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Archive for the ‘Mercado’ Category

Os melhores da TIME

Rob Fleming, o Mestre das Listas

Depois da Spike TV, foi a vez da Time eleger os 10 melhores jogos de 2007. A lista seria perfeitamente compreensível não fosse aquele Halo no topo. Já tive chance de jogar os dois anteriores e não achei nenhuma maravilha, e, segundo me consta, o terceiro não traz muitas inovações. Logo, não vejo nenhum motivo para ele estar na frente do fantástico Rock Band, do reflexivo Bioshock ou do revolucionário Super Mario Galaxy. Mas como reclamar de listas é quase tão errado quanto achar que uma revista como a Time é imparcial, vamos às colocações:

1. Halo 3
2. The Orange Box
3. Rock Band
4. Super Mario Galaxy
5. BioShock
6. Call of Duty 4
7. Legend of Zelda: Phantom Hourglass
8. Mass Effect
9. Ace Combat 6: Fires of Liberation
10. God of War 2

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  • Tá quebrado? Depois conserta…

    http://img485.imageshack.us/img485/2739/ringofdeathlc6.jpg

    Não há dúvidas de que o mundinho dos games possui um dos processos evolutivos mais dinâmicos de toda a indústria do entretenimento. É só compararmos os jogos de hoje com os títulos de dez anos atrás - pode até ser que, na prática, pouca coisa tenha mudado, mas quem falar que preferia imaginar aqueles bonecões quadrados de Final Fantasy VII como pessoas do que admirar as lindas curvas do décimo terceiro episódio, é bobo.

    Também não podemos negar que todo o avanço - não só tecnológico, mas de como a indústria se porta como um todo - trouxe inúmeros benefícios: só para citar alguns, temos controles que reconhecem movimentos, podemos jogar com pessoas do outro lado do mundo, lançamentos quase simultâneos em praticamente todas as partes do globo e podemos ver melhor as curvas de Lara Croft.

    A questão é que algumas coisas mudaram para pior. Não, não vou começar a falar desta bobeira saudosista de que os jogos de luta eram melhores em 2D ou que o SNES ainda é o melhor console de todos os tempos. Me refiro a esta acomodada posição que as empresas de games tomaram de uns tempos pra cá. Parece que não tem mais equipe de revisão ou qualquer preocupação em lançar material “definitivo”: afinal, se foi pras lojas quebrado, não tem problema: depois é só consertar.

    Os maiores exemplos são os jogos, com suas dezenas de atualizações baixadas pela internet para corrigir os mais diversos tipos de bugs. Mas não se limitam a eles. Essa velocidade acelerada que a indústria em detrimento do acabamento tem recebido proporções tão grandes que o grande destaque da nova geração não é nenhum título AAA ou grande exclusividade - mas sim as três luzes vermelhas do Xbox 360.

    É claro que tem os exageros, como a nova “camisinha” e a corda mais firmes do Wii Remote para as pessoas sem o mínimo de bom senso que saem quebrando suas casas. Mas para cada caso desses, surgem mais e mais problemas. É um tal de patch de atualização pra lá, periférico quebrado pra cá…

    O serviço porco da hora é a versão do Guitar Hero III para Wii, que aparentemente veio com som em mono. Ainda não pude jogar no console da Nintendo, então nem sei se faz tanta diferença assim, mas não deixa de ser absurdo ninguém do time da Neversoft ter percebido a mancada antes de pôr o jogo na loja. O pior é que pra resolver vai dar a maior confusão, já que a Nintendo, com seu jeito, digamos, “tradicional” de ser, não vai querer liberar atualização pela internet. Daí a Activision vai ter que se virar para manufaturar quantos discos com a versão consertada forem necessários. Trabalho porco dá nisso. Pelo menos podiam aprender…

    - - -

    Para quem não notou, eu não sou o Fabio. Prazer, Luiz Eduardo Freitas, às suas ordens (nem tanto). O primeiro colaborador do Continue, mas não espero que seja o primeiro de muitos. Afinal, se isso aqui começar a dar dinheiro, a repartição tem que ser a menor possível.

    O meu “longo” histórico você confere ali do lado, no “Quem Escreve”. Espero que goste dos meus posts, senão o Bracht me chuta daqui. E acho que é isso. Qualquer coisa, só chamar.

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  • Rock Band Brasileiro em 2008

    É o Apocalypso!

    Há algumas semanas, o nosso amigo Pablo Miyazawa, vulgo Gamer.br, vulgo Nelson Rubens dos games, declarou em seu blog que tinha em sua posse uma informação que faria “tremer” “uma certa plataforma de jogos, há muito abandonada”. Vários posts e comentários indignados de leitores querendo saber do babado depois, a verdade foi revelada na noite de ontem, na forma de uma entrevista com o dinossauro brasileiro dos games chamado Marcel R. Goto. E é bem diferente do que eu acredito que todo mundo esperava.

    O Marcel é um cara multitalentos. Ele tem feito várias coisas, de colaborações com a EGM a trampo de produtor na Diverbrás, só pra citar duas. O lance é que o cara nunca ficou parado, sempre produzindo relevância para o mercado de games brasileiro de um jeito de outro. Agora ele está começando a DigiArts, uma produtora de games que fala português. Mas espere! Não é só isso! Nas palavras do próprio:

    Imagino que neste primeiro momento o destaque seja para o jogo musical, mas eu prefiro pensar em termos mais gerais. Estou criando uma produtora que também vai atuar como publisher, distribuidora, pelo menos no segmento de fliperamas. Pretendo lançar pelo menos dois jogos em 2008, um musical, de ritmo, estrelando bandas nacionais, e outro de luta, que na verdade é um projeto favorito que está na minha cabeça desde 2004.

    Sim, o mistério todo era este: um game musical 100% brasileiro, destinado às esquecidas casa de fliperama do país. A DigiArts está indo atrás de bandas nacionais para compor o repertório, e na entrevista também foi confirmada a presença de microfone [valeu pela correção, Marcel, viajei mesmo!] baixo e bateria, além das obrigatórias guitarras. Sinceramente, não acho que alguém tivesse esperado algo parecido com isso. (Você esperava? Não esperava mas curtiu a notícia? Não dá a mínima? Deixe um comentário e vamos discutir!)

    Pelo menos na minha opinião, é uma notícia empolgante, de fato. Um jogo assim, se bem produzido e bem distribuído, com um gabinete bonito e que chame a atenção, pode certamente trazer um belo sopro de vida aos nossos arcades empoeirados. Só o tempo dirá.

    Por enquanto, leia a entrevista completa no Gamer.br e saiba todos os detalhes.

    Só não esqueça de apagar o blog do seu histórico depois da leitura — e nem pense adicionar aos seus favoritos! — senão você nunca mais vai voltar aqui pro Continue, e isso deixaria o Bracht aqui profundamente magoado.

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  • Os japoneses já podem baixar demos de DS usando o Wii

    Smash Bros Brawl? Ótimo. Mario Kart Wii? Totalmente merecedor. Mas os donos de Wii agora têm outra coisa, talvez ainda melhor, para esperar ansiosos. Uma coisa que os japoneses estão podendo aproveitar desde ontem: o Minna no Nintendo Channel.

    Em bom português, estou falando do Everybody Nintendo’s Channel (essas coisas não existem em bom português). Aquele canal esperto que a Nintendo meio que anunciou mais ou menos junto com o Check Mii Out, na E3 deste ano.

    O canal é basicamente uma “Central Nintendo” no seu Wii. O IGN testou a versão japonesa e explicou direitinho como funciona. Resumidamente…

    • Existe uma seção de vídeos que rolam via streaming em uma interface bonita e rápida. Não tem função de pular o vídeo para um determinado ponto. Tem conteúdo especialmente produzido (eles citaram um em que o Miyamoto e alguns especialistas em condicionamento físico comentavam sobre o Wii Fit, que será lançado este sábado no Japão), além de comerciais e trailers.
    • Em outra seção, o canal procura no seu histórico de jogo o nome de todos os games que você jogou mais de uma hora. Então você pode avaliar e opinar sobre cada um destes jogos, usando sliders e respondendo algumas perguntas. Dizendo se você acha que o jogo é apropriado para todas as idades, se é um jogo fácil de aprender ou se você acha que é só para os hardcores… coisas assim. Essa é a função que eu mais gostei, porque eu adoro participar de coisas.
    • Você vai poder baixar demos de jogos de DS. Segundo o IGN, é tudo muito simples: entra, escolhe o jogo, espera alguns segundos de download, aí passa pro DS e só alegria. O problema é que não tem muita variedade ainda.
    • Uma ótima idéia: na tela de preview do canal (aquela na qual você clica em “Start” para de fato entrar nele) aparece o resumo do conteúdo do canal, para que você não precise perder tempo entrando só pra ver se tem algo novo. Também tem uma opção para permitir envio de mensagens do canal para a Message Board, assim você é avisado das últimas atualizações.

    Eu, particularmente, mal posso esperar pelo lançamento dessa belezinha no ocidente (ainda não rolou uma data para marcarmos no calendário, mas não deve demorar… muito). É o tipo de coisa que eu acho que deveria ter sido incluída desde o lançamento, muito mais do que um canal de previsão do tempo que nunca acerta, um canal de notícias “sérias” mal atualizado ou mesmo de um concurso de popularidade entre Miis. Demorou, Nintendo.

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  • Redundância-master: Dragon Quest IV vende pra car*&$# no Japão

    Reservados

    Dizer que um novo Dragon Quest foi lançado no Japão e que ele não vendeu bem seria o equivalente a dizer que um bando de nerds se reuniu para jogar futebol. É impossível, quebraria metade das leis da física e aceleraria em 500% a chegada da nova era glacial. Logo, esta notícia não poderia ser diferente: Dragon Quest IV, o remake do velho-clássico de 1990 para o novo-clássico Nintendo DS, está vendendo estratosfericamente bem na terra do sol nascente.

    Ainda não fiquei sabendo de números oficiais, mas diz-se por aí (e ninguém é louco de duvidar) que 360 mil cópias do jogo foram vendidas para 360 mil japinhas insandecidos, munidos de 360 mil DSs… cada um. Para motivo de comparação, a Nintendo ficou toda fanfarrona semana passada anunciando que Super Mario Galaxy tinha vendido 500.000 cópias em uma semana.

    E por falar em Mario Galaxy, não esperem mais notícias minhas hoje: o meu chegou hoje (junto com Zack & Wiki) e eu não saio da TV enquanto não pegar váááárias estrelas. :D

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  • Mil e quatrocentos Wiis. Dez minutos.

    No Wiis, Screw Off

    O Wii vendeu 1.400 unidades em dez minutos, na Amazon.

    Por favor, tirem suas próprias conclusões.

    (Vi no Destructoid)

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