
Já faz mais de um ano que a nossa amiga nVidia lançou sua fabulosa e revolucionária série 8, que mudou totalmente a nossa experiência de jogar no PC. Suas placas mid-range como a GeForce 8600GTS (~650 reais) rodam jogos tão primorosamente quanto vários modelos da série 7 que custavam uns 2000 reais. Minha 8600GT roda jogos como Oblivion no máximo com um framerate bem razoável (só em cenas fora de cidades e cavernas eu preciso desligar detalhes e sombras em grama, mas também a grama daquilo é chutar o balde!) e Bioshock também rodou super redondinho, no máximo dos gráficos (nesse não tem grama, ufa!) e tudo isso por apenas 350 reais!
Passou-se um ano e meio (nem parece), e para não ficar atrás da “nova temporada”, mesmo apesar de ainda estar totalmente na frente na corrida das placas de vídeo (pra quem não se lembra, a última da ATI foi meio… meh e a maioria dos gamers ainda não retomou a confiança nas placas vermelhas, fazendo da GeForce a marca de placas de vídeo mais vendida no mundo), lançou uma nova série com o objetivo de desbancar a sua série 8 e convencer as pessoas que sim, elas deveriam gastar seus 800 dólares de novo.
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* Não, a coluna não morreu. Aqui, apenas os pixels se encontram em tal estado de putrefação. Perdão pelo atraso inadmissível. Assim sendo, um texto com boa pitada de fan service pra agradar…
Impelido pelo arroubo nostálgico do Bracht, decidi abordar nesta edição da Pixels Mortos a dupla de remakes de Chrono Trigger que estavam sendo produzidos.
Sim, dois.
Geralmente, apenas o Resurrection é lembrado, mas havia também o Remake Project. Ambos partilhavam de premissas parecidas: releituras tridimensionais utilizando ferramentas de Unreal. As duas iniciativas tristemente interrompidas por uma atitude pouco amigável da Square Enix que não apenas afundaram os dois promissores projetos, como também fizeram a péssima piada de mau gosto de acender uma fagulha de esperança nos ávidos (e abandonados) fãs da série Chrono.
Enfim, sem mais delongas…
Suzana Bueno está doente, brigando contra a Telefónica por uma conta de 700 reais que não é dela, passou uma semana com problemas horríveis na internet e ainda recebeu seu corset com defeito, para então ver mais três guildas medianas de seu server quebrarem poucos dias antes do patch e agradecer que a sua ainda está de pé. Humor Atual: Berserking.
Não sei o que dá na cabeça desses caras. Sabe, é legal ter coisas difíceis num jogo. Algum equipamento inalcançável, símbolos de poder, e principalmente, algo que diferencie bons jogadores de ruins. A Live nos trouxe até aquela história de achievements, pra mostrar que alguns jogadores são especiais. Ter um último chefão e coisas para discutir com os colegas de trabalho “nossa, mas eu queria tanto conseguir matar tal cara!”.
Bem… a Blizzard não parece pensar assim. Aos poucos, todos os desafios que haviam no jogo estão indo embora, pois com o acesso facilitado a itens nível alto e com chefes sendo enfraquecidos a cada atualização, grande parte do jogo virou um belo passeio no parque.

Tomara que não! A única desculpa que eu tive para até hoje não ter sido sugado, mesmo que temporariamente, pelo vórtice vicioso de World of Warcraft era o fato de eu ter que sacar um cartão de crédito internacional para jogá-lo. (Como se isso me impedisse de fazer tantas outras coisas… :P)
Segundo notícia publicada pelo Kotaku há poucas horinhas, a Blizzard anunciou um plano de expansão do monstro dos MMOs para os países de língua espanhola das Américas em 2008. Vai rolar tradução completa, de texto e dublagens, além de suporte técnico completo e 24h em espanhol.
Tá, e o Brasil? Como eu e você não falamos espanhol, está automaticamente de fora da lista. Mas vai ser praticamente o único país de todo o continente americano a não ter uma versão oficial do WoW. Justamente o Brasil, que sempre se destaca em jogos online. Duvido que isso vá ficar muito tempo assim. A Blizzard não é burra.
Pelo menos eu acho que não.
[PS da Suzana: não é o fato de ser burra, é o fato de que a Blizzard não implementa um servidor se eles não tiverem certeza de que vão conseguir manter o padrão internacional de qualidade deles. Considerando os casos de corrupção de GMs tão famosos Brasil afora e a fama mundial de brasileiro ser tudo trombadinha em jogo, sempre querendo levar a melhor e pouco se lixando pro resto... duvido que eles lancem algo por aqui. Seria também difícil fazer todo mundo pagar 40 reais pelo jogo e 80 pela expansão.]

Chegou a hora de processar! Seu PC novinho em folha precisará de um processador, pois não será você quem fará os milhões de cálculos por segundos necessários para rodar seu joguinho favorito. Mas… qual? Como? Quanto? Quantos? Clique no botão Processar acima, curta o flash criado pelos caras geniais do Desencannes, e bora pras dicas da semana, que chegam atrasadas mas chegam! (more…)

A notícia já é de alguns dias atrás, mas eu não poderia deixar de comemorá-la com vocês: BioShock vai ganhar uma sequência! Quer dizer, não se sabe se é uma sequência ou uma prequência, mas com certeza vai ser uma indecência de um jogo bom pra caramba. Segundo comunicado da Take-Two, quem vai produzir vai ser o novo estúdio 2K Marin, e o lançamento está previsto para daqui a pouco mais de um ano e meio — final de 2009. Comecem a circular seus calendários.
Deixando a empolgação bastante de lado, na verdade é até um pouco preocupante. BioShock foi o melhor jogo de 2007 na opinião de muitos, eu incluso (e olha que eu ainda não pude jogar muito mais do que uma hora), e mesmo que a sequência vá ser supervisionada pelo mesmo cérbero de Ken Levine, é impossível não sentir um pouco de medo. A palavra “sequência”, por si só, já causa uma certa apreensão.
Bom, vamos manter os dedos cruzados bem apertados e esperar que o projeto siga mais ou menos a mesma trilha de Shadow of the Colossus, que de certa forma foi uma sequência do absolutamente maravilhoso Ico e não baixou o nível em nem um milímetro.

Há pessoas que são simplesmente atrasadas. Sabe aquele seu amiguinho que apareceu todo empolgado com um pirocóptero quando todo mundo já tinha esquecido aquilo faz anos? Então, a Infinity Ward, desenvolvedora de todos os Call of Duty exceto o 3, finalmente chegou à conclusão a que todos já havíamos chegado há um ano ou dois: FPSs de Segunda Guerra Mundial já encheram o saco.
Call of Duty 4 foi o terceiro Call of Duty da Infinity Ward, e assim nós nos aproximamos do projeto sabendo que teríamos que fazer algo novo. Nós não queríamos nos engavetar mais dos que o necessário, e muitos dos integrantes da equipe terminaram Call of Duty 2 jurando nunca mais trabalhar em um jogo da Segunda Guerra…
E o que acontece quando alguém finalmente se cansa de um gênero desgastado? Eles vão lá e criam o elogiadíssimo Call of Duty 4: Modern Warfare (que eu, por sinal, preciso comprar — alguém quer trocar por Forza Motorsport 2?) e provam que os nazistas não são o único alvo legal de mirar. Kudos.
[via Kotaku]

Como o próprio nome diz, ela é a mãe! Base para todas as placas e tralhas, a Placa Mãe (também chamada de Motherboard ou mobo) é uma peça que nunca ninguém lembra (só quando queima, que nem a fonte) e que é responsável pelas possibilidades de melhoramento de performance e estabilidade do seu bebê.
Com uma boa placa, você poderá sentir seu jogo escorregar gostoso que nem manteiga e ainda por cima poder jogar um overclock para aumentar a performance do seu PC sem pagar nenhum tostão adicional, mas com uma ruim você terá dores de cabeça com a sua máquina travando completamente do nada, resetando sozinha e até superaquecendo à tôa em alguns casos.
O que procurar numa placa? Saiba após o continue!
Recebi por email, da própria Ankama Games, a notícia de que em breve o divertidinho MMORPG online casual (o casual é por minha conta) Dofus vai ter um servidor para os brasileiros, em português. “Em breve” significa que eles não disseram a data exata, mas se mandaram uma newsletter para anunciar, é porque deve ser bem em breve mesmo.
Em parceria com a LevelUp Games, que já tem praticamente um monopólio estabelecido no mercado brasileiro de MMOs, a Ankama vai manter esse servidor nacional para abrigar os jogadores do nosso país. A LevelUp não administrará o jogo, ela apenas vai cuidar da parte comercial (disponibilizando meios de pagamento nacionais para a versão completa do jogo), de divulgação e de suporte à comunidade.
Dofus, pra quem não conhece, é um RPG online cujas batalhas são por turnos e pelo sistema de grade, bem semelhante aos Final Fantasy Tactics e Disgaeas da vida. Ele é artisticamente impressionante, com visual de desenho animado e interface bem trabalhada. E o melhor: não parece ser sugador de vida, como alguns MMORPGs que algumas colaboradoras do Continue jogam religiosamente. Né, Suzana?
Eu sei, eu falo mal porque sou frustrado de nunca ter jogado.
Atrasei, tive vários imprevistos e adiei assunto, mas aqui estamos nós de novo, rumando ao PC Bacana!
Essa semana vamos falar sobre os monitores, as maravilhosas janelas por onde a gente vê o mundo digital. Monitores são um problema sério, pois se você escolher o errado poderá ter problemas tanto nos jogos quanto fisicamente. Vamos às comprasao guia depois do continue!