic. Um dos mascotes mais originais e queridos de todos os tempos obrigado a estrelar porcarias como Sonic the Hedgehog (o de 2006), Sonic Heroes e outras tantas melecas por aí. Veja só, o principal trunfo recente do ouriço (ouriço, não porco-espinho!) é a participação em Super Smash Bros. Brawl que, por sua vez, é um jogo da… Nintendo!
Claro que o fato é bacana, mas para quem cresceu sob a sombra da batalha entre Sega e Nintendo nas gerações 8 e 16 bits não deixa de ser algo estranho, de certa forma fora de lugar.
Enfim, meu ponto hoje é o seguinte: acreditem, poderia ser pior.
Uma das muitas teorias a respeito do fracasso do Saturno diz que ele se deve à ausência de um título de primeira linha do Sonic produzido especificamente para o console de 32 bits.
Bem que a Sega tentou. Muita gente deve lembrar de um tal de Sonic X-treme, anunciado na E3 1996. Há pouco tempo até, uma cópia da versão beta do jogo (a única?) foi vendida a um preço astronômico no eBay. Fato é que esta tentativa camufla uma história repleta de intrigas e confusões (se fosse novela das oito teria sexo e Rio de Janeiro também).

O quê? Eu ouvi “coluna nova”? Sim, eu ouvi. E você também!
A partir dessa sexta, o meu grande amigo Claudio Prandoni — que, por acaso, também é um dos grandes novos talentos do jornalismo de games brasileiro, pode me cobrar em 2010 — vai estar estando trazendo até vocês a história, origens e curiosidades a respeito de algum jogo que era pra ter sido e não foi. Começamos a coluna com o lendário Mario 128.
Confira depois do continue. E não esqueça de participar nos comentários, seja criticando o texto, seja sugerindo jogos cancelados para ser abordados na próxima semana.
– Bracht