Se for pensar bem, nós provavelmente estamos esperando o tal conteúdo adicional de GTA IV há mais tempo que esperamos pelo próprio jogo. E agora ele finalmente foi revelado, datado, explicado e, sem dúvida, começará a ser hypado.
Dia 17 de fevereiro (bem a tempo para quem quer se trancar em casa no carnaval e se acabar de jogar enquanto tranca as janelas pra não ouvir samba) chega o tal conteúdo adicional. Que agora sabemos do que se trata: uma campanha nova, na pele de Johnny Klebitz, membro da gangue de motoqueiros The Lost.
Enquanto atropelava uma prostituta pra pegar o dinheiro de volta, Dan Houser, da Rockstar, explicou, sem remorso:
“Não posso dar muitos detalhes da história, porque nós sempre tentamos não entregar muito da trama antes do lançamento dos jogos, mas posso dizer que a história vai te mostrar um lado diferente de Liberty City.”
Maldito. Nem pra explicar direito as coisas! Como vamos saber se “um novo lado de Liberty City” se refere a uma ilha nova para explorar ou simplesmente um aspecto cultural da cidade que ainda não vimos?
Antes de explicar que este provavelmente não será o único pacote de conteúdo adicional que veremos, Houser ainda garantiu que o enredo novo vai “explicar uma tonelada de mistérios e detalhes da história principal”. Ah, sim, Niko Bellic vai participar da história, mas apenas como um coadjuvante ocasional.
O nome oficial da campanha com cara de jogo novo é Grand Theft Auto IV: The Lost and Damned, e, apesar de não ter sido divulgado o preço, o famoso analista Michael Pachter prevê que ela custará aos nossos bolsos a gentil facada de 20 dólares.
[via 1UP]
Eu com certeza estou dormindo no momento da publicação desse post, mas pelo que li ontem, a essa hora os mais apressadinhos já devem estar com as suas 3RLBoxes atualizadinhas, brincando de avatar e fazendo parties pra jogar, sei lá, Teh Haloz. Ou GTA IV. Ou Gears. Ou nada, porque a essa hora não deve ter ninguém online na sua lista de amigos.
E você, já baixou? Se sim, o que está achando?
» Atualização: Depois de uns vinte minutos me revirando na cama enquanto conceitos abstratos como “fome”, “trator”, “amarelo”, “hora” e “obrigações” flutuavam despreocupadamente pela minha cabeça, sem nunca se organizarem de um modo que fizessem sentido, os conceitos “NXE” e “hoje” finalmente tropeçaram um no outro, se encararam por alguns segundos e, do nada, fizeram sentido. Foi nessa hora que eu rolei para a direita, sem preocupações banais como “permanecer de pé”, e me arrastei até o Xbox, que por sorte não fica longe da cama.
Uma hora e meia depois eu fui almoçar, e nesse período experimentei a tão alardeada “revolução” que a Microsoft comparou até mesmo com o nascimento da TV colorida. Em uma palavra: é foda pra caralho.
Muita gente acha besteira, inutilidade, mas eu já usei o navegador do Wii muitas vezes. É muito bom navegar sentado no sofá, assistir uns vídeos do YouTube na TV – mesmo com a resolução porcaria – e ler os feeds confortavelmente. Mas isso não muda o fato de que o navegador é arcaico pra caramba. Além dos vários bugs, ele nem tem suporte a navegação em abas!
Mas segundo um rumor da revista escandinava GameReactor (reportado pelo GoNintendo), uma atualização pode estar chegando no mês que vem. Entre as novidades, está um simpático “cubo de abas”. Isso não faz sentido, porque abas em um cubo não fazem sentido, mas o importante é que você vai poder abrir até seis páginas diferentes, que ficam sendo as diferentes faces do cubo. Isso faz sentido e é bem legal.
Além disso, o novo Opera ainda seria compatível com o WiiSpeak de alguma forma e teria um modo de email – Wii-Mail – que eu também não faço idéia de como funcionaria.
Se for verdade essa história, quem já tem o navegador no seu Wii (ele era grátis nos primeiros meses do console, lembra?) poderá fazer a atualização sem pagar nada. Para todos os outros, permanecerá o válido preço de 500 Wii Points.

Assim é complicado: a gente nem pode tirar férias coletivas forçadas que a TecToy já aproveita para lançar um console. Ficamos jogando WoW, Team Fortress 2 e outras tranqueiras e não pudemos noticiar em cima do lance um dos acontecimentos mais relevantes da indústria nacional em 2008. A essa altura do campeonato, outros sites já publicaram tudo o que se sabe sobre a nova plataforma e a gente ficou para trás, certo?
Errado.
Depois do Continue você confere com exclusividade mundial tudo o que não foi dito antes sobre o Zeebo.

Com o retorno do Arthas ao mundo de Azeroth, as consequências foram sentidas em praias muito além do mundo de Warcraft. Jogadores que haviam abandonado WoW estão voltando e deixando de lado as batalhas dos Reinos de WAR ou mesmo o mundo do heavy-metal alemão, também conhecido como Age of Conan: Hyborian Adventures.
É claro que a concorrência não ia entregar os pontos e perder os assinantes duramente conquistados nos últimos meses. A primeira a reagir ao ataque da Blizzard é a Funcon, produtora de Age of Conan, que disponibilizou a partir de hoje uma mega-atualização para suas Hyborian Adventures, chamada Ymir’s Pass, totalmente gratuita.
De acordo com press-release enviado pela produtora, a atualização é a maior que o game recebe desde o seu lançamento e inclui a região de Ymir’s Pass ao mundo de Conan. A nova área tem novos personagens com quem interagir, novas quests para resolver e claro, novos monstros para matar. A atualização dá continuidade à trama principal de Hyborian Adventures e tem uma nova dungeon, “The Amphitheater”, no interior da qual a Funcon promete “um dos mais memoráveis confrontos contra um monstro jamais criado em um jogo”. Uau!
E como um bárbaro furioso, a Funcon não vai parar por aí: “Nos próximos meses introduziremos ainda mais conteúdo (NT: ui!), inclusive duas novas dungeons para personagens de nível máximo. Nesse momento, manter os jogadores interessados e entretidos é o mais importante para nós”.
Parece que depois de uns meses bem mornos, a guerra dos MMORPG esquentou e quem vai ganhar com isso são os jogadores. Como sempre.
Quando eu jogava World of Warcraft, devo ter cancelado minha assinatura umas duas vezes. Ficava sem tempo para jogar todo dia e me afastava por uns meses. Na hora de cancelar, tinha uma pergunta que sempre me deixou curioso: “Por que você está deixando o World of Warcraft?”
Sempre pensei que a Blizzard usava essa informação para melhorar alguma mecânica de jogo, corrigir falhas, coisas do tipo. E provavelmente ela até faça isso, mas também tem outro uso para as respostas: impressionar acionistas e compreender o fluxo de jogadores entre os principais MMORPGs.
Em uma reunião recente com investidores, Mike Morhaine disse que 68% dos jogadores que listaram Age of Conan como razão para sua saída de WoW e 46% daqueles que disseram que saíram para jogar Warhammer Online reativaram suas contas de World of Warcraft nas últimas semanas. E com a chegada iminente de Wrath of the Lich King, não será surpresa se esse número subir ainda mais.
Morhaine admitiu que a competição pelo mercado de jogos massivos online está muito mais acirrada do que no passado, mas disse que a base instalada de assinantes de World of Warcraft continua aumentando.
[via Hardgamer]

Um dos meus camaradas estava aqui em casa e queria baixar alguns demos na PSNStore. Falei pra ele criar uma conta, assim ele podia baixar o que quisesse e tal, no meu PS3. Imaginem a minha surpresa quando vi que ele havia selecionado “Brazil” no campo “Country”.
Sim, senhoras e senhores! Agora você pode criar uma conta na PSN usando um endereço do Brasil varonil! Agora é a hora do tradicional “mas…”: a PSN Store, que é onde você compra os jogos, não está disponível para quem mora aqui.
Agora, olhando essa notícia, você pode pensar de duas maneiras:
Eu prefiro pensar da segunda maneira. Isso pode sinalizar um passo importante da Sony na questão de legalização de seus negócios no Brasil, e consequentemente mais suporte aos jogadores, permitindo-nos, entre outros, participar das promoções da empresa e até mesmo (sonho meu) comprar na PSNStore.
E para você? O copo está meio cheio ou meio vazio?
Nos últimos dias, duas notícias bem legais saíram do amado e odiado Steam. A primeira diz respeito a uma função chamada Steam Cloud: inspirados pela tendência do Cloud Computing, a Valve vai lançar essa ferramenta que servirá para tornar os seus dados e preferências móveis – ou seja: não importa de qual computador você fizer login no Steam, todas as suas configurações e preferências (incluindo configurações de teclado e mouse) estarão sincronizadas. O Steam Cloud será lançado junto com o demo de Left 4 Dead.
Mas talvez a notícia mais interessante seja a da liberação do catálogo da Ubisoft no Steam para a América do Sul e Central. Os jogos, que antes eram bloqueados por IP, agora estão disponíveis para compra, e incluem desde lançamentos como Far Cry 2 a clássicos cult como Beyond Good & Evil (que está só 10 dólares e eu pretendo comprar), passando por Assassin’s Creed e Tom Clancy’s Whatever And Ever.
Feels good to be a PC gamer.
[via Steam News e Steam News]
[Depois que eu babei ovo do Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, o PR confessou sua ansiedade por Fallout 3 e o Daniel Trezub explicou porquê mal pode esperar por LittleBigPlanet, o nosso leitor Felipe Nanni, de Salvador, ligou o Fanboy Mode e resolveu botar para fora toda a sua vontade de jogar Left 4 Dead. Quer participar também? Escreva um texto explicando porquê mal pode esperar por algum jogo e envie para nós!]
Já faz um bom tempo em que a primeira coisa que faço quando chego a casa é ligar o computador e procurar informações sobre UM jogo. Um único jogo, que já me fez acordar de madrugada com pesadelos, antes mesmo de jogá-lo… E este jogo é Left 4 Dead. Deus, até o nome é perfeito!
Você chegou a experimentar os Community Games que a Microsoft disponibilizou para os donos de Xbox 360 há alguns meses? Eu joguei e, embora alguns fossem BEM crus e simples, outros pareciam extremamente promissores — sem contar que tinha o TriLinea, um puzzle-action feito por um pessoal brasileiro entre os quais se encontra o meu amigo e ex-colaborador da EGM Brasil Renato Pelizzari.
A Microsoft recentemente fez um evento lá nos EUA para mostrar os Community Games para a imprensa de novo, já que o line-up mudou para a estréia pública do serviço, junto com a New Xbox Experience. O Chris Kohler do Game|Life esteva lá e voltou falando maravilhas da coisa. Disse que tem alguns jogos realmente bem legais, em nível de Live Aracade mesmo, senão melhores.
Será que um canal de jogos independentes pode superar as minisuperproduções da Live Arcade, que tem jogos feitos pelas próprias grandes empresas? Eu boto fé que muita pérola ainda vai sair daí. Anotem.