Como amante da tecnologia da web, eu estou sempre ligado nas novidades deste front, além dos games. Mas legal mesmo é quando os dois se juntam. Hoje conheci dois sites novos bem interessantes (em teoria) para os gamers.
O primeiro é o JamLegend, cujo “trailer” está acima. O site se propõe a ser o Guitar Hero/Rock Band online oficial dos pobres, lugar hoje ocupado pelo freeware Frets of Fire. Mas ser grátis não é o único atrativo do JamLegend, que também é cheio de funções sociais, para tornar divertida a jogatina entre amigos, e se proclama uma plataforma fácil para qualquer banda, de qualquer parte do mundo, colocar as suas músicas de forma jogável.
Se é tudo isso mesmo eu não sei, porque o site ainda está em beta fechado (dá pra entrar colocar o seu email na home e pegar um lugar na lista de espera por uma vaga no Beta). Mas me parece ter bastante potencial.
O segundo é o MyGameMug, que já está aberto ao público. Você entra e, antes mesmo de fazer o seu cadastro, já pode se submeter ao teste para saber que tipo de gamer você é (eu sou o Helping Hand). Mas o objetivo do teste — e do site — não é um mero testezinho egocêntrico. Muito pelo contrário. Com o resultado do seu teste, o site te mostra uma lista de pessoas legais, compatíveis com o seu estilo de jogo e com o que você gosta numa experiência de jogo online, para que você encontre novos companheiros de jogo — se tudo der certo, melhores do que os atuais. O divertido vídeo de apresentação eu coloquei depois do continue, por questões puramente estéticas. Pode não ser útil para quem só curte jogar com brasileiros, por exemplo, mas é um site interessante.

A Sony do Japão comunicou à imprensa que realizará um teste beta fechado de seu mundo virtual, a PlayStation Home. O beta terá a participação de 10.000 proprietários do PS3 japonês e deve começar no final de agosto. Há rumores de que em um momento posterior o teste se extenderá ao ocidente e a Home passará a operar como um beta permanente, de forma similar ao que acontece com o Gmail, por exemplo.
A novidade agora é uma das novas funções da Home: graças a uma parceria da Sony com a Namco Bandai, os participantes terão acesso à diversos jogos clássicos da desenvolvedora, como Galaga, Dig Dug, Xevious e Pac Man, direto em máquinas de fliperama disponíveis na Home. Além dos jogos clássicos da Namco, foram confirmados arcades baseados em Echochrome e em outros lançamentos da Sony para a PSN e PSP.
Podemos esperar por rankings online dos melhores jogadores, com certeza. E não, não sabemos se o fliperama é liberado ou se tem que comprar ficha!
[via IGN]

A Rockstar colocou no ar o site oficial do novo jogo da série Grand Theft Auto. Anunciado durante a conferência da Nintendo na E3 2008, GTA Chinatown Wars é o primeiro jogo da série para o portátil Nintendo DS.
O site não revela nada ainda, mas lá está a marca Nintendo Wi-Fi Connection, ou seja, o jogo da Rockstar terá suporte à rede online do portátil. Podemos esperar por partidas multijogador a lá GTA IV ou quem sabe partidas cooperativas?
O jogo também tem como novidade uma nova engine gráfica que permitirá reproduzir no portátil da Nintendo os ambientes abertos característicos da controversa série Grand Theft Auto.
[via UOL Jogos]

Este é só um trechinho do texto genial que me foi passado ontem pelo meu grande amigo Julio Bassi (que também atende pela alcunha de Imperial°Spirit):
Sempre que você vir ‘jogos casuais’ nas notícias, simplesmente troque a palavra ‘casuais’ por ‘retardados’ e você verá como ela realmente é percebida pela indústria. “Há uma explosão de jogos casuais!” deve ser traduzido para “Há uma explosão de jogos retardados!”. “EA Casual Games Division” realmente é traduzido para “EA Retard Games Division”. “Por que você está chamando jogadores casuais de retardados!?” rosna um leitor.
Eu não estou. Estou dizendo que a indústria hardcore é quem pensa assim. Para eles, ‘casual’ é apenas uma forma de dizer ‘bobo’.
O texto foi escrito (muito bem escrito, diga-se de passagem) por um cidadão chamado Sean Malstrom em seu site/blog pessoal e comenta sobre a estratégia da Nintendo para conquistar novos jogadores e como suas atitudes vêm sido erroneamente interpretadas pelos analistas, third parties, jornalistas, a indústria como um todo e até VOCÊ, gamer hardcore.
Não poderia ter vindo em momento mais oportuno, já que todos ainda estamos perplexos com a falta de atenção aos games “não-casuais” na conferência da Nintendo para a imprensa na E3. Recomendado pra todo mundo que se pergunta quais serão os próximos passos tomados pela Nintendo e àqueles que acham que nunca mais terão um Zelda ou um Metroid de verdade.
Depois de clicar no continue, você vai descobrir porquê os jogos de empresas como a Big N e a Blizzard reúnem mais fãs que as demais, a verdade por trás da estratégia do blue ocean da Nintendo, a causa do fracasso nas tentativas de outras produtoras de embarcar no sucesso do Wii e, principalmente, porquê o Zelda mais hardcore de todos os tempos pode ser só uma questão de tempo.
Antes de prosseguir, apenas um aviso: o texto a seguir é um dos mais geniais já publicados no Continue. Mas também é um dos maiores, senão o maior.

Vamos ver umas mãos aí no ar. Quem de vocês já jogou ou viu um jogo com um modo de criação de fases? Nossa, quanta gente! E quem já sentou a bunda na cadeira e criou realmente uma fase, levando a sério? Só isso? É, imaginei. São pouquíssimos os jogos que realmente te fazem ter vontade de criar algo dentro dele e compartilhar. Por vários motivos, desde um editor não tão bacana até uma comunidade muito pequena de jogadores para apreciar a sua criação. Incentivar os jogadores a investir o seu tempo criando algo dentro do jogo ao invés de curtir as criações dos outros é um desafio e tanto para um estúdio.
Mas o Media Molecule sabe como dar esse incentivo. Grana, é claro! Em LittleBigPlanet você poderá criar um estágio e submetê-lo à avaliação deles. Se eles julgarem a sua criação bacana o suficiente para ser comercializada, ela poderá ser vendida dentro do jogo e você passa a ganhar dinheiro em cima dos playboys trouxas seus colegas gamers que resolverem incentivar monetariamente a criação de conteúdo original pela comunidade.
Depois que essa notícia foi divulgada no Edge-Online, pessoas começaram a se preocupar. Eu mesmo me preocuparia, afinal, a gente quer é conteúdo gratuito, certo? Não se preocupe, questionada pelo Eurogamer, a Sony esclareceu a situação com a seguinte declaração: “todo conteúdo criado pelos usuários será gratuito no lançamento”.
Ah, Sony, Sony, sua espertinha! Com isso você quer dizer “comprem logo porque depois o negócio vai começar a ser cobrado”, né? Espertinha!
De qualquer modo, como já foi esclarecido, esse lance de pagar por fases criadas pelos usuários só se aplica àquelas criações mais geniais, escolhidas a dedo pela Media Molecule. Os estágios em forma de pênis serão grátis para sempre, não se preocupe.
[via EvilAvatar]

A box art é bonitona, mas o legal mesmo é o trocadalho. Dá pra entender de tantas maneiras diferentes! ![]()
Aliás, o Continue nunca falou de Left 4 Dead, né? Pra falar a verdade, eu nem sabia muito bem do que se tratava até ver essa box art ontem e me informar. O que eu descobri me deixou animado: é um jogo de sobrevivência, focado em co-op entre quatro pessoas que tentam sobrevivem numa cidade infestada de zumbis. Resident Evil + Dead Rising
+ Counter-Strike
= Left 4 Dead.
Tem muita gente ansiosíssima por esse jogo, e eu acho que acabei de me tornar mais um.
Há males que vêm para o bem, já diz o ditado. E é verdade! Quando o polêmico e adorado Jeff Gerstmann foi sumariamente dispensado de seu emprego no GameSpot, não demorou muito para surgir o blog Giant Bomb. Era um blog simples, até mais simples do que o Continue em termos de layout. Tinha um podcast e reviews muito bem feitos (marca registrada de Jeff). E os posts ultrapassavam 500 comentários com facilidade.
Só que o blog era só fachada, só um lance provisório até que eles lançassem o verdadeiro Giant Bomb. E isso aconteceu ontem.
É um site que eu só consigo caracterizar como “muito foda”. Continua tendo os posts do blog — e muitos mais virão –, mas agora é um site completo. Muito mais que um site, é um imenso banco de dados colaborativo. Todas as séries (ex: Final Fantasy), jogos (ex: Final Fantasy XIII), plataformas (ex: Xbox 360), personagens (ex: Cloud Strife), lugares (ex: Midgar), objetos (ex: Sword) pessoas (ex: Hironobu Sakaguchi) e conceitos (ex: Pontos de Experiência) têm suas próprias páginas, interligadas entre si. Também há páginas para vídeos, screenshots, box arts, empresas, publishers, designers e até para a entidade onipresente conhecida como hambúrger.
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Alguns executivos da Microsoft podem pensar que a consolidação da Xbox Live foi a coisa mais importante dessa geração de consoles, mas para mim, a maior contribuição do Xbox ao mundo dos videogames são as famigeradas Conquistas.
A busca por mais uns pontinhos, por superar algum desafio insano em troca de um novo ícone no perfil do jogador é uma atividade viciante e sensacional — em parte por ser tão simples. E até que demorou para ser copiada. É justamente pela cópia que você mede a importância das inovações nessa indústria dos jogos eletrônicos. Controle com botões nos ombros? Todo mundo copia. Vibração no controle? Quem tirou se arrependeu e pôs de volta. Bonequinhos para representar o jogador? Demorou, mas os consoles que não têm já estão trabalhando nisso. Copiar as inovações é algo natural num ambiente tecnológico. É um sinal claro de que aquela novidade deu certo.
Primeiro foram os Trophies do PlayStation 3, recém-lançados e ainda engatinhando. Agora é a vez do portátil PSP e do MMORPG World of Warcraft desbloquearem suas próprias Conquistas!
Não é de hoje que se fala em um novo RPG online ambientado no universo de Star Wars. Mas um jogo bom mesmo, que honre o nome que carrega, e não outro Star Wars Galaxies.
E hoje, para a alegria dos fãs da saga espacial de George Lucas, John Riccitielo, o Imperador Palpatine o presidente da Eletronic Arts, confirmou que a BioWare está desenvolvendo um jogo massivo multiplayer online com sabres de luz, Jedis, Siths, andróides e wookies.
E o melhor, trata-se de uma sequência para a série Knights of the Old Republic. O primeiro da série é um dos melhores RPGs que já joguei e foi um grande sucesso de público e crítica, no Xbox e nos PCs. Não se sabe ainda para quais plataformas o novo MMORPG de Star Wars será lançado. Mas é da BioWare, então coisas boas vêm por aí.
[via UOL Jogos]
Eu já sei como vou passar as noites de fim de sexta e sábado a partir de novembro: com mais quatro amigos, enfrentando a Horda de inimigos que vai estar me esperando em Gears of War 2. Chris Kohler, do Game|Life, jogou na E3 e, pelo que ele escreveu depois, no blog dele, eu concluo que essa pode vir a ser simplesmente a melhor experiência online do Xbox 360.
O modo (que vai ser chamado de “Horde”) é simples. Forme um time de cinco com os seus amigos e enfrente ondas infinitas de inimigos em mapas não muito grandes. As ondas (”swarms”) têm dificuldade progressiva e há 50 delas. A primeira é composta de nem meia-dúzia de inimigos que mal vão dar para o cheiro, mas na última eu imagino que apareçam cinco inimigos fortíssimos por metro quadrado do mapa. Segundo Kohler, o time da Epic só consegue ir, normalmente, até a 27ª onda.
Outra coisa que o gringo descobriu conversando com os representantes da Epic no estande é uma das melhores estratégias para se dar bem nesse modo: achar uma construção com muitas portas, se tocaiar lá dentro com o time todo e ficar matando os inimigos à medida que eles tentam entrar. Na minha época de GoldenEye 007 isso se chamava “guardar caixão” e era terminantemente proibido pelas regras informais da turminha!
Se você é do tipo que sempre come mosca e acaba tomando tiro demais, não se preocupe: em vez de morrer, você fica simplesmente rastejando de maneira humilhante pela fase, até que um inimigo venha pessoalmente pisar na sua cabeça. É claro que um dos seus colegas de time pode chegar até você e te reviver antes que o espaço entre o chão onde a sua cabeça deita e a bota de um inimigo seja de menos de três centímetros.
E mesmo que você realmente morra, ainda há uma chance. Se o resto do seu time conseguir derrotar todos os inimigos daquela onda, você volta vivo para enfrentar a próxima. É claro que isso não significa que você vai escapar de ser zoado pela galera. Se alguém jogar comigo e morrer antes das 25ª onda, o apelido vai ser “Noobus Fenix”, já tô avisando.
Imagine como vai ser lindo jogar isso. Ah, mal posso esperar!