
Por essa NINGUÉM esperava [Nota do Bracht: Sério, Lef? :P] [Nota do Lef: É, Bracht. Tão imprevisível quanto quando revelaram Madden 08]: Super Smash Bros. Brawl, certamente o maior lançamento do ano para o Wii, vendeu mais de 800 mil unidades só em sua semana de lançamento. E isso porque o período foi concorrido, já que também chegaram às plateleiras japonesas Devil May Cry 4, Disgaea 3 e Assasin’s Creed, entre outros. Mas nenhum foi páreo para a orgia gamer da Nintendo. O demônio choroso deve ter ficado ainda mais triste, já que suas vendas não representaram nem um quarto da estréia de Brawl.
A lista completa você vê depois do continue.
Vocês lembram quando comentamos que uma possível seqüência de PaRappa the Rapper, jogo rítmico que foi sucesso no PlayStation, poderia estar a caminho do Wii? Pois é, parece que não é bem assim.
Masaya Matsuura e Rodney Alan Greenblat, respectivamente o game designer e o artista responsáveis pelo jogo do cachorro gangsta, agora estão trabalhando juntos para desenvolver Major Minor’s Majestic March, a aliteração mais bagaceira dos últimos tempos. [Nota do Bracht: Ei, eu gostei!] No jogo, seu wiimote vira uma batuta mágica, ou algo assim, que será usada para conduzir uma tropa de bichinhos músicos. De acordo com informações do Game|Life:
Os jogadores usarão a batuta para manter o tempo, recrutar novos membros para a banda e pegar itens especiais, de forma a criar o desfile mais impressionante já visto. Você poderá adicionar até 15 instrumentos ao desfile, e será julgado dependendo do quão bem seus músicos mantêm o ritmo e desviam de obstáculos.
Rá! Genial, devo dizer. O que eu poderia querer mais do que bichinhos marchantes tocando até 15 instrumentos diferentes, enquanto desviam de obstáculos e pegam itens? Algumas imagens, quem sabe? Então tá bom, veja uma delas aí abaixo e o resto de toda arte conceitual liberada até agora, na galeriazinha bonitinha.


Sim, é possível: Super Smash Bros. Brawl praticamente nem foi lançado no Japão e já está esgotado. As lojas já estão avisando aos consumidores que reservaram uma cópia na pré-venda que não vão receber unidades suficientes da Nintendo, graças a problemas de fabricação inesperados.
Oh, grande novidade! Como se a Nintendo conseguisse suprir a demanda de alguma coisa. Sinceramente, não sei se o problema é com o sistema de fabricação de produtos da empresa (céus, desde quando é tão difícil prensar um DVD de jogo assim!?!) ou com essas pessoas doentes que não param de comprar produtos da casa do Mario. *Olha para o Wii com culpa*
Enfim, só nos resta esperar (não é só isso que fazemos mesmo?) que até o jogo chegar por essas águas a Nintendo já tenho conseguido normalizar a produção. Porque depois de umas e outras, até eu estou ansioso por este maldito joguinho.

Em uma lista divulgada para investidores, a Nintendo confirmou alguns dos lançamentos que está guardando na manga para 2008. Vários títulos bastante esperados, tanto para Wii quanto para DS, podem mesmo dar as caras neste ano. Entre esses estão o casual Wii Music, o esportivo Super Mario Stadium Baseball, o “alegre” Kirby, o incancelável Disaster: Day of Crisis e a surpresa nada surpreendente Animal Crossing.
Nenhum dos jogos recebeu uma data de lançamento definida - tirando o fato de que devem sair neste ano, pelo menos no Japão. A lista completa, caso interesse, você confere depois do continue.
[Atualização: Ignore tudo isso. Todos os spoilers podem ser encontrados aqui mesmo...]
É como bem disseram os nossos amigões lá do Destructoid: “Se você está cansado de ouvir falar de Smash Bros Brawl, desligue a sua internet”. O lançamento japonês será esta semana, e com ele uma chuva de vídeos, discussões, análises e todo tipo de coisa cujo propósito no mundo é não deixar ninguém ficar um dia sem ouvir falar de Brawl. Pelo menos até o lançamento americano, em 9 de Março, data a partir da qual todos nos calaremos e jogaremos por dias e noites.
Mas já mudei de assunto (antes de mesmo de entrar nele, veja só). Caiu nas internets o vídeo completo de abertura do joguinho, veja aí em cima. Aos olhos mais atentos, ele revela três fatos que até então não haviam sido confirmados. Saiba quais após o continue.

O mercado japonês de games é bem estranho. Muitos jogos excelentes acabam com vendas ridículas por lá, e eles conseguem idolatrar várias coisas que são simplesmente passáveis para mim - sendo Final Fantasy uma delas. Mas como excentricidade é algo que muitas vezes cai bem, a Famitsu teve a idéia peculiar de convocar Jade Raymond, a famigerada produtora de Assassin’s Creed, para fazer uma entrevista com Hideo Kojima, o gênio por trás da série Metal Gear.
Jade começou perguntando sobre as diferenças na cultura e na jogabilidade e como ele cria jogos que fazem sucesso tanto no oriente quanto no ocidente. Kojima discorreu sobre vários fundamentos do game design e, como bom criador, citou algum dos recursos que pretende implementar em Guns of Patriots.
Os fundamentos do design e como o jogo é controlado vêm do meu instinto, então estes aspectos são estabelecidos primeiro. O resto nós ajustamos dependendo da região. Por exemplo, o novo sistema onde você pode ler livros para restaurar o seu espírito está em todas as versões do jogo, mas coisas como a velocidade da recuperação são alteradas de região para região.
Bacana. Mas, com caras chatos como Jack Thompson tanta polêmica e discussões sobre como jogos violentos afetam o mundo contemporâneo, como Kojima lida com tudo isso? O pai de Snake quer mesmo que os jogadores entendam o verdadeiro significado da violência.
Eu não acho que haja muitos jogos que combatam a violência. Quando você atinge alguém ou infringe dor, os rostos ficam desfigurados, por exemplo. Quero criar jogos que mostrem este tipo de coisa. Se você não percebe a dor, você não é capaz de entender o que você fez, e vai simplesmente passar pelas batalhas sem tomar responsabilidade pelas suas ações. Eu não quero que isso seja ignorado, mas sim que os jogadores pensem, mesmo que só um pouco, sobre o que é a violência e o que é a guerra.
E isso não é da boca pra fora. Quem jogou Metal Gear Solid 3 até o final sabe que Kojima é mestre em manipular o sentimento dos jogadores e nos fazer sentir responsáveis pelos “nossos” atos.
Por fim, houve aquela rasgação de seda clichê. Depois de Raymond ter admitido que MGS influenciou bastante Assassin’s Creed, Kojima decidiu elogiar o polêmico jogo da Ubisoft.
Preciso escolher minhas palavras com cuidado para que não me entendam mal, mas eu penso que atualmente há menos desenvolvedores que pensam em fazer um bom jogo. Como criador, isso me entristece, mas quando vejo equipes como a de Assassin’s Creed fico mais confiante. Eu quero que Assassin’s Creed venda bastante.
[via GameDaily]

Uma das maiores cagadas que a Nintendo insiste em fazer é não dar atenção aos fãs ocidentais da série Mother (Earthbound). Os caras já provaram que são fãs fiéis, que comprariam os jogos aos montes, mas a Nintendo insiste em deixar o último jogo da série só no Japão. Às vezes eu penso (mentira, pensei agora nisso) que mesmo que o jogo não fosse dar o maior dos lucros a Big N poderia lançá-lo por aqui só pra agradar o pessoal, né? Mesmo que fosse até perder um pouquinho de grana. Afinal, não ia ser nem uma fração do que eles ganham com praticamente qualquer outra coisa que lançaram no último ano.
Mas aí eu lembro que Nintendo é uma empresa, e não nossa amiga.
Enfim, a notícia deste post é a que segue: a já famosa SurferGirl soltou mais alguns rumores esses dias, entre os quais se destaca o seguinte: “Série Mother/Earthbound chegando ao ocidente no Wii e/ou DS, muito possivelmente no ano que vem [2008]“.
SurferGirl é uma louca anônima que solta vários rumores nas internets. O lance é que de vez em quando ela acerta. E você, acredita ou não?

Não sei se é impressão minha, mas parece que No More Heroes não está sendo muito feliz lá no Japão. Os produtores chegaram ao ponto de oferecer rolos de papel higiênico do jogo (e autógrafos!) para quem comprá-lo, mas nem isso deu resultado.
O criador de No More Heroes, Suda 51, e seu produtor executivo, Yasuhiro Wada, que não tem números no nome mas é legal porque criou Harvest Moon, ficaram vinte minutos na frente da loja Sofmap, no bairro-dos-sonhos Akibahara, esperando compradores para que eles pudessem assinar cópias do jogo. Mas não rolou. Ao que parece o pessoal tava ocupado demais jogando Wii Fit em casa, sem muito motivo pra sair às ruas.
O engraçado da história é que a imprensa de jogos japonesa estava lá pra cobrir o evento, mas não tinha compradores para fotografar. No fim das contas, de acordo com o Akiba Blog, que está em japonês mas o Kotaku traduziu pra mim, um funcionário da Enterbrain (empresa que publica a Famitsu) acabou comprando uma cópia do jogo para que Suda e Wada assinassem :’-(
É interessante lembrar que a cada cinco segundos, um Nintendo DS é vendido no Japão, e os caras não conseguiram vender uma cópia de No More Heroes em 20 minutos. Pelas contas, enquanto eles ficavam lá, gritando “ooolha o papel higiênico!”, 240 DSs saíram. Eu não sei exatamente por que estou fazendo essa comparação, mas se eu fosse o Suda cairia no choro lá mesmo, no chão da loja.
Ah é, tinha também uma japonesa de mini-saia pra ajudar nas vendas. Wii Fit deve ser bom mesmo!
Smash Bros Brawl? Ótimo. Mario Kart Wii? Totalmente merecedor. Mas os donos de Wii agora têm outra coisa, talvez ainda melhor, para esperar ansiosos. Uma coisa que os japoneses estão podendo aproveitar desde ontem: o Minna no Nintendo Channel.
Em bom português, estou falando do Everybody Nintendo’s Channel (essas coisas não existem em bom português). Aquele canal esperto que a Nintendo meio que anunciou mais ou menos junto com o Check Mii Out, na E3 deste ano.
O canal é basicamente uma “Central Nintendo” no seu Wii. O IGN testou a versão japonesa e explicou direitinho como funciona. Resumidamente…
Eu, particularmente, mal posso esperar pelo lançamento dessa belezinha no ocidente (ainda não rolou uma data para marcarmos no calendário, mas não deve demorar… muito). É o tipo de coisa que eu acho que deveria ter sido incluída desde o lançamento, muito mais do que um canal de previsão do tempo que nunca acerta, um canal de notícias “sérias” mal atualizado ou mesmo de um concurso de popularidade entre Miis. Demorou, Nintendo.

Dizer que um novo Dragon Quest foi lançado no Japão e que ele não vendeu bem seria o equivalente a dizer que um bando de nerds se reuniu para jogar futebol. É impossível, quebraria metade das leis da física e aceleraria em 500% a chegada da nova era glacial. Logo, esta notícia não poderia ser diferente: Dragon Quest IV, o remake do velho-clássico de 1990 para o novo-clássico Nintendo DS, está vendendo estratosfericamente bem na terra do sol nascente.
Ainda não fiquei sabendo de números oficiais, mas diz-se por aí (e ninguém é louco de duvidar) que 360 mil cópias do jogo foram vendidas para 360 mil japinhas insandecidos, munidos de 360 mil DSs… cada um. Para motivo de comparação, a Nintendo ficou toda fanfarrona semana passada anunciando que Super Mario Galaxy tinha vendido 500.000 cópias em uma semana.
E por falar em Mario Galaxy, não esperem mais notícias minhas hoje: o meu chegou hoje (junto com Zack & Wiki) e eu não saio da TV enquanto não pegar váááárias estrelas. ![]()