
Agora vai, gurizada! AGORA VAI!!
Os blogs do mundo todo estão em polvorosa, cada um postando a primeira coisa que vier à cabeça, acompanhado do vídeo e do link para as imagens que saíram do novo jogo do ouriço azul mais amado/odiado/ridicularizado dos games: Sonic Unleashed!
Se você não está empolgado, fique. Porque o jogo parece ser a síntese de tudo aquilo que os fãs clamavam enquanto xingavam os jogos passados na franquia, pelo menos os em 3D. A impressão que dá é que o Sonic Team finalmente fez o dever de casa. Entrou no Google, procurou todas as frases que comecem com “I think Sonic Team should…” e “Sonic Team messed up when…” e então anotou todas as boas dicas que nós vínhamos dando a eles há anos, especialmente depois que resolveram colocar uma bendita pistola na mão do Shadow.
Já se sabem alguns detalhes sobre o jogo (que segundo me consta ainda nem foi oficialmente anunciado de maneira oficial e oficializada), mas eis os mais importantes: jogabilidade em 2D (oldschool sidescrolling EXTRAVAGANZA!) e apenas três personagens jogáveis. Adivinha quem? Sonic, Tails e Knuckles. Sem Blaze, sem Cream, sem Silver, sem Shadow, sem Rouge e sem toda aquela fauna bizarra que só servia pra tirar o brilho do borrão azul da SEGA.
(Borrão brilha?)
Por isso, meus amigos, eu jogo a compostura no lixo e já dou nota máxima pro jogo logo de cara. Sim, eu sei que é empolgação desmedida, mas DEIXA EU, VÁ! E, claro, obviamente, sem dúvida nós faremos um review de verdade quando o jogo finalmente sair (dizem as más línguas que em já em novembro desse ano, para Wii e X360).
Depois do continue, o primeiro e incrível vídeo do jogo, a galeria com as imagens e todos os detalhes que já foram descobertos sobre Sonic Unleashed, o futuro melhor jogo da franquia desde Sonic Adventure.

Quando GTA III era o jogo do ano e o estilo de jogabilidade aberta consagrado por ele era uma novidade, eu considerei gostar do jogo. Depois de jogar algum tempo na casa de um primo meu, no entanto, eu descobri que não era pra mim. Aquilo era tão artificial quanto um jogo de Atari, na melhor das hipóteses. A filosofia de ser mau só porque ser mau é legal definitivamente não me agrada, nunca me agradou.
Por esse motivo eu não me encontrava ansioso por GTA IV, no sir. Contrariando 90% do planeta, pra mim o jogo seria apenas mais um lançamento que eu pretendia conferir apenas por curiosidade. Mas o famoso “bicho do online”, que ataca nove entre dez donos de Xbox 360, também me mordeu, e um dos sintomas é ficar empolgado com qualquer jogo que prometa trazer novidades significativas para o multiplayer via Xbox Live.
E GTA parece que as trará, yes sir. Segundo reportado (e brevemente explicado) pelo CVG, o pequeno joguinho terá uma infinidade de modos multiplayer diferentes (15) que poderão ser jogados por uma infinidade de pessoas ao mesmo tempo (16).
O multiplayer online é acessado pelo celular de Niko durante o jogo single-player, onde você pode se juntar a até outros 15 jogadores para uns tiroteios e personalizar o personagem, incluindo até raça, cabelo e roupas.
Além dos obrigatórios modos Deathmatch e Team Deathmatch, a aparentemente sensacional lista de modos de jogo inclui um modo Race por Liberty City, lutas cooperativas de quatro jogadores contra a polícia e o bastante óbvio jogo do time dos tiras contra o time dos meliantes.
Se isso for bem executado, e se os modos não forem todos muito parecidos entre si — pelos nomes e pelo texto do CVG, não parecem ser –, há grandes chances de termos aí um dos jogos mais jogados da história da Xbox Live. Saca só os nomes dos modos e imagine junto comigo as possibilidades:
Quando lança mesmo? *Indo olhar na Wikipedia* Ah, é mesmo, 29 de abril.

World of Goo, premiado no 10º Independent Games Festival por “Excelência Técnica” e “Inovação em Design”, será lançado em breve para PC e Wii, e já mostra a que veio na pré-venda. Se você nunca ouviu falar de World of Goo ou Tower of Goo, largue o Winning Eleven agora e fique a par da cena indie aqui, na coluna de quarta-feira passada da nossa Miss Indie Gamer.
Basicamente, Tower of Goo e Tower of Goo Unlimited faziam o jogador construir uma torre feita de bolas de goo, uma gosma preta, baseando-se apenas em sua noção de equilíbrio e engenharia básica. World of Goo promete estender essa idéia, apresentando uma espécie de Lemmings de gosma, colocando o jogador para realizar as atividades mais bizonhas no comando dos seres melequentos.
Até aí vocês já sabiam. A novidade da coisa é que World of Goo já está disponível para pré-venda, com alguns bônus interessantes. O primeiro deles é que os compradores antecipados poderão baixar o primeiro capítulo do jogo agora mesmo, como uma demo para atiçar a vontade. Além disso, esse pessoal que decidir pela pré-venda terá acesso ao download do game completo uma semana antes do lançamento oficial.
Mas a parte interessante mesmo é o terceiro bônus: o Profanity Pack, que faz com que as vozes normais do jogo sejam substituídas por palavrões. As “vozes normais” dos bonecos de goo são um monte de resmungos engraçadinhos, mas os discursos profanos prometem ser tão divertidos quanto ouvir as minhocas de Worms Armageddon gritando “desgraçado” a cada ataque inimigo. Só que mais boca-suja.
A quem interessar possa, é possível fazer preorder de World of Goo no site oficial, por 20 dólares. É o dobro do preço do ótimo Audiosurf, mas parece valer a pena.
Ah, e tem um trailerzinho bem legal depois do continue.
[via Ars Technica]

A nossa velha amiga Square Enix anunciou ontem que The World Ends With You, versão ocidental de sua última criação, chegará às lojas dos EUA no dia 22 de abril. It’s a Wonderful World, o título japonês, foi lançado em julho do ano passado para DS, e já deixou muita gente daqui na vontade. Traduzido da IGN:
Oferecendo um sistema de combate intuitivo, THE WORLD ENDS WITH YOU é uma aventura imersiva e inovadora situada na Tóquio dos dias modernos. A premiada equipe de desenvolvimento da Square Enix e da Jupiter traz sua visão única das ruas de Shibuya, o maior centro de cultura jovem da cidade. Lançado originalmente no Japão como Subarashiki Kono Sekai, o jogo tem grandes influências das últimas tendências culturais do Japão, incluindo música, moda, comida e design.
Pelo que se pode ver até agora, uma coisa é certa: nada de Tóquio virar Nova York, Shibuya virar Manhattan ou Neku Sakuraba virar Nick Wright. O game vai continuar tendo seu foco na cultura japonesa, o que nem sempre acontece com as “traduções” americanas.
A história começa quando Neku Sakuraba, um garoto anti-social de 15 anos, acorda inesperadamente no distrito comercial de Shibuya, em Tóquio, Japão. Enquanto tenta desvendar seu rude despertar, ele recebe uma estranha mensagem de texto avisando-o de que ele deixará de existir, a não ser que cumpra uma certa missão. Mesmo mal tendo tempo para entender o que está acontecendo, Neku dá início à sua tarefa nas ruas misteriosas de Shibuya.
Não sei quanto a você, mas eu fiquei curioso. Além da história doida, o maior diferencial de The World Ends With You é o chamado Stride-Cross Battle System, por meio do qual o jogador controla dois personagens ao mesmo tempo, em lugares diferentes. Enquanto a stylus serve para movimentar e atacar com Neku na touch screen, o direcional determina as ações de seu parceiro na tela superior do DS. Durante a aventura, é possível também ler os pensamentos dos jovens de Shibuya, além de comprar roupas, comida e as “últimas tendências culturais do Japão”, para aumentar atributos.
Já comentei que The World Ends With You é feito pelo mesmo pessoal que criou Kingdom Hearts? E que a Jupiter, além de ser responsável pela incursão das aventuras do Sora num portátil (o GBA, com Chains of Memory), também fez outras coisas muito bacanas em portáteis, como Picross DS? Pois é, agora é só esperar que o lançamento não seja adiado.

Desde a época do Double Dragon no arcade, mas com mais intensidade hoje em dia, com a possibilidade de modo co-op via internet nos consoles da geração atual, existe uma verdade que é amplamente reconhecida: explodir coisas e socar faces com a ajuda de um amigo é muito mais legal.
Jogos recentes como Kane & Lynch: Dead Man (que o mundo todo aprendeu a considerar uma porcaria ainda pior do que realmente é), Gears of War, Halo 3 e Army of Two (que sai mês que vem e pelos previews não dá pra saber se vai SUX ou ROX — credo) exploram esse nicho de jogos especificamente feitos com o modo cooperativo em mente, mas francamente a fórmula ainda não parece ter sido desenvolvida à perfeição.
Aí que entra Faith and a .45, novo jogo da Deadline Games (de Total Overdose e Chili Con Carnage) recém-anunciado para PS3 e Xbox 360.
Vocês lembram quando comentamos que uma possível seqüência de PaRappa the Rapper, jogo rítmico que foi sucesso no PlayStation, poderia estar a caminho do Wii? Pois é, parece que não é bem assim.
Masaya Matsuura e Rodney Alan Greenblat, respectivamente o game designer e o artista responsáveis pelo jogo do cachorro gangsta, agora estão trabalhando juntos para desenvolver Major Minor’s Majestic March, a aliteração mais bagaceira dos últimos tempos. [Nota do Bracht: Ei, eu gostei!] No jogo, seu wiimote vira uma batuta mágica, ou algo assim, que será usada para conduzir uma tropa de bichinhos músicos. De acordo com informações do Game|Life:
Os jogadores usarão a batuta para manter o tempo, recrutar novos membros para a banda e pegar itens especiais, de forma a criar o desfile mais impressionante já visto. Você poderá adicionar até 15 instrumentos ao desfile, e será julgado dependendo do quão bem seus músicos mantêm o ritmo e desviam de obstáculos.
Rá! Genial, devo dizer. O que eu poderia querer mais do que bichinhos marchantes tocando até 15 instrumentos diferentes, enquanto desviam de obstáculos e pegam itens? Algumas imagens, quem sabe? Então tá bom, veja uma delas aí abaixo e o resto de toda arte conceitual liberada até agora, na galeriazinha bonitinha.


Em dezembro do ano passado, Jordan Mechner, pai do clássico Prince of Persia, comentou que a história em quadrinhos baseada na franquia – ou nem tanto – estava pronta. Retirado da entrevista para o Gamasutra, em dezembro de 2007:
Como sempre, os projetos nos quais eu mais estou trabalhando no momento são os que eu ainda não posso comentar. Mas eu posso dizer que a graphic novel de Prince of Persia está finalizada, e muito bonita. A história e os personagens são totalmente diferentes dos jogos ou do filme, diferentes mesmo. Ela será publicada pela First Second Books no próximo ano.
Além disso, ele comentou ter gostado tanto de trabalhar com essa equipe de artistas, que está trabalhando em outro projeto em quadrinhos com os mesmos caras. De acordo com Mechner, será uma história original, uma “swashbuckling action-adventure” baseada em eventos históricos, nos moldes de Os Três Mosqueteiros.
Mais recentemente, o Game|Life apresentou uma página da aventura quadrinhística do Príncipe – é uma só página, mas já é uma prévia. É essa que adorna o cabeçalho do post, juro que dessa vez não inseri nenhuma piadinha infame na imagem. Na minha opinião, o estilo da coisa lembra bastante The Two Thrones. Cidade em chamas, guerreiros em cavalos, palácio caindo, um príncipe para salvar todo mundo…
Se a graphic novel de Prince of Persia for boa como foram Sands of Time e The Two Thrones, e essa aventura de espadachins for boa como a graphic novel de Prince of Persia, eles já têm um comprador para as duas. Ou pelo menos um comprador teórico, caso elas não sejam lançadas por essas bandas.
Todo mundo só fala de Portal. E com merecimento, afinal, ele foi realmente uma surpresa mais do que agradável em 2007. Mas não dá pra esquecer que o The Orange Box ainda vem com mais quatro jogos no pacote. E um deles por acaso é Team Fortress 2, um dos jogos multiplayer mais divertidos que eu já joguei na vida. Isso vindo de alguém que nunca gostou do estilo de jogo.
Quem é fã do TF2 está prestes a ser muito bem surpreendido pela Valve, que vai começar a liberar grandiosas modificações que vão deixar o jogo ainda mais interessante:
Começando com apenas dois novos itens para a classe Medic, a Valve vai começar a implementar gradativamente itens novos e desbloqueáveis para todas as classes. (…) Os desbloqueáveis não são apenas versões maispotentes das armas, elas equilibram enormes vantagens e desvantagens para alterar fundamentalmente o papel de cada classe em jogo. O primeiro desbloqueável dos Medics, por exemplo, se chama Overhealer. Em vez de aumentar temporariamente o health das pessoas em até 50% a mais do que o máximo normal, ele o dobra permanentemente. A parte ruim é que ele será dramaticamente pior no que diz respeito a fazer Ubercharge — de fato, a Valve está considerando a idéia de nem deixá-lo fazer Uber.
E as novidades não param nas armas. Novos mapas e modos de jogo também foram anunciados. Se liga:
O novo modo de jogo foi mostrado em Goldrush — o mapa que virá junto com com cp_badlands em pouco mais de um mês. Um time deve escoltar um pequeno carrinho de mineração através de uma série de segmentos de mapa “estilo Dustbowl”. O carrinho se move mais rápido de acordo com a quantidade de jogadores do time Blue que estão perto dele, mas pára completamente se ao menos um jogador do time Red se aproximar. Os Blue devem escoltar o carrinho até o QG dos Red dentro de um certo tempo limite.
A Valve acertou em cheio com esse conteúdo novo, e olha que ela não revelou tudo. Todas as classes receberão modificações como as dos Medic (malditos Medics), capazes de mudar a forma com os jogadores as usam; e mais mapas e modos de jogo serão lançados aos poucos, ajustados de acordo com a recepção dos jogadores.
Team Fortress 2, que já era ridiculamente divertido, acaba de ficar melhor, muito melhor.
E vocês sabem muito bem que eu não ganho nada pra falar bem de coisa alguma por aqui.
[via CVG]
Enquanto não chega o esperado Everybody’s Nintendo Channel, que vai permitir o download de demos para o DS via Wii, as produtoras estão dando os seus jeitinhos para deixar os jogadores experimentarem os seus produtos.
A demo de Apollo Justice: Ace Attorney (o quarto jogo da série Ace Attorney, que começou com a trilogia Phoenix Wright e é, na minha opinião — e no do Prandoni –, uma das melhores coisas que já apareceram no DS) contém os primeiros minutos do primeiro caso do jogo, fielmente reproduzidos. É o jogo mesmo, sem tirar nem pôr.
Já o Exit DS eu não conheço, então não sei dizer se o jogo é exatamente daquele jeito. Mas parece que sim. Não gostei tanto quanto achei que fosse gostar, mas também joguei só um minutinho. Experimente você.
E que a moda pegue!
Topei hoje por acaso com o vídeo aí embaixo, dá uma olhada:
[youtube IMSrkBfgKrk]
Diz aí se não é “a cara” do Desktop Tower Defense, que saiu na primeira edição da coluna Joguetes.
Enquanto alguns nintendistas certamente vão começar com o papo de “olha a Sony copiando tudo que encontra pela frente”, eu adorei a idéia. O jogo só pegou a idéia e mecânica central do DTD (que, por sinal, é excelente e já foi amplamente copiada no mundo webgame) e construiu algo “quase-novo” em cima dela. Ficou diferente o suficiente para ser considerado algo novo. Se eu tivesse um PS3, estaria anotando já o nome desse joguinho aí pra botar as mãos nele. Deve ser algo.
Por outro lado, não fica tão bem pra um console quando o jogo que mais te empolga é um casualzinho, né? Se não fosse por LittleBigPlanet, esse seria o meu jogo mais esperado para o PS3.
Mas eu sou freak. Não gosto de simuladores corrida ultrarealistas, não gosto de Final Fantasy, não me interesso por MGS… e devia ter terminado este post há dois parágrafos.
P.S.: Lipedal e Lef, cadê posts de hoje?