Começou o inevitável. E acho até que demorou, já que atualmente a época de natal parece começar desde o dia das crianças: a Sony começou a divulgar sua campanha de TV para o fim do ano nos EUA.
O vídeo acima mostra algumas vinhetas curtinhas com o tema “Você já começou sua lista de desejos?”
O que eu acho interessante é que você pode ser um moleque filhinho-de-papai que nunca sai de casa pra nada, ou ser um cara que tem uma namorada bonitinha, ou mesmo ser o piá que bota o lixo pra fora no seu condomínio. Todo mundo pode comprar um PS3 por lá. Mesmo que o povo lá reclame que é caro, se custasse R$399,00 aqui, nas casas Bahia em 10x sem juros no cartão, você não compraria mesmo reclamando?

Você já deve ter lido que nossos queridos representantes (os sempre atenciosos deputados) aprovaram, na chamada comissão especial de aumento reforma tributária, o (adivinhem!) aumento dos impostos sobre software. Se não sabe, leia este revoltante post do MeioBit Games.
Você já deve saber o que isso significa para nós e porquê diabos essa notícia está aqui no Continue: nosso hobby preferido vai ficar ainda mais caro. Sim, monstrinhos e monstrinhas. Se você achava caro um PS3 por R$1800,00 no Carrefour, pode esperar que vai ficar mais caro ainda. Se você esperava que com a instalação da Sony no Brasil poderia comprar jogos originais de PS2 a um preço razoável, ESQUEÇA!
O Rodrigo Flausino que deu a letra: “Estamos ferrados”.
Se esse não fosse um blog de família, eu estamparia aqui uma série de palavrões e impropérios contra esses caras que ganham uma fortuna por mês só para fornicar com o povo brasileiro.
Antes de partirmos para a nossa discussão de fim de semana propriamente dita, leia outros posts sobre o assunto aqui e aqui.

Assim é complicado: a gente nem pode tirar férias coletivas forçadas que a TecToy já aproveita para lançar um console. Ficamos jogando WoW, Team Fortress 2 e outras tranqueiras e não pudemos noticiar em cima do lance um dos acontecimentos mais relevantes da indústria nacional em 2008. A essa altura do campeonato, outros sites já publicaram tudo o que se sabe sobre a nova plataforma e a gente ficou para trás, certo?
Errado.
Depois do Continue você confere com exclusividade mundial tudo o que não foi dito antes sobre o Zeebo.

Com o retorno do Arthas ao mundo de Azeroth, as consequências foram sentidas em praias muito além do mundo de Warcraft. Jogadores que haviam abandonado WoW estão voltando e deixando de lado as batalhas dos Reinos de WAR ou mesmo o mundo do heavy-metal alemão, também conhecido como Age of Conan: Hyborian Adventures.
É claro que a concorrência não ia entregar os pontos e perder os assinantes duramente conquistados nos últimos meses. A primeira a reagir ao ataque da Blizzard é a Funcon, produtora de Age of Conan, que disponibilizou a partir de hoje uma mega-atualização para suas Hyborian Adventures, chamada Ymir’s Pass, totalmente gratuita.
De acordo com press-release enviado pela produtora, a atualização é a maior que o game recebe desde o seu lançamento e inclui a região de Ymir’s Pass ao mundo de Conan. A nova área tem novos personagens com quem interagir, novas quests para resolver e claro, novos monstros para matar. A atualização dá continuidade à trama principal de Hyborian Adventures e tem uma nova dungeon, “The Amphitheater”, no interior da qual a Funcon promete “um dos mais memoráveis confrontos contra um monstro jamais criado em um jogo”. Uau!
E como um bárbaro furioso, a Funcon não vai parar por aí: “Nos próximos meses introduziremos ainda mais conteúdo (NT: ui!), inclusive duas novas dungeons para personagens de nível máximo. Nesse momento, manter os jogadores interessados e entretidos é o mais importante para nós”.
Parece que depois de uns meses bem mornos, a guerra dos MMORPG esquentou e quem vai ganhar com isso são os jogadores. Como sempre.
Lembra da tal rede de lojas Gamers, que chegou ao Brasil no fim do ano passado? À época, a maior crítica à loja era a falta de um site para vendas online, já que inicialmente teríamos poucas lojas pelo Brasil – e de fato é o que temos: são duas na capital de São Paulo e outra em Campinas/SP.
Pois hoje eu tropecei, absolutamente sem querer, no site da loja: www.gamers.vg. E gostei bastante do que vi. O site é moderno, com cabeçalhos e rodapés personalizados para cada plataforma e uma home que dá gosto de ficar olhando. É a Gamers cumprindo uma das suas missões, a de “melhorar a experiência de compra do brasileiro”. E por falar em compra, dá pra comprar online com cartão de crédito (embora ainda não aceite boleto bancário, cheques ou débito, pelo que pude perceber).
É claro que não é perfeito, já que, como é impossível esquecer, ainda estamos no Brasil. O que significa que a oferta é escassa e os preços, muitas vezes, ridículos. Mario Super Sluggers por quase 300 reais? Não, muito obrigado. DS Lite por 850? Tchaubjusmeliga.
Mas vai melhorar.
Adiamento de LittleBigPlanet por causa de um muçulmano ofendido? Isso não é nada! O que pega agora é a “decisão mercadológica” da Microsoft de não lançar Fallout 3 para o Xbox 360 na Índia, em qualquer formato, na Índia, por causa de “sensibilidades culturais”. As versões para PC e PS3 nem sequer haviam sido cogitadas.
Mas quais sensibilidades culturais? Vacas, meu amigo, vacas. As fazedoras de leite são animais sagrados no país do Dhalsin, e aparentemente “respeitar as vaquinhas” não estava na task list dos desenvolvedores de Fallout 3, de modo que… bom, não sei em que contexto as bovinas foram desrespeitadas, mas foram. Parece que tem uma espécie de vaca com duas cabeças que você pode matar.
E por isso os conterrâneos do Rajeesh não poderão jogar um dos jogos mais esperados do ano. Cara, que bom que o Pablo Raphael não mora lá.
Você acompanha o Gamer.br, o blog do ídolo da galerê gamer brasileira, Pablo Miyazawa? Se não acompanha, talvez ainda não esteja sabendo da última notícia potencialmente boa para o mercado de games brasileiro: a chegada da Proximo Games — que bem podia trocar de nome, porque esse é muito feio.
Nem o Pablo conhecia tal empresa antes de ficar sabendo das intenções dela, então eu é que não vou ficar me culpando por não conhecer. Mas pelo que li, trata-se de uma rede de lojas querendo replicar o sucesso da GameStop em áreas onde a gigante do varejo ainda não tem presença (ou tem?). Como a América Latina, incluindo aí o Brasil.
O plano é oferecer às muitas lojas de games independentes do Brasil a chance de se tornarem franquias da Proximo, tendo como vantagem um tanto de coisas que o diretor da empresa explicou na entrevista que deu para o Pablo.
Em resumo, estamos falando da mera intenção de uma empresa que não tem nome de atuar com sucesso em mercado esquisito como o nosso. Tem tudo pra dar errado, mas o meu otimismo me impulsiona a acreditar. Vai, Proximo Games!
Jogos de ação sempre foram os mais jogados do mundo, desde que um ser humano colocou botões em um joystick e conseguiu usá-los para controlar pixels na tela de uma TV. O segundo lugar nunca foi tão incontestável, mas vinha há um bom tempo pertencendo aos jogos de esporte (razão por que a EA é tão massivamente gigante).
Agora, com a absoluta ascensão dos jogos de guitarrinha de plástico e derivados, o gênero “Musical” desbanca o esportivo dessa vice-liderança.
De acordo com uma pesquisa feita por uns pesquisadores que pesquisam esse tipo de coisa, a quantidade de pessoas que alegaram jogar jogos de esporte caiu de 62% em 2005 para 50% em 2008. Enquanto em 2005 os jogos musicais nem eram um gênero auto-suficiente, em 2008 foi apurado que 58% das pessoas os jogam. Jogos de ação? 65%.
É claro que esses números são válidos lá para o hemisfério norte, já que por aqui a proporção deve ser tipo uns 93% Winelévi contra 5% Guitarrêro pirata, jogado no DualShock e com scores baixos porque o R1 tá sempre zoado você sabe por quê.
[via VentureBeat]

O rumorangue voltou! Afinal, é isso que eles fazem.
Por mais que o diretor Hideo Kojima insista que sua última obra é filha de um pai só — segundo ele, seria tecnicamente impossível converter o jogo para o Xbox — , a Konami parece ter uma opinião um pouco diferente. Em declaração à firma de pesquisa de investimentos MorningStar, Yoshitaka Akai, RP da Konami, praticamente confirmou planos de lançar MGS4 para o 360, dizendo: “existe uma demanda mundial por uma versão para Xbox 360 de MGS4 e é algo que estamos atualmente analisando”. (A frase-chave em inglês: “we’re actively looking into a release for the Xbox 360″.)
Ok, ele não disse que vão lançar MGS4 para o console da Microsoft, mas é o mais perto que a Konami já chegou de dizer isso. A empresa ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto. Com Guns of the Patriots há mais de cinco meses no PlayStation 3, talvez a Konami esteja planejando mesmo torná-lo multiplataforma. Eu não ficaria triste nem surpreso, e você?
[via Finalboss]
Às vezes é difícil lembrar, com todas aquelas telinhas cheias de avatares felizes aparecendo em qualquer notícia relacionada à Nova Experiência do Xbox, mas a NXE também vai remodelar o site Xbox.com.
A partir de 19 de novembro, será possível entrar lá, navegar pelas ofertas de conteúdo (inclusive pesquisando por texto) e, quando achar alguma coisa que te interesse, clicar em Comprar/Baixar. Assim que o seu Xbox 360 for ligado, o download vai começar sozinho.
Mal posso esperar: vou poder baixar todas as demos legais sem precisar dar os costumeiros três passos que me levam do local de trabalho ao console!
Trabalhar em casa tem as suas vantagens.
[via Gamerscore Blog (com mais imagens)]