De segunda-feira para cá tivemos uma ótima resposta inicial ao Feirão de Usados do blog, com bastante gente anunciando jogos e querendo comprar outros.
Entre os novos anúncios estão God of War 2, Ninja Gaiden 2, Rock Band (sem instrumentos) e No More Heroes, entre muitos outros. Se você está com dinheirinho em mãos, dê uma passada ali e faça a festa!
Eu tenho um amigo (oi, Watch!) que, além de não usar R4, tem mais jogos japoneses do que americanos no DS dele. Isso não seria possível se o portátil da Nintendo não fosse livre de qualquer tipo de trava de região. E não será possível com o Nintendo DSi e os jogos feitos especialmente para ele.
O fato é que o anúncio da Nintendo especifica que a trava será apenas para “software desenvolvido especialmente para o DSi”. Ou seja, todos os jogos normais, que funcionarão no DS Lite e continuarão sendo a maioria por muito tempo (chuto eu até o fim da vida do DS), funcionarão no DSi não importando a região do jogo ou do console. O esquema só vai afetar aqueles jogos e software que fizerem uso das funções únicas do DS com i de iPod no final.
Pensando bem, é algo até bem óbvio que aconteceria.
[via CVG]

Ela está chegando. Ela praticamente já está entre nós. A terrível maldição de fim de ano, a nós rogada pelas demoníacas e sanguessugas publishers e sua gana insaciável por separar os gamers de suas economias nos últimos três meses do ano.
Nada mais pode explicar o fato de Fable 2, Dead Space, Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, Left 4 Dead, Chrono Trigger DS, Mirror’s Edge, Prince of Persia, Fallout 3, Gears of War 2, Guitar Hero World Tour, Rock Band 2 e tantos outros games neste período tão apertado e conturbado que compreende do finalzinho de Setembro até o meio de Dezembro. E digo “tantos outros” porque aqui eu estou citando apenas os que eu pensaria em comprar se tivesse todo o dinheiro e tempo do mundo — se tivesse um PS3, poderia acrescentar com certeza LittleBigPlanet e talvez Resistance 2.
Simplesmente não há dinheiro para tudo isso — e mesmo se houvesse, não haveria tempo hábil. Nem mesmo se considerarmos o marasmo dos meses seguintes (praticamente nada de muito bom é lançado usualmente nos primeiros quatro meses do ano, a exceção foi Smash Bros Brawl este ano). Mas o que eu quero aqui não é reclamar. Se você quiser ler um bom texto sobre a estupidez deste fenômeno tão natural no nosso mercado, recomento este aqui.
O que eu quero é perguntar a você: qual é o seu plano de ação para este fim de ano? Considero óbvio que você quer mais jogos do que o seu dinheiro e/ou tempo vai permitir adquirir/aproveitar, de modo que você com certeza tem uma estratégia. “Compro primeiro este e talvez este, aí quando entrar 2009 já posso pensar em pegar este e quem sabe este”. Neste caso, qual o seu plano e quais os games que você pretende pegar assim que possível?
Acho uma boa conversa de caixa de comentários (equivalente online e não-alcoólico para conversa de mesa de bar), sem contar que me dará uma boa compreensão de quais são os jogos mais esperados pela coletividade dos leitores do Continue.
Na tentativa de ser um bom anfitrião, começo eu: gostaria de pôr as mãos em todos os citados no segundo parágrafo, mas na total impossibilidade de algo assim acontecer, arredondei as minhas prioridades para três. o novo Banjo-Kazooie, Mirror’s Edge e Fable 2. Como este último é o primeiro a sair (daqui a meras duas semanas e dois dias), espero conseguir comprá-lo o quanto antes. Depois, no meio de novembro (dias 11 e 14), saem os outros dois. Tiro dinheiro sabe-se lá de onde para comprar Mirror’s Edge e aí, se tudo der certo, o pingadinho do Google AdSense já chegou a 40 dólares (já estou com 34!! :P) e eu mando bala no Banjão. Cabou minha alegria: o AdSense só me paga quando eu tiver 100 dólares pra receber. Bom, vou guardar pra comprar Duke Nukem Forever.
Então, se a namorada achar que eu mereço mais um no natal… *pisca pisca cutuca cutuca sorri sorri*
E você, o que vai fazer?

Gamers pobres atrasados, como eu, que embarcarem na festa que é Rock Band já na sua segunda versão, sem ter passado pela primeira, terão que se contentar com um fato não muito rock ‘n roll: as músicas do primeiro jogo não serão, nunca, nunquinha mesmo, disponibilizadas por download. Isso porque o Rock Band 1 não vai parar de ser produzido. Será “publicado indefinidamente”, como colocou o executivo nada rock ‘n roll da MTV.
Se eu quiser uma ou duas músicas de RB1 — digamos, “Here It Goes Again”, do OK GO, e “Say It Ain’t So, do Weezer, que eu definitivamente vou querer — eu preciso comprar o disco do primeiro Rock Band. Ou, como espertamente apontou o esperto Kotaku, pegar emprestado e fazer o lance de importar as músicas indidivualmente — processo que custa 5 dólares, mas pelo menos não custa o preço de um Rock Band novo.
Pilantragem dos caras, hein? Tô achando que eles tão mais pra emo do que pra rock…
P.S.: Se você é o emo da foto acima e não tem senso de humor, me avise que eu troco para a foto de algum outro emo qualquer.
[via Variety (The Cutscene)]

Todo gamer pobre esperto sabe: comprar jogo usado normalmente é garantia de pegar um produto ótimo, em bom estado, por um preço bem animador. Eu mesmo já comprei vários. O que a maioria talvez não saiba (ou, mais provavelmente, sabe mas não dá a mínima) é que isso é uma erva daninha para a indústria.
Você já deve ter lido a respeito em outros lugares, mas em resumo é o seguinte: a primeira vez que um jogo é comprado, novo, em uma loja, todo mundo fica com uma parte do lucro: desde a loja até a empresa e os funcionários que trabalharam duro para criar aquilo que foi comprado. Quando um jogo usado é vendido, a única pessoa que lucra é o dono original. Duas pessoas jogaram aquele jogo em sua totalidade, mas as partes que vivem disso só lucraram uma vez.
Gears of War 2 traz uma pequena e simples novidade que certamente não vai impedi-lo de ser vendido por uma segunda vez, mas certamente vai fazer com que seja menos interessante para um possível comprador se interessar pela versão usada. É o seguinte: cada cópia do jogo virá com um código que deverá ser usado para fazer o download gratuito dos cinco mapas multiplayer refeitos do primeiro Gears (Gridlock, Subway, Canals, Mansion e Tyro Station).
O código, obviamente, só poderá ser usado uma vez. Fazendo com que, caso outra pessoa venha a comprar esta cópia usada, ela fique sem este conteúdo (o que certamente vai causar um monte de mensagens “You cannot join this game because the host has downloadable content that you don’t have” na hora do multiplayer).
Na condição de alguém que provavelmente não vai comprar GoW2 no lançamento (sorry, tenho outras prioridades), isso pode muito bem me fazer pular as cópias usadas no MercadoLivre e o eBay no ano que vem, quando eu finalmente tiver grana para ceder à vontade de encarar o modo Horda. E você?

Perto de 9 bilhões de dólares, pra ser mais claro, lá em 2013, de acordo com dados da Parks Associates e do gráfico sem-graça acima.
Mas não no Brasil, é claro.
Engraçado eu cair nessa notícia justamente hoje, algumas horas depois de tentar — em vão — comprar o maldito Mega Man 9 na PSN.
Nunca havia tentado comprar nada por lá, apesar de já ter considerado seriamente o PixelJunk Eden. Ontem à noite, enquanto aguardava a atualização da PSN que disponibilizaria o Mega Man 9, resolvi dar uma olhada em como funciona esse esquema de compra online de conteúdo baixável.
Entrei na minha conta da PSN, e lembrei que ela está cadastrada como canadense. “Sem problemas” — pensei. “O que importa é a grana, dinheiro, bufunfa, tutu, os dados do cartão de crédito”. Ledo engano. Os dados do endereço do cartão de crédito devem bater com os dados da conta do PSN. Ou seja: preciso ter um cartão de crédito que esteja cadastrado com um endereço canadense.
“Bom, então vou mudar minha conta pro Brasil”. Ahan, sei. Obviamente que na lista de países do cadastro da PSN não existe Brasil. Eu já sabia disso desde quando havia feito a conta, mas nunca achei que fosse ter alguma importância.
Na minha cabeça não tem sentido algum essa história de venda de conteúdo baixável se você não pode usar de qualquer lugar do mundo. É a Sony invertendo e destruindo toda a lógica da facilidade da internet e do e-commerce.
Se alguém souber como dar uma volta nessa história, por favor avise nos comentários. Mas uma coisa: Entropay não funciona mais, tá?
[via videogame247]
Estão chamando de epic fail. Estão falando sobre causar danos à imagem da própria empresa. Estão falando “d’oh”. Pobres criaturas sem visão.
Eu chamo de “o maior golpe que um nintendista poderia levar”.
Na apresentação de lançamento do PS3 na Malásia (sim, ele finalmente foi lançado lá! Na Malásia, e nada do Brasil!), quando o chefão da Sony Malásia subia ao palco, a música-tema de Zelda foi tocada.
Se foi um erro, foi realmente um erro realmente épico e horrível. Mas e se não foi? Hein? HEIN? (Se não foi, não esqueçam de dizer que quem levantou essa bola foi euzinho aqui. ;D)
[via WiiFanboy]
Fato 1: Isto é uma campanha de mídia impressa da Sony para o PlayStation 3, veiculada na Espanha.
Fato 2: Se você clicar na imagem, verá em tamanho original.
Pergunta: HÃ?!
Pena que eu não tenho em mãos nada que possa servir como prêmio, senão faria uma promoção agora. Ganharia quem bolasse a melhor explicação pra essa bizarrice.

Tudo começou neste fim de semana. Eu, namorado e mais duas pessoas andávamos pelo Templo da Perdição Financeira, a.k.a. FNAC, quando de repente me entregam uma caixa. Era Warhammer Online. Eu, num, estado de extremo “WTF”, olho para a direção que me apontam. Era… uma prateleira, repleta de cópias originais com caixa e manual inteiramente em português de um MMORPG top de linha que foi lançado comercialmente semana passada!
Sim, alguém lá da Electronic Arts olhou pra esse país de fim de mundo e disse “ah, uma colher de chá, vai”. Sendo vendido por 100 pilas, preço padrão de qualquer jogo de PC ultimamente, estava ali, Warhammer Online. O MMORPG mais esperado dos últimos tempos.
Trouxemos uma cópia para “testar” durante o fim de semana.

Kingdom Hearts: Chain of Memories, para GBA, é um treco estranho. Não é realmente um spin-off, porque segue a história principal da saga. E pior: o trecho que ele conta é justamente o que se passa entre o primeiro e o segundo jogo para PS2. Ou seja: quem curte a mitologia dos jogos e não tem o portátil da Nintendo ficou sem saber alguns detalhes relativamente importantes.
Exceto quem é japonês, porque lá todo mundo tem GBA no DS a Square lançou a versão Final Mix+ do Kingdom Hearts 2, que incluía um remake do joguinho para o PS2, em 3D, bem bacana. Detalhe: isso foi lançado em março do ano passado lá no Japão, e até agora nem sinal de lançamento ocidental.
Pelo menos até sexta passada, quando a Square-Enix confirmou ao 1UP que Kingdom Hearts Re: Chain of Memories será, de fato, lançado para nós ao segundo dia de dezembro. Sem o resto do pacote Final Mix+, mas já é algo. Algo bem grande, na verdade.