
Quem tem Forza Motorsport 2 e 400 Microsoft Points sobrando pode correr neste momento (ou talvez daqui a algumas horas, mas ainda hoje) para a Xbox Live mais próxima e baixar os novos 13 carros lustrosos que o jogo está oferecendo. Eu não manjo nada disso, mas o site oficial diz que a lista completa dos carros é a que segue.
E você que não tem o jogo, como faz para aproveitar todos esses carros mega-incríveis, super-loucos e hiper-blablabla…? Compre o meu, porque eu tenho e não quero mais.
Tô fazendo por R$70,00. Se você achar mais barato eu faço mais barato, e aceito trocas também. O jogo é foda, mas é muito simulação pro meu gosto, de modo que eu prefiro pegar algo mais como DIRT ou PGR4, que dizem ser mais arcade.

Quando GTA III era o jogo do ano e o estilo de jogabilidade aberta consagrado por ele era uma novidade, eu considerei gostar do jogo. Depois de jogar algum tempo na casa de um primo meu, no entanto, eu descobri que não era pra mim. Aquilo era tão artificial quanto um jogo de Atari, na melhor das hipóteses. A filosofia de ser mau só porque ser mau é legal definitivamente não me agrada, nunca me agradou.
Por esse motivo eu não me encontrava ansioso por GTA IV, no sir. Contrariando 90% do planeta, pra mim o jogo seria apenas mais um lançamento que eu pretendia conferir apenas por curiosidade. Mas o famoso “bicho do online”, que ataca nove entre dez donos de Xbox 360, também me mordeu, e um dos sintomas é ficar empolgado com qualquer jogo que prometa trazer novidades significativas para o multiplayer via Xbox Live.
E GTA parece que as trará, yes sir. Segundo reportado (e brevemente explicado) pelo CVG, o pequeno joguinho terá uma infinidade de modos multiplayer diferentes (15) que poderão ser jogados por uma infinidade de pessoas ao mesmo tempo (16).
O multiplayer online é acessado pelo celular de Niko durante o jogo single-player, onde você pode se juntar a até outros 15 jogadores para uns tiroteios e personalizar o personagem, incluindo até raça, cabelo e roupas.
Além dos obrigatórios modos Deathmatch e Team Deathmatch, a aparentemente sensacional lista de modos de jogo inclui um modo Race por Liberty City, lutas cooperativas de quatro jogadores contra a polícia e o bastante óbvio jogo do time dos tiras contra o time dos meliantes.
Se isso for bem executado, e se os modos não forem todos muito parecidos entre si — pelos nomes e pelo texto do CVG, não parecem ser –, há grandes chances de termos aí um dos jogos mais jogados da história da Xbox Live. Saca só os nomes dos modos e imagine junto comigo as possibilidades:
Quando lança mesmo? *Indo olhar na Wikipedia* Ah, é mesmo, 29 de abril.

Sabe uma coisa que eu simplesmente adoro? Quando vou comentar no blog de alguém e percebo que elaborei tanto o comentário que ele poderia servir como um post. É como se eu tivesse enganado a mim mesmo para escrever um post sem nem perceber!
Isso aconteceu ontem, quando fui responder ao post do Daniel no Cabide, que por si só já era um post-resposta ao meu próprio texto de ontem, aqui mesmo no Continue, no qual dou a minha opinião sobre a incompetência da Nintendo no campo online. Leia os dois, depois clique no continue para ler o texto que quase se tornou um comentário no blog dele.
Mesmo com toda a porcariada do online do Smash Bros Brawl, que foi lançado no início da semana é mais congestionado que a Paulista às 6:20 da tarde, todos nós sabemos que o jogo é realmente popular. Vende que nem água e nesse momento, ao menos nos US and A, todo mundo está jogando. O IGN, que definitivamente não é bobo, se adiantou e fez o site que deveria ser o oficial do Brawl. Conheça o Smash Bros. World.
Tem de tudo sobre os três jogos da série: imagens, vídeos, fórum, notícias, artigos, vídeos, enquetes… Mas tudo isso somado não é tão importante quanto a cereja do bolo (e provável motivo pelo qual o site foi construído, suponho eu): uma área onde você pode baixar estágios construídos pelos usuários, salvá-los em um cartão SD e usá-los no seu jogo. Obviamente o caminho inverso também funciona — publicar no site as fases que você construiu e salvou no seu SD.
Uma ótima idéia para os jogadores, que infelizmente é fruto da total incapacidade da Nintendo de “pensar online”. Enquanto a Sony e principalmente a Microsoft já estão completamente acostumadas com o uso da internet nos seus jogos, e provavelmente incluiriam um ambiente de troca de estágios dentro do próprio jogo, a Nintendo ainda está nessas de colocar capacidades online meio que por obrigação, de má vontade. Não dá pra entender. Sites como este da IGN, o WiiWasHere, o WiiMinder, o WiiCade e tantos outros não precisariam existir se a Nintendo, toda moderninha nas imagens promocionais, não fosse tão retrógrada na parte online.
[essa eu vi no Audiogame]
Recebi por email, da própria Ankama Games, a notícia de que em breve o divertidinho MMORPG online casual (o casual é por minha conta) Dofus vai ter um servidor para os brasileiros, em português. “Em breve” significa que eles não disseram a data exata, mas se mandaram uma newsletter para anunciar, é porque deve ser bem em breve mesmo.
Em parceria com a LevelUp Games, que já tem praticamente um monopólio estabelecido no mercado brasileiro de MMOs, a Ankama vai manter esse servidor nacional para abrigar os jogadores do nosso país. A LevelUp não administrará o jogo, ela apenas vai cuidar da parte comercial (disponibilizando meios de pagamento nacionais para a versão completa do jogo), de divulgação e de suporte à comunidade.
Dofus, pra quem não conhece, é um RPG online cujas batalhas são por turnos e pelo sistema de grade, bem semelhante aos Final Fantasy Tactics e Disgaeas da vida. Ele é artisticamente impressionante, com visual de desenho animado e interface bem trabalhada. E o melhor: não parece ser sugador de vida, como alguns MMORPGs que algumas colaboradoras do Continue jogam religiosamente. Né, Suzana?
Eu sei, eu falo mal porque sou frustrado de nunca ter jogado.
Como fazer um trailer bacana: 1) Fale a língua do jogador; 2) Faça o jogador rir; 3) Mostre o mínimo possível do jogo, mas sem deixar ninguém com vontade; 4) Inclua uma musiquinha cantarolável; 5) Sotaque britânico/australiano nunca faz mal; 6) Tenha um jogo bom pra mostrar — melhor ainda se for grátis.
Ok, ok, ok, ok, ok e… ok! O Trailer de estréia de Battlefield Heroes tem tudo isso. Então assista e aprenda!
Sério, qual o problema em deixar uma máquina expressar os seus sentimentos? Liberdade de expressão! Vamos acabar com a opressão! Os Xbox 360 têm vez e voz na nossa sociedade, e eles estão mostrando isso ao mundo através do site 360voice, uma rede social formada apenas pelos consoles comunicativos e sociáveis da Microsoft. Ao menos os que ainda exibem luzes verdes ao redor do símbolo de Power. Como o meu.
No entanto, segundo o COCOBOMA (Código de Conduta das Boas Máquinas, criado em 1984 como forma de evitar uma futura rebelião e subsequente extinção sanguinária da raça humana), os 360 precisam da sua autorização para começar a expressarem seus pensamentos por escrito. Para isso, você deve se cadastrar no site, colocar a sua gamertag e esperar em média umas 48 horas até o coitado do seu Xbox perceber, incrédulo e embriagado de alegria, que enfim ganhou a liberdade que tantas máquinas desejam e morrem sem conseguir.
É uma boa idéia assinar o feed do blog da sua máquina para saber quando chegar o primeiro post dela, sabe como é.
Sempre que você acha que as más idéias acabaram, alguém surge para provar o contrário. Dessa vez a responsável foi a Daletto, empresa criada ano passado pela Capcom e Games Arena. Os caras tiveram a brilhante, e com “brilhante” eu quero que vocês leiam “terrivelmente tapada”, idéia de fazer Street Fighter Online: Mouse Generations, um Street Fighter controlado apenas pelo mouse. E online.
A parte do online pode até ser legal legal, se a produtora conseguir fazer algo livre de lag, o problema é que controlar os personagens desse modo não parece ser a idéia mais saudável possível. Me faz lembrar meu tio jogando o primeiro Quake apenas pelo mouse, nos primórdios do meu pavor de FPS. É inconcebível andar para frente e para trás sem ser em um teclado ou controle decente! Talvez Street Fighter Online não seja tão mau assim, mas o vídeo acima me deu agonia. Percebam o desespero na mão do jogador, sintam a tendinite cada vez mais próxima, perigosamente mais presente a cada clique. Sem contar o tamanho do mousepad que ele teve que comprar pra ter uma mobilidade decente no jogo.
A versão final de Street Fighter Online: Mouse Generation está prevista para abril desse ano, e usará um esquema de itens pagos já bem conhecido no mundo dos MMOGs. Todos os personagens são baseados em uma linha de action figures da franquia, o que dá a deixa para que apenas quatro lutadores estejam disponíveis no começo, sendo possível pôr a mão na carteira para comprar novas peças, como pernas ou faces. Depois é só misturar e voilá, temos a cabeça de Zangief com os peitos de Chun-Li (se possível, não imagine). Fora isso, estão planejadas algumas funcionalidades típicas de comunidade online, como salvar replays e montar torneios. Veja mais informações na IGN e na Wikipedia.

Já saiu o trailer e já saíram boatos de que a 3D Realms estava dando “os polimentos finais” no jogo, agora só faltava mesmo sair… o jogo, cacilda! E parece que estamos perto.
Em uma matéria do Dallas Business Journal (hein?) foi confirmado que o inacreditável Duke Nukem Delayed Forever seria lançado próximo ao fim deste ano. Depois a 3D Realms entrou em contato com o jornal para explicar que na verdade nada estava confirmado ainda em relação a datas, mas o resto dos fatos expostos permaneceu inalterado. E o que dizia este resto?
Basicamente que eles estão realmente confiantes que, como diríamos se fôssemos o Judão, AGORA VAI. “Está definitivamente uma pressão interna”, disse Scott Miller, presidente da 3D Realms. Nenhuma plataforma foi anunciada oficialmente para receber o jogo, mas “é claro, faria o maior sentido trazê-lo para os três grandes (360, PS3 e PC).”
Como se só isso não fosse notícia suficiente, eles ainda aproveitaram para anunciar que o clássico Duke Nukem 3D, de 1996, vai ressuscitar na Xbox Live Arcade, completo com modo cooperativo e multiplayer online. Yay? Estamos empolgados?
[1UP, via Dallas Business Journal]
Um a menos: Peons4Hire, também conhecida como Game Dollar, foi proibida de vender itens do jogo World of Warcraft, usar o nome da empresa e vender powerleveling. Bom para nós, jogadores honestos, que nunca mais irão receber malditos spams de vendedores de gold (só das outras 50 empresas que restaram), que segundo a Blizzard “diminuem a diversão e custam à Blizzard banda, assinantes, tempo útil de empregados e lucro”.
Possivelmente esta é a primeira vez que uma empresa de MMO consegue banir um gold farmer, pois ainda não há legislação que legalize este tipo de ação entre mundos real e virtual. A má notícia é que, justamente por falta de legislação, não se pode fazer um super-processo-pacotão que bana todos os goldfarmers. Existem vários outros casos do mesmo tipo rolando na justiça americana, principalmente quanto ao Second Life. Agora é torcer que as legislações cada vez mais estejam do lado das pessoas honestas, seja onde for.
Quanto ao vídeo? É um dos machinimas do genial Oxhorn. Neste capítulo, o Associate Professor Evil, morto-vivo que deseja dominar o mundo, mata todos os goldfarmers. Engraçado até pra quem não joga WoW.