
Agora já era. All our base are belong to Belzeboss. \,,/
CREDO. EU ESCREVI AQUILO ALI EM CIMA? QUE TROCADALHO DE M*RDA!
É, acho que escrevi mesmo, e não há nada que possa ser feito a esse respeito. Ao menos então faça valer a leitura dessa bobagisse toda, assistindo ao trailer do RPG do Sonic, da BioWare, do DS. Ele saiu há pouco tempo no GameTrailers e é bonzão mesmo. Eu mal posso esperar pra jogar esse treco.
Saíram outros vídeos também, mas são todos toscos, com câmera tremida, e mostrando coisas que o trailer já mostra.

Dia desses eu estava conversando com o Fabão e eu resolvi mostrar para ele aquele gif resumindo a conferência da Nintendo nessa E3. Talvez você já tenha visto (se não viu, vai ver daqui a pouco). Ele já conhecia, aí me mostrou outro, e eu mostrei outro e assim foi. De tanta risada que eu dei naquele papo, resolvi procurar mais alguns e montar esse Top 8 inusitado, com direito até a títulos infames. Talvez você dê tanta risada quanto eu dei.
E não, não estou copiando o Judão e o seu simbolismo com o numero “OITÔ”. É que eu só achei oito gifs bacanões de verdade.

Alguém aí ainda acredita em Sadness? Faz uns dois anos que foi “anunciado”, e até agora tudo que se tem é um trailer ri-dí-cu-lo e nem meia dúzia de artes conceituais que podem ser indicativas tanto de um jogo quanto da existência de água em Urano.
Como um quinto filho entre dezenove irmãos, a Nibris atualiza o seu site enquanto levanta a mão e diz, timidamente “eu ainda existo, tá?”. A única coisa relevante na atualização, ao que se sabe, é a promessa de uma data de lançamento para Sadness. “Fall 2009″.
Eu já tive muita esperança. Hoje não sei. Se sair, beleza, mas eu não tô mais nem aí.

Religião é um assunto complicado. Você tem a sua, eu tenho a minha, e cada um tem o direito de ter uma e de não ver ninguém tentando diminuir outra em favor da própria. Mas é impossível não tirar um barato, não morrer de rir, disso. Religião é uma coisa, babaquice é outra.
Trata-se de uma página falando sobre games sob o ponto de vista religioso. Claro, porque a igreja tem que ir até onde o jovem está, senão ele é que não vai ir até a igreja, certo? É a mesma história daquelas igrejas que colocavam Halo 3 pra gurizada jogar, só pra fazê-los entrar na roda espiritual.
Na primeira metade da página, além de umas enquetes hilárias, têm uns textinhos sobre jogos inofensivos, que podem ser jogados livremente sem medo de estar cometendo algum pecado. Mas o que tem na segunda metade chega a pôr em dúvida a seriedade do negócio. São mini-reviews de jogos “seculares“, ou seja, DUMAL, MANO. Jogos do demo, por assim dizer.
Como todo bom religioso bitolado, Kyle Goldman (o religioso bitolado que escreve a página) não hesita em exagerar fatos, extrapolar detalhes e achar significados ocultos em tudo. E o melhor é que ele nem joga muitos muitos dos jogos que ele “analisa”, sob a justificativa de que têm “classificação M e, por isso, não são permitido no campus”.
Não vou ficar colocando aqui tudo que foi escrito lá. Já dei o link e você sabe clicar. Mas não dá pra deixar passar algumas frases mais infelizes. Dessas eu faço um apressado Top 5 depois do Continue.
[O texto que você lê a seguir é um dos mais geniais, inusitados e engraçados que eu li nos últimos tempos. Foi publicado originalmente ontem, dia 18/06/2008, no Destructoid pelo "Reverend" Anthony Burch. Eu entrei em contato com ele a fim de traduzir o texto e publicar aqui, e ele autorizou numa boa, acrescentando a seguinte mensagem à comunidade gamer brasileira: "Hello, Brazilian gaming community. I know at least one of your members. His name is Ulisses Gurgel. If you see him, please cause him bodily harm". Simpático.
]
Você acha que eu estou brincando.
Você acha que eu estou sendo convencido ou irônico quando digo que Mr. Resetti, a toupeira do Animal Crossing representada na figura acima, é o mais heróico personagem de videogame da história. Você riu das suas fanfarronices quando ele gritou com você, o jogador, por ter resetado o jogo sem salvar. Você esbravejou contra ele quando ele apareceu como um Assist Trophy em Brawl. Você acha que eu estou tirando um barato.
A verdade é que você não tem idéia do quão heróico é o Mr. Resetti. Você já parou para pensar que ele é a única pessoa — a única pessoa — protegendo o universo inteiro de Animal Crossing da destruição? Que ele é o auto-nomeado defensor da vila inteira, frequentemente desafiando um poder (que seria você, jogador) que ele não pode nem sequer ter esperanças de um dia verdadeiramente dominar? Que esta simples e pequena toupeira luta eternamente em uma batalha perdida contra o próprio Deus a fim de proteger as vidas dos seus amigos?
Depois do continue eu explicarei melhor.

Atente para a frase do diretor de marketing da Nintendo da Europa, Laurent Fischer, sobre a questão do espaço interno no Wii — ou falta dele –, logo após dizer que a empresa está “trabalhando em uma solução”:
Definitivamente não há planos para lançar um hardware [para aumentar o espaço], mas nós sabemos que temos um problema nesta área. É muito óbvio e nós estamos perfeitamente cientes, mas não há nada que possamos dizer além disso.
Corrijam-me se eu estiver errado e perdoem a minha ignorância, mas até onde eu sei, a única maneira de aumentar a memória física de um aparelho é colocando/aumentando/trocando o hardware que armazena os dados, seja ele um Hard Disk, um cartão de memória ou seja lá o que os chineses já inventaram de ontem pra hoje nessa área. Se não for assim, só posso concluir uma coisa: a Nintendo descobriu como fazer dois (ou mais) MegaBytes caberem em um.
Primeiro foi a declaração de que só “geeks e otakus” estão preocupados com isso (declaração dada, inclusive, pelo mesmo cidadão), agora isso. Estará a Nintendo estrando pelo mesmo caminho da arrogância e das declarações infelizes que Sony vinha trilhando?
[via Game|Life]
Seguindo o sucesso de seu mega-boga jogo World of Warcraft, Blizzard Entertainment descobriu um novo nicho de jogadores e lançou nesta semana sua mais nova empreitada: World of World of Warcraft.
Como você pode ver acima no vídeo gentilmente cedido pelos profisionais sem papas na língua do The Onion, nele você controla um jogador de World of Warcraft enquanto ele joga World of Warcraft, tendo todos os desafios que a classe traz. Sobreviver à base de miojo e Hot Pockets, ligar para o seu provedor de internet xingando quando a conexão cai… as possibilidades são infinitas e a jogabilidade é super imersiva e realista.
Esse com certeza está na minha lista de compras pro próximo MMO… e vocês, o que acharam do conceito?
(Antes que venham falando alguma coisa: eu sei que é fake, tá?)
Ontem achei esse videozinho extremamente babaca, mas dei muita risada com ele. Achei no blog NowLoading, que por sinal é bem bacana.
Assistam aí enquanto eu escrevo o próximo post. ![]()
O jogo? Chaos Wars, RPG tático para PS2. A dublagem? EX-CE-LEN-TE. Clique ali em cima e comprove.
Querendo saber saber de onde veio tamanha genialidade em formato de dubladores, o pessoal do InsertCredit fez uma pequena pesquisa e descobriu a causa. Em vez de te contar, vou deixar você descobrir baseado em alguns nomes que aparecem nos créditos (que constam no manual do jogo; não há evidência de que alguém tenha terminado o jogo sem ter crises histéricas de risos). Segundo eles:
O CEO da O3 Entertainment [produtora do jogo] é Chris Jelinek. Entre os Voice Actors estão Quest Jelinek e Tyler Jelinek, com agradecimentos especiais a Kay Jelinek e Lee Jelinek. Que curioso.
Realmente, que curioso.
Continue lendo! (AVISO: Mais um vídeo de dublagem extremamente genial à frente)