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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Resenhas’ Category

[Resenha] Ninja Gaiden II


  • Nas categorias: Resenhas

(Ninja Gaiden 2) [bb]

Ninja Gaiden 2 é um jogo relativamente importante, historicamente. Afinal, ele é o último jogo produzido pelo excêntrico porralouca Tomonobu Itagaki antes da sua escandalosa saída da Tecmo, e consequente abandono da direção do Team Ninja. Ele, que capitaneou o time de produção da série até então, já foi visto por aí dizendo que nunca mais faria um Ninja Gaiden de novo.

Daqui a alguns anos, poderemos estar olhando para trás e relembrando dos “velhos tempos do Itagaki, em que Ninja Gaiden era bom”. Ou, claro, o contrário: “lembra quando Ninja Gaiden não era ruinzão daquele jeito? Foi só o Itagaki pular fora que o negócio andou!”

Mas no fim das contas quem se importa com isso, não é verdade? Você quer saber se o jogo é bom ou não, então corra lá pra depois do continue e mate essa curiosidade.

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  • [Resenha] Wii Fit

    (Wii Fit) [bb]

    Dando prosseguimento à sua missão de transformar todo mundo e as suas respectivas mamãezinhas em jogadores de videogame (ou pelo menos em seres sem medo do botão Power do Wii), a Nintendo lança a coisa mais improvável do mundo: um videogame de se exercitar. Seja para o bem ou para o mal, seja amando ou odiando, não dá pra negar que a idéia em si é originalíssima e cheia de potencial.

    Mas será que a execução esbanja saúde como as fotos promocionais nos fazem acreditar? Ou o Wii Fit precisaria de uma temporada num spa até perder os quilinhos extras e voltar com força total em uma suposta segunda versão? E a Balance Board, é mesmo um acessório revolucionário ou não passa de uma balança de banheiro metida a besta?

    Saiba depois do continue.

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  • [Resenha] LostWinds - WiiWare

    LostWinds

    Pra quem não sabe, rolou essa semana o lançamento do WiiWare, o canal de “games pequenos” da Nintendo. É aquela coisa: joguinhos que não são necessariamente casuais nem necessariamente hardcore, mas que simplesmente não justificariam a prensagem de um CD. Como a plataforma é livre paravirtualmente qualquer desenvolvedora, é natural que comecem a aparecer as primeiras “jóias indies”. Jogos interessantes feitos por empresas que nunca ouvimos falar.

    LostWinds, um dos games de lançamento do serviço, é o primeiro deles. Saiba o que achamos após o continue.

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  • [Resenha] TrackMania Nations Forever

    Resenha: TrackMania Nations Forever

    Dizem: “de graça até injeção na testa”. Isso é filosofia de pobre. Mesmo algo que não lhe custa um centavo precisa trazer algum lucro, precisa valer a pena, valer o tempo. TrackMania Nations Forever é o novo jogo da série corrida da Nadeo, e está disponível para download grátis. Isso significa o quê? Que ela é generosa e lançou um jogo bom de graça só porque quer ficar mais conhecida? Ou que este novo TrackMania é tão ruim e/ou sem conteúdo que não valeria a pena nem tentar cobrar alguma coisa por ele?

    Descubra após o continue.

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  • Resenha das Resenhas

    Tudo na vida é uma trilogia, ultimamente, então aqui vai:

    Explicando melhor, o que eu quero dizer é que a Discussão de Fim de Semana hoje é sobre as nossas resenhas. Primeiro eu pedi a opinião de vocês para saber mais ou menos como fazer quando as resenhas começassem a ser produzidas. Com base nisso, eu tentei bolar um esquema que não fosse experimental demais, mas que fosse substancialmente diferente daquilo com que estamos acostumados, essencialmente melhorando ou cortando as partes ruins. E hoje eu venho aqui explicar exatamente o que eu fiz e porquê eu fiz desse jeito, esperando ouvir de vocês as suas mais sinceras opiniões. Let’s-a go?

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  • Resenha: Assassin’s Creed (Xbox 360)


    • Nas categorias: Resenhas

    Assassin’s Creed

    Quando Assassin’s Creed saiu para o 360, ano passado, eu ainda não possuía o consolinho da Microsoft e, portanto, não tive oportunidade de jogar. Pra falar a verdade, nem tive muito interesse. O pouco interesse que tinha diminuiu ainda mais quando li algumas resenhas falando sobre como o jogo era repetitivo e decepcionante em vista das altas expectativas. Aparentemente eu já sabia tudo que eu precisava saber: AC era mais um daqueles jogos hypadíssimos que acabam decepcionando todo mundo.

    Mas recentemente (sim, só agora, depois de todo esse tempo) eu pude ver com meus próprios olhos, jogar com as minhas próprias mãos e analisar com o meu próprio cérebro claramente prejudicado por tantos anos jogando videogame em vez de fazer algo mais útil, como, sei lá, assistir futebol na TV.

    E se, depois de ter jogado por uma semana, eu resolvi que tinha um número suficientemente grande de coisas a dizer que justificasse perder duas horas do meu sábado escrevendo uma resenha, só pode ser por um desses dois motivos: ou eu concordo e endosso a revolta e a opinião de que a saga de Altaïr simplesmente não valeu todo aquele hype, ou eu discordo tão frontalmente que fiquei tomado pela ilusão de que poderia convencer algumas pessoas da minha opinião escrevendo aqui. É como diz o meu colega blogueiro Cris Dias: “Agora eles vão ver! Vou blogar sobre isso!”

    Qual você acha que vai ser?

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  • Resenha: Super Smash Bros. Brawl

    Resenha: Super Smash Bros. Brawl

    Eu nem sei porque estou escrevendo esta resenha. Sério mesmo. A definição de uma resenha é um texto escrito por um suposto especialista, analisando os defeitos e as qualidades de um produto ou serviço, com o único intuito de instruir os consumidores a tomarem uma decisão informada sobre comprar ou contratar o determinado produto ou serviço. Em resumo, o objetivo da resenha é ajudar o leitor a responder a pergunta “isso merece o meu dinheiro?”.

    Agora me digam: quantas pessoas você conhece que estão em dúvida entre comprar ou não comprar Super Smash Bros. Brawl? Resenhar jogos com muito hype, como esse, é uma tarefa ingrata. Quem já comprou ou decidiu comprar o jogo muito antes dele sair vai querer ver você falando bem, enquanto quem se recusa a entrar na onda vai te xingar se você der a boa nota que todo mundo espera.

    No fim das contas, estou resenhando este jogo porque eu quero. Vai ser divertido. E porque eu prometi a vocês que faria. Quem quiser saber a opinião deste blog a respeito do jogo mais esperado da história do Wii, siga-me após o continue!

    [Mas antes, uma palavra aos nossos patrocinadores: quero agradecer ao Igor Balero, meu camarada que é mestre no Photoshop, por fazer as artes que aparecem nas resenhas. Ia agradecer na semana passada, mas fiquei tão ansioso pra colocar o texto no ar que esqueci. Valeu! Vocês não têm idéia de como aquele painelzinho no final seria feio se não fosse por ele.]

    [Segundo aviso: pensando naqueles que não estão nem aí para Smash Bros e querem ver outros assuntos no blog, esta resenha está substituindo a coluna Brawleando nesta semana. A partir da semana que vem, continuaremos normalmente.]

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  • Primeira resenha oficial do Continue: N+ (XBLA)

    Resenha - N+

    Eu declarei aqui esses dias, não lembro agora exatamente em qual post, a minha predileção pelos ninjas em vez dos piratas na eterna batalha informal travada entre as duas classes pelos gamers do mundo. Tenho que admitir que metade dessa predileção se deve ao honorável Joe Musashi, mas não é mentira que uma boa parte também pode ser atribuída ao ninja anônimo de N, o freeware mais amado (e citado, e linkado, e recomendado) por este blogueiro que vos escreve.

    Quando eu baixei o jogo original para PC, há alguns meses, não sabia em que estava me metendo. Logo me tornei escravo do jogo, um autêntico platformer no sentido original da palavra: apenas você, plataformas, inimigos invencíveis e a sua suposta habilidade para passar por todos eles e ainda chegar à saída da fase usando a sua única arma: o pulo (e suas variações, como pulo oblíquo em rampas e wall jump).

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  • Colors! Abertura Esta semana eu li uma notícia em um dos meus feeds que dizia que, graças a um homebrew desconhecido, teria-se descoberto uma característica nova do Nintendo DS: a sensibilidade não apenas ao toque, mas à pressão exercida sobre ele. Fiquei curioso, já que não me ocorre nenhum jogo que jamais tenha usado a diferença de pressão no toque como forma de jogabilidade, embora isso tenha potencial para ser bem bacana.

    Baixei o homebrew — um programinha super bacana chamado Colors!, que serve para pintar — e testei. Como já sabia para que ele servia, procurei a paleta de cores e escolhi uma. Ao passar a stylus pela tela, eu quase esqueci por um instante que o meu objetivo era testar se a pressão aplicada faria alguma diferença. Conheço vários jogos que te sugerem desenhar e fazer traços pela tela, mas nenhum que faça isso com tanta suavidade. Os traços seguem perfeitamente o seu comando e caem na tela como mágica. É bem difícil de explicar, mas é de uma qualidade técnica muito alta.

    Passada essa surpresa, resolvi sentar o dedo nesta p0#%@, como diria Capitão Nascimento. (Você não se orgulha de acompanhar um blog tão atualizado nas referências? :P) O resultado foi que senti muito pouca diferença, praticamente nenhuma. Tão pouca que eu concluí que era coisa da minha imaginação. Já tinha ficado decepcionado com a falta da capacidade quando resolvi brincar mais um pouquinho com o software, dar mais uma fuçada com calma. Aí eu descobri duas coisas.

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    Positivo?

    Estava eu assistindo ao último Zero Puntuation quando me voltou à mente uma das “questões existenciais” que mais me ocupam nos últimos tempos. Sabe aquele tipo de coisa que você pensa, pensa, chega a várias hipóteses e vertentes de pensamento, mas todas elas parecem ser igualmente boas/ruins/inúteis e no fim é como se você não tivesse pensado porra alguma e ainda continuasse na estaca zero? Exatamente desse tipo de questão que eu estou falando. A questão dos reviews.

    Mais especificamente, a questão de como levar os reviews para a próxima fase.

    » Whatchamacallit?
    Começando pela parte menos relevante do problema: como chamá-los? “Review” é um nome familiar para todo mundo, já foi amplamente usado pela maioria dos veículos… mas, tecnicamente, é errado. Eu não sou o cara mais técnico do mundo quando o assunto é linguagem — pra mim, o importante é que a mensagem seja passada ao leitor com eficácia e todo o resto é pura pirotecnia –, mas “review” é uma palavra em inglês e parece errado usar usá-la quando a língua portuguesa tem tantas palavras que podem substituí-la tão bem. Como “análise” e “resenha”. Qual a sua preferida? A minha é “análise” (mas vou usar “review” neste texto, porque já usei no título).

    Mas a questão principal nem é o nome. Como eu disse, ela é a menos relevante. O que mais me preocupa é o sistema de avaliação em si.

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