Pois é, aconteceu. Corram para as colinas.Sinceramente, jamais imaginei que escreveria um título desse gênero. Até porque, para mim, Duke Nukem Forever já tinha adquirido status de lenda urbana, e assim deveria permanecer. Aquela referência para quando um jogo fica muito tempo em desenvolvimento e permanece alvo de piadinhas há pelo menos dez anos. E agora, o que teremos? Bem, se formos analisar pelo trailer, um jogo bem trash e com muita testosterona.
Você pode conferir logo abaixo o primeiro teaser trailer do jogo mais esperado (literalmente) de todos os tempos. Na verdade, não há nenhuma cena do jogo em si: depois de trocentos anos em desenvolvimento, os caras de pau da 3D Realms tem coragem de mostrar um videozinho beeem tosco que só mostra o protagonista fazendo coisas estranhas e poderia ter sido feito por qualquer aprendiz em modelagem furreca.
Felizmente, o jogo ainda não tem data de lançamento, o que significa que a equipe de desenvolvimento pode continuar trabalhando nele por quantos anos mais for necessário. E eu chuto que serão precisos muitos anos a mais. E, neste meio termo, continuamos com as piadas.
[via internet toda!]
Sabe o Wi-Vision, aquele console de última geração que vem com dois controles, uma pistola laser e além disso roda jogos de NES? Pois um amigo me passou um vídeo que mostra uma infinidade desses clones de Nintendinho, Master System e afins, em sua maioria com um design super arrojado nos moldes do PSP, GameCube e muitos outros. O vídeo também inclui algumas fakezeiras que o pessoal inventou por aí, na época de lançamento dos consoles mais novos.
Valeu, Cephiro e MrFeqr

Não sei se é impressão minha, mas parece que No More Heroes não está sendo muito feliz lá no Japão. Os produtores chegaram ao ponto de oferecer rolos de papel higiênico do jogo (e autógrafos!) para quem comprá-lo, mas nem isso deu resultado.
O criador de No More Heroes, Suda 51, e seu produtor executivo, Yasuhiro Wada, que não tem números no nome mas é legal porque criou Harvest Moon, ficaram vinte minutos na frente da loja Sofmap, no bairro-dos-sonhos Akibahara, esperando compradores para que eles pudessem assinar cópias do jogo. Mas não rolou. Ao que parece o pessoal tava ocupado demais jogando Wii Fit em casa, sem muito motivo pra sair às ruas.
O engraçado da história é que a imprensa de jogos japonesa estava lá pra cobrir o evento, mas não tinha compradores para fotografar. No fim das contas, de acordo com o Akiba Blog, que está em japonês mas o Kotaku traduziu pra mim, um funcionário da Enterbrain (empresa que publica a Famitsu) acabou comprando uma cópia do jogo para que Suda e Wada assinassem :’-(
É interessante lembrar que a cada cinco segundos, um Nintendo DS é vendido no Japão, e os caras não conseguiram vender uma cópia de No More Heroes em 20 minutos. Pelas contas, enquanto eles ficavam lá, gritando “ooolha o papel higiênico!”, 240 DSs saíram. Eu não sei exatamente por que estou fazendo essa comparação, mas se eu fosse o Suda cairia no choro lá mesmo, no chão da loja.
Ah é, tinha também uma japonesa de mini-saia pra ajudar nas vendas. Wii Fit deve ser bom mesmo!

Quando você acha que o mundo já está cheio de PolyStations e Viis, a sempre espirituosa Dynacom, criadora do popular Dynavision, consegue te surpreender. Provando que o Brasil é mesmo o país líder em clones chineses, a dona do agora obsoleto Dynacom Radical vai lançar no mercado o revolucionário Wi-Vision.
Engana-se quem pensa que a diferença entre este e o caixote branco da Nintendo fica apenas no “i”. Além de possuir um design arrojado e moderno, o videogame já vem com o incomensurável número de 217 jogos, sendo 111 na memória e mais um cartucho brinde contendo mais 106. E tem mais!
Disponível na incrível cor preta brilhante, a fantástica máquina vem com a VirtuaLaser, uma mira laser eletrônica de alta precisão que efetua dez disparos por segundo, e ainda é retrocompatível com os cartuchos do Nintendinho!
Está convencido? Não deixe de conferir o console nas maiores redes de lojas do país pela bagatela de R$ 289,00.
[via eurogames]

Quem tem o costume de jogar games online (ou mesmo conversar com nerds/geeks/gamers) já deve ter ouvido essa expressão: w00t! Se o seu time ganhou, woot! Se você derrotou um monstro apelão, w00t! Se deu o headshot mais lindo da história, espalhando miolos e alegria pelo chão, w00t! É uma expressão de sucesso, empolgação, vitória, júbilo, e tem origem na sigla We Own the Other Team. Mas é claro que eu não preciso estar explicando isso para você, gamer inveterado.
Pois a editora do dicionário americano Merriam-Webster, que desde 2003 elege uma palavra de grande importância ou popularidade, escolheu esta pequena interjeição de quatro letras (ou duas letras e dois números) como a Palavra do Ano de 2007. Eu acho isso surreal de tão legal. w00t!
As Palavras do Ano nos anos anteriores foram “truthiness” (com “google” logo atrás, em 2006), “integrity”, “blog” e “democracy”. O mais perto que uma palavra minimamente gamer/nerd chegou do primeiro lugar foi em 2003, quando a palavra “matrix” ficou em quarto lugar.

Como se já não bastasse sermos ludibriados no onanismo diário e até em anúncio de comida, agora tem jogo recebendo uma “ajudinha” pra fazer bonito nas feiras de games. Na última quinta-feira, Seb Downie, do Controle de Qualidade da Guerilla Games, empresa responsável pelo desenvolvimento de Killzone 2, admitiu que as últimas imagens liberadas do jogo passaram por alguns… ajustes, antes de serem apresentadas.
Semana passada o Kotaku comentou que as fotos estavam muito suaves. Suaves demais. Questionado, no fórum oficial do PS3, se essas imagens representavam realmente o gameplay sem nenhum tipo de modificação, Downie respondeu:
Elas estão só um pouquinho retocadas. A resposta curta é ’sim’. A resposta longa é que foi feita uma pequena correção nas cores e algum polimento. Mas ainda estão bem próximas da realidade. Fica melhor em movimento, na minha opinião.
Resta uma dúvida: será que junto com o jogo eles mandam uma cópia do Photoshop para eventuais “correções nas cores”?

Hoje é mais um dia feliz para o Continue: Felipe Dal Molin, o grande Lipedal, estará entre nós, começando seus trabalhos de depravação da juventude brasileira, a partir de daqui a pouco. Como é de “prachi”, a página Quem Escreve já foi atualizada com as informações do garoto. Mas eu dou uma resumida:
Ele é 50% do No Controle e, além disso, é também… mais nada. É, é isso que tenho a dizer sobre ele. Mas já é mais do que suficiente, já que o NC é um dos meus blogs de games favoritos. E o guri escreve bem pra caramba, também. Isso conta alguns pontinhos.
Dêem as tradicionais e calorosas boas-vindas dos Continuistas quando o safado perceber que o sol já está a 90º da Terra e resolver acordar.
Ontem mesmo, antes de dormir, a última coisa que eu fiz foi digitar o número do meu cartão de crédito e comprar o maravilhoso (dizem, e eu acredito) The Orange Box. Basicamente só pelo Portal, pra falar bem a verdade, apesar de eu ter uma certa desconfiança que vou acabar aproveitando mais o Team Fortress 2 a longo prazo. Na verdade não foi nem por um nem por outro, foi pelo preço: 6x de 16,65 no Submarino. Jogo original, novo e bom desse jeito, não fica mais barato que isso, eu te garanto.
Ou seja, eu só vou jogar Portal hoje, mais tarde. E até hoje eu tinha conseguido ficar sem ouvir a “Still Alive”, a tal musiquinha dos créditos que todo mundo fala que é sensacional. Por incrível que pareça, eu ouvi falar tão bem da tal música que ela acabou se tornando um dos motivos principais de eu querer terminar logo o jogo.
Aí, hoje, a primeiríssima coisa que eu abro no meu leitor de RSS é isso. No lugar da genial tirinha de sempre, o VGCats fez uma genial animação em flash para a Still Alive, e ficou ótima. Se você não jogou e não acha que vai jogar Portal num futuro próximo, está aí a melhor oportunidade pra conhecer a música. E se você jogou… não acho que você precise de muito motivo para ouvir de novo.
Provavelmente você está pra conhecer pessoa que se importa menos com futebol do que eu. Não assisti ao jogo do Corínthians, não li quase nada a respeito, nem torço mais pro time que eu costumava torcer quando era criança (por uma incrível coincidência, eu diria, trata-se do próprio Grêmio). Mas hoje recebi por email, de um amigo, essa figura que você vê aí ao lado (e pode clicar para ver no tamanho certo) e não pude deixar passar batido.
Não adianta: tirar sarro é com brasileiro mesmo. Tá aí uma das (poucas) coisas com as quais eu realmente simpatizo nesse povo do meu país.
“Alô, Corínthians? Tu, tu, tu, tu… Ih, caiu.”
Essa eu acho que passou despercebida pelo radar da mídia de games: para promover o seu laptop Vaio, a Sony aparentemente* encomendou um advergame para um estúdio chamado KillerViral. Só que a KillerViral esqueceu de encomendar criatividade, e me saiu com uma solução risível, o VaioWare.
(* Eu digo “aparentemente” porque não consegui encontrar confirmação de que isso foi mesmo encomendado pela própria Sony. Pelo naipe do site da KillerViral, não parece. Mas o jogo é claramente um advergame, e nunca ouvi falar de algum que tenha sido feito sem ser encomendado.)
Só pelo nome já dá para adivinhar que trata-se de um webgame que a) exibe a marca do laptop Vaio sem parar, b) consiste em uma série de microgames e c) não tem nenhuma vergonha na cara. Até o molequinho ali da foto que tá com um capacete lembra o personagem 9-Volt, do WarioWare!
Parece-me que essa campanha já existe há um bom tempo, mas eu nunca tinha visto e rachei o bico quando vi ontem. Você já conhecia?