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Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes

Archive for the ‘Reflexão/Discussão’ Category

[Discussão] O que VOCÊ achou do PlayStation Move?

Hoje já faz quase uma semana que tivemos o anúncio do PlayStation Move na GDC. O que antes era conhecido informalmente como “Arc” passou a ser conhecido informalmente como “Sony Wiimote”. Um dispositivo em formato de bastão, com uma bola colorida na ponta e alguns poucos botões. Com a exceção do “Sub-Controler” — um controle auxiliar, com um direcional digital e uma alavanca analógica, além de mais alguns botões –, não tivemos praticamente nenhuma surpresa em termos de funcionalidade em relação àquilo que havia sido divulgado na E3 do ano passado.

E eu achei uma bosta.

Depois do continue eu explico porque eu achei isso, publico a opinião que um leitor mandou por email e peço a você que concorde comigo ou tente provar que eu estou errado.

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O futuro dos games é a vida real?

O jogo mais bem-sucedido do mundo atualmente se chama FarmVille. Você muito provavelmente já ouviu falar. Talvez até jogue. Há mais jogadores de FarmVille no mundo do que pessoas cadastradas no Twitter, e o Twitter é tão famoso que até o Dalai Lama usa.

E o Wii Fit? Quando foi anunciado, lá em 2007, eu e todo mundo que eu conhecia na época coçou a cabeça e concluiu algo parecido com “é, talvez faça sucesso”. Hoje o Wii Fit é uma das marcas mais lucrativas dos games, tendo sido responsável pela impressão de mais de um bilhão de fuckin dollars à Nintendo. De Guitar Hero pode-se dizer algo bem parecido. Um jogo com musiquinhas e uma guitarra de brinquedo. Ok, legal. Mas ninguém esperava, até saírem talvez os primeiros reviews, que a marca Guitar Hero e o gênero de “jogos musicais com instrumentos” chegaria onde chegou.

O que o FarmVille (e o Wii Fit, e o Guitar Hero, e o Mafia Wars, e os Achievements do Xbox 360, entre outras coisas) pode nos ensinar sobre o futuro dos games? O vídeo acima fala exatamente sobre isso e, apesar de longo, todos os seus 28 minutos são extremamente interessante. Você realmente deveria assistir.

Mas se você está com preguiça, falta de tempo, ou não entende inglês o suficiente para entender muito bem, vou resumir e comentar aqui o que o Professor Jesse Schell, da Carneggie Mellon University, disse à sua plateia no DICE Summit 2010, na palestra sobre games mais discutida da atualidade, para que depois você mesmo possa dar a sua opinião. ;)

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[Post do leitor] O futuro dos consoles portáteis

por Henrique Barbosa

[Você sabia que pode enviar posts para cá através da página de contato? Se forem interessantes, a gente publica! Assim como este post estilo futurologia do leitor Henrique Barbosa. Ele dá uma bela viajada, mas no final das contas o post serve para aquilo que este blog mais gosta de fazer: provocar discussões nos comentários. Leia e opine!]

O futuro das plataformas portáteis de video game, na minha opinião, pode ser resumido em uma característica: interação com o mundo real.

A jogabilidade móvel vem caminhando nesse sentido desde o lançamento do Nintendo DS, e a tendência é só inovar, a ponto de um dia talvez fazermos gestos na frente de um handheld (como já meio que fazemos em WarioWare: Snapped!).

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Fable III será revelado mês que vem. Estamos empolgados?

Você jogou Fable I e/ou II? Se sim (ou talvez até mesmo se não), deve estar relativamente empolgado para a terceira versão do jogo, que provavelmente é o primeiro jogo tradicional a confirmar que terá integração com o esperadíssimo (por mim) Project Natal.

Segundo um tweet publicados pelo gerente de comunidade da Lionhead Studios, Sam Van Tilburgh, fevereiro será o mês em que veremos alguma coisa concreta sobre o jogo, nem que seja um videozinho apenas, em um evento misterioso em San Francisco.

Como Fable, e em especial o seu criador, Peter Molyneux, são sempre assuntos de bons papos gamers, quero aproveitar a deixa para perguntar: você está empolgado com Fable III? Por quê? Que tipo de integração você espera que ele tenha com o Natal? Ou você não poderia dar a mínima e acha que esse tal de Pedrinho Molinete é um baita de um superestimado que só fala e não acerta uma?

O sistema de comentários é novinho, então ponha ele para trabalhar a seu favor!

Resenhas, fatos e opiniões

Há uma grande controvérsia sobre a validade de resenhas, especialmente no meio gamer. Como fazer uma descrição factual de prós e contras de um jogo sem colocar no meio um pingo de opinião própria? Como saber se os seus contras não seriam prós para outras pessoas? Eu frequentemente me pergunto isso enquanto leio resenhas de jogos que gostei, algumas vezes percebendo um ponto que até então eu havia ignorado, e outras vezes tendo vontade de chamar uma carrocinha pra levar o canalha que escreveu tal heresia. Independente da minha reação, é fato conhecido que concordar com algo positivo é muito mais fácil do que concordar com algo negativo — e muitas vezes eu preciso passar por cima do meu ego e do meu amor incondicional pra chegar à conclusão de que eu gosto do jogo exatamente como ele é, mesmo com todos os seus defeitos.

Parece fácil, não? Mas muitas vezes, também, não há como concordar com alguns dos defeitos apontados. Muitas vezes, o autor usa de todo o seu intelecto e malícia pra transformar o jogo em uma criatura maligna que deve ser destruída a todo custo. E, muitas vezes, o cara é um bundão.

Este é um texto sobre resenhas, fatos, opiniões… e Assassin’s Creed 2.

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Procura-se jogos engraçados; paga-se bem

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Gráficos de vender TV na loja, história complexa e emocionante, mecânicas novas ou consagradas, multiplayer infinito e competitivo. Todos esses, e muitos outros, são motivos que levam as pessoas a comprarem um jogo. E, se você olhar as prateleiras de uma boa loja de games hoje, verá que há uma boa oferta de jogos que atendem a cada um desses interesses.

Eu, no entanto, tenho um interesse que é atendido por uma parcela mínima de jogos: o humor. Humor puro, simples, bobo e escancarado. Mas também inteligente e, principalmente, engraçado. Cadê os jogos assim?

O humor é tão ausente dos games que eu não consigo nem mesmo achar muita coisa no Google sobre o assunto. Como disse Stephen Totilo neste artigo de 2004 (percebe-se que o problema não é de hoje, nem mesmo desta geração), se as lojas de games organizassem os jogos por gênero como as locadoras fazem, não haveria uma prateleira de comédia.

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umacoisa

Em uma recente entrevista, Dhani Harrison (filho de George Harrison, ex-Beatle) revelou três coisas:

1. Rock Band 3 está em produção;
2. Ele está participando dessa produção;
3. A participação dele consiste em “deixar a jogabilidade mais real para que você aprenda a tocar as músicas de verdade enquanto joga”.

Luke Plunkett, do Kotaku, levantou timidamente a bola dessa discussão, e eu agora chuto a gol: será que isso é bom?

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Modern Warfare 2: não esqueçam do single player

mw2-quantaspessoas

Hoje eu vi uma notícia da agência Reuters sobre o lançamento de Call of Duty: Modern Warfare 2. Só isso já foi digno de nota, afinal, um jogo precisa ser bastante mainstream para receber atenção de uma agência de notícias que nada tem a ver com games. Mas a segunda coisa que me chamou atenção foi o que foi escrito sobre uma menina que aguardava na fila, no meio da noite, para ser uma das primeiras a comprarem o jogo no midnight launch:

“Esse é o único jogo pelo qual eu provavelmente faria algo assim”, disse Paola Altamirano, 21, que esperava na fila. Ela disse que planejava jogar Call of Duty online com um amigo naquela noite mesmo.

Peraí.

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la-persistencia-de-la-memoria

Apesar do meu emprego consistir mais ou menos em jogar videogame o dia todo, todos os dias, quando eu chego em casa a primeira coisa que quero fazer é jogar ainda mais. Sento e vejo as opções: tem Assassin’s Creed, Resistance, Army of Two, Fallout 3… no que eu pego o controle, ligo o videogame e começo a jogar Lumines. Quando pego o meu DS, minhas escolhas primárias são Planet Puzzle League e Peggle Dual Shots. No computador, com tantos jogos, eu corro para Audiosurf, Insaniquarium e Plants vs Zombies. Mas por que meu foco tem sido desviado a títulos casuais em maioria?

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[Discussão] A falta de demo de Modern Warfare 2

mw2-quico

A notícia já tem alguns dias, mas talvez você ainda não saiba: Modern Warfare 2, provavelmente o jogo mais esperado de 2009 pela média geral das pessoas, não terá uma versão demo.

Ó, tristeza, ó, catástrofe, não pode ser verdade, eu queria tanto. É, não vai rolar. Engole o choro.

A justificativa da Infinity Ward é que eles querem espremer cada minututinho disponível de tempo de desenvolvimento para deixar o jogo o mais próximo possível da perfeição. Eu não consigo imaginar que fazer uma versão demo leve muito tempo, mas mesmo assim, levaria mais do que algumas poucas horas. Horas que poderiam ser utilizadas para dar aquele último balanceamento em um momento-chave da história ou algo assim.

Uma justificativa perfeitamente válida e honorável, afinal, eles fizeram um jogo tão bom da primeira vez que todo mundo VAI comprar a sua sequência, de modo que uma demo promocional (redundância: toda demo é promocional) não se faz necessária.

Mas o que você acha disso? Acha um erro acreditar tanto no próprio sucesso? Ou acha que eles estão usando o tempo de desenvolvimento de forma inteligente? Jogar um demo de MW2 poderia influenciar de alguma forma a sua decisão de compra? Eu gosto de conversar com vocês aqui nos comentários, então vamos nessa.

Apture


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