
Depois de serem a sensação durante o lançamento do Wii (lembra?), as maravilhosas ilustrações de segurança dos manuais de instrução da Nintendo estão de volta! Não deixe o polvo triste e veja todas na galeria do Kotaku.
[via Nintenerds]

Bom, agora eu posso dormir tranquilo. Não sou só eu que acho que a era das franquias third-party acabou. Afinal, se o managing director da Sony Computer Entertainment UK disse, agora as pessoas vão me levar a sério.
O cara disse:
Temos que lembrar de uma coisa: nada é exclusivo para sempre. Algumas coisas ficam presas por algum período, por uma grande quantia de dinheiro, e se essa é uma decisão estratégica dos nossos concorrentes, então temos que viver com isso.
Isso foi dito após a Sony ser questionada sobre o conteúdo para download “exclusivo” para a versão de GTAIV do 360, e se a empresa faria alguma coisa em resposta.
Como bônus, Ray Maguire aproveitou para dar uma alfinetada básica na competição:
Eu preferia que estivéssemos investindo dinheiro para termos certeza de ter excelentes Pesquisa e Desenvolvimento (R&D) e que começássemos a produzir jogos como LittleBigPlanet, em vez de pagar grandes quantias para impedir uma parte das pessoas de jogar os produtos deles.
Ouch.
[via PS3Fanboy]
Guitar Hero ou Rock Band, eis a questão. Por mais que ambos tentem se diferenciar usando o hardware ou características do jogo, todo mundo acaba fazendo a sua escolha baseado unicamente na oferta de músicas. O que tiver as suas bandas preferidas, seja no disco ou disponíveis para download, é aquele que você vai comprar.
Agora me responda: quem não gosta de Beatles? Este é apenas um dos motivos que caracterizam como bombástica a notícia da parceria entre a Apple Corps (detentora dos direitos de tudo que tem a ver com Beatles, não confundir com a Apple do iPod) e a Harmonix/MTV (de Rock Band), anunciada em um evento há poucas horas.
O outro é que esta é a primeira vez na história que as canções do quarteto de Liverpool serão comercializadas em formato digital. Nem mesmo a poderosa iTunes Store tem as músicas deles. O fato de ser um videogame o estopim para esta mudança de paradigma é incrível para a nossa imagem como indústria cultural.
Apesar de eu ter começado o post falando sobre o repertório dos jogos musicais disponíveis hoje, a parceria que estamos falando aqui prevê um jogo novo, algo como Rock Band: The Beatles Edition, mas que não terá esse nome. Será praticamente uma biografia da banda em forma de jogo, mostrando toda a carreira deles e passando pelo repertório de todas as fases do grupo, acontecimentos importantes, mudanças de imagem e postura, assim como a febre mundial ao redor dos Beatles à época. Este conceito é tudo que se sabe, mas só isso já basta para tornar o jogo absolutamente obrigatório para qualquer beatlemaníaco. Já pensou se vem com instrumentos personalizados, como um baixo modelo Höfner igual ao do Paul?
A equipe da Harmonix está trabalhando de perto com a Apple Corps e o famoso produtor Giles Martin, e sob o olhar observador de Paul McCartney e Ringo Starr, assim como Yoko Ono Lennon e Olivia Harrison, todos os quais já viram o protótipo e realmente apoiaram a idéia.
E, claro, há grandes chances de um Beatles Pack gigantesco aportar em Rock Band 2 algumas semanas após o lançamento deste novo jogo. Lançamento, aliás, que está previsto para o fim de 2009.
Só para o caso de não ter ficado claro: The Beatles é exclusividade de Harmonix/MTV, portanto, nada de Iê Iê Iê no Guitar Hero. Digamos que o sonho acabou.

Eu tenho uma teoria sobre a Sega. Muito tempo atrás, quando eu era criança, eu não tinha um Master System ou um Megadrive. Eu jogava no outro time, aquele do Mario e do Link. Mas quando a Tectoy lançou o Megadrive no Brasil, babei muito nos comerciais da televisão e nas fotos dos jogos que saiam na Ação Games. Lembro bem que Castle of Ilusions e Shapes & Collumns eram dois que me chamavam muito a atenção. Sim, eu queria um console “next gen” pra jogar um clone de Tetris!
Na época o Nintendinho ainda ficaria um bom tempo lá em casa, e eu me limitava a jogar no Megadrive de um amigo e de curtir os jogos mais poderosos no fliperama. Entre eles, alguns clássicos da Sega, como Golden Axe, Shadow Dancer e outras pérolas. Detonar os soldados do Death Adder na companhia dos amigos, apertar o botão de magia na hora errada… bons tempos!
Mas voltando a minha teoria sobre a Sega: alguém que trabalha lá não tinha um Megadrive quando era criança, e não tinha amigos legais. Provavelmente, foi excluido pelos outros japonesinhos no colégio, ficou de fora das festinhas, nenhuma menina deu bola pra ele. Esse cara cresceu traumatizado e decidiu se vingar das outras crianças que não foram suas amigas. Ele foi trabalhar na Sega e cresceu dentro da organização. E lá dentro esse cara maldoso e sacana se dedica a destruir com requintes de crueldade as lembranças felizes da infância de quem curtia o 16-bits da Sega e os seus jogos mais clássicos.
A primeira vítima foi o Sonic. Até hoje o ouriço velocista é difamado por esse funcionário maligno. Outras também sofreram, como Altered Beast. E agora chegou a vez de Golden Axe. Tive o desprazer de jogar o recém-lançado Golden Axe: Beast Rider e em pouco mais de uma hora e meia de jogo, eu já odiava aquele título que um dia me fez tão feliz. Genérico, mal feito, chato, sem graça. Com um sistema de combate enfadonho e uma defesa que não funciona. Junto com a câmera, a sua defesa é a maior arma dos vilões. Todas as vezes que morri foi por causa desse combo: dois inimigos “dentro um do outro” com ataques que exigiam defesas diferentes, preso num canto onde a câmera não me deixava ver nada.
E nem multiplayer essa porcaria tem! Indecente, lixo mesmo. Deixo aqui o aviso: se você gosta de Golden Axe, jogue o original. Tem na Live Arcade, tem no Virtual Console e até em cartucho, se o seu Mega, assim como o meu, ainda funciona. Não deixe que o funcionário maligno da Sega destrua as suas lembranças!
O canal G4 da TV americana e o blog Level Up, da Newsweek, deram o furo mais ou menos ao mesmo tempo: a E3 2009 vai acabar com a palhaçada de ser pequena, sem muita fanfarra. Enfim, vai crescer de novo.
Ainda não se descobriu muito além dessas abstrações, mas já temos alguns fatos concretos. A começar pela data e local: primeira semana de Junho, no tradicional Los Angeles Convention Center.
Isso não está 100% confirmado, mas são grandes as chances dessa edição da feira ser a primeira aberta ao público, aproximando-se do formato da Tokyo Game Show. As booth babes também podem voltar, embora esse rumor em particular esteja ainda menos confirmado.
Provavelmente não será como 2006, mas definitivamente não será como 2007 e 2008, e isso já é uma ótima notícia.
Parece coisa de ficção científica, mas é real – ou melhor, vai ser. O escritório de patentes dos EUA aprovou uma patente requerida pela Microsoft para um tecnologia que permite identificar e censurar, em tempo real, determinadas palavras ditas em conversas por voz. Essa censura se daria por meio de um sinal sonoro, um corte do som durante a palavra ou, mais engraçado ainda, a troca da palavra por outra, inofensiva.
Você acredita que vai funcionar bem, mesmo em inglês? Eu não.
Mas se der certo, ninguém mais te chamará de gay na Xbox Live. “Pau no cu”, “maldito da porra”, e “viado desgraçado” provavelmente não sofrerão nenhum tipo de censura, visto que são palavras em português e a Microsoft pouco se –beep– para nós.
Em nota relacionada, a MS pediu desculpas públicas por não ter conseguido implementar essa tecnologia durante o curto tempo de vida de Dercy Gonçalves, notória baderneira de partidas mutiplayer de GTA IV.
[via Ars Technica]

Com vocês, Doug Lombardi, da Valve:
“Vai levar mais tempo para você jogar como Gordon de novo do que o tempo que levou entre Half-Life 2 e Episode One, e também entre Episode One e Episode Two.”
Left 4 Dead vem aí, eles estão trabalhando em uma “prequência” oficial para Portal, e tudo isso é bão dimais… mas acaba atrasando a continuação da saga do nosso salvador.
O pessoal do Ars Technica estima que estejamos falando de 2010. Mas isso em Valve Time pode ser qualquer período entre 2013 e 2019. Por mim tudo bem, eu ainda vou estar ocupado com Team Fortress 2.
[via Ars Technica]
A Blizzcon não foi feita só de logomarcas fofas e camisetas irresistíveis. A Blizzard soltou outras surpresas durante o evento e a mais bombástica delas sem dúvida foi a revelação de que Starcraft II será dividido em três discos, vendidos separadamente.
É isso aí: O aguardado jogo de estratégia em tempo real no qual continuaremos a guerra entre os militares Terrans, os repugnantes Zerg e os Cavaleiros Jedi enigmáticos Protoss será comercializado em três discos, cada um com uma das campanhas. Quando o jogo for lançado, teremos as seguintes caixinhas nas prateleiras: Terran: Wings of Liberty, Zerg: Heart of the Swarm e Protoss: Legacy of the Void.
Foi divulgado que as campanhas serão extensas, entre 26 e 30 missões cada, tudo com muitas cut-scenes bacanas e a qualidade típica dos jogos da Blizzard. As diferenças entre cada campanha vão além das coisas óbvias como unidades e estruturas. A jogabilidade da campanha Zerg terá mais elementos de RPG, enquanto Wings of Liberty será mais belicista e a campanha Protoss envolverá o uso mais pesado de diplomacia e negociação. Vale ressaltar que em Wings of Liberty há uma mini-campanha Protoss.
Para mostrar que não está querendo arrancar todo o seu dinheiro, a produtora já avisou que cada disco terá todos os elementos do multiplayer. Ou seja, mesmo que você só tenha o disco Zerg: Heart of the Swarm, poderá jogar suas partidas online com os Protoss e Terrans. Só a campanha single-player é limitada a uma facção por disco.
Quando vi essa notícia pela primeira vez, fiquei revoltado. “Eles querem me fazer comprar o mesmo jogo três vezes! Ladrões!” foi o que pensei. Mas analisando com calma, eu acho que só caberia mesmo uma campanha em cada DVD e eles não quiseram lançar um jogo com três discos pois ficaria com o preço muito acima da média dos jogos de PC. Tanto que a faixa de preço da “trilogia” Starcraftiana não foi revelado, assim como nada foi dito sobre quando, finalmente, o novo jogo será lançado.
[via Hardgamer]
É claro, desde que não tenham nenhum senso de humor. O que você vê acima é a camiseta que alguns membros da Blizzard vestiam durante a Blizzcon deste ano, fazendo piada com os recentes episódios em que fanboys toscos reclamaram que Diablo 3 tinha mais cores do que o aceitável (marrom, preto e cinza).
[via Hadouken]

Tekken é uma franquia da Namco Bandai que sempre foi atrelada aos consoles da Sony. PS One, PlayStation 2, PSP e até o PS3 já abrigaram os lutadores da Mishima Zaibatsu e seus rivais. Era de se supor que o próximo jogo da série, Tekken 6, mantivesse a tradição — ainda mais que a própria placa de arcade dele é baseada no chip Cell, aquele mesmo, do PlayStation 3.
Mas as coisas mudam e a Tokyo Game Show começou justamente com essa bomba: Tekken 6, queridinho de 10 em cada 10 fãs de jogos de luta no Japão (e de muitos outros desse lado do mundo também) será multiplataforma. O diretor da Namco responsável pelo jogo havia dito isso horas antes da conferência mas a entrevista com o boca-aberta foi tirada do ar rapidamente, apenas para ser confirmada pela própria Microsoft em sua apresentação, na abertura da TGS.
Quando a Microsoft anunciou que o novo Tekken será lançado no final de 2009, tanto para o PS3 quanto para o Xbox 360, a sensação dos istas foi de alegria ou de raiva (dependendo de qual plataforma é o ista em questão) mas no meu caso foi de completo e total deja vú. Certo, Final Fantasy XIII?