Continue »

History is written by the victor

Archive for the ‘Prévias’ Category

As maiores novidades do Nintendo Media Summit, em um único e conveniente post

É, minha gente, esse ano nós podemos ficar empolgados antes da E3: ontem foi dia de Nintendo Media Summit, um evento destinado a tudo que é Nintendo. Muita coisa foi revelada, e fanboys como nós demos pulinhos de alegria. Pulinhos másculos, que fique claro.

Continue lendo!

[Prévia] BioShock 2


  • Nas categorias: Prévias

BioShock foi o meu primeiro jogo de Xbox 360 (descontando os lixos que vieram no kit nacional do console). Eu comprei no Play-Asia, meio que de impulso, junto com Mass Effect e Assassin’s Creed. Não sabia muita coisa sobre o jogo, só que era em primeira pessoa, tinha elementos de horror e poderzinhos legais para se utilizar. Mesmo assim encomendei por algum motivo, já que queria um jogo de tiro e não estava animado a comprar Halo 3 por causa das fases “Library” que eu odiei nas edições anteriores. Duas semanas depois, o jogo chegou em um pacote separado dos outros.

E que jogaço. O choque de entrar em Rapture pela primeira vez foi grande e eu simplesmente não conseguia parar de jogar, ignorando minha rotina e tudo o mais. Acabei terminando em três dias, e mais uma vez quatro dias depois. Até hoje é o meu jogo favorito entre os consoles “grandes” dessa geração, e achei que dificilmente conseguiriam superá-lo.

Aí eu lembrei que estavam fazendo uma sequência já há algum tempo.

Continue lendo!

Zelda: Spirit Tracks terá um espírito inesperado

Untitled-2

Convoco os fãs ou simples jogadores de Zelda lendo o Continue para pensarmos em uma coisa: qual foi o paradeiro da princesa Zelda nos jogos da franquia até hoje? Vejamos.

No primeiro, ela foi raptada e tínhamos que salvá-la. Em A Link to the Past, do glorioso Super Nintendo, a princesa estava trancafiada em um calabouço e a resgatávamos logo no início da aventura, só para ela sumir novamente depois. Em Ocarina of Time, ela nos vigia e ajuda secretamente por meios misteriosos, mas no fim acaba sendo levada por Ganondorf. Na aventura inundada de The Wind Waker, a princesa na verdade nos acompanhou por boa parte da jornada, sem sabermos que ela estava lá. Depois, raptada.

Ora, temos um padrão aí! Nos últimos mais de 8000 vinte anos, a princesa tem sido raptada em quase todo jogo em que apareceu. Por Ganon, Zant, Vaati e talvez até outros vilões de nomes que eu não gostei o suficiente para lembrar. No próximo título da franquia, The Legend of Zelda: Spirit Tracks, Zelda será novamente raptada. Mas só de corpo: seu espírito acompanhará Link ao longo da aventura.

Aparentemente, uma magia lançada por um vilão aleatório separou corpo e alma da princesa Zelda (veja o trailer depois do continue) por engano, e apenas Link pode ver a moça flutuante perto dele. Durante o jogo, ela aparecerá na forma de uma orbe brilhante suspeitamente similar às fadas da franquia, e ajudará Link tomando controle do corpo daqueles inimigos porradões de armadura, os Phantom Guards, que já apareceram em Phantom Hourglass. Além disso, o que muitos fãs por aí sempre quiseram certamente vai acontecer: Zelda está agora do lado do jogador, dialogando com ele, e provavelmente teremos grande desenvolvimento da personagem pela primeira vez desde… sempre. Acho.

Então, TLoZ: Spirit Tracks será lançado dia sete de Dezembro deste ano para o Nintendo DS em todas as suas evoluções. De um jogo inicialmente zoado, certamente teremos outra grande obra. Ei, eu já vi isso antes

[via Kotaku, incluindo a concept arte SUPER legal lá em cima]

Veja o trailerzin’

[Prévia] Bayonetta; admita, você quer tocar nela!

You want to touch this?

Bayonetta. Desde o primeiro trailer, era difícil não ficar no mínimo interessado no que Hideki Kamiya queria fazer — explodir as portas do gênero de ação, de acordo com ele mesmo — com este jogo que seria uma sequência espiritual para a série Devil May Cry. Admito que, no início, não vi nada de especial em Bayonetta: apesar de ter gostado da música, me parecia uma tentativa tosca de fazer um daqueles jogos que você não poderia jogar com mais alguém na sala. Pra vocês terem uma idéia, a roupa dela é feita com o próprio cabelo (e uma pitada de magia, lógico), e esse mesmo cabelo é usado para invocar criaturas do submundo na forma de monstros, botas e punhos gigantes, deixando-a cada vez mais nua conforme os ataques ficam mais fortes.

Pois é, minha avó não vai poder me assistir, mas acontece que Bayonetta acabou estando longe de ser um jogo bom só por ter peitos, trazendo muitas inovações ao gênero de ação e ao mesmo tempo melhorando bastante o terreno que Devil May Cry havia preparado.

Continue lendo!

[Prévia] Por que NSMBW vai ser foda

New Super Mario Bros. Wii

Quando foi anunciado na E3, ninguém deu bola — não passava de quatro patetas executivos jogando um rehash medíocre do DS, não é mesmo? Isso sem dúvidas, por culpa da fraca apresentação da Nintendo. Mas então, passou um tempo, e vimos que não era bem assim. Onde isso nos coloca agora?

Pra começar, New Super Mario Bros. Wii não tem nada de rehash, muito menos de remake: é um jogo 100% novo, e o próprio Miyamoto está diretamente envolvido com o desenvolvimento, coisa que não aconteceu com a versão de DS, criticada por ser absurdamente fácil e ter um level design medíocre. Ao invés disso, graças ao controverso artifício Super Guide, foi possível aos developers aumentarem a dificuldade do jogo a um nível muito mais parecido com a série clássica, do NES e do SNES. Aliás, muita inspiração está sendo retirada dos jogos originais, e isso se torna evidente quando damos uma olhada em tudo que New Super Mario Bros. Wii trouxe de volta.

Let’s-a-go!

nsmbw-ajuda

Quando foi anunciado, o “kind code” virou polêmica logo de cara. Tratava-se de um modo no qual o jogador poderia apertar um botão e ver o jogo simplesmente jogando sozinho, para passar de todas as partes que ele não esteja conseguindo. Claramente, mais um dos “truques” da Nintendo para atrair o público casual. Afinal, o que é mais casual do que desistir como um franguinho reumático à frente de qualquer perigo?

Mas não é bem assim. Esta semana o Kotaku foi convidado pela Nintendo para ir testar o New Super Mario Bros Wii já com o curioso recurso implementado. No fim das contas, segundo o relato deles, não é nenhum bicho papão — é até um recurso de ajuda super bem vindo.

Continue lendo!

[Indie Games] Flare: um RPG para quem está cansado de RPGs

flare

Se eu estivesse passando pelo feed de algum dos meus blogs favoritos e visse o título acima, pararia para ler na hora. Afinal, eu estou cansado de RPG. Ao menos dos clássicos, cheios dos mesmos clichês e costumes que nunca mudam.

Flare é um dos que não se encaixa nessa descrição. Aliás, totalmente o oposto disso. O site oficial do jogo não diz praticamente nada do que ele terá, mas garante o mais importante: que tipo de coisa que ele NÃO terá.

“Sem herói adolescente. Sem uma peituda como par romântico. Sem princesa mimada. Sem talismã místico. Sem profecia antiga. Sem histórias paralelas desnecessariamente complexas sobre o passado de tudo e todos. Sem um animal fofinho como mascote. Sem civilizações perdidas. Sem vilão andrógino e bonitinho. Sem amnésia.”

A história segue Sara Winter, uma pesquisadora sobre energia mágica solar (ok, infelizmente nem todos os clichês ficaram de fora), numa época em que o abuso da magia acaba causando um efeito devastador no sol que tornará inabitável metade do planeta. A solução do povo dela é simples: ir para a outra metade do planeta e matar quem estiver lá, tomando o lugar para si.

O jogo foi revelado há poucos dias e, a julgar pela quantidade de ajuda que eles ainda estão precisando, ainda vai demorar um bom tempo para ser lançado. Outro detalhe: está sendo desenvolvindo em C# e XNA, então as plataformas fatalmente serão PC e Xbox 360.

Curtiu?

Agora que a LucasArts tomou de novo gosto por essa coisa de lançar jogo decente, resolveram arriscar ainda mais e lançar um jogo novo e original: Lucidity .

Se você ainda não ouviu falar, trata-se de um joguinho de plataforma 2D extremamente simpático, com lindos gráficos de desenho animado e uma mecânica diferente, ainda que não 100% original: o personagem principal do jogo se move sozinho, você controla é o cenário ao seu redor.

Digo que não é totalmente original porque sei de no mínimo mais um jogo que se baseia no mesmo princípio de jogabilidade: Pac-Man 2: The New Adventures, uma genial e ignorada obra da Namco para o SNES. Você controlava você mesmo, aí do outro lado da tela, e tinha à sua disposição alguns itens para interagir com o cenário e com um temperamental Pac-Man que nem sempre ia para onde você queria ou fazia o que deveria fazer.

Seja como for, a LucasArts está de parabéns por se arriscar com uma ideia diferente. Está com uma cara boa; tomara que vire um jogo igualmente bom.

Depois de fazer The Maw e ‘Splosion Man (resenha aqui), a desenvolvedora Twisted Pixel já conseguiu construir um nome considerável para ela, a ponto dos seus próximos lançamentos já gerarem uma certa expectativa.

Durante a feira PAX’09, que aconteceu há poucos dias, foi revelado o teaser trailer para o novo, ambicioso e bizarro projeto dos caras: Comic Jumper: The Adventures of Captain Smiley.

De novo, é um jogo via distribuição digital (ou seja: não será vendido em caixinha), mas, ao contrário do que aconteceu com The Maw e ‘Splosion Man, para este jogo a Twisted Pixel quer fazer barulho e causar expectativa. Ele também terá um ciclo de produção maior — provavelmente vai sair só no Summer of Arcade do ano que vem, ou depois.

Se dá pra esperar uma coisa desse jogo é bom humor. Ainda mais depois dos dois últimos jogos da empresa, que já são “graciosos” além da média. Em Comic Jumper você controla um carinha parecido com Earthworm Jim, só que com um emoticon no lugar da cara. O grande lance é que ele tem uma espécie de estrela no peito, que tem consciência própria e odeia estar onde está. Odeia o herói, odeia ser uma estrela presa ao peito dele… E ambos não param de tagarelar. Se o trailer acima é alguma indicação do clima geral do jogo, já vi que vai ser foda.

As fases passam por revistas em quadrinhos, que vão se alterando conforme você joga por elas. Esse lance me lembrou também de Comix Zone. E já que estamos falando de comparações e influências, saiba que o pessoal da produtora já citou Gunstar Heroes como inspiração.

Um jogo que possa ser descrito usando comparações com Earthworm Jim, Comix Zone e Gunstar Heroes… eu diria que tem grandes chances de ser bem bacana.

Acima você vê em vídeo um developer walkthrough (que é quando um desenvolvedor joga na frente de um ou um grupo de jornalistas, a fim de demonstração) de Assassin’s Creed II. O vídeo mostra um poucos dos gráficos, da jogabilidade e principalmente da variedade do jogo.

A maior crítica feita ao primeiro AC foi a repetição dos mesmos poucos tipos de missões, apenas em contextos e situações levemente diferentes. Sem contar o combate, que apesar de ser um dos mais bem executados do gênero nessa geração, ocorre com tanta frequência que acaba realmente enjoando. Portanto, não é de se espantar que a Ubisoft queira demonstrar que isso não será um problema desta vez.

Os principais trunfos para alcançar essa tal variedade são a vasta quantidade de armas e equipamentos (cortesia do amigão Leo DaVinci), mas há também um bom número de sidequests. No vídeo, foi demonstrada em detalhes essa coisa de missões paralelas: haverá várias passagens secretas escondidas pelas cidades do jogo, cada uma levando a algum espaço fechado e secreto em que o jogo passa de sandbox em mundo aberto para uma coisa “bem mais Tomb Raider”, por assim dizer. São estágios fechados que desafiam o jogador em missões específicas de movimentação, combate, puzzles ou sutileza (o chamado “stealth”). Estes locais não fazem parte das missões principais, mas trazem recompensas para quem quer pegar as Conquistachievements — ou simplesmente aproveitar o jogo por completo.

A minha preocupação foi a ênfase com que demonstraram isso, sem falar muito das missões principais. Tenho medo que eles não tenham conseguido alterar a forma e a estrutura das missões principais e que elas continuem repetitivas, daí, para compensar, criaram toda essa coisa de estágios paralelos. Saberemos no dia 17 de Novembro.

Apture


Patrocínio


Últimas resenhas


Mass Effect (PC)


Assassin's Creed II (X360)


Uncharted: Drake's Fortune (PS3)

Clique para ver a lista com todas as resenhas


Continue pergunta

Qual deveria ser o critério de escolha para os jogos que recebem resenha aqui no Continue?

View Results

Loading ... Loading ...