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The last Metroid is in captivity. The galaxy is at peace.

Archive for the ‘Resenhas’ Category

[Resenha] Soulcalibur IV

  • Filed under: Resenhas
Monday
Aug 18,2008

O que é qualidade? Uma pergunta simples com respostas complexas, difíceis e variadas. Assumindo que qualidade é algo abstrato e que depende da percepção de cada um, vou reformular a pergunta: o que é qualidade para você? Como não estamos nas páginas de “Zen e a Arte da Manutenção das Motocicletas” e sim no Continue, posso ser mais específico: o que é um jogo de qualidade para você?

Pode ser aquele que tem gráficos de cair o queixo ou um enredo capaz de arrancar lágrimas de jogadores com dedos e corações calejados. Talvez a qualidade esteja nos controles precisos ou na inovação do tipo “como é que não pensaram nisso antes”. Alguns jogos são tão bons que reinventam gêneros, criando um novo padrão de excelência pelo qual os futuros lançamentos serão julgados. Outros não se limitam ao que já existe e criam seus próprios gêneros, levando a indústria mais um passo adiante. Todas essas são características que associamos aos jogos de alta qualidade.

Mas um jogo precisa de todas elas para fazer parte do panteão dos maiores, melhores, inesquecíveis, dos games jogáveis até esfolar os dedos? E o que a análise de Soul Calibur IV tem a ver com esta discussão? A resposta está em outro castelo, depois do Continue.

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[Resenha] Braid

Thursday
Aug 7,2008

Desde Pong vemos isso acontecer. Quando um jogo faz sucesso estrondoso e é aclamado por público e crítica como o melhor no seu gênero — isso se não inaugurar ele mesmo um novo gênero –, torna-se inevitável o aparecimento de cópias e mais cópias.

Porém, como um messias escolhido, às vezes surge um jogo que, apesar de se “inspirar” nas mecânicas difundidas ou instauradas por predecessores, vai além, tornando-se ele próprio algo a ser copiado e imitado à exaustão.

Ontem, quarta-feira, dia 6 de Agosto de 2008, marcou o surgimento de um desses jogos.

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Wednesday
Aug 6,2008

(Metal Gear Solid 4) [bb]

[Nosso amigo e colaborador eventual Claudio Prandoni, do excelentíssimo Hadouken, nos presenteia com sua análise daquele é provavelmente o jogo mais importante de 2008.]

Certas vezes somos agraciados com a possibilidade de contemplar momentos únicos. Não necessariamente o ápice de um movimento, o pináculo de um ideal, o supra-sumo de uma idéia, mas ainda assim pontualidades marcantes e únicas. Fatos que se afirmam pela grandeza inerente e personalidade forte que carregam.

A analogia mais peremptória que me vem à mente é a semifinal da Copa do Mundo de 1970. Um eletrizante embate entre Alemanha Ocidental e Itália, vencida pelos carcamanos na prorrogação, por 4 a 3 (sendo 3 a 2 no tempo extra). Durante mais de metade do jogo o capitão alemão Franz Beckenbauer atuou com uma tala no braço esquerdo, o qual quebrou durante o jogo. Foi assim até o final (na época não havia substituições), exibindo rara garra, determinação e liderança. Um gigante em campo que acabou sendo penalizado com a derrota.

As Olimpíadas se aproximam e com elas vem uma torrente de momentos similares os quais poderíamos discorrer por horas a fio. Tudo isso é para elucidar a magnitude de Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots. Um jogo que homenageia não apenas todo o trabalho de uma série, mas sim do próprio criador. Um recanto de nostalgia ao mesmo tempo em que se afirma como referência absoluta para os títulos de primeira linha da atua geração. Uma obra memorável, à qual pegamos de jeito com nossos golpes de CQC e destrinchamos logo após o continue.

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Friday
Aug 1,2008

Todo mundo sabe que em time que está ganhando não se mexe. O que acontece é que Winning Eleven, antes líder isolado, está passando por uma má fase há uns dois anos ou mais. Desde que saiu a versão 10, em 2006, eu vejo os fãs dizendo que não superou a 9. Com todas as versões posteriores o papo foi o mesmo. Nas primeiras semanas todo mundo babava no novo WE, mas depois começavam a apontar os defeitos. E a Konami, por sua vez, sempre anuncia a próxima versão da franquia cantando altas novidades que supostamente farão do jogo o melhor da série.

Mas nunca é, porque a Konami nunca arrisca. Faz umas melhorias nos gráficos, atualiza os plantéis e dá um tapa (bem fraquinho) nos menus. Enquanto isso a concorrência melhora sua jogabilidade, vem com funções novas e conquista cada vez mais a posse de bola.

Até que foi anunciada a versão para o Wii do clássico futebol; que de clássico já não teria mais nada. Mudou tanto que muitos duvidaram se tratar do mesmo jogo. Com tantas mudanças, ninguém poderia ter certeza de que o resultado atingido foi positivo ou negativo antes de jogar. E a gente jogou. E a gente agora tem certeza. E a gente agora vai te contar. E por “a gente”, eu quero dizer eu. :P

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Wednesday
Jul 30,2008

O QUÊ? Uma resenha de jogo de celular?! Eu sei, eu sei, a primeira coisa você (provavelmente) pensou foi: “mas jogar em celular é um lixo!”

Não será hora de deixar esse preconceito de lado? Pense: quando e onde você joga com o celular? Ele não é perfeito nos momentos de fila de banco, ônibus no caminho do trabalho, onde você só tem cinco minutos disponíveis e quer entretenimento rápido?

Para um jogo de celular ser legal, ele basicamente precisa ser rápido, curto, ter um bom fator de replay e, acima de tudo, ser instantaneamente divertido. Se tem um jogo que consegue ter sucesso em todos estes quesitos, esse jogo é o Super Action Hero, da coreana Com2uS, com tradução e distribuição no Brasil feita pela Tectoy Mobile.

O que faz dele um jogo especial? Continue…

…lendo!

Tuesday
Jul 29,2008

[Faltando seis minutos para o fim do dia, entra no ar a segunda resenha da nossa Semana das Resenhas aqui no Continue. Mas não é só isso! Esta também é a primeira resenha escrita pelo Pablo Raphael para este blog. Na verdade é a primeira escrita por qualquer pessoa que não seja o Fabio Bracht, que acaba de fazer referência a si mesmo na terceira pessoa.]

No passado, os computadores eram fortalezas sombrias habitadas pelos jogos de estratégia, RPGs ocidentais e games de tiro em primeira pessoa. Lá do alto, seus usuários, temidos como os verdadeiros core gamers, entusiastas que passavam dezenas de horas entre vasculhar dungeons, mandar bala em nazistas pixelados ou demônios marcianos e planejar a conquista mundial com seus exércitos, riam dos garotinhos que se divertiam pulando em cascos de tartaruga ou brigando nos fliperamas em esquinas suspeitas. “Rá! Olhe lá a plebe com seus controlezinhos de seis botões!”, dedilhavam os senhores feudais em seus teclados padrão ABNT2 enquanto atiravam as embalagens de seus famigerados kits multimídia contra os cartuchos dos jogadores de videogame.

O tempo passou e o avanço tecnológico inevitável diluiu o antigo poder dos PCs. Praticamente todos os símbolos de seu reinado migraram para os consoles e assim boa parte da raça dos core gamers também se adaptou e partiu para os videogames. Mas um segmento ainda resiste, irredutível, à mudança. O dos jogos de estratégia. Não mais um império como outrora, mas um nicho persistente e fiel. Alguns vão argumentar que há jogos de estratégia muito bem adaptados para a atual geração de consoles. Concordo. Mas quantos jogos de estratégia desenvolvidos especificamente para consoles temos por aí? Não muitos. Jogos bons então, menos ainda.

Encarar a tarefa de levar um gênero tão representativo não só de uma plataforma mas de um tipo de jogador para seu antigo rival, é uma tarefa inglória para qualquer designer de jogos. Muitos não ousariam. Mas Sid Meier, o criador da franquia Civilization, tão respeitado em seu segmento quanto Will Wright, Kojima e Miyamoto nos seus, tem cacife para tentar. E foi o que ele fez, com Civilization Revolutions, título desenvolvido para o PS3, Wii, Xbox 360 e com uma versão para o portátil Nintendo DS. Eu joguei Revolutions no Xbox 360 e o resultado da experiência de Sid Meier você confere depois do continue.

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[Resenha] Boom Blox

Monday
Jul 28,2008

(jogo wii Boom Blox spielberg) [bb]

[Seja bem-vindo(a) à Semana das Resenhas no Continue! Como tem um monte de jogos na fila para serem avaliados, resolvemos dar um gás sobrehumano aqui e vamos avaliar um jogo por dia até sexta ou sábado. Se tudo der certo. Esperamos que dê.]

Com tudo que tem se falado sobre casuais e hardcores, especialmente no Wii, fica fácil colocarmos cada jogo em seu suposto saco antes mesmo de jogarmos. Basta olhar para a capa e uma ou duas telinhas e já achamos que sabemos do que se trata.

O problema é que as aparências muitas vezes enganam. Todo “hardcore” que olha um jogo como Kororinpa: Marble Mania, por exemplo, sente-se tentado a deixar o jogo de lado, classificando-o como casual, fácil e sem graça. E aí ficam sem saber dos desafios quase impossíveis de um jogo tão cuticuti. Coisas que deixariam até o mais l33t se sentindo como um noob. Experiência própria.

E esse é só um exemplo. Do lado contrário, temos o próprio Mario Galaxy, que é considerado por todos os “jogadores de alto mercado” um dos poucos jogos “de verdade” do Wii. Ora, minha namorada discorda! Ela não sabe nem apertar corrida + pulo em um Mario 2D, mas pegou dezenas de estrelas no Galaxy.

Onde entra Boom Blox nessa história? Pra saber, você vai ter que continuar lendo. ;)

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[Resenha] Ninja Gaiden II

  • Filed under: Resenhas
Friday
Jul 18,2008

(Ninja Gaiden 2) [bb]

Ninja Gaiden 2 é um jogo relativamente importante, historicamente. Afinal, ele é o último jogo produzido pelo excêntrico porralouca Tomonobu Itagaki antes da sua escandalosa saída da Tecmo, e consequente abandono da direção do Team Ninja. Ele, que capitaneou o time de produção da série até então, já foi visto por aí dizendo que nunca mais faria um Ninja Gaiden de novo.

Daqui a alguns anos, poderemos estar olhando para trás e relembrando dos “velhos tempos do Itagaki, em que Ninja Gaiden era bom”. Ou, claro, o contrário: “lembra quando Ninja Gaiden não era ruinzão daquele jeito? Foi só o Itagaki pular fora que o negócio andou!”

Mas no fim das contas quem se importa com isso, não é verdade? Você quer saber se o jogo é bom ou não, então corra lá pra depois do continue e mate essa curiosidade.

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[Resenha] Wii Fit

Monday
Jun 23,2008

(Wii Fit) [bb]

Dando prosseguimento à sua missão de transformar todo mundo e as suas respectivas mamãezinhas em jogadores de videogame (ou pelo menos em seres sem medo do botão Power do Wii), a Nintendo lança a coisa mais improvável do mundo: um videogame de se exercitar. Seja para o bem ou para o mal, seja amando ou odiando, não dá pra negar que a idéia em si é originalíssima e cheia de potencial.

Mas será que a execução esbanja saúde como as fotos promocionais nos fazem acreditar? Ou o Wii Fit precisaria de uma temporada num spa até perder os quilinhos extras e voltar com força total em uma suposta segunda versão? E a Balance Board, é mesmo um acessório revolucionário ou não passa de uma balança de banheiro metida a besta?

Saiba depois do continue.

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[Resenha] LostWinds - WiiWare

Wednesday
May 14,2008

LostWinds

Pra quem não sabe, rolou essa semana o lançamento do WiiWare, o canal de “games pequenos” da Nintendo. É aquela coisa: joguinhos que não são necessariamente casuais nem necessariamente hardcore, mas que simplesmente não justificariam a prensagem de um CD. Como a plataforma é livre paravirtualmente qualquer desenvolvedora, é natural que comecem a aparecer as primeiras “jóias indies”. Jogos interessantes feitos por empresas que nunca ouvimos falar.

LostWinds, um dos games de lançamento do serviço, é o primeiro deles. Saiba o que achamos após o continue.

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