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Archive for the ‘Resenhas’ Category

[Resenha] Need for Speed: Undercover


  • Nas categorias: Resenhas

(Need for Speed Undercover) [bb]

A marca Need for Speed já foi sinônimo de diversão garantida, aguardada ansiosamente ano após ano pelos fãs de jogos de corrida. Me arrisco a dizer que já foi uma das franquias mais valiosas da Electronic Arts, ao lado de Madden NFL e outros peso-pesados.

Toda história de sucesso um dia chega ao fim e nos últimos anos os produtores parecem ter esquecido a essência do que tornava NFS tão bom e viciante. A própria Electronic Arts admitiu que o último game da série, ProStreet, foi um fiasco e que Undercover seria o jogo capaz de redimir aquele que já foi o mais querido game de corrida. Depois de acelerar, derrapar, bater no muro e capotar diversas vezes, registro aqui minhas impressões sobre o derradeiro Need for Speed: Undercover.

Acelere você também e confira a minha opinião depois do continue.
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[Resenha] Rock Band 2


  • Nas categorias: Resenhas

(Rock Band 2 Completo) [bb]

Quando Guitar Hero saiu, quase duas décadas atrás – bom, foi em 2005, mas parece, né? –, eu lembro perfeitamente bem que, passada a empolgação inicial de ser um mestre das seis cordas/cinco botões, o tópico mais frequente nos papos sobre o jogo era se teríamos Drum Hero, Bass Hero, Vocal Hero etc. Como éramos bobinhos.

Dois anos depois a Harmonix juntou todos esses Heroes numa mesma caixa e, em vez de um seriado medíocre, nos deu o jogo que talvez seja o mais culturalmente relevante dos últimos anos.

Eu não tive a oportunidade de jogar o primeiro Rock Band, mas a segunda edição, que saiu em novembro passado, já está nas minhas mãos há cerca de um mês. Acredito que seja tempo suficiente para formar uma opinião concreta e, principalmente, que esteja livre da empolgação inicial.

Essa opinião você confere depois do continue, como sempre. ;)

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(Fable II) [bb]

Ao contrário do que fez durante o desenvolvimento do primeiro Fable, Peter Molyneux, o homem-hipérbole, evitou uma overdose de hype para Fable II. Não falou demais sobre coisas que ainda não estavam prontas, não prometeu que seria o melhor RPG do mundo sem ter certeza. Diz-se até que fez uma cirurgia de retirada de lágrimas para evitar que chorasse de emoção ao falar do jogo (tá, essa foi mentira).

Mas algo me diz que, se Pedrinho Molinete não tivesse tomado todo esse cuidado, poderia até ser perdoado. Saiba porquê após o continue.

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criticism

[Além de servir como a nossa mesa de boteco semanal para discussão de coisas aleatórias do mundo gamer, a Discussão de Fim de Semana também é o espaço que eu uso para consultar você antes de tomar algumas decisões sobre o Continue. Este blog também é seu, por isso eu faço questão de ouvir a sua opinião.]

Um dos sintomas que eu adquiri com a constante leitura de blogs voltados para web, como o TechCrunch e o Mashable, foi o medo de “reinventar a roda”. Gastar energia tentando inventar um jeito novo e particular de fazer algo que já tem um “modo de fazer” perfeitamente bom e estabelecido. Um exemplo prático seria quando um cara vem e faz o Twitter, aí outro vem e faz o Gozub. Quem reinventa a roda está fadado ao fracasso.

Mas como você já percebeu pelo título desse post, não estou escrevendo este post pra falar de microblogging.

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[Resenha Quebra-Paradigma] Too Human


  • Nas categorias: Resenhas

Como os publishers ainda não mandam seus jogos para o Continue, nós avaliamos apenas aqueles que consideramos relevantes e que adquirimos por conta própria (ou recebemos por doações, como foi o caso do Ninja Gaiden). Também temos o hábito de jogar por um bom tempo antes de escrever as nossas análises. Acredito que essas “regrinhas” do Continue fazem bastante diferença nos reviews que publicamos mas também têm o seu lado negativo: dificilmente você vai ver algum jogo ser mal avaliado por nossa equipe.

Ok, na real você nunca viu o Continue meter o pau em algum jogo. Afinal, por que nós comprariamos um jogo ruim? O chavão “A gente só avalia jogo bom!” é divertido, mas tem muita coisa tosca por aí que, de uma forma ou de outra, é relevante e merece ser linchada publicamente. E para quebrar a tradição, chegou a hora de nossa primeira análise de um jogo que a gente não gostou.

Com vocês, Too Human.

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[Resenha] Soulcalibur IV


  • Nas categorias: Resenhas

O que é qualidade? Uma pergunta simples com respostas complexas, difíceis e variadas. Assumindo que qualidade é algo abstrato e que depende da percepção de cada um, vou reformular a pergunta: o que é qualidade para você? Como não estamos nas páginas de “Zen e a Arte da Manutenção das Motocicletas” e sim no Continue, posso ser mais específico: o que é um jogo de qualidade para você?

Pode ser aquele que tem gráficos de cair o queixo ou um enredo capaz de arrancar lágrimas de jogadores com dedos e corações calejados. Talvez a qualidade esteja nos controles precisos ou na inovação do tipo “como é que não pensaram nisso antes”. Alguns jogos são tão bons que reinventam gêneros, criando um novo padrão de excelência pelo qual os futuros lançamentos serão julgados. Outros não se limitam ao que já existe e criam seus próprios gêneros, levando a indústria mais um passo adiante. Todas essas são características que associamos aos jogos de alta qualidade.

Mas um jogo precisa de todas elas para fazer parte do panteão dos maiores, melhores, inesquecíveis, dos games jogáveis até esfolar os dedos? E o que a análise de Soul Calibur IV tem a ver com esta discussão? A resposta está em outro castelo, depois do Continue.

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[Resenha] Braid

Desde Pong vemos isso acontecer. Quando um jogo faz sucesso estrondoso e é aclamado por público e crítica como o melhor no seu gênero — isso se não inaugurar ele mesmo um novo gênero –, torna-se inevitável o aparecimento de cópias e mais cópias.

Porém, como um messias escolhido, às vezes surge um jogo que, apesar de se “inspirar” nas mecânicas difundidas ou instauradas por predecessores, vai além, tornando-se ele próprio algo a ser copiado e imitado à exaustão.

Ontem, quarta-feira, dia 6 de Agosto de 2008, marcou o surgimento de um desses jogos.

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[Resenha] Metal Gear Solid 4: Guns of The Patriots


  • Nas categorias: Resenhas, É foda!

(Metal Gear Solid 4) [bb]

[Nosso amigo e colaborador eventual Claudio Prandoni, do excelentíssimo Hadouken, nos presenteia com sua análise daquele é provavelmente o jogo mais importante de 2008.]

Certas vezes somos agraciados com a possibilidade de contemplar momentos únicos. Não necessariamente o ápice de um movimento, o pináculo de um ideal, o supra-sumo de uma idéia, mas ainda assim pontualidades marcantes e únicas. Fatos que se afirmam pela grandeza inerente e personalidade forte que carregam.

A analogia mais peremptória que me vem à mente é a semifinal da Copa do Mundo de 1970. Um eletrizante embate entre Alemanha Ocidental e Itália, vencida pelos carcamanos na prorrogação, por 4 a 3 (sendo 3 a 2 no tempo extra). Durante mais de metade do jogo o capitão alemão Franz Beckenbauer atuou com uma tala no braço esquerdo, o qual quebrou durante o jogo. Foi assim até o final (na época não havia substituições), exibindo rara garra, determinação e liderança. Um gigante em campo que acabou sendo penalizado com a derrota.

As Olimpíadas se aproximam e com elas vem uma torrente de momentos similares os quais poderíamos discorrer por horas a fio. Tudo isso é para elucidar a magnitude de Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots. Um jogo que homenageia não apenas todo o trabalho de uma série, mas sim do próprio criador. Um recanto de nostalgia ao mesmo tempo em que se afirma como referência absoluta para os títulos de primeira linha da atua geração. Uma obra memorável, à qual pegamos de jeito com nossos golpes de CQC e destrinchamos logo após o continue.

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[Resenha] Winning Eleven: Pro Evolution Soccer 2008 Wii


  • Nas categorias: Resenhas

Todo mundo sabe que em time que está ganhando não se mexe. O que acontece é que Winning Eleven, antes líder isolado, está passando por uma má fase há uns dois anos ou mais. Desde que saiu a versão 10, em 2006, eu vejo os fãs dizendo que não superou a 9. Com todas as versões posteriores o papo foi o mesmo. Nas primeiras semanas todo mundo babava no novo WE, mas depois começavam a apontar os defeitos. E a Konami, por sua vez, sempre anuncia a próxima versão da franquia cantando altas novidades que supostamente farão do jogo o melhor da série.

Mas nunca é, porque a Konami nunca arrisca. Faz umas melhorias nos gráficos, atualiza os plantéis e dá um tapa (bem fraquinho) nos menus. Enquanto isso a concorrência melhora sua jogabilidade, vem com funções novas e conquista cada vez mais a posse de bola.

Até que foi anunciada a versão para o Wii do clássico futebol; que de clássico já não teria mais nada. Mudou tanto que muitos duvidaram se tratar do mesmo jogo. Com tantas mudanças, ninguém poderia ter certeza de que o resultado atingido foi positivo ou negativo antes de jogar. E a gente jogou. E a gente agora tem certeza. E a gente agora vai te contar. E por “a gente”, eu quero dizer eu. :P

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[Resenha (de celular?!)] Super Action Hero

O QUÊ? Uma resenha de jogo de celular?! Eu sei, eu sei, a primeira coisa você (provavelmente) pensou foi: “mas jogar em celular é um lixo!”

Não será hora de deixar esse preconceito de lado? Pense: quando e onde você joga com o celular? Ele não é perfeito nos momentos de fila de banco, ônibus no caminho do trabalho, onde você só tem cinco minutos disponíveis e quer entretenimento rápido?

Para um jogo de celular ser legal, ele basicamente precisa ser rápido, curto, ter um bom fator de replay e, acima de tudo, ser instantaneamente divertido. Se tem um jogo que consegue ter sucesso em todos estes quesitos, esse jogo é o Super Action Hero, da coreana Com2uS, com tradução e distribuição no Brasil feita pela Tectoy Mobile.

O que faz dele um jogo especial? Continue…

…lendo!


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