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#jogojusto

Archive for the ‘PC’ Category

[Post de leitor] Especial 15 anos Full Throttle

Por Guilherme Neto, do Multitap

[Não tenho nem palavras para descrever o meu orgulho, enquanto editor deste blog, por ter recebido este texto tão bacana do nosso leitor Guilherme Neto. Em troca, só posso pedir que acessem diariamente o blog dele, chamado Multitap, onde ele cobre as principais notícias do mundo online dos games -- Xbox Live, PSN e Steam. Valeu mesmo, Guilherme!]

Motos, gangues, bebidas e assassinatos são reunidos em um dos primeiros jogos onde todos os diálogos foram gravados por dubladores e cuja trilha sonora trazia músicas licenciadas de uma banda de verdade (The Gone Jackals). Assim era Full Throttle, game no estilo aventura “aponte-e-clique” lançado pela LucasArts em 1995. Seria injusto falar que este foi o primeiro game a apresentar alguma dessas características, mas convenhamos que, naquela época, tratava-se de uma junção bem incomum de temas e características para um game.

Em 30 de Abril de 1995, portanto quase 15 anos atrás, o game para DOS chegava às lojas nos Estados Unidos. A partir daí, pavimentou um caminho que o elevaria ao status “cult”. Full Throttle contou com a vantagem de ter sido desenvolvido pelo mesmo estúdio por trás de games como The Curse of Monkey Island, Day of the Tentacle, Maniac Mansion e The Dig, que inclusive compartilhavam a mesma engine (a famosa SCUMM). Esse era o décimo game a utilizar esse sistema e, contando com profissionais tão calejados, teve a vantagem de ter todo o seu potencial aproveitado ao máximo.

Full Throttle já estava em produção por um tempo quando Tim Schafer , um dos mais lendários designers da época de ouro da LucasArts, convidou Dave Grossman para ajudá-lo a escrever o script. Essa era o primeiro projeto que Schafer levava à frente sozinho, e o acúmulo de responsabilidades o levou a optar por um parceiro na criação da história. A ideia já estava formada, mas não havia ainda nenhuma cena ou diálogo escrito. Grossman já havia trabalhado à frente de games como Monkey Island 2 e Day of The Tentacle.

“Às vezes quando uma tarefa é muito grande é difícil escolher algo para começar. Tim percebeu que seria mais fácil para ele escrever se ele tivesse um rascunho para trabalhar em cima. Então ele me pediu para escrever um, o que eu fiz”, lembra Dave, em entrevista exclusiva a este repórter. Como Tim Schafer é a principal mente por trás de Full Throttle, é claro que também tentei contato com o designer durante várias semanas para falar sobre o game e confirmar diversas informações, porém sem sucesso.

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[Pré Mãos-nele] Alienware M17x


  • Nas categorias: Hardware, PC

Hoje mais cedo eu soltei uma imagem no nosso Twitter. Um teaser. A maioria acertou do que se tratava: um Alienware M17x. Mas todos erraram num detalhe: ele não é meu.

A Dell enviou esse brinquedinho de vários mil reais para que eu testasse por alguns dias. Como não quero fazer simplesmente um post-propaganda-babação-de-ovo gratuito, resolvi escrever este pré-post para perguntar a vocês: o que você gostaria de saber sobre a máquina? Quais são as suas curiosidades? O que vocês sempre quiseram perguntar para um dono de Alienware e nunca puderam?

Com base no que vocês comentarem nesse post, daqui a alguns dias eu escrevo um texto mais completo sobre a máquina, com as informações que vocês requisitarem, além dos detalhes que eu achar mais bacanas. Não será um teste muito aprofundado, já que eu não tenho vocação para a parte mais técnica da análise, mas pretendo deixar bem clara qual a sensação de ter um objeto de desejo como este.

E aí, o que manda?

[Resenha] Modern Warfare 2 (PC)


  • Nas categorias: PC, Resenhas

Acredito que na vida de cada jogador exista um jogo que muda tudo. Um jogo que altera toda a forma como você enxerga as coisas, ou ao menos algumas coisas. Um jogo que te impressione em mais aspectos do que os básicos gráficos/som/jogabilidade/fator replay. Pra mim, esse jogo foi Call of Duty 4: Modern Warfare[bb].

Antes dele, eu tinha um preconceito idiota contra jogos de tiro em primeira pessoa. Depois dele, eu praticamente virei um PC Gamer, e hoje jogo muito mais com o mouse do que com qualquer outro tipo de controle.

O primeiro Modern Warfare tem uma seleção de momentos absurdamente inesquecíveis, de modo que, mesmo eu não tendo gostado do multiplayer, ainda assim o considero um dos melhores jogos que eu já joguei, e o melhor FPS de guerra já criado.

Modern Warfare 2[bb] tinha uma puta expectativa para corresponder no meu coração. Eu tinha certeza que ele não conseguiria.

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Como você reagiu à “No Russian”?

Modern Warfare 2[bb] já está no mercado há alguns meses, e muitos de vocês já jogaram a campanha principal e agora acumulam níveis alegremente no viciante multiplayer. Mas aposto que você lembra que nem tudo nesse jogo pode ser descrito usando a palavra “alegremente”. Especialmente a terceira fase.

Narrando o evento mais importante da complicada trama do jogo sob um ponto de vista perturbador, “No Russian” não é importante apenas no que diz respeito à narrativa do jogo, mas também à psicologia de design dos games que jogamos. É um daqueles momentos dos games que você joga e não esquece jamais. A Infinity Ward é mestre em fazer esse tipo de momento.

Como cada jogador reage, instintivamente, de modo diferente aos acontecimentos daquela missão, eu quero propor essa conversa entre nós agora: como você reagiu à “No Russian”?

Spoilers daqui para frente.

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Steam de cara nova! Confira o que mudou (para melhor e para não-tão-melhor)


  • Nas categorias: PC

Eu lembro quando conheci o Steam, na casa de um amigo (@dooart), há uns três anos. Na época eu nem sabia o que era e pra que servia. Simplesmente vi aberto no computador dele e pensei “que programinha mais feio”. E desde aquele dia, o Steam pouco ou nada evoluiu em termos estéticos ou de interface. Até agora.

Ontem a Valve mostrou uma mais do que necessária renovação completa do seu programa/loja/gerenciador/portal mágico de ofertas imperdíveis.
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Há algumas semanas eu adquiri um Microsoft Sidewinder Mouse , de 319 reais. Quando vi o bonito mouse na prateleira, imediatamente me imaginei ownando todo mundo de Sniper e Scout em Team Fortress 2.

Hoje, várias horas de jogo(s) depois, posso dizer que não foi bem assim. Mas também não me arrependi de ter colocado a mão no equipamento.

Se você alguma vez considerou ou sonhou com a oportunidade de adquirir um mouse dedicado a games continue lendo, que eu vou falar um pouco sobre o meu e tentar dizer se vale a pena ou não.

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O patético sistema de crafting de Team Fortress 2

[Nota do Bracht: Eu ia deixar esse post "na geladeira" até que entrassem outros posts diferentes, pro blog não ficar tão puxado pro PC por tanto tempo. Mas o post é muito bom, então aturem só mais esse postzinho sobre TF2! ;P]

E, após um genial post do amigo Allec e um do chefe Bracht, trago a vocês mais um texto sobre Team Fortress 2. Sim, eu sei que aliena parte dos leitores, mas é tudo o que eu sei fazer. Isso e resenhas, enfim. Só que não é sobre atualizações, desta vez! Quero dizer, até é.

O último update, o WAR, introduziu o tão esperado sistema de criação de itens. “Finalmente”, pensei, “conseguirei ao menos UM chapéu para o meu Spy ou o meu Pyro”.  Desde a atualização do Spy e do Sniper temos um sistema de “drop” aleatório no jogo, incluindo os super raros e procurados chapéus que poucos têm a sorte de conseguir. E que são legais pra caramba, diga-se de passagem. Por esse e outros motivos, um sistema de criação seria mais que bem-vindo! Ou pelo menos era o que pensávamos.
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[Detonado] Steam: o que é, pra que serve, como funciona

Dia desses fizemos um post sobre Team Fortress, promoções do Steam, ou algo assim. Não lembro. Só lembro que, nos comentários, fiquei impressionado com o pedido de um leitor: ele queria entender o que era o Steam, o programa/loja/gerenciador de jogos da Valve.

Foi algo que me abriu os olhos. Só porque eu e a maioria das pessoas com quem eu tenho contato conhece o Steam como as palmas das suas mãos peludas, isso não significa que todo mundo nasça sabendo.

Por isso eu achei por bem atender ao pedido do nosso leitor e escrevi este guia completo sobre o Steam. Um detonado, por que não? Palavras não foram poupadas para que você possa aprender exatamente o que é e como usá-lo se ainda não conhece, ou talvez até descobrir uma ou outra coisa nova mesmo se já for usuário.

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[7 Testers] Visão geral de porquê eu gosto do Windows 7

Este é o último post da série 7 Testers. Nos últimos dois ou três meses eu fiz o possível para mostrar algumas das facetas do novo Windows 7 mais interessantes aos gamers. Nem sempre com sucesso em capturar o interesse de vocês, mas sempre com boa intenção. Agora é hora de terminar mais ou menos como começamos – com um apanhado geral do sistema em questão.

Conforme eu já tinha dito, o Windows 7 é mesmo a junção de tudo que era bom no XP com versões corrigidas de tudo que falhou no Vista, com uma camada de novidades para acompanhar.

Para exemplificar melhor, acho que nada vai ser tão bem-sucedido quanto uma listinha das coisas que eu mais gosto no sistema. Vamos lá.

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[7 Testers] Paciência!

paciencia

Se eu te perguntasse qual é o jogo eletrônico mais jogado no mundo inteiro, talvez você pensasse, sei lá, em Super Mario World ou Tetris. Mas na verdade estaríamos muito provavelmente falando de Paciência. Sim, Paciência. Aquele joguinho que você sempre vê os atendentes de repartições públicas jogando em vez de te atender.

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