“One love, rasta!” “C’mom! Test me! I’m so pumped!” “That’s how we roll!” “Wassap mai breda?” Se nenhuma dessas expressões fez o menor sentido, talvez você não tenha jogado GTA IV ainda. Esperando uma versão para PC, talvez? Sim? Então, sua hora chegou. Quer dizer… não ainda, mas quase.
Como era de se esperar, o arrasa-quarteirão Grand Theft Auto IV vai ganhar uma versão para PC. A Rockstar confirmou a informação e já deu a data do lançamento: 18 de Novembro nos Estados Unidos e 21 de Novembro na Europa.
Sam Houser, fundador da Rockstar Games disse em press release exatamente aquilo que esperaríamos ler em um press release: que toda a equipe está excitada com a nova versão e que o jogo está rodando muito bem no PC e que é ainda mais bonito e yada yada. Espero que isso signifique “com menos bugs do que nos consoles”. Ao que parece o jogo será produzido pela Rockstar North. Não há ainda informações sobre o preço e nem a configuração necessária para rodar GTA IV no PC.
[via Kotaku] - PS: Não entendeu a legenda? Clique na imagem!
Como amante da tecnologia da web, eu estou sempre ligado nas novidades deste front, além dos games. Mas legal mesmo é quando os dois se juntam. Hoje conheci dois sites novos bem interessantes (em teoria) para os gamers.
O primeiro é o JamLegend, cujo “trailer” está acima. O site se propõe a ser o Guitar Hero/Rock Band online oficial dos pobres, lugar hoje ocupado pelo freeware Frets of Fire. Mas ser grátis não é o único atrativo do JamLegend, que também é cheio de funções sociais, para tornar divertida a jogatina entre amigos, e se proclama uma plataforma fácil para qualquer banda, de qualquer parte do mundo, colocar as suas músicas de forma jogável.
Se é tudo isso mesmo eu não sei, porque o site ainda está em beta fechado (dá pra entrar colocar o seu email na home e pegar um lugar na lista de espera por uma vaga no Beta). Mas me parece ter bastante potencial.
O segundo é o MyGameMug, que já está aberto ao público. Você entra e, antes mesmo de fazer o seu cadastro, já pode se submeter ao teste para saber que tipo de gamer você é (eu sou o Helping Hand). Mas o objetivo do teste — e do site — não é um mero testezinho egocêntrico. Muito pelo contrário. Com o resultado do seu teste, o site te mostra uma lista de pessoas legais, compatíveis com o seu estilo de jogo e com o que você gosta numa experiência de jogo online, para que você encontre novos companheiros de jogo — se tudo der certo, melhores do que os atuais. O divertido vídeo de apresentação eu coloquei depois do continue, por questões puramente estéticas. Pode não ser útil para quem só curte jogar com brasileiros, por exemplo, mas é um site interessante.
Ou pelo menos essa é a impressão que eu tive ao ler as declarações do veterano John Carmack, criador da série Doom e co-fundador da id Software, na QuakeCon desse ano. A festa organizada pela id e seus parceiros é o palco onde Carmack e outros executivos e desenvolvedores apresentaram ao mundo as novidades de seus jogos em desenvolvimento e títulos futuros. Tipo um stand da E3, mas bem maior e mais legal.
Logo na abertura do evento o chefão da Id, Todd Hollenshead anunciou oficialmente o já “informalmente anunciado” Doom IV. O jogo está num estágio bem inicial de desenvolvimento e ao que parece ninguém lá na Id tem uma idéia clara de qual será o enredo. Mas Todd garantiu que os fãs não vão se desapontar pois o jogo preservará os elementos clássicos da série: “armas grandes, demônios, muito sangue e vísceras”.
A logomarca do jogo foi mostrada no evento e por enquanto não tem um número quatro de nenhum tipo nem um subtítulo. Segundo Hollenshead, a equipe ainda está pensando no assunto. Na verdade, o presidente da Id Software não tinha muito o que revelar sobre o novo Doom, exceto o que já se sabe, que o game de tiro utiliza a engine proprietária Id Tech 5. A mesma de outro projeto da empresa, o FPS Rage.
E é aí que entra John Carmack na história. O criador de Doom e diretor técnico da Id falou abertamente sobre as diferenças entre Rage e o novo Doom. De acordo com ele, mesmo que os dois jogos estejam em desenvolvimento paralelo e vão chegar às lojas na mesma época, quando as pessoas virem o quarto Doom rodando, vão pensar que é um jogo construído numa outra engine. O jogo vai exigir três vezes mais desempenho de máquina do que Rage, afirmou Carmack. Tanto é que ele vai rodar a 30 frames por segundo, contra os 60 de Rage.
John Carmack já avisou também que assim como Rage, o jogo será multiplataforma, mas diferente deste, Doom terá diferenças entre a versão de PC e a dos videogames. Carmack ressaltou: “quando o próximo Doom chegar aos consoles, o PC estará anos-luz à frente. O novo Doom vai ser desenvolvido com a próxima geração de tecnologia gráfica”.
Embora a Id Software tenha aproveitado a QuakeCon para deixar claro que não levará outro ciclo de quatro anos para produzir o próximo Doom, quando questionado sobre a data de lançamento, Carmack disse apenas que o jogo só sai quando estiver pronto.
Prevejo problemas. Peggle no PC tem um grau de vício semelhante a BIS de nicotina, mas você eventualmente precisa parar de jogar. Para ir ao banheiro, para comer, para ver se o sol já saiu. Enfim, há coisas que você simplesmente não consegue fazer em frente a um PC — logo, há coisas que você não pode fazer sem parar de jogar Peggle.
Mas a mente humana é maligna. Em um ato que claramente visa a extinção da humanidade, a PopCap Games anunciou que planeja uma versão do insalubre joguinho para o portátil da Nintendo. E mais do que isso: sabe quem está a cargo dessa nova versão? A Q Entertainment, empresa do superbacana Tetsuya Mizuguchi. Como eles não fazem serviço pela metade, já anunciaram que o jogo terá características que Peggle nunca teve. E sabendo que a Q já fez outras coisas ridiculamente viciantes nos portáteis (Lumines no PSP e, o meu favorito, Meteos no DS), é suficiente para termos quase certeza que esse Peggle não vai prestar. No bom sentido, é claro.
Mas sério, gente, isso vai dar merda. Preparem-se para ver pessoas com seus DS Lite abertos em todos os lugares. Comendo, dormindo, vendo se o sol já nasceu, sim, mas também comprando caldo de cana na feira, saindo de cueca do provador da C&A, atrás do balcão do Burger King, descarregando caminhões de mudança, fazendo apresentações de slides em reuniões de negócios e escrevendo posts. Principalmente escrevendo posts. Para o Continue.
Terceiro trimestre de 2008.
[via Kotaku]

Este é só um trechinho do texto genial que me foi passado ontem pelo meu grande amigo Julio Bassi (que também atende pela alcunha de Imperial°Spirit):
Sempre que você vir ‘jogos casuais’ nas notícias, simplesmente troque a palavra ‘casuais’ por ‘retardados’ e você verá como ela realmente é percebida pela indústria. “Há uma explosão de jogos casuais!” deve ser traduzido para “Há uma explosão de jogos retardados!”. “EA Casual Games Division” realmente é traduzido para “EA Retard Games Division”. “Por que você está chamando jogadores casuais de retardados!?” rosna um leitor.
Eu não estou. Estou dizendo que a indústria hardcore é quem pensa assim. Para eles, ‘casual’ é apenas uma forma de dizer ‘bobo’.
O texto foi escrito (muito bem escrito, diga-se de passagem) por um cidadão chamado Sean Malstrom em seu site/blog pessoal e comenta sobre a estratégia da Nintendo para conquistar novos jogadores e como suas atitudes vêm sido erroneamente interpretadas pelos analistas, third parties, jornalistas, a indústria como um todo e até VOCÊ, gamer hardcore.
Não poderia ter vindo em momento mais oportuno, já que todos ainda estamos perplexos com a falta de atenção aos games “não-casuais” na conferência da Nintendo para a imprensa na E3. Recomendado pra todo mundo que se pergunta quais serão os próximos passos tomados pela Nintendo e àqueles que acham que nunca mais terão um Zelda ou um Metroid de verdade.
Depois de clicar no continue, você vai descobrir porquê os jogos de empresas como a Big N e a Blizzard reúnem mais fãs que as demais, a verdade por trás da estratégia do blue ocean da Nintendo, a causa do fracasso nas tentativas de outras produtoras de embarcar no sucesso do Wii e, principalmente, porquê o Zelda mais hardcore de todos os tempos pode ser só uma questão de tempo.
Antes de prosseguir, apenas um aviso: o texto a seguir é um dos mais geniais já publicados no Continue. Mas também é um dos maiores, senão o maior.

A box art é bonitona, mas o legal mesmo é o trocadalho. Dá pra entender de tantas maneiras diferentes! ![]()
Aliás, o Continue nunca falou de Left 4 Dead, né? Pra falar a verdade, eu nem sabia muito bem do que se tratava até ver essa box art ontem e me informar. O que eu descobri me deixou animado: é um jogo de sobrevivência, focado em co-op entre quatro pessoas que tentam sobrevivem numa cidade infestada de zumbis. Resident Evil + Dead Rising
+ Counter-Strike
= Left 4 Dead.
Tem muita gente ansiosíssima por esse jogo, e eu acho que acabei de me tornar mais um.
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Alguns executivos da Microsoft podem pensar que a consolidação da Xbox Live foi a coisa mais importante dessa geração de consoles, mas para mim, a maior contribuição do Xbox ao mundo dos videogames são as famigeradas Conquistas.
A busca por mais uns pontinhos, por superar algum desafio insano em troca de um novo ícone no perfil do jogador é uma atividade viciante e sensacional — em parte por ser tão simples. E até que demorou para ser copiada. É justamente pela cópia que você mede a importância das inovações nessa indústria dos jogos eletrônicos. Controle com botões nos ombros? Todo mundo copia. Vibração no controle? Quem tirou se arrependeu e pôs de volta. Bonequinhos para representar o jogador? Demorou, mas os consoles que não têm já estão trabalhando nisso. Copiar as inovações é algo natural num ambiente tecnológico. É um sinal claro de que aquela novidade deu certo.
Primeiro foram os Trophies do PlayStation 3, recém-lançados e ainda engatinhando. Agora é a vez do portátil PSP e do MMORPG World of Warcraft desbloquearem suas próprias Conquistas!
Sabe o Lukaz, do Covil do Dragão? Ele vive comentando aqui e tal. Sim, sim, ele mesmo! Lembrou, né? Sabia que ele é um cara muito bacana? Pensando em todos os fãs de Diablo III que podem não ser tão proficientes na língua americana, ele juntou alguns os seus amigos do Battlenerds e legendou junto com eles os vídeos que mostram a jogabilidade do jogo recém-anunciado pela Blizzard. Em português. Do Brasil!
O mais legal é que ele mandou pro Continue primeiro, se declarando “fã do blog”. Pô, valeu. A gente não merece. Ainda mais depois de ter esquecido de publicar nos últimos dois dias!
Como antes tarde do que nunca, ali em cima você confere a parte um do vídeo. Depois do continue, a continuação. (Rá!)
E quero aproveitar pra pedir um favorzinho a você, leitor esperto. Me explica por que exatamente Diablo é tão legal assim? Eu nunca joguei, mas me parece tão… “anda, clica pra bater, usa magia pra curar, repete”. Tão Ragnarok Online. Deve ser divertido, mas não entendo como algumas pessoas podem ser tão apaixonadas. Quero entender.
A Blizzard é foda. Onze anos depois de praticamente criar o subgênero “RPG de ação” e oito anos depois de lançar aquele que eu considero o jogo mais top de todos, finalmente oficializou a terceira continuação da série Diablo. Já se suspeitava de algo assim vinha por aí desde que a produtora anunciou vagas para um novo projeto envolvendo o time responsável pelos jogos Diablo anteriores. Mas em se tratando da Blizzard, eu só acredito nos rumores quando a própria se manifesta. E no último sábado, dia 28 de junho, foi isso que aconteceu.
O maior clássico do hack’n’slash está de volta e você pode conferir tudo aqui no Continue. Mais detalhes e mais um (longo) vídeo estão à espera de quem clicar para ler o resto do texto. A gente pode até não postar primeiro, mas faz o possível para postar melhor!
O Argus me enchia o saco pra eu baixar o Criador de Criaturas do Spore. Eu não queria. Sei lá, achava basteira perder tempo baixando e instalando um pedaço de um jogo que eu provavelmente já iria comprar inteiro de qualquer jeito. Mas como eu não resisto a uma boa interface, no fim cedi, baixei. E fiquei me achando o maior paspalho depois, por quase ter perdido toda essa diversão. Mas quem iria adivinhar que simplesmente ficar criando uns bichos esquisitos renderia tanto entretenimento?
Depois do continue eu falo mais sobre o que achei do “jogo” e você ainda aproveita para conhecer a edição especial que vai chegar ao Brasil (caso ainda não tenha ficado sabendo).