
E começa a loucura da TGS08, o evento mais esperado por onze entre dez gamers decepcionados com a última E3!
A Sony já mandou avisar: terá em seu estande não 10, não 11, nem 12, tampouco 13, mas sim 14 jogos inéditos, nunca antes revelados ou comentados — e melhor: jogáveis!
Santa especulação, Bátima! O que será que teremos? O novo do Team ICO? Se tiver isso, não preciso de mais nada.
Após o continue, a lista com todos os jogos não-inéditos que também estarão lá, além destas 14 surpresas.
[via Kotaku]
Ah, Professor Layton… que saudades dos seus puzzles inteligentes, da sua politez britânica e do seu aprendiz curioso. Que bom que você voltou, ainda que na forma de um trailer em japonês, para alegrar a minha vida.
Pensamentos sobre o trailer:

Apesar de ser anunciado como a última aventura de Solid Snake, Metal Gear Solid 4 vai ter uma continuação. Ou um capítulo anterior. Rumores correm à solta.
A questão é que Hideo Kojima (criador, produtor, diretor da série Metal Gear e maior gênio da indústria de games desse mundo e de todos os outros conhecidos, salve, salve) não quer trabalhar mais com Snake, Otacon e cia. Mas não descarta a possibilidade de outra pessoa assumir o projeto, como afirmou em uma entrevista para a 1UP:
Eu já tenho três conceitos para MGS5. O que seria ideal pra mim, porém, é que não fizéssemos nenhum desses. Se a equipe escolher um desses conceitos, eu teria que estar envolvido novamente, e eu não quero.
Há muitas boas idéias na equipe, e se escolhêssemos uma delas seria muito bom. Nesse ponto eu poderia realmente confiar neles e afastar-me como produtor, o que é a situação ideal, eu acho.
E, confirmando porque Hideo Kojima é Hideo Kojima, uma frase para todos os desenvolvedores de jogos pararem para pensar por um minuto:
A razão pela qual fiquei tão frustrado não era necessariamente a tecnologia [nova do PS3], mas mais a mentalidade — fazer o impossível possível. Se você não pensa que pode fazer isso, o que você está fazendo na indústria de jogos? Se você só faz o que acha que pode fazer, então você vai trabalhar em um cronograma normal, usando tecnologia normal, e ninguém ficará surpreso com o resultado final.
Amém.
Mas e o que vem agora? Qual é a próxima cartada da Kojima Productions?
Bom, eu quero criar algo novo, mas é difícil de explicar, já que ninguém viu nada assim antes. Não sei se venderá bem. Tenho pensado nisso há algum tempo, e continuo pensando que gostaria de tentar essa idéia. Mas idéias sempre mudam, então eu realmente não sei o que será o resultado final.
[via 1UP]

Kingdom Hearts: Chain of Memories, para GBA, é um treco estranho. Não é realmente um spin-off, porque segue a história principal da saga. E pior: o trecho que ele conta é justamente o que se passa entre o primeiro e o segundo jogo para PS2. Ou seja: quem curte a mitologia dos jogos e não tem o portátil da Nintendo ficou sem saber alguns detalhes relativamente importantes.
Exceto quem é japonês, porque lá todo mundo tem GBA no DS a Square lançou a versão Final Mix+ do Kingdom Hearts 2, que incluía um remake do joguinho para o PS2, em 3D, bem bacana. Detalhe: isso foi lançado em março do ano passado lá no Japão, e até agora nem sinal de lançamento ocidental.
Pelo menos até sexta passada, quando a Square-Enix confirmou ao 1UP que Kingdom Hearts Re: Chain of Memories será, de fato, lançado para nós ao segundo dia de dezembro. Sem o resto do pacote Final Mix+, mas já é algo. Algo bem grande, na verdade.

Logo agora, quando todos os fanboys já estavam superando a conferência da Nintendo na E3 2008 e se conformando com a perspectiva de passar o fim de ano fazendo mímica de instrumentos musicais, a Big N anuncia um evento exclusivo para a imprensa no dia 2 de outubro. E pelo que andam dizendo nos bastidores, será nos moldes daqueles de quando a empresa tem algo de importante para revelar, com apresentações acontecendo em mais de um continente no mesmo dia. Outro detalhe importante é que esta data é logo antes da Tokyo Game Show, evento ao qual a Nintendo não comparecerá.
Mas é melhor pensar duas vezes antes de pensar “OMG! Já tô vendo o novo Zelda!!1!”. A época é estranha para um Megaton, e pode ser que a Nintendo esteja só querendo consolidar a lineup de fim de ano já revelada para seus consoles, uma vez que na E3 ela deixou passar boas exclusividades para os jogadores hardcore — como Fatal Frame, The Conduit, Dead Rising, Wario Land: Shake It!, Tenchu 4 e Tales of Symphonia — o que gerou todo aquele escarcéu sobre esquecer os verdadeiros fãs e tudo mais.
Sem contar o megaboga Disaster: Day of Crisis, que parece ser o grande título de fim de ano para o Wii — ao menos no que diz respeito ao tipo de gente que não está afim de fazer mímica de instrumentos musicais.
[Nota do Bracht Nintendista: foda-se, já tô hypado. Novo Zelda!!1! \o/]

É, os japoneses não mudam mesmo.
Em apenas dois dias, o último jogo dos monstrinhos de bolso vendeu quase um milhão de cópias. Vou repetir, em outras palavras: Pokémon Platinum vendeu um milhão de cópias em dois dias no Japão. Foram exatos 967.675 japoneses donos de Nintendo DS loucos para despejar seu suado dinherinho nos cofres da já rica Nintendo.
Alguém consegue me explicar, por favor, como os Pokémon não saem de moda nunca?
Dica grátis de sucesso para a Microsoft: Quer vender no Japão? Pokémon of War, Pokémon Gaiden, Too Pokémon, Pokémon-Kazooie, Pokémon: Combat Evolved (ó que legal que ficou esse!), Pokémout 3, Pokémout Paradise, BioPokémon…
[via Kotaku]
Em pleno sétimo aniversário do desastre do World Trade Center, trago a vocês um vídeo inédito de outro desastre: o Day of Crisis!
E, olha… tá bonito, hein? Não é algo no nível de Super Mario Galaxy, mas nota-se claramente que é algo que o PS2, ou mesmo o GameCube, teria que suar muito para fazer parecido. Sem contar a variedade de situações e mecânicas de jogo insinuada no vídeo. Parece que teremos um jogo não apenas hardcore, mas variado também.
Agora só falta a Nintendo anunciar uma data para o nosso território. No Japão já está confirmado para o fim deste mês.
A Nippon Ichi acaba de lançar Disgaea 3 para o PlayStation 3 e já está com mais um título ligado à franquia de RPG tático saindo do forno, agora para o PSP. Trata-se de Prinny: Ore ga Shujinko de Iinsuka? e pelo título, podemos deduzir que só será lançado no Japão, por enquanto. O título significa mais ou menos: “Prinny: Tem certeza que eu posso ser o protagonista?” e já deixa claro o humor inerente à série.
Os Prinnies são umas criaturinhas bizarras do universo de Disgaea: almas humanas presas dentro do que parecem ser pinguins empalhados, com pernas de pau e asinhas de morcego. Além de serem covardes, bizarros, falarem gírias descoladas e serem uns fracotes, a única outra coisa que os Prinnies fazem é explodir quando são arremessados sobre os adversários. Ainda assim, estão entre os mais carismáticos personagens de Disgaea, ao lado de sua mestra, a diabinha Etna e da anjinha desmiolada Flonne.
Mas como seria um jogo com personagens famosos pela sua covardia, inutilidade e incompetência? A idéia da Nippon Ichi é que você vai controlar um exército de 1.000 Prinnies numa busca por doces que foram roubados de Etna. Além de explodir, os pinguins infernais terão outras habilidades e equipamentos para enfrentar os adversários e as tretas que surgirem pelo caminho nesse original game de ação do PSP.
A data de lançamento é 20 de dezembro, só no Japão. Quem fizer a reserva na pré-venda ainda leva de brinde um CD com a trilha sonora.
[via Finalboss]

Coitada da Microsoft. Já não sabe o que fazer para fazer o Xbox 360 vender no Japão. Depois de gastar milhões em RPGs exclusivos e campanha publicitária agressiva, a empresa decidiu partir para a ignorância: anunciou, anteontem, um preço no corte de todos os modelos do console vendidos no país.
O Arcade, que vem sem HD, será vendido a 19.800 ienes — que dá algo em cerca de US$ 183, deixando o console verde quase 50 dólares mais barato que o Wii nipônico, vendido por 25.000 ienes (US$ 230). Já a versão com HD (que ainda sofreu um upgrade de 20 para 60 GB, igual ao nosso) custará 29.000 moedas japonesas, contra os antigos 34.800 ienes (US$ 320) do modelo anterior. Finalmente, o Elite teve uma diminuição de 80 dólares, custando agora US$ 367 (ou 39.800 ienes).
Com o iminente lançamento de Infinity Undiscovery, RPG da Square Enix e Tri Ace, chegou a hora do ou vai ou racha para o Xbox 360. Se depois dessa o povo japonês continuar ignorando o simpático aparelho das três luzes vermelhas, acho que a estratégia mais inteligente da Microsoft vai ser erguer a bandeira branca.
[via Wired]

Uma das (boas) impressões que eu tenho sobre desenvolvedores japoneses é que eles não se deixam levar por conceitos levianos e não ficam dando ouvidos a todo tipo de conselho que os fanboys malditos ou a mídia norte-americanizada dispara internet afora. Conseqüentemente, isso leva a games mais particulares com experiências mais únicas, baseadas em conceitos completos que, antes do título ir às plateleiras, só pode ser visualizado em sua totalidade pelos criadores — tal qual a jogabilidade limitada de Resident Evil 4 (e todos os outros, na verdade), que ajuda a aumentar a sensação de desespero e urgência. Infelizmente, a Capcom parece estar seguindo na contramão com Resident Evil 5, dando um passo que, na minha opinião, o leva em direção de se transformar em mais um shooter genérico.
Talvez eu esteja exagerando, mas o fato é que depois de muitas reclamações sobre a jogabilidade travada e comparações com Gears of War 2, no qual o jogador pode atirar e andar ao mesmo tempo, o produtor Jun Takeuchi deu pra trás. Ele anunciou que o novo capítulo da série de survival horror da Capcom terá seus controles reformulados na nova versão a ser apresentada na próxima Tokyo Game Show, que acontece a partir do próximo dia 09 em, er… Tokyo.
A nós, só resta esperar, torcer, e observar as novas imagens reveladas aqui.
[via Destructoid]