Da série “idéias geniais são coisa de gênio”: o Pong Clock.
Não, não é um relógio que você pode usar para jogar Pong (embora você possa). É mais que isso. É um jogo de Pong que se comporta como um relógio. O jogo está rolando o tempo todo, e o placar vai sempre mostrar a hora. Como? Simples: o jogo está programado para deixar o negocinho da direita marcar um ponto por minuto, enquanto o negocinho da esquerda só pontua a cada hora cheia.
Por mais que você tenha grana e queira um desses AGORA, pode esquecer. Só foram feitas 400 unidades para uma feira de design em Tóquio, e não sobrou nenhuma. sad_face.jpg
[via Game|Life]

Confesso que a série Gran Turismo nunca havia chamado minha atenção. Eu joguei o GT do PS1 e joguei alguns do PS2, mas nunca fui grande fã da série. Sei lá por quê. Mas Gran Turismo 5 está na minha lista de “jogos a importar assim que for lançado”. E isso vai ser antes do que esperamos, diz Kazanori Yamauchi, criador da série.
Lars Schlömer, campeão da competição GT Academy, ganhou uma visita aos estúdios da Polyphony Digital, com direito a um tour guiado pelo próprio Yamauchi, entrevista e um brindezinho. A GT Academy foi uma competição que reuniu os 22 melhores pilotos de GT5 Prologue em Silverstone para uma corrida de verdade. A inveja começa por aí…
Durente uma rápida entrevista, o cara perguntou quando o circuito de Nurburgring vai aparecer no Prologue, e Yamauchi respondeu que a pista vai estar no GT5.
- Ah… GT5 está tão longe, ainda… — comentou Lars.
- Haha, por quê você diz isso? — perguntou Yamauchi.
- Porque pelo que eu sei a equipe de desenvolvimento não está nem pensando em estipular uma data de lançamento, e pra ser honesto eu não acho que o jogo saia antes de dois anos, o que é bastante tempo.
- Dois anos? Hahaha, não, não. Não se preocupe muito com isso. Vai ser antes do esperado.
- Alguma dica de quando?
- Hahaha! Logo.
Outro ponto interessante da entrevista foi que Lars perguntou como a equipe recebe feedback dos jogadores. A Polyphony Digital tem uma equipe que vasculha a internet atrás de fóruns, blogs, reviews e coisas do gênero. Se eles usam essa informação eu não sei, mas que isso é legal da parte deles, é.
A possibilidade de criação de jogos privados online foi confirmada para a versão final do jogo, e Yamauchi explicou por quê ainda não vemos Porshes e Lamborghinis no Prologue: basicamente é uma questão de contrato. A Porshe, por exemplo, tinha um contrato com outros jogos, e agora que esse contrato acabou eles estariam negociando para incluir os carros no GT5.
E quanto ao dano nos carros? De acordo com Yamauchi, o dano está a caminho. Mas eles tem um problema com alguns fabricantes. A Porshe, por exemplo, disse que está OK destruir os carros deles na pista, já a chata da Ferrari disse que não quer nem um arranhão no espelho retrovisor do lado do carona. Não sei como a equipe da Polyphony vai gerenciar isso, mas por mim podiam até tirar os carrinhos vermelhos do jogo e deixar só as marcas legais que sabem que seus carros estragam na vida real.
Daí, para aumentar ainda mais o já elevadíssimo nível de inveja que sinto por esse cara, na maior cara-de-pau do universo ele pergunta se tem alguma coisa nova que ele possa ver no jogo. Yamauchi-san pergunta se ele tem algum circuito em mente. “Nurburgring”. Algum carro? “F430″. E o cara pôde dar uma volta em Nurburgring com a F430. “Espera aí”, diz Yamauchi. Mexe em algumas coisas e diz: “Tenta esse. É Le Mans”. Aaaaaah!
Nem vou comentar sobre o brinde que o cara ganhou, das mãos do criador da série Gran Turismo. Entrem lá e vejam.
[via Videogaming247 e GTPlanet]

Depois de serem a sensação durante o lançamento do Wii (lembra?), as maravilhosas ilustrações de segurança dos manuais de instrução da Nintendo estão de volta! Não deixe o polvo triste e veja todas na galeria do Kotaku.
[via Nintenerds]

A tradicional revista japonesa Famitsu não deu sua tão sonhada nota 40/40 para Grand Theft Auto IV, mas a saga de Niko Belik chegou mais longe do que qualquer outro jogo ocidental: 39/40. Por um pontinho, o game da Rockstar não entrou na hiper-mega-blaster restrita lista dos jogos 40/40 da Famitsu.
Curiosamente, o outro jogo ocidental que chegou quase lá foi GTA: San Andreas. Como fã dos jogos de roubar carros e atropelar velhinhas, percebo claramente que esses editores da Famitsu sabem das coisas. GTA IV não conseguiu os 40 pontinhos mas conquistou os analistas da revista e ganhou um simbólico Selo de Platina. Os nossos colegas japoneses só analisaram o jogo agora porque Grand Theft Auto IV será lançado no Japão no dia 30 de outubro, para Xbox 360 e PlayStation 3.
Outro game cuja nota bateu na trave foi LittleBigPlanet, o cada vez mais aguardado e adiado jogo de plataforma exclusivo do PlayStation 3. Seus carismáticos bonecos de pano e potencial criativo garantiram ao jogo da Media Molecule uma nota 38/40 e um reluzente Selo de Platina. Agora só falta trocarem a tal musiquinha e lançar o jogo de uma vez!
Hoje à noite não tem TF2, não tem Lock’s Quest, não tem Sonic Chronicles, não tem HL2: Episode Two, nem nenhum dos jogos que eu estou jogando. Hoje à noite eu vou finalmente experimentar a história de um dos meus RPGs mais esperados, Mother 3, em uma língua que eu entendo!
O patch de tradução e adaptação não-oficial, mas de qualidade profissional, feito pelo pessoal do Starmen.net já está disponível para download no bonitaço site que eles fizeram. É incrível ler as notas sobre o processo no site e descobrir que eles não apenas traduziram o texto do japonês para o inglês, mas alteraram sprites de coisinhas simples (como um casinha que tinha a palavra “LABO” e eles mudaram para “LAB”) para ficar coerente com as adaptações feitas ao EarthBound durante a sua localização.
E mesmo fora do jogo, o serviço está completo: tem esse detalhadíssimo ReadMe online, notas de tradução, instruções de instalação, um detonado para quem trancar no jogo mesmo entendendo os diálogos…
MOTHER 3 is filled with secrets and rarities. Characters say new things after even the tiniest of events. Take your time to explore the game’s intriguing world - you won’t be disappointed!
Aposto que não.

O rumorangue voltou! Afinal, é isso que eles fazem.
Por mais que o diretor Hideo Kojima insista que sua última obra é filha de um pai só — segundo ele, seria tecnicamente impossível converter o jogo para o Xbox — , a Konami parece ter uma opinião um pouco diferente. Em declaração à firma de pesquisa de investimentos MorningStar, Yoshitaka Akai, RP da Konami, praticamente confirmou planos de lançar MGS4 para o 360, dizendo: “existe uma demanda mundial por uma versão para Xbox 360 de MGS4 e é algo que estamos atualmente analisando”. (A frase-chave em inglês: “we’re actively looking into a release for the Xbox 360″.)
Ok, ele não disse que vão lançar MGS4 para o console da Microsoft, mas é o mais perto que a Konami já chegou de dizer isso. A empresa ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto. Com Guns of the Patriots há mais de cinco meses no PlayStation 3, talvez a Konami esteja planejando mesmo torná-lo multiplataforma. Eu não ficaria triste nem surpreso, e você?
[via Finalboss]
Eu tô ligado que muita gente no Brasil é completamente louca por Marvel vs. Capcom 2. Todo fliperama que tem uma uma máquina dessas (e todos têm) sempre gera uma pequena fila de desafiantes e desafiados. Então este post deve fazer a alegria de muitos.
Sabe o Tatsunoko vs. Capcom, aquele jogo de luta para o Wii, que coloca o pessoal da Capcom pra bater nos personagens do estúdio de animação Tatsunoko e será lançado em dezembro próximo no Japão? Então. O Destructoid juntou uma informação daqui, uma declaração dali, um anúncio de acolá e chegou à simples conclusão de que muito provavelmente ele será lançado no ocidente com heróis da Marvel substituindo os obscuros (para nós) personagens de anime da Tatsunoko.
O raciocínio é grande, mas a conclusão resume tudo:
A Capcom precisa se livrar dos personagens da Tatsunoko para lançar o jogo fora do Japão [por dificuldades de licenciamento]. A Capcom do Japão quer fazer Marvel vs. Capcom 3. A Marvel diz que Marvel vs. Capcom 3 está chegando. A EA perdeu os direitos de fazer jogos com os personagens Marvel, e a Capcom os readquiriu. Todas as evidências estão aí. A não ser que alguma merda aconteça, Marvel vs. Capcom 3 será feito. E a maneira mais lógica de fazer isso seria usar as entranhas de Tatsunoko vs. Capcom, o que significaria que o jogo seria para o Wii (e talvez outros consoles) e não sairia antes de 2009.
Quem ficaria felizão?
É aquela coisa: se a Nintendo não quer fazer, tem quem queira. Depois de um ano e onze meses de trabalho duro, a comunidade de fãs Starmen.net, frequentemente citada como um exemplo de como fãs podem se organizar e conseguir grandes feitos ao redor de seu objeto de fanatismo, anunciou que o patch de tradução da ROM japonesa de Mother 3 ficará pronto esta semana.
Este post do blog oficial do projeto é o último a sair antes do lançamento do que todos esperam: a possibilidade de jogar a sequência de Earthbound em inglês.
Mesmo eu não sendo fã da série (na verdade eu curto muito o estilo e o senso de humor, mas o sistema de batalha de Earthbound me irritou profundamente), ter acompanhado via RSS o trabalho desse grupo de voluntários pelos últimos meses me deu uma certeza: eu tenho que jogar este jogo, nem que seja só para prestigiar o pessoal.
No post, eles já avisam: vá correndo atrás da sua ROM em japonês e de um emulador de GBA de sua confiança (tente pegar um atualizado) e veja se tudo funciona bem. Quando sair o patch é só mergulhar no jogo. Eu já fiz exatamente isso.
[via Mother 3 Fan Translation]

Tekken é uma franquia da Namco Bandai que sempre foi atrelada aos consoles da Sony. PS One, PlayStation 2, PSP e até o PS3 já abrigaram os lutadores da Mishima Zaibatsu e seus rivais. Era de se supor que o próximo jogo da série, Tekken 6, mantivesse a tradição — ainda mais que a própria placa de arcade dele é baseada no chip Cell, aquele mesmo, do PlayStation 3.
Mas as coisas mudam e a Tokyo Game Show começou justamente com essa bomba: Tekken 6, queridinho de 10 em cada 10 fãs de jogos de luta no Japão (e de muitos outros desse lado do mundo também) será multiplataforma. O diretor da Namco responsável pelo jogo havia dito isso horas antes da conferência mas a entrevista com o boca-aberta foi tirada do ar rapidamente, apenas para ser confirmada pela própria Microsoft em sua apresentação, na abertura da TGS.
Quando a Microsoft anunciou que o novo Tekken será lançado no final de 2009, tanto para o PS3 quanto para o Xbox 360, a sensação dos istas foi de alegria ou de raiva (dependendo de qual plataforma é o ista em questão) mas no meu caso foi de completo e total deja vú. Certo, Final Fantasy XIII?
Let’s Tap. Vamos dar umas batidinhas. “O jogo que até um pinguim joga”, como é uma das suas descrições oficiais. É um jogo de Wii que você joga sem o controle. Sem o Wii Remote, sem o Nunchuck, sem nenhum acessório extra. Você coloca o Wii Remote em uma caixa, ou alguma superfície não muito rígida (uma pia de mármore provavelmente não funcionaria, mas eu também não consigo imaginar alguém pensando em jogar Let’s Tap usando uma pia de mármore — até porque pias normalmente são molhadas e o controle correria riscos de pegar umidade), e bate. Na superfície, não no controle. Assista ao trailer para entender.
Alguns podem dizer que isso não é nada que os bongôs de Donkey Konga não consigam fazer. Claro que é. Os bongôs nada mais eram do que dois botões e um microfone que captava palmas. Isso aqui trabalha com vibrações sensíveis.
Também é de se notar que Let’s Tap é o primeiro jogo da Prope anunciado desde a sua abertura, em 2006. “Quem é a Prope?”, pergunta o leitor que não clicou no link. É o estúdio do Yuji Naka, simplesmente o cara creditado por dar vida ao Sonic. Lembre-se: houve uma época em que o Sonic era realmente bom.
Eu só tenho minhas dúvidas quanto ao fato dele ser vendido em disco. Pela simplicidade, deveria ser WiiWare… Ou então ele é mais complexo do que parece.
PS.: Aproveitando o ensejo, a Prope também anunciou Let’s Catch (este sim para o WiiWare), um simpático joguinho de… bem, eu não entendi muito bem sobre o que ele é, mas o site é esse. ![]()