Não pode ser tão difícil assim matar um Hard Hat!
Fãs do azulzinho: vocês conseguem identificar todos os poderes usados?
Ó pá, gajos e gajas, ora pois. Hoje o Tube do Dia é eu e tu assistindo a este vídeo na consola, que é pra ver se tu te calas. Jajaja!
Nonsense é pouco.
Eis duas verdades pouco contestáveis: 1) faz muito tempo que a série SimCity não é mais a garantia de jogão que um dia foi; e 2) mesmo com coisas como Monkey Ball, Spore e Tap Tap Revenge, os jogos do iPhone ainda não mostraram o seu verdadeiro potencial de qualidade. Abrem-se as cortinas, surge SimCity. A audiência aplaude de pé.
Olha, não se sabe ainda muita coisa sobre esse jogo, mas o que se sabe é suficiente para garantir um interesse prévio acima da média.
A começar pelos gráficos. Sim, os menus ocupam um monte de espaço, mas não deixam de ser bonitos, e a cidade é super detalhada. Segundo impressões do Kotaku, até as chaminés das casas soltam fumacinha quando o zoom está próximo o suficiente. O zoom pode ser feito com aquele já clássico gesto de colocar dois dedos na tela e afastá-los ou aproximá-los.
Sem contar que quase todas as características dos clássicos SimCity 2000 e 3000 — ou seja, não estamos falando de uma versão light, portátil, diminuta. Tudo está lá, desde cidades pré-construídas, desastres naturais e encanamentos subterrâneo até os conselheiros civis. E o melhor? Lança este mês ainda.
Se você é um afortunado dono de iPhone/iPod Touch, compre aí e depois nos conte se é tão bom quanto parece.
Black Mesa Source, Chrono Trigger DS, Banjo-Kazooie na Live Arcade, Street Fighter HD Remix. O que esses quatro jogos e tantos outros que me fogem à memória têm em comum? São remakes.
São remakes de jogos clássicos que ficaram na memória dos gamers por tempo o suficiente, e de uma forma suficientemente boa, para que faça sentido, hoje, lançar uma versão atualizada destes clássicos.
Há quem diga que remakes (e sequências gratuitas) são uma das causas de uma suposta crise de criatividade da indústria. Mas este ano saíram coisas como Braid, World of Goo e Mirror’s Edge, então eu acho que a criatividade está a salvo.
O que eu acho também é que, apesar do mercado estar bastante abastecido de remakes, há um número ainda maior de clássicos que claramente mereciam ser refeitos brilhantes e em alta definição, para alegria dos veteranos e descoberta dos novatos. A Discussão deste Fim de Semana é esta: se você pudesse escolher só um, para qual clássico você encomendaria um remake?
E como seria esse remake? Seria só uma atualização visual, como em SF HD Remix, ou teríamos novos conteúdos sem deixar a essência do clássico de lado, como em Chrono Trigger DS? Para qual console seria? Por quê?
O papo é livre nessa nossa mesa de boteco! Depois do continue, eu começo.
Há poucos dias eu gastei um dólar para comprar o clássico Half-Life naquela promoção maluca da Valve. Joguei um pouco, já, mas com o tanto de jogos novos que peguei nesse fim de ano, têm faltado tempo para tudo, então estava guardando para as épocas de vacas magras. Até ver o trailer acima e exclamar, do fundo dos meus pulmões, “PÁRA TUDO, P***QUEPARIU QUE PORR* FOD* DO CAR****!”
Trata-se do projeto Black Mesa Source, cujo objetivo é recriar um dos maiores FPSs da história com os gráficos, física e inteligência artificial disponíveis hoje em dia. E, tal qual o Portal: Prelude algumas semanas atrás, mostra com quantos paus se faz um Mod.
Só para frisar: é um mod, será lançado em 2009, grátis, o site é esse… e é foda³.
Como se não bastasse o meu Nuts & Bolts ter chegado ontem (prometo para hoje mesmo um post sobre ele, e, em poucos dias, uma resenha), amanhã o clássico absoluto master megaboga from heaven Banjo-Kazooie, lançado originalmente em 1998, terá seu remake lançado!
Por mim poderiam ter lançado ele intocado que já estaria ótimo, mas a Rare ainda deu aquela recauchutada nos gráficos, suporte a Conquistachievents e, o mais importante, arrumou o lendário sistema Stop’n’Swop para funcionar com o vindouro remake de Banjo-Tooie em conjunto com o próprio Nuts.
Cara, só digitar essas coisas me dá calafrios de nostalgia. É claro que o jogo não é obrigatório para todos, mas se você for como eu, amanhã terá 1200 MS Points a menos.
Um dólar.
De acordo com uma rápida verificação, isso dá, no momento, R$2,38.
Dinheiro de pinga por um jogo que fundou as bases de um dos mais aclamados enredos de ficção já concebidos para um videogame. Um jogo que tem média 96 no Metacritic. Um jogo que ganhou mais de 50 prêmios de “Jogo do Ano” em 1998 e foi eleito três vezes “O Melhor Jogo de PC de Todos os Tempos” pela revista PC Gamer, em 1999, 2001 e 2005.
Um dólar.
É aqui que você clica. Mas seja rápido, só vale até amanhã.
Digo mais: PROMOÇÃO RELÂMPAGO!
Os primeiros quatro leitores que quiserem o jogo mas não puderem comprar porque não têm cartão de crédito internacional, podem deixar seus Steam IDs aí nos comentários e esperar o jogo aparecer nas suas contas, porque eu ainda não fiz a minha boa ação do dia. Mas tem uma condição: precisa ser leitor fiel, que já tenha comentado aqui no Continue ao menos uma vez.
Ontem eu estava passeando pela internet normalmente quando me deparei com o vídeo acima. Por mais que eu tentasse – e eu tentei – não consegui encontrar nenhum motivo para não postar. Então lá vai.
Te desafio a não abrir sorriso ao assistir. =)
Quatro notícias para os fãs:
Primeira: Parece que finalmente teremos um jogo de luta de verdade para a nova geração de consoles (alfinetada básica). Hadouken! Foi anunciada a data de lançamento de Street Fighter IV, mas não adianta colocá-lo na lista de presentes para o Natal: 17 de fevereiro do ano que vem. Bom, você pode colocar na lista de presentes, mas vai ter que esperar um pouco, enquanto seus amigos se divertem com LittleBigPlanet ou FIFA09. Eu, honestamente, esperava para depois do meio do ano. Adoro quando sou surpreendido!
Aparentemente a Capcom está usando o velho truque de “deixar a poeira baixar” e lançar o que deve ser o próximo arrasa-quarteirão quando todo mundo já estiver renovado da ressaca de fim de ano. Faz sentido, apesar da data ser próxima ao lançamento do outro sucesso da produtora, Resident Evil 5, que deve sair em março. Como não dou a mínima para Resident Evil, a notícia acaba aqui. Se eu fosse indicar uma época para comprar ações da Capcom, seria antes de fevereiro.
Da série “idéias geniais são coisa de gênio”: o Pong Clock.
Não, não é um relógio que você pode usar para jogar Pong (embora você possa). É mais que isso. É um jogo de Pong que se comporta como um relógio. O jogo está rolando o tempo todo, e o placar vai sempre mostrar a hora. Como? Simples: o jogo está programado para deixar o negocinho da direita marcar um ponto por minuto, enquanto o negocinho da esquerda só pontua a cada hora cheia.
Por mais que você tenha grana e queira um desses AGORA, pode esquecer. Só foram feitas 400 unidades para uma feira de design em Tóquio, e não sobrou nenhuma. sad_face.jpg
[via Game|Life]