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Archive for the ‘Mercado editorial’ Category

Friday
Sep 19,2008

A minha paixão por videogames não começou quando comprei o meu primeiro console, um N64 com Super Mario 64, muito embora eu tenha ficado maravilhado com as possibilidades do novo universo 3D (e meio confuso com a alavanca analógica, praticamente o Wii Remote de dez anos atrás). Tampouco durante as tardes em que eu passava jogando PSX com meus vizinhos, mesmo que essas fossem deveras divertidas (aposto que ninguém nunca aproveitou o multiplayer de Medal of Honor como nós). O verdadeiro estalo só veio mesmo aos meus 9 anos, quando fui à banca e tomei coragem para gastar minhas preciosas economias na tal revista chamada Nintendo World. Eu não sabia — e estou correndo o risco de soar de piegas demais — mas essa decisão, bem à la Efeito Borboleta, desencadearia uma série de acontecimentos no meu insignificante futuro.

Isso, caros leitores, foi para dizer que há cerca de 10 anos estava nascendo aquela que ficaria marcada como uma das maiores e mais duradouras publicações de games do país. Como mal tinha saído das fraldas, não posso dissertar sobre a ruptura que a revista causou no mercado editorial nacional ou como ela veio para elevar o nível de profissionalismo no meio da imprensa de videogame, mas eu sei que foi lendo aquelas páginas que descobri algumas coisas em mim; a fascinação pela indústria dos games, a vontade de ganhar a vida escrevendo sobre coisas que eu gosto, e a admiração por caras como Pablo Miyazawa são apenas algumas delas.

É claro, os tempos mudaram. Hoje em dia a NW (assim como as publicações impressas em geral, para minha infelicidade) podem não possuir a mesma relevância de 10 anos atrás, e boa parte daqueles que ajudaram a construir o nome da revista já seguiram em frente, mas é inegável sua importância para boa parte daqueles que lêem o Continue e compõem boa parte da blogosfera gamer nacional. Por isso, deixo aqui registradas minhas insifgnificantes congratulações a todos que fizeram e fazem parte desta história de alguma forma. E como esse já é o post mais puxa-saco da história do blog, convido você a fazer o mesmo.

[Nota do Bracht: a minha vida também mudou quando eu peguei aquela edição 13 na banca e li o detonado de Pokémon Red/Blue "por: Pablo Miyazawa". Deixo aqui os meus parabéns a todos os editores, redatores, colaboradores e todos em geral que contribuíram de alguma forma com esses 10 anos de história. Orlandão, continua tocando esse barco aí em velocidade máxima!]

E vida longa à Nintendo World! \o/

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  • Friday
    Aug 1,2008

    A premiação anual que junta uma galera de críticos — grupo no qual o Continue está sem sombra de dúvidas incluído, conforme prova cabalisticamente a imagem acima — para escolher o melhor jogo de cada ano da E3 em várias categorias já tem os seus indicados. A única regra para um jogo ser escolhido é ter sido apresentado de forma jogável na feira. Eles foram escolhidos por votação pelos próprios críticos que vão escolher os vencedores, o que me deixa com a pulga atrás da orelha: os mais votados para uma indicação não acabarão sendo os vencedores depois? Ou isso ou eu não entendi como a coisa toda acontece.

    Bom, o importante é que o Estadão funciona é que saiu a lista com esses indicados para cada categoria. Ela se encontra logo ali depois do continue. E o meu grande amigo e parceiro de churrasco Brian Crecente, que é um dos tais críticos-juízes, adiantou no blog dele — que, por sinal, tem futuro; eu boto fé — que o campeão de votos para se indicado a melhor jogo da feira foi LittlBigPlanet. Fato que, segundo os meus cálculos do primeiro parágrafo, já o torna o mega-favorito só-perde-por-milagre ao título. Esperemos.

    Enquanto isso, responda: pra quem você vai torcer?

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  • Friday
    Jul 25,2008

    Este é só um trechinho do texto genial que me foi passado ontem pelo meu grande amigo Julio Bassi (que também atende pela alcunha de Imperial°Spirit):

    Sempre que você vir ‘jogos casuais’ nas notícias, simplesmente troque a palavra ‘casuais’ por ‘retardados’ e você verá como ela realmente é percebida pela indústria. “Há uma explosão de jogos casuais!” deve ser traduzido para “Há uma explosão de jogos retardados!”. “EA Casual Games Division” realmente é traduzido para “EA Retard Games Division”. “Por que você está chamando jogadores casuais de retardados!?” rosna um leitor.

    Eu não estou. Estou dizendo que a indústria hardcore é quem pensa assim. Para eles, ‘casual’ é apenas uma forma de dizer ‘bobo’.

    O texto foi escrito (muito bem escrito, diga-se de passagem) por um cidadão chamado Sean Malstrom em seu site/blog pessoal e comenta sobre a estratégia da Nintendo para conquistar novos jogadores e como suas atitudes vêm sido erroneamente interpretadas pelos analistas, third parties, jornalistas, a indústria como um todo e até VOCÊ, gamer hardcore.

    Não poderia ter vindo em momento mais oportuno, já que todos ainda estamos perplexos com a falta de atenção aos games “não-casuais” na conferência da Nintendo para a imprensa na E3. Recomendado pra todo mundo que se pergunta quais serão os próximos passos tomados pela Nintendo e àqueles que acham que nunca mais terão um Zelda ou um Metroid de verdade.

    Depois de clicar no continue, você vai descobrir porquê os jogos de empresas como a Big N e a Blizzard reúnem mais fãs que as demais, a verdade por trás da estratégia do blue ocean da Nintendo, a causa do fracasso nas tentativas de outras produtoras de embarcar no sucesso do Wii e, principalmente, porquê o Zelda mais hardcore de todos os tempos pode ser só uma questão de tempo.

    Antes de prosseguir, apenas um aviso: o texto a seguir é um dos mais geniais já publicados no Continue. Mas também é um dos maiores, senão o maior.

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  • Tuesday
    Jul 22,2008

    Há males que vêm para o bem, já diz o ditado. E é verdade! Quando o polêmico e adorado Jeff Gerstmann foi sumariamente dispensado de seu emprego no GameSpot, não demorou muito para surgir o blog Giant Bomb. Era um blog simples, até mais simples do que o Continue em termos de layout. Tinha um podcast e reviews muito bem feitos (marca registrada de Jeff). E os posts ultrapassavam 500 comentários com facilidade.

    Só que o blog era só fachada, só um lance provisório até que eles lançassem o verdadeiro Giant Bomb. E isso aconteceu ontem.

    É um site que eu só consigo caracterizar como “muito foda”. Continua tendo os posts do blog — e muitos mais virão –, mas agora é um site completo. Muito mais que um site, é um imenso banco de dados colaborativo. Todas as séries (ex: Final Fantasy), jogos (ex: Final Fantasy XIII), plataformas (ex: Xbox 360), personagens (ex: Cloud Strife), lugares (ex: Midgar), objetos (ex: Sword) pessoas (ex: Hironobu Sakaguchi) e conceitos (ex: Pontos de Experiência) têm suas próprias páginas, interligadas entre si. Também há páginas para vídeos, screenshots, box arts, empresas, publishers, designers e até para a entidade onipresente conhecida como hambúrger.

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  • Saturday
    Jul 5,2008

    (Ratatouille) [bb]

    Pode acontecer de alguns não gostarem do que eu vou fazer agora, classificarem como preguiça ou qualquer outra coisa, mas eu vou fazer porque me deu vontade. Não é assim que funciona um blog, afinal?

    Eu tenho um assunto na manga, mas ele vai ficar para semana que vem — se ainda for relevante. Hoje o Fabio “Fabão” Santana publicou no seu blog, talvez não por coincidência, um ótimo debate. Qual a serventia dos críticos de games? Para que serve aquele carinha que senta na frente do computador, batuca num teclado suas opiniões sobre um jogo durante alguns minutos e depois publica, crente que serviu para iluminar a vida de alguém? Falar sobre reviews/resenhas/análises/criticas é falar sobre um dos meus assuntos favoritos.

    Portanto, não vou fazer o que eu costumo fazer sempre — pegar o gancho de outra discussão e trazê-la para cá. O que eu proponho dessa vez é que todos nós cliquemos aqui e comentemos . Por quê? Primeiro porque lá o assunto já foi lindamente iniciado, e seria ideal que lá mesmo ele se desenvolvesse. Segundo porque, por mais que eu queira fazer do Continue o maior e melhor blog de games do Brasil, eu nunca vou cometer o erro de achar que somos o único blog que você pode gostar (razão pela qual não poupamos links por aqui). E terceiro porque eu acho uma puta injustiça que nós tenhamos mais de 500 assinantes de feed, enquanto o Fabão — que põe num post a qualidade que a gente se esforça ara alcançar em uma semana de posts — não tenha nem 50 (ainda). As nossas Discussões de Fim de Semana costumam ter quase 40 comentários, então eu quero ver esse número de gente comentando lá no Gamer LifeStyle.

    Go and make me proud.

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  • Thursday
    Jun 26,2008

    Hora de mais uma promoção!

    Eu sei que tem outros blogs por aí dando este maravilhoso prêmio, mas só aqui no Continue você ganha o Guia GTA IV da Editora Europa autografado por Fábio “Fabão” Santana, Gustavo Petró, Felipe Azevedo, Nelson Alves Jr., Gilsomar Livramento e muitos outros cujas assinaturas eu não consegui entender!

    E olha, eu dei uma boa folheada no bichinho e posso dizer, agora com mais propriedade do que da última vez: ficou um trabalho de alta classe. Todos os detalhes que você possa querer estão lá, de maneira clara e sempre com mapas, tabelas e imagens de ótima qualidade para ilustrar. O trampo que deve ter dado pra capturar esse monte de telinha… eu não gosto nem de imaginar. Só sei que, com esse guia, eu finalmente seria capaz de meter um tiro de Sniper em cada um dos 199 “flying rats” de Liberty City.

    » Como eu faço pra ganhar?!

    É simples.

    Mas não muito.

    Como o prêmio é bacana e não pode ser comprado em qualquer banca (não com os autógrafos!), você vai ter que usar a cabeça um pouquinho.

    Lembra daquele post onde discutimos a possibilidade de um GTA protagonizado por uma mulher, e como isso mudaria o jogo, quais idéias novas poderia trazer etc e tal? Eu quero que vocês, partindo desse exemplo, bolem alguma nova idéia para um novo GTA.

    Em resumo, complete a frase: “E se o próximo GTA…”.

    Use a critividade, imagine que você tem a liberdade de escolher como vai ser o próximo jogo da série. E depois explique mais ou menos como essa idéia funcionaria, porquê ela seria legal.

    Por exemplo: “E se o próximo GTA… fosse no futuro? Não seria interessante poder roubar carros voadores e desintegrar as pessoas com armas laser? O celular poderia ser uma espécie de iPhone todo futurista, com hologramas, e as safehouses poderiam ter sistema de teletransporte entre si!” Como você pode ver, viajar na maionese é permitido e recomendado.

    Quem der a melhor idéia, que poderia resultar no jogo mais divertido, leva o Guia Autografado na faixa! A idéia vencedora vai ser escolhida por mim e pelos outros redatores do Continue.

    Mande ver, a caixa de comentários é a sua arma!

    »

    Regulamentozinho obrigatório:

    • Nós só enviaremos o prêmio para endereços dentro do Brasil.
    • Só serão válidas as respostas deixadas na área de comentários deste post.
    • Você pode postar quantas respostas quiser.
    • O resultado será divulgado na quinta-feira, dia 03/07/2008, podendo ser adiada sem aviso prévio.
    • Entraremos em contato com o ganhador através do email digitado junto com o comentário (portanto preencha com um endereço de email que você use).

    » Com agradecimentos mais do que especiais ao Fábio Santana, que liberou o prêmio para o Continue como um bom apoiador da blogosfera que é, e à toda redação da Editora Europa, tanto por ter autografado quanto por ter ajudado a trazer esta pérola editorial ao mercado brasileiro.

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  • Wednesday
    Jun 4,2008

    EGMQuando vi as manchetes “EGM refuses to review MGS4″, eu logo pensei mal da revista, lembrando daquele caso tosco de quando eles se recusaram a resenhar Endless Ocean do Wii porque não consideraram um “jogo”. Só que dessa vez o motivo é outro e, se naquele a revista mereceu umas vaias, nesse ela merece aplausos: o motivo para terem se recusado a fazer um review do maior lançamento do ano para PS3 foram as restrições impostas pela Konami para os jornalistas.

    Segundo relatos de jornalistas, havia vários tópicos proibidos. Ninguém podia falar, por exemplo, do tamanho da instalação que o jogo exige (4.6GB), nem sobre a duração de algumas cutscenes (90 minutos). Ambos pontos negativos que a Konami sentiu que podia abafar, sabendo que os grandes veículos precisam de um review de MGS4 o quanto antes e a maioria faria o necessário para conseguir ser um dos primeiros a analisar. Me informei aqui com o pessoal de algumas revistas brasileiras de games, e parece que essa restrição não rolou por aqui.

    Enquanto alguns, como o IGN, entraram nas regras do jogo, a EGM gringa mostrou que é macho e que não se dobra aos caprichos de ninguém. Em vez de um review tradicional, os caras fizeram uma mesa redonda por escrito, discutindo o jogo. Como não é um review, tecnicamente, eles puderam falar sobre o que dessa na telha. Uma solução criativa para os leitores e um belo recado para a Konami. Não é papel das empresas darem ordem para a imprensa.

    [via Destructoid]

    » Atualização: Mestre Prandoni foi rápido em apontar a resposta da Kojima Productions ao caso. Eles dizem que a instrução não era não falar sobre o tamanho das cutscenes, mas sim não dizer quais eram longas, de modo a não estragar a surpresa do jogador. Ele explicou várias outras restrições, e a razão de ser da maioria delas era justamente essa: evitar spoilers. Beleza, aí eu me pergunto, “precisa?”. Eu acho que ainda assim eles fizeram errado em dar “instruções” aos jornalistas sobre como avaliar o jogo. Nenhum jornalista que se preze inclui spoilers no seu review, logo, ninguém precisa da Konami, ou seja lá quem for, ensinando o padre a rezar a missa.

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  • Thursday
    May 29,2008

    Guia Oficial de Grand Theft Auto IV

    Acabei de receber, via Press Release, uma ótima novidade para os gamers brasileiros: o anúncio da Editora Europa de que estão lançando agora em 15 de Junho o guia mostrado na imagem acima.

    Por que é uma ótima novidade? Vários motivos! Primeiro porque o Brasil quase nunca recebe esse tipo de publicação extremamente detalhada (se é que já recebeu, eu não lembro de nenhum). No máximo temos aqueles guias-pôster, tipo aqueles que sempre são lançados a cada Zelda ou Pokémon novo. São legais, mas não são um livro de 292 páginas.

    Sim, o Guia Oficial de Grand Theft Auto IV será um puta livrão de 292 páginas esmiuçando cada cantinho de Liberty City e cada minuto da vida de crimes de Niko Bellic. Esse número impressiona, né? Duzentas e noventa e duas páginas.

    O guia é uma adaptação da obra original em inglês, produzida pela BradyGames, que já tem experiência no negócio de guias detalhados de jogo nos Estados Unidos. Se a Wikipedia é confiável, eles fazem isso desde 1993 e já lançaram centenas de guias. Sabe o que é mais bacana? O preço das obras deles lá na Terra do Tio Sam é de 15 a 20 dólares, e a nossa versão vai sair por módicos R$29,90! Ou seja, não é mais um daqueles “oba, agora a gente também tem isso no Brasil… só que pagamos o triplo do preço”.

    Mas o que exatamente tem nesse guia? Ao melhor estilo Kotaku, vou publicar o Press Release depois do continue. Lá tem todos os detalhes. E pra quem ficou empolgado, mais uma boa notícia: há grandes chances de eu conseguir um para sortear entre vocês, meus idolatrados leitores. Fiquem de olho!

    E os meus parabéns a todos da Editora Europa pelo pioneirismo e iniciativa, especialmente ao Fabio Santana, responsável pela Gaming Books Division.

    Continue lendo! (Press Release)

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  • Monday
    May 5,2008

    Liberty City Google Map

    Quem acha que o mapa in-game do GTA IV não dá conta do recado na hora de cortar pelos becos da Nova York digital agora tem uma nova opção. O IGN, repetindo o que já tinha feito com Smash Bros Brawl, criou um site especial para o jogo de Niko Bellic, e uma das atrações exclusivas é este mashup do Google Maps mostrando as entranhas de Liberty City.

    Além de consultar o mapa visualmente, sabendo onde fica cada local, os usuários também podem alimentá-lo com localizações de várias coisas, de lugares com vistas legais até Strip Clubs, passando por pontos de início e fim de missões e itens colecionáveis. Sem contar os pombos, que você precisa achar 199 deles pra fazer 100%.

    A maldita Saraiva tinha me prometido o jogo pra hoje, dia 05, mas agora tá marcado lá que somente a partir do dia 15 eu vou colocar as mãos na minha cópia de GTA IV, então não sei dizer se o tal mapa é útil ou não. Se você sabe, diga nos comentários, por favor. E depois morra, por favor, seu lucky bastard.

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  • Saturday
    May 3,2008

    Pirataria

    Todos vocês já leram o ótimo texto do AyPyCy sobre pirataria publicado esta semana, certo? Muitos, além de ler, fizeram questão de comentar, e nisso saíram altos comentários super pertinentes e exemplares. Por isso hoje eu acho apropriado trazer duas novas discussões baseadas naquela. Ainda sobre pirataria, porém mais específicas.

    São dois pontos sensíveis, portanto estou ansioso para conhecer a opinião de vocês.

    Continue lendo!

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