
“Teje preso!!!”, grita você pelo headset. Do outro lado da linha (!) está um amigo, ou um completo estranho, cuja vida de crimes virtuais terá uma pausa forçada até que ele pague fiança, cumpra pena ou seus “truta” venham em uma operação de resgate.
Agora me diz: o quão FODA vai ser isso em APB - All Points Bulletin? Bastante.
Pra quem não sabe, APB é uma espécie de GTA online massivo, em desenvolvimento pela Real Time Worlds para PC. Você vai poder jogar como os Enforcers (puliça) ou como os Criminals (ladroagi). Esse lance da cadeia foi anunciado na última newsletter da RTW sobre o jogo, se é que eu posso acreditar no Kotaku.
Os Enforcers terão disponível um sistema de prisão que servirá para tirar um criminoso do caminho até que eles sejam libertados ou o timer da prisão termine e ele tenha que voltar ao respawn como se tivesse sido morto. Isso pode reduzir a força criminosa por períodos maiores de tempo do que apenas matando-os, a não ser que os seus colegas criminosos tentem libertá-los.
A newsletter também afirma que APB está entrando na fase final de testes da versão alpha, sendo testado por mais de 100 funcionários. Ou seja, não deve demorar muito para rolar um beta.
Estava meio cético com relação à conferência da Nintendo. A época não me parecia muito usual para grandes anúncios, mas pelo jeito errei feio; além do estranhíssimo DSi, a empresa mostrou dois trailers com três segundos de gameplay de dezenas de jogos para o Wii (que você confere acima) e para o seu portátil. Entre os títulos bizarramente japoneses e os que já conhecíamos, consegui destacar alguns depois do continue.
Enquanto a atualização de outono da Xbox Live não chega, com a tão aguardada “New Xbox 360 Experience“, que tal conferir como vai funcionar a personalização dos Avatares? Larry Hyrb, o popular Major Nelson da Xbox Live, apresenta esse vídeo mostrando o passo-a-passo da customização do Avatar dele. Dá para ver um pouco da nova interface, e é preciso admitir, os bonequinhos são bacanas, bem animados e vão dar um aspecto mais descontraído à dashboard do 360. São cópias dos Miis, mas e daí?
A melhor parte para mim, é a seleção do Avatar bem no comecinho. Parece que você vai abduzir ele. Ok, estou jogando Spore demais.
[via Kotaku]

Gato escaldado tem medo de água fria. E esses detalhes novos que saíram sobre GTA Chinatown Wars, logo antes de um suposto “grande evento” da Nintendo, são exatamente o tipo de água fria de que eu passei a ter medo depois da última E3. Se vocês lembram bem, a Big N soltou uma mão cheia de novidades sobre jogos interessantes nas semanas anteriores à feira, deixando a gente com aquela sensação de “se é isso que eles estão anunciando agora, o que eles estão guardando para a E3 deve ser muito melhor!”, só pra depois se concentrar em Wii Music e Shaun White Snowboarding na hora H.
Bom, mas sem querer achar pêlo em ponta de faca, vamos aos ditos detalhes:
Particularmente, eu gostei de ser isométrico e mais arcade. O cel-shading também mostra potencial.
As informações são da última Nintendo Power.
Agora que já posso me considerar um viciado em séries (pô, já vai fazer uns quatro anos que assisto), tenho uma seleção e atores de atrizes que me chamam atenção em qualquer trabalho que façam. Dentre eles, o maior é certamente Neil-Patrick Harris, o Supremo Senhor de Tudo Que É Mais Engraçado Neste Mundo Amém. Quando criança, ele fez o médico-prodígio Doogie Howser, mas eu só fui conhecer o cara na pele de Barney, o melhor amigo que eu nunca tive, da série How I Met Your Mother.
E aí eu descobro que ele faz parte do elenco de dublagem do Saints Row 2. Ou seja: posso ignorar completamente Jaime Pressly (a Joy, de My Name is Earl) e Daniel Dae Kim (o Jin, de Lost) e dizer que preciso jogar Saints Row 2. Pra ontem.

Unanimidade: o maior defeito de Portal é que ele acaba. E rápido. Você termina e fica naquelas de querer jogar mais e mais e mais e mais, mas não tem. Claro, eventualmente teremos uma sequência oficial, mas enquanto isso a gente se vira com mods… que surpreendentemente não vieram em grandes quantidades. Quer dizer, o único map pack do qual eu ouvi falar foi aquele que convertia os níveis do Portal: The Flash Version para 3D.
Quem também notou essa “lerdeza” foi Nicolas Grevet, um francês com vontade de brincar de GLaDOS. Era Janeiro deste ano quando ele olhou pela janela, o dia estava bonito, e de repente reparou que, apesar das ferramentas existirem, ninguém estava fazendo nada muito fodão em termos de mod para Portal. Arregaçou as manguinhos e pôs-se a trabalhar em Portal: Prelude, que só viria a anunciar oito meses depois. Er… essa semana.
Prelude não é um simples pacote de fases novas. Ele tem uma história, que se passa antes do primeiro — em um tempo em que a inteligência artificial maníaca-homicida que todos amamos ainda era um projeto de otimização da Aperture Science –, e esta história, junto com as 19 novas câmaras de teste, acaba sendo maior do que a do primeiro jogo.
O download aind não está disponível, mas quando estiver você pode pegá-lo aqui. E depois do continue, um trailer. Huge Sucess!
A Nippon Ichi acaba de lançar Disgaea 3 para o PlayStation 3 e já está com mais um título ligado à franquia de RPG tático saindo do forno, agora para o PSP. Trata-se de Prinny: Ore ga Shujinko de Iinsuka? e pelo título, podemos deduzir que só será lançado no Japão, por enquanto. O título significa mais ou menos: “Prinny: Tem certeza que eu posso ser o protagonista?” e já deixa claro o humor inerente à série.
Os Prinnies são umas criaturinhas bizarras do universo de Disgaea: almas humanas presas dentro do que parecem ser pinguins empalhados, com pernas de pau e asinhas de morcego. Além de serem covardes, bizarros, falarem gírias descoladas e serem uns fracotes, a única outra coisa que os Prinnies fazem é explodir quando são arremessados sobre os adversários. Ainda assim, estão entre os mais carismáticos personagens de Disgaea, ao lado de sua mestra, a diabinha Etna e da anjinha desmiolada Flonne.
Mas como seria um jogo com personagens famosos pela sua covardia, inutilidade e incompetência? A idéia da Nippon Ichi é que você vai controlar um exército de 1.000 Prinnies numa busca por doces que foram roubados de Etna. Além de explodir, os pinguins infernais terão outras habilidades e equipamentos para enfrentar os adversários e as tretas que surgirem pelo caminho nesse original game de ação do PSP.
A data de lançamento é 20 de dezembro, só no Japão. Quem fizer a reserva na pré-venda ainda leva de brinde um CD com a trilha sonora.
[via Finalboss]

Uma das (boas) impressões que eu tenho sobre desenvolvedores japoneses é que eles não se deixam levar por conceitos levianos e não ficam dando ouvidos a todo tipo de conselho que os fanboys malditos ou a mídia norte-americanizada dispara internet afora. Conseqüentemente, isso leva a games mais particulares com experiências mais únicas, baseadas em conceitos completos que, antes do título ir às plateleiras, só pode ser visualizado em sua totalidade pelos criadores — tal qual a jogabilidade limitada de Resident Evil 4 (e todos os outros, na verdade), que ajuda a aumentar a sensação de desespero e urgência. Infelizmente, a Capcom parece estar seguindo na contramão com Resident Evil 5, dando um passo que, na minha opinião, o leva em direção de se transformar em mais um shooter genérico.
Talvez eu esteja exagerando, mas o fato é que depois de muitas reclamações sobre a jogabilidade travada e comparações com Gears of War 2, no qual o jogador pode atirar e andar ao mesmo tempo, o produtor Jun Takeuchi deu pra trás. Ele anunciou que o novo capítulo da série de survival horror da Capcom terá seus controles reformulados na nova versão a ser apresentada na próxima Tokyo Game Show, que acontece a partir do próximo dia 09 em, er… Tokyo.
A nós, só resta esperar, torcer, e observar as novas imagens reveladas aqui.
[via Destructoid]

Para ter uma idéia do quanto estão enrolando com Disaster, é só lembrar que ele foi mostrado pela primeira vez na E3 2006, há mais de dois anos, junto com jogos como WiiSports, Super Mario Galaxy, Red Steel e Excite Truck. Percebe algo em comum? Todos eles já foram lançados há séculos!
A boa notícia é que, depois de um tempão sem falar no jogo — o que até levou os mais céticos a acharem que ele havia sido cancelado –, a Nintendo repentinamente começou a soltar novos fatos e fotos de Day of Crisis. Como o conceito é legal e o timing para a aparição de um game aparentemente “hardcore” e first party não poderia ser melhor, cá estou eu falando dele.
O ex-oficial da marinha norte-americana Raymond Bryce irá dirigir, nadar, correr e atirar por 23 fases enquanto elas estão sendo destruídas por vulcões, tsunamis, furacões, tempestades e terremotos. Além disso, ele terá uma luta contra um duvidosa organização terrorista chamada SURGE.
Ray deverá achar ar fresco quando seus pulmões estiverem cheios de fumaça e terá que comer para recuperar sua força. O jogador precisará salvar cidadãos das diversas situações distintas e até aplicar medidas de primeiros socorros. Ele também irá desativar bombas e similares usando o Wii Remote e o Nunchuck.
A descrição é do site oficial da Nintendo européia, que também estima uma data de lançamento para o jogo: 4º trimestre deste ano (isso se minha intuição estiver certa e “quartal” não for um falso cognato =P).
Uma carambada de imagens de gameplay e artworks você confere aqui. Agora vai!

Você também achou a participação da Square Enix na E3 2008 meio chata? Ok, eles comentaram sobre os jogos que todo mundo já conhecia e foram responsáveis pelo ponto alto do evento… na conferência da Microsoft. Mas na hora de falar dos seus jogos, na sua própria keynote, a coisa se resumiu a comentar sobre a versão multiplataforma que nem existe ainda de Final Fantasy XIII.
E Kingdom Hearts? E Parasite Eve? E os outros 131.976.474.900.182.321,56 jogos de Final Fantasy que eles estão fazendo? E o bambu? Tudo isso eles guardaram para o seu próprio evento fechado que rolou em Tóquio nesse fim de semana, o DKS3713. E nós reunimos tudo o que foi dito por lá aqui, depois do Continue.