
Unanimidade: o maior defeito de Portal é que ele acaba. E rápido. Você termina e fica naquelas de querer jogar mais e mais e mais e mais, mas não tem. Claro, eventualmente teremos uma sequência oficial, mas enquanto isso a gente se vira com mods… que surpreendentemente não vieram em grandes quantidades. Quer dizer, o único map pack do qual eu ouvi falar foi aquele que convertia os níveis do Portal: The Flash Version para 3D.
Quem também notou essa “lerdeza” foi Nicolas Grevet, um francês com vontade de brincar de GLaDOS. Era Janeiro deste ano quando ele olhou pela janela, o dia estava bonito, e de repente reparou que, apesar das ferramentas existirem, ninguém estava fazendo nada muito fodão em termos de mod para Portal. Arregaçou as manguinhos e pôs-se a trabalhar em Portal: Prelude, que só viria a anunciar oito meses depois. Er… essa semana.
Prelude não é um simples pacote de fases novas. Ele tem uma história, que se passa antes do primeiro — em um tempo em que a inteligência artificial maníaca-homicida que todos amamos ainda era um projeto de otimização da Aperture Science –, e esta história, junto com as 19 novas câmaras de teste, acaba sendo maior do que a do primeiro jogo.
O download aind não está disponível, mas quando estiver você pode pegá-lo aqui. E depois do continue, um trailer. Huge Sucess!
Acho que é isso que chamam de combo, né? Quando um cara tem uma grande idéia, aí vem outro cara e usa aquela grande idéia para ter outra grande idéia. A primeira grande idéia, no caso, foi esta página onde você pode escrever os seus próprios avisos de morte de TF2 (como este que eu coloquei na imagem). E a segunda foi um maluco do Ubercharged.net usar isso para recontar o filme mais assistido do ano. EPIC WIN.
Aproveitando a viagem: esse Ubercharged.net é simplesmente o melhor blog de TF2 que eu conheço. Se você já joga, vai rir pra caramba e perder muito tempo da sua vida nele. Caso esteja pensando em começar, mas ainda não saiba porquê tanta gente gosta e se diverte tanto, é uma leitura igualmente recomendável.
Testei esses dias o Jam Legend, sitezinho que já havia sido mencionado aqui e que transporta a fórmula vencedora de Guitar Hero para a internet. Não é nem um pouco difícil descrever como funciona o brinquedo. Tanto que eu já o fiz. É só isso mesmo: jogabilidade de GH dentro do seu navegador (joga-se com os botões de F1 a F5 ou de 1 a 5 e o Enter serve como palhetada — sim, igual a Frets on Fire), com possibilidade de adicionar amigos e travar desafios pela melhor pontuação.
Entre as coisas que eu gostei estão a interface do site e a qualidade das músicas (tanto qualidade de áudio quanto a qualidade das compisções em si — as músicas que eu testei são bem legais). O componente social, como não poderia deixar de ser, é bem legal, apesar de simples. Deve ser bem divertido ter bastante amigos jogando.
Mas no fim, apesar de insistir que o site é divertido e vale a pena conhecer, eu achei mais coisas pra falar mal do que bem. Pra começar, não tem UMA música famosa. Sim, são legais, mas a graça de Guitar Hero era poder tocar um Bad Religion, um Ramones, um Hendrix… um jogo do estilo que não tem nenhuma música desse naipe já não começa empolgante. E mesmo as músicas que estão lá não estão bem organizadas. Eu tentei de todo jeito achar uma página que me mostrasse todas as músicas do site, mas parece que não existe. Eu só achava as mais populares, as mais tocadas etc.
Na hora do jogo, as notas não desciam “redondo”. Rolava um puta frame skip quase o tempo todo, de modo que a única maneira era se concentrar na batida da música pra acertar as notas na hora certa (que é o modo mais indicado mesmo, no fim das contas). Não chegou a atrapalhar quase nada, mas é um bug feio.
Se você quiser experimentar, o site é JamLegend.com. Ainda está em beta fechado, mas rola um esquema: acontece que semana passada eles liberaram acesso a todos os que tinham se cadastrado lá. E todo mundo pode convidar um amigo. O código do meu convite é 3022181a1c21987a. O primeiro que ler esse post pode usar esse código na hora de criar uma conta nova, aí é só clicar no link “Invites” no alto da página e copiar o código de lá pra postar aqui nos comentários, para que o próximo que quiser possa entrar.
Estou confiando que não vai ter nenhum espírito de porco egoísta aí para estragar a brincadeira, hein? ![]()

Buffy: A Caça-Vampiros: eu assisto. Odeio vampiros, com todas as forças (tanto que nem sou fã de Castlevania), mas por algum motivo eu gosto de Buffy. Quer dizer, eu não assisti na época, mas, por coincidência, estou assistindo agora. Estou no meio da segunda temporada, bem na hora que o Angel fica mau de novo e tal… Portanto, por favor, me poupem de spoilers nos comentários.
Por não ter assistido à série inteira ainda, eu não sei se o que dizem faz sentido: que o fim deixa coisas em aberto o suficiente para justificar o universo de um jogo massivo online. Tipo, com milhares de “Slayers”. O que eu sei que não faz o menor sentido é lançarem um MMO de Buffy agora, meia década depois da série ter terminado e ser esquecida.
Não era melhor fazer um de Heroes ou de Lost? Ou até mesmo, sei lá, de My Name is Earl? (Seria foda, diz aí! :D)
Segundos os relatos por aí, a característica mais diferentona do jogo vai ser o fato dele ser, na verdade, dois jogos integrados: um em 2D, em Flash, jogável pelo navegador mesmo, e outro “normal”, em 3D e tudo mais. Ambos já entrando em beta ainda este ano.
Do jeito que eu estou gostando da série, vou ser um dos primeiros na fila para jogar esse Buffy Online aí. Por pior que ele possa vir a ser.
[via Destructoid]
Spore está pronto, já tem milhares de jogadores criando monstrinhos fofos, bizarros ou pornográficos, e vai ser lançado em 07 de Setembro nos EUA e um pouco antes, no dia 5 de Setembro, na Europa e no Brasil, se podemos acreditar nas datas fornecidas pelas grandes lojas virtuais brasileñas.
Mas se você ainda não comprou, não se importa com versões galáticas ou caixas bacaninhas e quer mesmo é jogar desde o primeiro dia em que Spore estiver disponível, a Electronic Arts liberou, desde sexta-feira passada, a pré-venda por download do jogo. Você faz a compra na loja virtual da EA, e o jogo aparece no aplicativo EA Download Manager — programinha tipo Steam que já deve ter se instalado no seu micro, se você já baixou o Gerador de Criaturas — e a partir daí, você já faz o download de 99% dele. O 1% final chega no dia do lançamento.
Depois disso, é coisa de alguns minutos para você começar a evoluir seus monstrinhos e partir rumo à dominação da galáxia e ao extermínio da vida social. Vale lembrar que a versão disponível para download só roda no PC, enquanto a versão em disco é híbrida, ou seja, se você tem um Mac bonitão, pode jogar nele numa boa.
Um jogo como Battlefield Heroes, que tem o calibre da marca Battlefield, gráficos bacanas e diferentes, multiplayer online, e ainda por cima é GRÁTIS, é a fórmula perfeita pra atrair o interesse de milhões de gamers do mundo todo. Um lançamento stealth em modo beta fechado é fórmula perfeita pra passar a perna nesses milhares de gamers interessados.
É isso mesmo: a EA/DICE já colocou o jogo para funcionar, e já tem bastante gente jogando. Mas se você quiser participar, precisa rebolar. Em vez de apenas ir até o site, baixar o jogo, instalar e começar o fragfest, você precisa ficar de olho lá na página, esperando que a bondade divina se manifeste nos caras e eles distribuam uma mixaria de convites. E aí contar com a sorte de chegar a tempo de pegar um.
Sei lá, pra mim dá a impressão de que eles não estão fazendo questão que eu jogue. E se eles não fazem questão, eu também não faço. Minha esperança é que alguém tenha saco de acampar no site pra pegar um convite e depois possa me colocar pra dentro. Mas se não rolar nada disso, eu espero pacientemente até eles lançarem essa budega direito. Tenho bastante o que jogar até lá.
Essa mania de beta já foi longe demais.
A Valve soltou esta semana o pacote de atualizações do Heavy no Team Fortress 2, que contém um mapa novo, um modo de jogo novo e duas armas e um item novos para o Heavy, além de 35 novos Achievements. Um montão de coisas. Novas.
Mas a notícia mesmo é que, como de costume, por conta dessas atualizações a Valve liberou o jogo na faixa para quem quiser jogar nesse fim de semana. A partir de hoje até domingo você pode baixar o Steam e procurar lá o jogo para download. Normalmente ele pediria uma CD Key para ser ativado, mas não agora, então você pode jogar de boa até domingo.
Mas espere, não é só isso! Se você, leitor do Continue, quiser mais três dias de jogatina grátis, eu posso te ajudar. Ganhei um cupom de presente lá no Steam, que me permite convidar um amigo para jogar por três dias na faixa. Para ganhar, você precisa fazer o seguinte: a partir do primeiro minuto da segunda-feira (ou seja, depois que o período grátis da Valve expirar), você entra em contato comigo pelo Steam e me fala o que achou do jogo. Quem chegar primeiro, leva.
Meu perfil lá é este, então é só adicionar.
E, sério, depois de seis (ou mesmo três) dias grátis de TF2, eu duvido que você não desembolse míseros 20 dólares por toda essa diversão. A menos que você não os tenha, claro.
Criatividade é uma coisa linda mesmo, né? Os caras pegam um jogo como Team Fortress 2, jogam um Companion Cube, criam umas regrinhas diferentes, uns mapas mais adequados e de repente temos Weighted Companion Cube Soccer!
É exatamente o que você deve estar pensando: o time vermelho enfrenta o time azul na tarefa de atirar no coitado do Cubo até que ele estufe as redes passe pela trave de futebol de várzea do outro lado do campo. Um gol é um ponto, e quando o tempo acabar, quem tiver mais pontos ganha. Bem óbvio.
Legal é que cada classe já é automaticamente adequada para diferentes posições. O Scout é um ótimo atacante, já que consegue correr muito e levar a “bola” com tiros de shotgun, enquanto o Heavy obviamente dá um bom goleiro e os Pyros dão uma mão na zaga, incinerando os atacantes adversários. E os Snipers… bem, os Snipers são inúteis e odiosos, como sempre.
Quero jogar esse negócio!
[via Meio Bit Games]
Gamer que é gamer de verdade decora o seu computador com wallpapers temáticos. Como a gente sempre está ansioso ou empolgado com um jogo diferente, esses wallpapers costumam ter alta rotatividade. Pelo menos comigo e com outras pessoas que eu conheço é exatamente assim que acontece.
Então tive a idéia: vou compartilhar aqui os últimos cinco wallpapers bacanudos que eu arranjei, e convido os colegas gamers blogueiros a fazer o mesmo. Assim todo mundo aumenta a sua coleção, além de conhecer melhor os gostos de inclinações decorativas digitais do pessoal.

Um belo dia, o designer Cliff Harris, da semi-desconhecida (eufemismo?) produtora Positech Games, fez-se esta pergunta. Como não pudesse responder, o rapaz teve uma idéia de gênio, que nunca ninguém teve: perguntar! Fez um post no blog dele pedindo para que pessoas mandassem emails explicando porquê optaram por jogar versões piratas dos jogos da empresa dele em vez de comprar os originais.
Sem auto-justificativas, sem hipocrisia, apenas o motivo, claro e reto. Se fosse porque os jogos são ruins, que fosse dito. Se fosse porque são caros, que fosse dito. E assim por diante.
Vários sites resolveram publicar uma nota avisando sobre este post, de modo que Harris conseguiu uma enorme quantidade de respostas — algumas bem, er… notáveis. Então ele publicou os resultados (e também o que pretende fazer a respeito) aqui. Leia, é bem interessante.
Entre os maiores motivos estavam, claro, o preço, a comodidade e a própria qualidade dos games. Também houve aqueles que declararam simplesmente piratear por saber que não haveria consequências.
Ao contrário dele, eu não quero saber porquê você pirateia, caso você faça isso. Nós já falamos sobre pirataria neste e neste post, não estou interessado em iniciar outra discussão sobre o assunto. Fiz este post apenas porque me surpreendi de ninguém nunca ter feito isso (perguntar diretamente aos gamers), e da quantidade de repercussão que a história gerou.
[dica do leitor Álvaro Victor Cavalcanti, valeu!]