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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Indústria’ Category

EGM EUA se recusa a mergulhar em Endless Ocean

EGM não gosta de Endless Ocean

Na última edição da publicação, a EGM norte-americana se negou a analisar o jog… err… lançamento para Wii Endless Ocean. A revista até estreou uma nova sub-seção, chamada “Electronic Non-gaming Monthly” dedicada inteiramente a “jogos” que não sejam realmente jogos, dando indicação de que casos como o do simulador de mergulho devem se repetir. Na nota publicada pela revista, constava o seguinte:

Endless Ocean não te oferece perigo, conflito, inimigos, uma história, obstáculos, uma barra de energia, chefes… você sabe, coisas de games. Não é preciso nem se preocupar com o seu suprimento de ar. Já tentou mergulhar sem um limite de oxigênio?

O curioso é que vários “não-jogos” sem vários desses elementos já foram muito bem avaliados pela EGM em tempos passados. Animal Crossing, Ico, Pokémon Snap e Electroplankton são apenas alguns exemplos. O que será que levou a revista a mudar de posição de uns tempos pra cá?

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  • Microsoft pode fazer “parcerias” com Blu-ray

    Xbox 360 Blu-ray

    Diferente do que aconteceu na época da batalha do Betamax contra o VHS, desta vez o formato apoiado pela Sony venceu. Recentemente alguns grandes estúdios e nomes da indústria cinematográfica abandonaram o HD-DVD em favor do Blu-ray, praticamente decretando a vitória do raio-azul e a morte do concorrente.

    E como fica a Microsoft — mais precisamente, o Xbox 360 — nessa história? Simples, eles podem seguir o barco para onde ele estiver indo.

    Nós estivemos em discussões com o Blu-ray por todo esse tempo porque nós temos o melhor software do mercado, chamado HDi. É ele que turbina toda a interatividade no HD-DVD e nós o temos disponível para potenciais parcerias.

    Estas são palavras de Jeff Bell, executivo da Microsoft, em entrevista ao 1UP. Quanto à possibilidade de rolar um player de Blu-ray para o 360, ou talvez até mesmo jogo no formato, Bell não elimina a possibilidade:

    Nunca diga nunca. Eu penso que nós gostaríamos de ver como as coisas vão evoluir. Nosso comprometimento com o HD-DVD, entretanto, é profundo e persistente e nós fomos muito, muito bem em termos de vendas dos nossos acessórios.

    Quando a Microsoft lançou o Xbox 360 com drive de DVD normal, fanboys chiaram. Quando a Microsoft lançou o player de HD-DVD como acessório separado, fanboys chiaram. Mas veja como uma empresa com visão de mercado atua. Agora ela pode tranquilamente esquecer que um dia lançou algo relacionado a HD-DVD e passar a utilizar o formato padrão livremente. (Veja bem, eu disse pode, não disse que ela vai, ou mesmo que eu ache que ela vá fazer isso.)

    Imaginem se o HD-DVD tivesse vencido a guerra dos formatos. O que a Sony faria com seus PS3 munidos de drives para um formato falido?

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  • Parece que não é só no Brasil que temos jornalistas tendenciosos e muita ignorância sobre os videogames. A diferença é que os gringos estão um pouco mais atualizados. Foi ao ar alguns dias atrás uma reportagem no canal americano FOX NEWS em que vários “especialistas” discutiam sobre as cenas de sexo que aparecem em Mass Effect. Primeiro, eles chamam Geoff Keighley, da SpikeTV, para defender o lado dos gamers, ao mesmo tempo em que uma psicóloga “super entendida” mete o pau no jogo. Depois, para eliminar amenizar a discussão, a apresentadora decide simplesmente encerrar o debate e falar com os demais “super entendidos” que estão no estúdio.

    O pior é que a tal psicóloga e apresentadora disparam absurdos do naipe de “as mulheres são simplesmente cultuadas pelos seus corpos, vistas como objetos de desejo” e “infelizmente, você ainda precisa estar envolvido com o que seus filhos estão olhando… o trabalho dos pais está cada vez mais difícil!”. Pois é… tudo culpa dos videogames. Eu até teceria alguns comentários irônicos agora, mas prefiro deixá-los para os comentários.

    E a EA (mais nova dona da BioWare) se pronunciou a respeito, mandando uma carta para o canal pedindo por uma correção e explicando que muita coisa foi deturpada na reportagem. Depois de negar que o jogo possua nudez frontal ou esteja sendo vendido para crianças ou adolescentes, a EA faz uma comparação assaz interessante.

    Vocês assistem o canal Fox? Vocês assistem Family Guy? Vocês já viram The OC? Vocês acham que as situações de sexo em Mass Effect são mais explícitas do que as cenas freqüentemente exibidas nesses programas? Vocês honestamente acreditam que jovens são mais expostos em Mass Effect do que nesses programas de horário nobre?

    Isto não é uma ameaça legal; é um apelo para o seu senso se justiça. Pedimos ao FNC para corrigir a reportagem sobre Mass Effect.

    O canal, é claro, respondeu dizendo que já convidou representantes da EA para aparecem no programa, mas até agora não recebeu resposta. Independente disso, seria interessante ter uma instituição mais presente e potente aqui no Brasil para tomar atitudes como esta naquele caso do banimento, não? É possível que tudo tivesse se desenrolado de forma diferente…

    [via Kotaku]

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  • Ubisoft confirma novo Prince of Persia, eu vou ao delírio

    prince2.jpg

    Ontem de manhã, a Ubisoft lançou um press release com muitos números e dados e outras coisas que interessam muito aos empresários, mas nem tanto aos gamers. Lá no meio, no entanto, estava uma informação deliciosa: a confirmação de um novo Prince of Persia.

    O estranho é que a empresa nunca tinha tocado no assunto antes, e agora veio com essa de “sim, confirmado”. O mais provável é que tenha sido porque muita gente já tinha ouvido falar de um suposto Prince of Persia 4, cuja arte conceitual vazou na internet há cerca de um ano (postei sobre isso no meu blog).

    De acordo com a Surfer Girl, a moça misteriosa que transforma vento em informação, o novo jogo, que por enquanto atende pelos nomes de Prince of Persia 4, Prince of Persia Zero ou Prince of Persia: Ghosts of the Past, vai abandonar o estilo dark iniciado com Warrior “Sou Badass” Within. Dessa vez, a aventura deverá ser um misto de Zelda, Ico e Sands of Time. Só por isso, merece um parágrafo de pura aprovação.

    AI-MEU-DEUS!

    Supostamente, Ghosts of the Past - que por enquanto parece ser o subtítulo mais revelador - será o primeiro episódio de uma nova trilogia, a ser lançado até a metade do ano que vem. Um anônimo, supostamente da Ubisoft Montreal, citou o nome Amir para o jovem protagonista. Será que finalmente teremos um Príncipe com nome? Será que dessa vez não vão transformá-lo em um açougueiro na continuação? Por que o primeiro Príncipe era loiro?

    Só o tempo nos dirá. E o tempo é como um oceano em uma tempestade…

    [via Game|Life]

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  • Todo mundo só fala de Portal. E com merecimento, afinal, ele foi realmente uma surpresa mais do que agradável em 2007. Mas não dá pra esquecer que o The Orange Box[bb] ainda vem com mais quatro jogos no pacote. E um deles por acaso é Team Fortress 2, um dos jogos multiplayer mais divertidos que eu já joguei na vida. Isso vindo de alguém que nunca gostou do estilo de jogo.

    Quem é fã do TF2 está prestes a ser muito bem surpreendido pela Valve, que vai começar a liberar grandiosas modificações que vão deixar o jogo ainda mais interessante:

    Começando com apenas dois novos itens para a classe Medic, a Valve vai começar a implementar gradativamente itens novos e desbloqueáveis para todas as classes. (…) Os desbloqueáveis não são apenas versões maispotentes das armas, elas equilibram enormes vantagens e desvantagens para alterar fundamentalmente o papel de cada classe em jogo. O primeiro desbloqueável dos Medics, por exemplo, se chama Overhealer. Em vez de aumentar temporariamente o health das pessoas em até 50% a mais do que o máximo normal, ele o dobra permanentemente. A parte ruim é que ele será dramaticamente pior no que diz respeito a fazer Ubercharge — de fato, a Valve está considerando a idéia de nem deixá-lo fazer Uber.

    E as novidades não param nas armas. Novos mapas e modos de jogo também foram anunciados. Se liga:

    O novo modo de jogo foi mostrado em Goldrush — o mapa que virá junto com com cp_badlands em pouco mais de um mês. Um time deve escoltar um pequeno carrinho de mineração através de uma série de segmentos de mapa “estilo Dustbowl”. O carrinho se move mais rápido de acordo com a quantidade de jogadores do time Blue que estão perto dele, mas pára completamente se ao menos um jogador do time Red se aproximar. Os Blue devem escoltar o carrinho até o QG dos Red dentro de um certo tempo limite.

    A Valve acertou em cheio com esse conteúdo novo, e olha que ela não revelou tudo. Todas as classes receberão modificações como as dos Medic (malditos Medics), capazes de mudar a forma com os jogadores as usam; e mais mapas e modos de jogo serão lançados aos poucos, ajustados de acordo com a recepção dos jogadores.

    Team Fortress 2[bb], que já era ridiculamente divertido, acaba de ficar melhor, muito melhor.

    E vocês sabem muito bem que eu não ganho nada pra falar bem de coisa alguma por aqui.

    [via CVG]

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  • Produtora brasileira pode lançar jogos para Wii e DS

    http://www.revistafatorbrasil.com.br/imagens/fotos/bandeira_brasileira

    Duas notícias boas para o mercado brasileiro em um dia? Como assim!?! Eu sei que é imperdoável, mas preciso contar da última pra vocês.

    O babado forte é que a empresa tupiniquim Tech Front conseguiu ser licenciada como desenvolvedora oficial para as plataformas da Nintendo. Ou seja: eles podem lançar jogos para Wii e DS.

    As informações ainda são escassas, mas é bom ressaltar que pode não dar em nada. Não é nem a primeira vez que uma desenvolvedora brasileira consegue a licença da Nintendo - em meados de 2005, a Madgam já tinha sido autorizada - mas a esperança, afinal, é o principal trunfo (e possivelmente único recurso) dos gamers brasileiros.

    [via Wii Brasil]

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  • Nintendo e Microsoft farão palestras na GDC 2008

    http://www.gamesetwatch.com/gdc08.jpgA Game Developers Conference sempre foi uma feira deveras interessante, principalmente para quem tem interesse em desenvolvimento de jogos ou nos bastidores da indústria em geral. E a edição de 2008 não deve ser diferente: já foram anunciadas algumas palestras bastante promissoras para o evento que acontece mês que vem.

    Três delas são da Nintendo. Wii Fit: Criando uma nova interface para um console doméstico é de Takao Sawano, gerente do mais novo projeto revolucionário da Big N; em Planejando o Wii Menu: Desde o pré-lançamento até o WiiWare Takashi Aoyama, líder do time da Nintendo’s Network Group, deve falar dos empecilhos e dificuldades de se criar uma rede online - mesmo que limitada como a da Nintendo; por fim, o diretor de Super Smash Bros. Brawl, Masahiro Sakurai, irá falar sobre o desenvolvimento de um dos jogos mais comentados de 2008.

    Já a Microsoft estará representada por John Schappert, vice-presidente da Live. Chamada de Um Futuro em Aberto: Libertando uma Comunidade Criativa, a conferência promete revelar todos os planos da Microsoft para a plataforma online mais adorada do mundo dos games. Os principais lançamentos das demais grandes desenvolvedoras para 2008 também serão comentados.

    A GDC 2008 acontecerá dos dias 18 a 22 de fevereiro em São Francisco.

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  • snake_shoot.jpg

    [Só para caso você não tenha lido ali em cima: desta vez, quem está escrevendo o Discussão do Fim de Semana não é o Fabio. Monopólio nunca mais.]

    Outro dia, quando estava sendo entrevistado pela Jade Raymond, Hideo Kojima disse algumas coisas que me deixaram meio balançado. Caso você não se lembre (ou esteja com muita preguiça para clicar no link), o japonês afirmou que gostaria de tratar a violência em seus jogos como algo mais real, de forma a fazer o jogador se sentir responsável por causar dor e frustração nos inimigos. Seria mesmo possível?

    Particularmente, creio que sim. Se você já jogou os demais jogos da série Metal Gear Solid, sabe muito bem que Kojima sabe como brincar com os sentimentos do jogador. No final de Metal Gear Solid 3, por exemplo, [spoiler] o jogador é obrigado a disparar um tiro na cabeça de The Boss após uma série de revelações chocantes. Poderia muito bem ser uma cena como várias outras, não-interativa. Mas os momentos de hesitação antes de apertar o gatilho botão fazem com que você se sinta muito mais imerso na história.[/spoiler]

    A principal pergunta talvez seja: a indústria está pronta para isso? Em meio a tantos jogos de Segunda Guerra Mundial com ação frenética e descerebrada, fica difícil estabelecer o papel dos videogames na formação intelectual e ideológica de um indivíduo. Afinal, se um jogo com as críticas que Kojima prega realmente influencia o modo através do qual as pessoas enxergam a violência, o que impediria games como Grand Theft Auto de fazer o mesmo?

    E então a discussão poderia se tornar mais abrangente a partir deste ponto. É impossível negar que existem outras formas de entretenimento além dos videogames que fazem apologia à violência maior que grande partes dos jogos mais polêmicos juntos. Mas há um fator imprescindível que deve ser levado em consideração: como a Mafalda bem sabe, esses demais meios de comunicação raramente permitem algum tipo de reflexão aprofundada.

    Já com os games, não é bem assim. Bem, pelo menos não precisa ser assim. Afinal, o fluxo de informações, na maioria das vezes, é totalmente adaptável a diversos quesitos - incluindo a vontade do jogador. E, mais importante ainda: o jogador faz parte da trama. Dependendo do jogo, ele ainda pode decidir o curso dos acontecimentos. E é em ocasiões como essas que o videogame, como expressão artística, pode exprimir vertentes únicas: fazer o expectador pensar, refletir sobre os seus próprios atos, duvidar sobre escolher o caminho mais fácil ou o caminho mais correto.

    É claro que, como uma forma de entretenimento relativamente recente, os videogames ainda apresentam diversas deficiências ao tentar explorar todo o potencial que o meio teoricamente permite. Até porque, como não poderia deixar de ser, os criadores que realmente propõem este tipo de abordagem ainda são poucos. Como maior exemplo, posso citar o idealista Peter Molyneux, principal precursor dos jogos do tipo “vamos brincar de Deus”.

    Muita gente não o leva a sério, justamente por suas idéias quase sempre audaciosas demais - principalmente para o dono de uma desenvolvedora ocidental. E como as idéias muitas vezes não são transportadas para o jogo exatamente como o dono da Lionhead Studios planejava, o seu discurso apaixonado e muitas vezes precipitado acaba não sendo levado a sério.

    Mas é de iniciativas como esta que a indústria precisa. Fable, por exemplo, permite que o jogador escolha entre ser bom e mau dentro do jogo - sendo que qualquer uma dessas escolhas repercute de diversas formas: seja como as pessoas olham para você, como te tratam, o número de cicatrizes no seu corpo, etc. Mas é claro que o sistema poderia ser melhorado. Não só toda a imprensa, mas também Molyneux observou isso, e pretende fazer ainda melhor em Fable 2 - entre as principais novidades do jogo, está um cachorro que pretende deixar o jogador ainda mais emocionalmente imerso.

    É claro que, depois de tanto falatório, queremos saber sua opinião. O que é videogame para você: simples diversão descompromissada ou algo que requer horas de reflexões filosóficas? Você pára pra pensar que está realmente fingindo matar pessoas que poderiam muito bem ter filhos ou esposa na vida real? Gostaria de ver seus inimigos se contorcendo de dor em Call of Duty 5? Quer que nós paremos com discussões bestas e comecemos a oferecer macetes para jogos?

    Por fim, tente se lembrar: quantos jogos assim você já jogou? Ficaria imensamente interessado em títulos que ofereçam qualquer tipo de discussão semelhante.

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  • http://thegamerag.nathansmart.com/pics/hsucash.jpgNada como uma grande marca estadunidense e um editor que não tem papas na língua. Dan Hsu, editor-chefe da Electronic Gaming Monthly lá de fora, fez um editorial bastante interessante na última edição da publicação. Eu ainda não tive a oportunidade de ler, mas de acordo com o site VGM Watch, Shoe lista os nomes de três empresas que baniram a EGM de fazer qualquer tipo de cobertura de seus futuros jogos, graças à reviews muito rigorosos. São elas a Ubisoft, a divisão de esportes da Sony, e o time de desenvolvimento de Mortal Kombat da Midway.

    O assunto já virou recorrente na indústria. Depois do caso do Kotaku contra a Sony e da demissão do Jeff Gerstmann da Gamespot, cada vez mais se especula sobre a credibilidade dos veículos da mídia especializada de grande e (principalmente) médio porte. E o problema não é nem sobre os casos que vêm a público - afinal, se em cada um desses veículos alguém se manifestou, é porque há integridade em pelo menos uma das partes. O perigo mora nas situações onde tudo se mantém por baixo dos panos, geralmente por medo do site/revista em perder o material exclusivo de algum grande jogo ou produtora importante.

    Com bem disse o sábio (?!) Bracht, o principal patrimônio de um veículo de informação é a confiança dos seus leitores. E é claro que nos enchemos de repulsa toda vez que vem à tona algum caso de falta de integridade- geralmente não por parte da imprensa, mas da própria indústria, que ainda precisa amadurecer bastante para chegar no patamar esperado pelos jogadores.

    Enquanto isso, fico me perguntando com que freqüência coisas assim acontecem no mundinho da imprensa especializada brasileira, sem nunca chegar ao conhecimento do público. Não que faltem colhões, mas são poucos que têm a moral de um Dan Hsu e ainda uma marca de tamanho porte por trás para apoiar. Em contrapartida, há o argumento de que os nossos reviews não são assim tão relevantes quanto os de um Gamespot da vida. Ou são?

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  • ces-bill-gates.jpg

    Ontem foi dia da conferência da Microsoft na Consumer Electronics Show deste ano, que está acontecendo no exato momento em que escrevo este post. Como estávamos todos muito ocupados ontem, pedimos desculpas por não relatar em tempo real as notícias bombásticas da Microsoft.

    (Tá, mentira. Não tinha nada de bombástico na conferência de Bill Gates e sua trupe - tirando, possivelmente, o pseudo show de rock nerd que rolou no finalzinho. Você pode ver mais aqui.)

    Aparições lamentáveis à parte, a CES só serviu mesmo para a Microsoft se garantir como a líder desta geração - pelo menos em base instalada. A empresa anunciou que 17.7 milhões de unidades do Xbox 360 já foram enviadas para as lojas de todo o mundo (7.7 milhões de unidades pros EUA, 5 unidades pro Japão e quase 10 milhões para repôr as vítimas das 3RL), anunciou mais uma penca de filmes e séries que serão disponibilizados na Live (ou você não queria ver High School Musical em alta definição?) e, mais importante, confirmou o lançamento de alguns títulos para 2008. Entre os mais inesperados estão Resident Evil e Fable 2. Será que sai mesmo até o fim do ano? Pago pra ver.

    E o show continua. Nada de anúncio de drive interno de HD-DVD, nenhuma nova SKY do Xbox, muito menos gravador de TV. Mas a GDC vem aí, e os fofoqueiros de plantão podem começar a adivinhar qual será a próxima grande bomba da Microsoft. MGS 4 no 360? Xbox 360 Armaggeddon? Mais um executivo da Microsoft sendo ridicularizado?

    Só o tempo dirá.

    [Direto de Las Vegas. A internet é onipresente, mesmo...]

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