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A Beatles song. Ends with “…terday”. Yes or No?

Archive for the ‘Reflexão/Discussão’ Category

Sunday
Oct 12,2008

intensedebate Nosso sistema de comentários era ruim? Não. Todos os blogs do Wordpress usam aquele mesmo sistema e, complementado por alguns plugins básicos, ele cumpria muito bem a sua função. Mas isso não significa que não exista algum melhor.

Apresento a vocês hoje o IntenseDebate, o nosso novo sistema de comentários, que está no ar desde sexta-feira. Ele tem uma série de funções que eu acredito que contribuirão para o diálogo aqui no Continue, melhorando aquilo que já é, na minha opinião, a melhor parte deste mero domínio na internet.

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  • Sunday
    Oct 5,2008

    Quebrando porquinho!

    Ela está chegando. Ela praticamente já está entre nós. A terrível maldição de fim de ano, a nós rogada pelas demoníacas e sanguessugas publishers e sua gana insaciável por separar os gamers de suas economias nos últimos três meses do ano.

    Nada mais pode explicar o fato de Fable 2, Dead Space, Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, Left 4 Dead, Chrono Trigger DS, Mirror’s Edge, Prince of Persia, Fallout 3, Gears of War 2, Guitar Hero World Tour, Rock Band 2 e tantos outros games neste período tão apertado e conturbado que compreende do finalzinho de Setembro até o meio de Dezembro. E digo “tantos outros” porque aqui eu estou citando apenas os que eu pensaria em comprar se tivesse todo o dinheiro e tempo do mundo — se tivesse um PS3, poderia acrescentar com certeza LittleBigPlanet e talvez Resistance 2.

    Simplesmente não há dinheiro para tudo isso — e mesmo se houvesse, não haveria tempo hábil. Nem mesmo se considerarmos o marasmo dos meses seguintes (praticamente nada de muito bom é lançado usualmente nos primeiros quatro meses do ano, a exceção foi Smash Bros Brawl este ano). Mas o que eu quero aqui não é reclamar. Se você quiser ler um bom texto sobre a estupidez deste fenômeno tão natural no nosso mercado, recomento este aqui.

    O que eu quero é perguntar a você: qual é o seu plano de ação para este fim de ano? Considero óbvio que você quer mais jogos do que o seu dinheiro e/ou tempo vai permitir adquirir/aproveitar, de modo que você com certeza tem uma estratégia. “Compro primeiro este e talvez este, aí quando entrar 2009 já posso pensar em pegar este e quem sabe este”. Neste caso, qual o seu plano e quais os games que você pretende pegar assim que possível?

    Acho uma boa conversa de caixa de comentários (equivalente online e não-alcoólico para conversa de mesa de bar), sem contar que me dará uma boa compreensão de quais são os jogos mais esperados pela coletividade dos leitores do Continue. :)

    Na tentativa de ser um bom anfitrião, começo eu: gostaria de pôr as mãos em todos os citados no segundo parágrafo, mas na total impossibilidade de algo assim acontecer, arredondei as minhas prioridades para três. o novo Banjo-Kazooie, Mirror’s Edge e Fable 2. Como este último é o primeiro a sair (daqui a meras duas semanas e dois dias), espero conseguir comprá-lo o quanto antes. Depois, no meio de novembro (dias 11 e 14), saem os outros dois. Tiro dinheiro sabe-se lá de onde para comprar Mirror’s Edge e aí, se tudo der certo, o pingadinho do Google AdSense já chegou a 40 dólares (já estou com 34!! :P) e eu mando bala no Banjão. Cabou minha alegria: o AdSense só me paga quando eu tiver 100 dólares pra receber. Bom, vou guardar pra comprar Duke Nukem Forever.

    Então, se a namorada achar que eu mereço mais um no natal… *pisca pisca cutuca cutuca sorri sorri*

    E você, o que vai fazer?

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  • Thursday
    Oct 2,2008

    Ao ouvir falar sobre o novo Nintendo DSi, eu fui praticamente só sorrisos. Claro que ele não é perfeito — o menor tempo de carga da bateria foi uma mancada e, querendo ou não, a entrada para jogos de GBA era legal e útil –, mas no geral eu achei uma puta evolução de um hardware que já estava ficando mesmo enjoado.  E não só do hardware, mas também (e principalmente) do software por dentro dele. Distribuição digital sempre é uma boa notícia.

    No entanto, o pessoal que vê sempre o copo meio vazio já está de mimimi~ por aí, como se o slot de GBA fosse o único ou o maior motivo para se ter um DS; como se Guitar Hero DS subitamente tivesse tornado-se o jogo mais importante entre todos os mais de 600 já lançados para o DS. Como se a falta do logo dos dois quadradinhos na tampa fizesse toda a diferença. Como se o novo local do botão Power fosse uma afronta à própria humanidade. 

    Podem dizer que a câmera é uma porcaria e inútil em sua própria essência. Eu digo: a Nintendo não dá ponto sem nó nesse tipo de coisa. Esperem sair os primeiros jogos que utilizem a câmera. E mesmo que não saiam, ou que não sejam bons, não consigo imaginar um motivo pra dizer que a câmera não devesse estar lá (a não ser pura rabugisse).

    Por isso lanço esta enquete. Pra saber se eu sou otimista demais — fanboy demais, que seja –, ou se realmente a massa em geral não gostou da nova evolução do videogame de maior sucesso que a Nintendo já lançou em toda a sua história. Meu voto foi o primeiro.

    Você gostou do novo Nintendo DSi?

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  • Tuesday
    Sep 30,2008

    Todo gamer pobre esperto sabe: comprar jogo usado normalmente é garantia de pegar um produto ótimo, em bom estado, por um preço bem animador. Eu mesmo já comprei vários. O que a maioria talvez não saiba (ou, mais provavelmente, sabe mas não dá a mínima) é que isso é uma erva daninha para a indústria.

    Você já deve ter lido a respeito em outros lugares, mas em resumo é o seguinte: a primeira vez que um jogo é comprado, novo, em uma loja, todo mundo fica com uma parte do lucro: desde a loja até a empresa e os funcionários que trabalharam duro para criar aquilo que foi comprado. Quando um jogo usado é vendido, a única pessoa que lucra é o dono original. Duas pessoas jogaram aquele jogo em sua totalidade, mas as partes que vivem disso só lucraram uma vez.

    Gears of War 2 traz uma pequena e simples novidade que certamente não vai impedi-lo de ser vendido por uma segunda vez, mas certamente vai fazer com que seja menos interessante para um possível comprador se interessar pela versão usada. É o seguinte: cada cópia do jogo virá com um código que deverá ser usado para fazer o download gratuito dos cinco mapas multiplayer refeitos do primeiro Gears (Gridlock, Subway, Canals, Mansion e Tyro Station).

    O código, obviamente, só poderá ser usado uma vez. Fazendo com que, caso outra pessoa venha a comprar esta cópia usada, ela fique sem este conteúdo (o que certamente vai causar um monte de mensagens “You cannot join this game because the host has downloadable content that you don’t have” na hora do multiplayer).

    Na condição de alguém que provavelmente não vai comprar GoW2 no lançamento (sorry, tenho outras prioridades), isso pode muito bem me fazer pular as cópias usadas no MercadoLivre e o eBay no ano que vem, quando eu finalmente tiver grana para ceder à vontade de encarar o modo Horda. E você?

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  • Tuesday
    Sep 23,2008

    Fato 1: Isto é uma campanha de mídia impressa da Sony para o PlayStation 3, veiculada na Espanha.

    Fato 2: Se você clicar na imagem, verá em tamanho original.

    Pergunta: HÃ?!

    Pena que eu não tenho em mãos nada que possa servir como prêmio, senão faria uma promoção agora. Ganharia quem bolasse a melhor explicação pra essa bizarrice.

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  • Saturday
    Sep 20,2008

    Que tal um assunto levinho essa semana?

    Bom, eu tenho jogado muito, MUITO multiplayer ultimamente. Basicamente Team Fortress 2, mas também muita coisa offline. Sempre que encontro algum amigo com DS a gente já saca as maquininhas e coloca o wi-fi pra trabalhar. Normalmente ao sabor de Mario Kart DS, o multiplayer universal (todo mundo tem, todo mundo sabe jogar). 

    Além desses, tem dois jogos inusitados que eu venho curtindo em pequenas doses de multiplayer: Braid e Spore. É que esses estão sendo jogados pela namorada, e eu sinceramente considero uma forma de multiplayer ficar ajudando ela, observando, dando dicas sutis… É uma interação entre duas pessoas através de um videogame. Logo, multiplayer.

    Sendo assim, pensei em termos um bom e velho papo de mesa de bar (o Ministério da Saúde adverte: não beba se for jogar Burnout) sobre o assunto. Deixo a seguir as boas e velhas perguntas-fósforo (é só riscar que sai fogo):

    • Você joga mais multiplayer ou single?
    • Qual seu jogo favorito multiplayer atualmente? Por quê?
    • Tem algum jogo pouco conhecido que você considera ótimo para jogar em grupo e queira indicar? (Eu tenho: Boom Blox, do Wii. É incrivelmente divertido e acessível.)
    • Você já participou de um campeonato ou qualquer tipo de evento social organizado unicamente com o intuito de fazer multiplayer de algum(uns) jogo(s)? Como foi?

    Que role o papo! Quem sabe a gente até não consegue marcar uma jogatina sem compromisso? ;)

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  • Sunday
    Sep 7,2008

    Se alguém ainda tem dúvidas de que o Brasil está no caminho certo para um futuro brilhante no mercado de videogames, esta dúvida deve ter se enfraquecido bastante nos últimos meses. Apesar de não ter rolado nenhum Megaton, as múltiplas boas novidades que aconteceram nos últimos, sei lá, 10 ou 12 meses são suficientes para concluirmos algo bem simples e direto: o mercado está aquecido.

    Tão aquecido quanto aquela panelinha cheia de água no fogão, quase burbulhando, só esperando o miojo (de tomate da Turma da Mônica, no meu caso). Se tudo correr bem, em breve teremos uma bela porção de macarrão para colocar neste mercado aquecido, e aí são só mais três minutos até termos um suculento miojo sabor Desenvolvimento do Mercado acompanhado de um temperinho chamado Games a Preço Justo.

    Estou viajando? Talvez. Mas se todo mundo estiver viajando como eu, essa viagem torna-se a única realidade possível.

    Por isso a discussão deste fim de semana pergunta: o que podemos fazer? Se o mercado está aquecido, nós podemos ser considerados o fogo, ou pelo menos o gás que o acende. Precisamos fazer a nossa parte. Mas como? Mandar emails para os homens de Brasília cobrando aquele projeto de lei? Comprar originais em lojas nacionais? Adotar um pirata e tentar “convertê-lo”? Tenho certeza que tudo isso ajuda, mas deve haver formas mais criativas. Vamos nos unir e pensar em ações concretas que todos possamos fazer, se é que elas existem.

    Alternativamente, um outro tópico que pode ser discutido é o bem menos positivo, mas talvez tão relevante quanto, “Vai mudar mesmo?”. Sempre tem quem ache que tudo é fogo de palha e que o Brasil ainda está bem mais longe do que a gente acha de se tornar um mercado decente. Eu gostaria de ouvir o argumento desses caras também, já que isso também rende assunto.

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  • Monday
    Sep 1,2008

    [Nota do Bracht: eu fiquei "offline" no fim de semana e combinei com o Pablo Raphael para que ele escrevesse e publicasse uma Discussão no Fim de Semana por conta própria, sem ter que passar pela minha edição. Mas acho que o camarada esqueceu, porque cheguei aqui hoje e vi o post "Pending Review". :P Tudo bem, PR, a gente te perdoa. Mas só porque a discussão é realmente muito pertinente e bem apresentada!]

    Uma das melhores coisas desse mundinho conectado deveria ser a tal da versão demo. Não é novidade, principalmente para quem joga no PC, mas se popularizou bastante com a consolidação das redes online nos consoles domésticos. Antes de comprar, baixe o demo e sinta um gostinho do jogo. É a experiência em primeira mão, com um impacto potencial no usuário muito maior do que previews, reviews, propagandas de página dupla ou vídeos na Internet. Se você gostar, vai comprar para continuar o jogo.

    Essa é a teoria. Na prática, todo tipo de resultado possível e imaginável acontece quando se trata de versões de demonstração. Jogos ruins parecem melhores do que são e bons títulos podem parecer chatos e entediantes. E as vezes o jogo é exatamente o que estamos vendo, mas pensamos “é só o demo, no final vai ser melhor”. Dá pra confiar no demo? Vou compartilhar algumas experiências, a minha opinião e esperar as opiniões e histórias de vocês, depois do Continue.

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  • Monday
    Aug 25,2008

    O leitor Daniel Trezub prometeu que vai continuar com a há muito tempo abandonada série Os Incansáveis (já tem até o jogo escolhido para escrever, e é um dos preferidos da galera, que eu sei), mas por enquanto ele resolveu traduzir um texto ótimo que encontrou no Ars Tecnica, sobre os problemas enfrentados atualmente pela Microsoft com o Xbox 360.

    Uma leitura muito interessante e que pode gerar boas discussões. Mesmo que o Fim de Semana tenha acabado do terminar.

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  • Sunday
    Aug 24,2008

    Quando o Phantom foi anunciado, em 2002, a promessa de uma biblioteca de games inteira sendo distribuída apenas em formato digital, sem opção de usar mídia física, parecia algo diferente demais para ser verdade. Diferente demais para dar certo. Hoje, apesar do Phantom estar sentado à direita de Duke Nukem Forever no reino do vaporware, ninguém em sã consciência pode negar que a distribuição digital de games veio para ficar. No mínimo.

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