
A Rockstar colocou no ar o site oficial do novo jogo da série Grand Theft Auto. Anunciado durante a conferência da Nintendo na E3 2008, GTA Chinatown Wars é o primeiro jogo da série para o portátil Nintendo DS.
O site não revela nada ainda, mas lá está a marca Nintendo Wi-Fi Connection, ou seja, o jogo da Rockstar terá suporte à rede online do portátil. Podemos esperar por partidas multijogador a lá GTA IV ou quem sabe partidas cooperativas?
O jogo também tem como novidade uma nova engine gráfica que permitirá reproduzir no portátil da Nintendo os ambientes abertos característicos da controversa série Grand Theft Auto.
[via UOL Jogos]

As fusões entre grandes empresas podem render bons e maus frutos. O aumento do poder ecônomico e a capacidade de produção andam lado a lado com as demissões em massa e a perda da criatividade.
Como resultado da fusão recente com a Activision, os projetos futuros da Vivendi estão ameaçados. A Activision Publishing anunciou hoje que distribuirá jogos ligados à somente cinco franquias da Vivendi Games. São elas: Crash Bandicoot, Spyro the Dragon, Ice Age, Prototype e um título ainda não revelado.
Assim, jogos de peso como Ghostbusters: The Videogame e Brütal Legend, e mesmo outros, como os novos Riddick e Leisure Suit Larry, têm um destino incerto. Podem ser interrompidos temporariamente, cancelados ou remanejados para outros braços da companhia, como a Blizzard ou a Activision Value.
Como consequência direta da fusão, o estúdio Swordfish, que produz 50 Cent: Blood on the Sand poderá ser vendido ou mesmo extinto. Como eu dizia, fusões às vezes resultam em coisas boas também!
[via Gamespot]
Alguém aí conhece o Beettlejuice, aquela assombração bizarra do longa metragem “Os Fantasmas se Divertem“? Lembram que para ele aparecer, bastava repetir o nome do coisa-ruim três vezes? Começo a acreditar que o mesmo vale para outras assombrações, como por exemplo, Mortal Kombat.
Eu falava do jogo com o Fábio ontem a tarde e quando vou dar uma olhada nas notícias no fim do dia, eis que me aparece esse “lançamento” da Midway. Mortal Kombat: Kollection - não devia ser Kollektion? - é um box com três jogos da franquia para o PlayStation 2. São eles: Mortal Kombat: Deception (2004), Mortal Kombat: Shaolin Monks (2005) e Mortal Kombat: Armageddon (2006). Dos jogos lançados originalmente no PS2, o único que nem a Midway teve coragem de incluir aí foi MK: Deadly Alliance (2002).
Dos três jogos, eu acho que Deception é inútil nessa coletânea, uma vez que todos seus personagens e boa parte de seus cenários também aparecem em Armageddon. Bastava incluir os minigames Chess e Puzzle Kombat que acompanham o jogo e pronto. Dava na mesma. Shaolin Monks é o melhorzinho: por um lado é uma aventura estilo Double Dragon com Liu Kang e seu amigo de chapéu, Kung Lao, o que é legal, para quem gosta desse tipo de jogo. Mas na moral, só vale a pena por ter Mortal Kombat 2 como extra.
MK: Kollection é um caça-níqueis da Midway para financiar o desenvolvimento de Mortal Kombat VS DC Universe e deve chegar às lojas norte-americanas em setembro.
[via UOL Jogos]
Tenho que admitir que por algum tempo The Conduit passou desapercebido por mim. A arte não era lá muito original e, bem, não tinha nenhum número no final do nome, então me parecia mais um daqueles tiros no escuro que as produtoras têm dado pra ver quando vão finalmente acertar o alvo no Wii. Felizmente, parece que eu me enganei. The Conduit é o shooter em primeira pessoa mais promissor do Wii desde… bem, desde Red Steel. Mas isso não vem ao caso!
O que importa é que o jogo dá uma aula de como fazer uso do console revolucionário, em vários aspectos. Para começar, no acabamento visual. O pessoal do IGN dizia estar jogando em uma TV de alta definição quando várias pessoas passava e perguntavam: “é de Xbox 360, esse?” tamanha era a beleza dos cenários e personagens apresentados na tela. E como você pode conferir nos vídeos, é tudo bem definido, com texturas extravagantes e cenários bem abertos, como em poucas outras aventuras de third parties em terras nintendisticas.
Mas não é só isso. Se você ligar agora The Conduit também conta com a jogabilidade mais fantástica que alguém já poderia ter imaginado no Wii simplesmente por um motivo: você pode customizar praticamente todas as opções de acordo com seu gosto! Dá pra controlar a velocidade que o personagem corre, o tamanho do ‘quadrado limitador’ que define até que ponto a partir do centro da tela a sua retícula pode estar mirando sem a câmera se mexer (mais ou menos o que muda em Metroid Prime 3 ao mudar a dificuldade dos controles) e uma penca de outras opções. E o melhor: tudo isso em tempo real! Ou seja, dá para testar imediatamente cada pequena mudança que você faz para deixar tudo nos trinques e sair destruindo monstrões.
O jogo também é promissor em outros aspectos, como no enredo e no visual sci-fi à la Metroid. Mas pouquíssimos detalhes foram revelados, então vamos nos ater ao que sabemos. Infelizmente, o jogo não tem data de lançamento definida porque, pasme, ele não tem distribuidora! Onde já se viu isso? Tem um monte de empresa publicando centenas de jogos bobíssimos para Wii e nenhuma se interessa em pegar um jogaço desses!
[via IGN]
![(Red Steel) [bb]](http://continue.com.br/wp-content/uploads/2008/07/redsteel2.jpg)
Tudo bem, Red Steel não é lá a oitava maravilha do mundo, mas quebrou o galho de muita gente que não tinha muita escolha no quesito FPS no lançamento do Wii. Quase dois anos depois, a Ubisoft continua trabalhando em sua seqüência.
E o que nos leva a crer que vale a pena falar sobre ela? A possibilidade de lutas de espadas mais divertidas (ou não…) com o Wii MotionPlus, que será compatível com o jogo.
Red Steel está em desenvolvimento por muitos meses e este novo aparelho irá nos ajudar a sermos ainda mais precisos no que faremos com o produto. A marca Red Steel é forte; eu acho que, como nós lançamos no primeiro ano, as pessoas entenderam que foi uma primeira tentativa na nova tecnologia, que ainda não estava completamente finalizada.
Será que agora vai?
[via gamesindustry.biz]
Não é surpresa para ninguém que a Eletronic Arts vai lançar um novo título de sua série de corrida, Need for Speed, lá para o final do ano. Desde a Idade Média é assim, se não me engano. E como sempre, a empresa promete mudar os conceitos da franquia. O resultado das experimentações com Need for Speed às vezes é muito bom, como a subsérie Underground e Most Wanted, mas às vezes deixa a desejar — caso dos recentes Carbon e ProStreet. O que nos aguarda em 2008?
Need for Speed: Undercover. Ainda há poucas informações sobre o game, exceto que é inspirado em filmes de ação com perseguições de carros. Parece uma volta aos bons tempos, se não se tornar um jogo de ação com elementos de corrida. Undercover é o primeiro NFS produzido após as mudanças que o CEO da EA, John Riccitielo realizou no estúdio de Vancouver, após o broxante ProStreet. Riccitielo dividiu o estúdio, responsável pela série Need, em dois grupos de desenvolvimento. Cada grupo cuida de um jogo da série que serão lançados em anos alternados. Assim, os designers terão dois anos para produzir seus novos jogos e não menos de um ano, como costumava ser. Com isso, espera-se jogos mais refinados e capazes de manter o interesse dos jogadores frente ao competitivo mercado dos games de corrida.
Se NFS Undercover vai devolver à série da EA o lugar de destaque do passado ou será só mais um caça-níqueis, saberemos em novembro, quando o jogo chegar a praticamente todas as plataformas imagináveis, do PlayStation 3 aos celulares
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[via GamesIndustry]
Prevejo problemas. Peggle no PC tem um grau de vício semelhante a BIS de nicotina, mas você eventualmente precisa parar de jogar. Para ir ao banheiro, para comer, para ver se o sol já saiu. Enfim, há coisas que você simplesmente não consegue fazer em frente a um PC — logo, há coisas que você não pode fazer sem parar de jogar Peggle.
Mas a mente humana é maligna. Em um ato que claramente visa a extinção da humanidade, a PopCap Games anunciou que planeja uma versão do insalubre joguinho para o portátil da Nintendo. E mais do que isso: sabe quem está a cargo dessa nova versão? A Q Entertainment, empresa do superbacana Tetsuya Mizuguchi. Como eles não fazem serviço pela metade, já anunciaram que o jogo terá características que Peggle nunca teve. E sabendo que a Q já fez outras coisas ridiculamente viciantes nos portáteis (Lumines no PSP e, o meu favorito, Meteos no DS), é suficiente para termos quase certeza que esse Peggle não vai prestar. No bom sentido, é claro.
Mas sério, gente, isso vai dar merda. Preparem-se para ver pessoas com seus DS Lite abertos em todos os lugares. Comendo, dormindo, vendo se o sol já nasceu, sim, mas também comprando caldo de cana na feira, saindo de cueca do provador da C&A, atrás do balcão do Burger King, descarregando caminhões de mudança, fazendo apresentações de slides em reuniões de negócios e escrevendo posts. Principalmente escrevendo posts. Para o Continue.
Terceiro trimestre de 2008.
[via Kotaku]

Este é só um trechinho do texto genial que me foi passado ontem pelo meu grande amigo Julio Bassi (que também atende pela alcunha de Imperial°Spirit):
Sempre que você vir ‘jogos casuais’ nas notícias, simplesmente troque a palavra ‘casuais’ por ‘retardados’ e você verá como ela realmente é percebida pela indústria. “Há uma explosão de jogos casuais!” deve ser traduzido para “Há uma explosão de jogos retardados!”. “EA Casual Games Division” realmente é traduzido para “EA Retard Games Division”. “Por que você está chamando jogadores casuais de retardados!?” rosna um leitor.
Eu não estou. Estou dizendo que a indústria hardcore é quem pensa assim. Para eles, ‘casual’ é apenas uma forma de dizer ‘bobo’.
O texto foi escrito (muito bem escrito, diga-se de passagem) por um cidadão chamado Sean Malstrom em seu site/blog pessoal e comenta sobre a estratégia da Nintendo para conquistar novos jogadores e como suas atitudes vêm sido erroneamente interpretadas pelos analistas, third parties, jornalistas, a indústria como um todo e até VOCÊ, gamer hardcore.
Não poderia ter vindo em momento mais oportuno, já que todos ainda estamos perplexos com a falta de atenção aos games “não-casuais” na conferência da Nintendo para a imprensa na E3. Recomendado pra todo mundo que se pergunta quais serão os próximos passos tomados pela Nintendo e àqueles que acham que nunca mais terão um Zelda ou um Metroid de verdade.
Depois de clicar no continue, você vai descobrir porquê os jogos de empresas como a Big N e a Blizzard reúnem mais fãs que as demais, a verdade por trás da estratégia do blue ocean da Nintendo, a causa do fracasso nas tentativas de outras produtoras de embarcar no sucesso do Wii e, principalmente, porquê o Zelda mais hardcore de todos os tempos pode ser só uma questão de tempo.
Antes de prosseguir, apenas um aviso: o texto a seguir é um dos mais geniais já publicados no Continue. Mas também é um dos maiores, senão o maior.

Depois de uma tela sensível ao toque, um controle que capta os movimentos e uma balança que mede o peso e o equilíbrio, a Nintendo parece não saber quando parar. Quer você ache isso o máximo, quer considere a pior característica da Big N, o próximo passo pode estar mais próximo do que imaginamos.
Foi registrado no Departamento de Patentes e Marcas dos EUA um novo periférico que promete medir pulso, temperatura e pressão do jogador:
Um controle sem fio para um console de jogos é revelado e inclui um corpo principal incluindo uma unidade de medição incluindo um circuito de controle incluindo um circuito de amplificação principal, um Circuito Integrado de controle, um circuito de amplificação secundário, um Conversor Analógico-Digital, um circuito de visor, e pinos para ajuste, uma reentrância superior, um visor, dois dispositivos principais de medição adaptados ao contato dos dedos enquanto a mão segura o corpo principal para medição de pulso e de temperatuta corporal de um usuário jogando um game em um console, e um contador para contabilizar o número de rotações do corpo principal; uma unidade de controle montada nessa reentrância; uma braçadeira incluindo dois dispositivos secundários para medição de pressão sangüínea e pulso respectivamente envolvendo a braçadeira no pulso; e um cabo interconetando o corpo principal à braçadeira.
O Finalboss considera quase óbvio que o periférico seja o próximo passo para algo como o sucessor de Wii Fit, mas minha mente já estava viajando para outros rumos: que tal um jogo no qual o tal aparelho, a partir desta série de informações recolhidas, diga se você está nervoso ou mentindo? O número de possibilidades possíveis só a partir deste único conceito é enorme… poderíamos ter um jogo de investigação, um caracterizador de personalidade, uma versão daqueles famosos reality shows com artistas respondendo a perguntas embaraçosas ou até mesmo um survival horror no qual o visual vá se alterando (à la Eternal Darkness) de acordo com o nervosismo do jogador.
Viagem pouca é bobagem!
[via Finalboss]
A Bethesda, produtora de The Elder Scrolls IV: Oblivion e do iminente Fallout 3 fechou uma parceria com o bacaníssimo site Penny Arcade para publicar uma série de tiras exclusivas inspiradas no universo de Fallout. A primeira você confere aí em cima. Gostou? Clique para ver em tamanho natural, no próprio site. E fique de olho no Vault, site oficial do jogo, para acompanhar as próximas.
Isso é o que eu chamo de uma jogada de marketing sensacional! Associar a tirinha de games com maior audiência do mundo ao seu jogo? Não tem preço.