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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Japão’ Category

Perfect Prosecutor: a hora e a vez de Miles Edgeworth

Edgeworth

Eu adoro o tipo de trama em que o personagem principal não é exatamente o mocinho, o cara “do bem”, e o antagonista também não é exatamente mau, ele só tem os motivos dele — tão bons quanto os do protagonista — para foder com a vida do outro cara. Por mais que os vilões clássicos (Darth Vader me vem à mente) tenham seus motivos para fazerem as suas maldades, você sempre sabe que os motivos deles são errados, enquanto os dos mocinho são certos.

Miles Edgeworth não é um vilão clássico. Ele é o advogado que sempre fica do lado oposto do tribunal em relação a Phoenix Wright. Enquanto você fica lá, lendo e relendo as fichas dos casos para encontrar alguma contradição e inocentar o acusado, ele faz a mesma coisa do outro lado, só que tentando enfiar o infeliz no xilindró. E quem pode julgá-lo? É o trabalho dele, e pelo pouco que eu sei da história até agora, ele realmente tem os seus motivos.

Em resumo, eu gosto do Miles. Não mais do que gosto do Wright, mas gosto. Por isso gostei dessa notícia que saiu ontem:
Capcom Bring Phoenix Wright Spin-off to Nintendo DS.

Se as scans divulgadas pela Famistu revelam alguma coisa, dá pra se dizer que o estilo de jogo será bem diferente. A começar pelo protagonista, que agora é um promotor, tal como Miles Edgeworth, isso se não for o próprio. Perfect Prosecutor (este é o nome do jogo) não será em “primeira pessoa” como a série Ace Attorney, mas sim em um estilo adventure mais clássico, com os personagens andando pela tela para verificar as diferentes partes da cena do crime. O detetive Dick Gumshoe já esta confirmado. Tomara que ele seja uma espécie de Max para o protagonista.

Eu mal posso esperar pra lançarem esse jogo. Tomara que até lá eu tenha conseguido finalmente terminar este último caso do primeiro jogo da série — e quem sabe até os outros três.

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  • Conheça a “Cenourina of Time”

    Japonês apronta cada uma

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  • Browser, I’m your father

    O diálogo abaixo é a tradução da transcrição de um diálogo publicado no site 4CR. Eu dou o crédito, mas eu quero essas palavras aqui no Continue, e em português, porque isso é muito hilário e eu vou querer relembrar quando estiver passando pelos arquivos do site daqui a alguns anos.

    Eis a história: um dos redatores do 4CR dá aulas de inglês para crianças no Japão. Um dia ele quis ensinar aos alunos palavras como “brother”, “sister”, “father” e “mother” e pensou em usar o exemplo dos Super Mario Brothers como ponto de partida. O problema é que crianças de seis anos têm maneiras muito peculiares de pensar… confira após o Continue (desculpe, mas é que é um diálogo um pouco longo).

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  • O Mundo Acaba Com Você em 22 de abril!

    Pokémon também acaba com você

    A nossa velha amiga Square Enix anunciou ontem que The World Ends With You, versão ocidental de sua última criação, chegará às lojas dos EUA no dia 22 de abril. It’s a Wonderful World, o título japonês, foi lançado em julho do ano passado para DS, e já deixou muita gente daqui na vontade. Traduzido da IGN:

    Oferecendo um sistema de combate intuitivo, THE WORLD ENDS WITH YOU é uma aventura imersiva e inovadora situada na Tóquio dos dias modernos. A premiada equipe de desenvolvimento da Square Enix e da Jupiter traz sua visão única das ruas de Shibuya, o maior centro de cultura jovem da cidade. Lançado originalmente no Japão como Subarashiki Kono Sekai, o jogo tem grandes influências das últimas tendências culturais do Japão, incluindo música, moda, comida e design.

    Pelo que se pode ver até agora, uma coisa é certa: nada de Tóquio virar Nova York, Shibuya virar Manhattan ou Neku Sakuraba virar Nick Wright. O game vai continuar tendo seu foco na cultura japonesa, o que nem sempre acontece com as “traduções” americanas.

    A história começa quando Neku Sakuraba, um garoto anti-social de 15 anos, acorda inesperadamente no distrito comercial de Shibuya, em Tóquio, Japão. Enquanto tenta desvendar seu rude despertar, ele recebe uma estranha mensagem de texto avisando-o de que ele deixará de existir, a não ser que cumpra uma certa missão. Mesmo mal tendo tempo para entender o que está acontecendo, Neku dá início à sua tarefa nas ruas misteriosas de Shibuya.

    Não sei quanto a você, mas eu fiquei curioso. Além da história doida, o maior diferencial de The World Ends With You é o chamado Stride-Cross Battle System, por meio do qual o jogador controla dois personagens ao mesmo tempo, em lugares diferentes. Enquanto a stylus serve para movimentar e atacar com Neku na touch screen, o direcional determina as ações de seu parceiro na tela superior do DS. Durante a aventura, é possível também ler os pensamentos dos jovens de Shibuya, além de comprar roupas, comida e as “últimas tendências culturais do Japão”, para aumentar atributos.

    Já comentei que The World Ends With You é feito pelo mesmo pessoal que criou Kingdom Hearts? E que a Jupiter, além de ser responsável pela incursão das aventuras do Sora num portátil (o GBA, com Chains of Memory), também fez outras coisas muito bacanas em portáteis, como Picross DS? Pois é, agora é só esperar que o lançamento não seja adiado.

    [via DSManiac]

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  • Sempre que você acha que as más idéias acabaram, alguém surge para provar o contrário. Dessa vez a responsável foi a Daletto, empresa criada ano passado pela Capcom e Games Arena. Os caras tiveram a brilhante, e com “brilhante” eu quero que vocês leiam “terrivelmente tapada”, idéia de fazer Street Fighter Online: Mouse Generations, um Street Fighter controlado apenas pelo mouse. E online.

    A parte do online pode até ser legal legal, se a produtora conseguir fazer algo livre de lag, o problema é que controlar os personagens desse modo não parece ser a idéia mais saudável possível. Me faz lembrar meu tio jogando o primeiro Quake apenas pelo mouse, nos primórdios do meu pavor de FPS. É inconcebível andar para frente e para trás sem ser em um teclado ou controle decente! Talvez Street Fighter Online não seja tão mau assim, mas o vídeo acima me deu agonia. Percebam o desespero na mão do jogador, sintam a tendinite cada vez mais próxima, perigosamente mais presente a cada clique. Sem contar o tamanho do mousepad que ele teve que comprar pra ter uma mobilidade decente no jogo.

    A versão final de Street Fighter Online: Mouse Generation está prevista para abril desse ano, e usará um esquema de itens pagos já bem conhecido no mundo dos MMOGs. Todos os personagens são baseados em uma linha de action figures da franquia, o que dá a deixa para que apenas quatro lutadores estejam disponíveis no começo, sendo possível pôr a mão na carteira para comprar novas peças, como pernas ou faces. Depois é só misturar e voilá, temos a cabeça de Zangief com os peitos de Chun-Li (se possível, não imagine). Fora isso, estão planejadas algumas funcionalidades típicas de comunidade online, como salvar replays e montar torneios. Veja mais informações na IGN e na Wikipedia.

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  • Namco quer fazer você tirar alguns ciscos do olho

    Lágrimas

    Depois de David Jaffe dizer que queria fazer os gamers chorarem, parece que esta virou a nova sensação da indústria de games. E a Namco anunciou que também quer entrar na brincadeira, com um jogo que, segundo eles, VAI fazer você chorar.

    O nome do dito cujo é 99 no Namida (ou, em inglês, 99 Tears), e como você já deve ter imaginado, é japonês. Trate-se de uma graphic novel para Nintendo DS sendo desenvolvida com o princípio de fazer os jogadores “relaxarem e liberarem o stress” através de… lágrimas.

    A história acontece em uma cidade onde todos os moradores perderam a capacidade de chorar. E para ter certeza de que o mesmo não vai acontecer com o jogador, a Namco contratou alguns profissionais da Waseda University para realizar uma programação espertinha no jogo: com base nas reações do usuário à cada uma das 200 histórias (medida por meio de algumas perguntas e respostas), o jogo atumaticamente seleciona a próxima história, escolhendo aquelas que mais têm chances de provocar as suas lágrimas e causar um curto circuito no DS (o que, por sua vez, fará o pobre dono do portátil chorar mais ainda).

    Se não quiser esperar, já pode começar a chorar agora, já que 99 Tears não tem data de lançamento.

    [via IGN]

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  • Infográfico de Vendas

    Por essa NINGUÉM esperava [Nota do Bracht: Sério, Lef? :P] [Nota do Lef: É, Bracht. Tão imprevisível quanto quando revelaram Madden 08]: Super Smash Bros. Brawl, certamente o maior lançamento do ano para o Wii, vendeu mais de 800 mil unidades só em sua semana de lançamento. E isso porque o período foi concorrido, já que também chegaram às plateleiras japonesas Devil May Cry 4, Disgaea 3 e Assasin’s Creed, entre outros. Mas nenhum foi páreo para a orgia gamer da Nintendo. O demônio choroso deve ter ficado ainda mais triste, já que suas vendas não representaram nem um quarto da estréia de Brawl.

    A lista completa você vê depois do continue.

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  • major_minor_bizarro.png

    Vocês lembram quando comentamos que uma possível seqüência de PaRappa the Rapper, jogo rítmico que foi sucesso no PlayStation, poderia estar a caminho do Wii? Pois é, parece que não é bem assim.

    Masaya Matsuura e Rodney Alan Greenblat, respectivamente o game designer e o artista responsáveis pelo jogo do cachorro gangsta, agora estão trabalhando juntos para desenvolver Major Minor’s Majestic March, a aliteração mais bagaceira dos últimos tempos. [Nota do Bracht: Ei, eu gostei!] No jogo, seu wiimote vira uma batuta mágica, ou algo assim, que será usada para conduzir uma tropa de bichinhos músicos. De acordo com informações do Game|Life:

    Os jogadores usarão a batuta para manter o tempo, recrutar novos membros para a banda e pegar itens especiais, de forma a criar o desfile mais impressionante já visto. Você poderá adicionar até 15 instrumentos ao desfile, e será julgado dependendo do quão bem seus músicos mantêm o ritmo e desviam de obstáculos.

    Rá! Genial, devo dizer. O que eu poderia querer mais do que bichinhos marchantes tocando até 15 instrumentos diferentes, enquanto desviam de obstáculos e pegam itens? Algumas imagens, quem sabe? Então tá bom, veja uma delas aí abaixo e o resto de toda arte conceitual liberada até agora, na galeriazinha bonitinha.

    [via Game|Life]

    Animais Marchando

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  • Dejà vu: Nintendo não consegue suprir demanda de Brawl

    Mario - I’m Big in Japan

    Sim, é possível: Super Smash Bros. Brawl praticamente nem foi lançado no Japão e já está esgotado. As lojas já estão avisando aos consumidores que reservaram uma cópia na pré-venda que não vão receber unidades suficientes da Nintendo, graças a problemas de fabricação inesperados.

    Oh, grande novidade! Como se a Nintendo conseguisse suprir a demanda de alguma coisa. Sinceramente, não sei se o problema é com o sistema de fabricação de produtos da empresa (céus, desde quando é tão difícil prensar um DVD de jogo assim!?!) ou com essas pessoas doentes que não param de comprar produtos da casa do Mario. *Olha para o Wii com culpa*

    Enfim, só nos resta esperar (não é só isso que fazemos mesmo?) que até o jogo chegar por essas águas a Nintendo já tenho conseguido normalizar a produção. Porque depois de umas e outras, até eu estou ansioso por este maldito joguinho.

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  • Nintendo mostra armas para 2008


    • Nas categorias: Japão, Notícias

    Logo Nintendo

    Em uma lista divulgada para investidores, a Nintendo confirmou alguns dos lançamentos que está guardando na manga para 2008. Vários títulos bastante esperados, tanto para Wii quanto para DS, podem mesmo dar as caras neste ano. Entre esses estão o casual Wii Music, o esportivo Super Mario Stadium Baseball, o “alegre” Kirby, o incancelável Disaster: Day of Crisis e a surpresa nada surpreendente Animal Crossing.

    Nenhum dos jogos recebeu uma data de lançamento definida - tirando o fato de que devem sair neste ano, pelo menos no Japão. A lista completa, caso interesse, você confere depois do continue.

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