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History is written by the victor

Archive for the ‘Mãos-nele’ Category

(Guitar Hero World Tour%2C Rock Band 2 Bundle Bateria) [bb]

Postei ontem sobre o pessoal jogando os games musicais na Campus Party, mas o que mais repercutiu nos comentários foi a minha brevíssima opinião sobre a bateria do Guitar Hero World Tour. Então vou fazer o serviço completo e postar o “hands-on” dela, comparando com a de Rock Band 2, que eu tenho..

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[Mãos-nele – Demo] Left 4 Dead (PC)

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Left 4 Dead, hein? Que jogo. Putaquepariu, que jogo.

Tem dois seres da cultura nerd/pop que simplesmente não me atraem nem um pouco. Um é vampiro, e o outro é zumbi. Por isso eu não me empolgo com Castlevania, e por isso eu não estava empolgado com Left 4 Dead. Isso até o Felipe Nanni (nosso leitor, fanboy da Valve e meu Médico oficial em Team Fortress 2 nas horas vagas) vir me buzinar nos ouvidos sobre o jogo.

Depois de me semi-empolgar lendo algumas coisas, pude baixar a demo no Steam e já joguei inúmeras vezes nos últimos dias. O resumo da ópera: A Valve tem mais uma pérola nas mãos.

Fingindo por um momento que você ainda não sabe do que se trata, vou resumir: em Left 4 Dead você assume o papel de um dos quatro sobreviventes de um apocalipse de zumbis, sozinhos em uma cidade infestada com as criaturas podres.

Essa descrição pode dar a entender que estamos falando de “mais um jogo de zumbis”. Pode esquecer. L4D é tudo, menos isso.

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[Mãos-nele - Demo] Tom Clancy’s EndWar

Você já deve ter ouvido falar de Tom Clancy’s EndWar, o jogo de estratégia da Ubisoft para o PlayStation 3[bb] e Xbox 360[bb], que chega às lojas em alguns dias, no começo de novembro. Jogos de estratégia em tempo real para consoles não são novidade, mas sempre que um novo aparece, o cerne da questão é como serão mapeados os controles. Afinal, não adianta ter gráficos bacanas se você tiver de arrastar coisas na tela com um “mouse” imaginário. A Ubisoft resolveu a questão substituindo os comandos através dos botões por algo muito mais intuitivo: comandos de voz.

Baixei a demo do jogo essa semana e embora seja bem curtinha, dá para ter uma idéia do que aguarda os estrategistas nesse final de ano. E já adianto, é muito legal. Curte um bom game de estratégia ou quer apenas saber mais sobre esse negócio de gritar ordens para a televisão? A informação está aí embaixo, depois do Continue!

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[Primeiras impressões] Mother 3

Frog saves!

Há exatos três minutos eu fechei o VBA, depois de 1h43 de Mother 3.

Agora eu não sei se é porque eu não tinha bom gosto na época, não estava preparado para a estranheza do jogo ou se eu acharia a mesma coisa hoje, mas lembro que quando joguei o EarthBound no SNES eu fiquei com um gosto amargo, basicamente por causa do sistema de batalha.

O estranho é que, pelo que eu me lembro do EB, o sistema de batalha do Mother 3 não tá diferente em quase nada, e mesmo assim eu não vi problema nenhum, até gostei! Esse era o meu medo, e ele foi superado!

Mas o legal mesmo é o humor nos textos e falas dos NPCs. Tipo, logo que tu sai da casa assim que começa o jogo, tem dois porcos por perto. Tu vai e “fala” com o primeiro e ele diz (pensando): “What the pig next to me says worries me…”. Aí tu fica curioso e vai “falar” com o segundo porco. E o que ele diz? “Don’t worry!”

É muito divertido! =D

Quanto ao emulador, eu li que eles recomendam o VBA-M, que é tipo uma versão avançada do VBA, meio versão de testes ainda. Tentei com ele e tanto o patch de tradução não funcionou (o jogo continuou em japonês) como o o som ficou com uns “estalos”. No VBA rodou perfeito, macio, uma lindeza, com Frame Skip 0, inclusive.

Estava em dúvida se ia jogar muito ou se ia só experimentar e largar, mas agora eu tenho quase certeza que vou acabar zerando logo. E se bobear dou uma segunda chance pro Earthbound logo em seguida!

PS.: Esse post é meio que um Easter Egg pra quem acompanha o Blogeek. :P

[Mãos-Nele] Warhammer Online: Age of Reckoning

Tudo começou neste fim de semana. Eu, namorado e mais duas pessoas andávamos pelo Templo da Perdição Financeira, a.k.a. FNAC, quando de repente me entregam uma caixa. Era Warhammer Online. Eu, num, estado de extremo “WTF”, olho para a direção que me apontam. Era… uma prateleira, repleta de cópias originais com caixa e manual inteiramente em português de um MMORPG top de linha que foi lançado comercialmente semana passada!

Sim, alguém lá da Electronic Arts olhou pra esse país de fim de mundo e disse “ah, uma colher de chá, vai”. Sendo vendido por 100 pilas, preço padrão de qualquer jogo de PC ultimamente, estava ali, Warhammer Online. O MMORPG mais esperado dos últimos tempos.

Trouxemos uma cópia para “testar” durante o fim de semana.

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Apertando os botões certos

Sabia que este blog quase se chamou Botão Certo? Nesse caso eu poderia passar a adotar a imagem acima como uma espécie “mascote” (se o desejo fosse afastar todas as nossas quatro ou cinco leitoras mulheres, claro).

Realmente não há muito a se falar que não seja encheção de linguiça (), então apenas fique com as imagens. E por favor comente qual a porcentagem de você ou a sua namorada usar um bikini desses. Vamos ver quantos comentários a gente vai levar pra somar 100%?

[via Complex Blog]

O Argus me enchia o saco pra eu baixar o Criador de Criaturas do Spore. Eu não queria. Sei lá, achava basteira perder tempo baixando e instalando um pedaço de um jogo que eu provavelmente já iria comprar inteiro de qualquer jeito. Mas como eu não resisto a uma boa interface, no fim cedi, baixei. E fiquei me achando o maior paspalho depois, por quase ter perdido toda essa diversão. Mas quem iria adivinhar que simplesmente ficar criando uns bichos esquisitos renderia tanto entretenimento?

Depois do continue eu falo mais sobre o que achei do “jogo” e você ainda aproveita para conhecer a edição especial que vai chegar ao Brasil (caso ainda não tenha ficado sabendo).

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Taikodom

Não estarei mentindo quando digo que Taikodom, o MMO da empresa catarinense Hoplon Infotainment, me chamou atenção desde que foi anunciado, já há alguns anos. Tenho este post do meu antigo blog para comprovar. A começar pelo fato dele ser um jogo massivo online espacial, e não mais um MMO genérico de fantasia medieval.

Depois, e mais importante, vinha o fato dele se autodenominar um Massive Social Game, em vez de um MMORPG ou simplesmente MMO. Dois diferenciais que eu fiquei sabendo e me empolgaram de sobremaneira foram o fato da habilidade do jogador ser medida de fato por quão bem ele sabe jogar, não pelo nível de experiência ou pela qualidade dos seus equipamentos, e a presença de classes cujo foco não era o combate, mas o transporte, negociação e outras atividades que não envolviam tiros. Na época falava-se até da classe Jornalista, veja só.

Com essas características fora do comum, fora-da-caixa, e uma boa execução, na minha opinião o Taikodom teria potencial para ser uma grande bandeira brasileira fincada na indústria de games mundial.

Essa semana eu pude experimentar o beta do jogo. Que pena que tudo isso que me empolgou no início não passa de teoria.

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[Mãos-nele] GTA IV brasileiro, finalmente

Minha vez

Ninguém sabe o que aconteceu, mas o fato é que a versão brasileira de GTA IV, trazida ao país pela NC Games, sofreu um atraso de cerca de duas semanas. O que, para um jogo como este, pode ser descrito como um atraso descomunal. Independente do que diabos tenha acontecido, parece que finalmente os mano resorvero as treta, certo, e vamos começar a ver o jogo em estoque nos sites e lojas do país.

Digo isso porque, há exatos dezesete minutos, a minha cópia foi entrege aqui em casa. E o pacote é tão bacana que eu resolvi escrever um Hands-on (Mãos-nele!) e mostrar para vocês. Não no sentido “morram de inveja”, mas sim para informar e ajudar na decisão de quem ainda não se decidiu por comprar ou não o jogo. (Hahaha, a quem eu estou enganando? :P )

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Apture


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Qual deveria ser o critério de escolha para os jogos que recebem resenha aqui no Continue?

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