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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Indústria’ Category

rockbandscreen.jpg

Ou quase isso. Conforme reportado aqui no Continue, a versão de Wii para Rock Band vai ser tão escrota quanto a versão de PS2: não vai ter gráficos legalzões, nem possibilidades infinitas de personalização e simulação, muito menos sistema de som muito avançado. (De fato, deveríamos ficar felizes caso o jogo venha em estéreo…)

Mas a ausência mais sentida é, definitivamente, a dos modos online. Um dos recursos mais legais nos demais consoles é justamente ter disponível para baixar músicas novas toda semana, o que simplesmente eleva ao infinito (ou pelo menos até o lançamento de Rock Band 2) o fator replay do jogo da plataforma musical. E parece que tem gente “do lado de lá” que concorda comigo.

Vamos lá, Nintendo, precisamos de um hard drive! É o que queremos [sobre a possibilidade de conteúdo adicional], mas não há nenhum lugar para armazená-lo. É algo que dissemos a Nintendo, que era algo que gostaríamos de fazer. Quem sabe o que vai acontecer no futuro? Nem eu sei o que vai acontecer no futuro, mas esse é o porquê de não haver músicas para download de Rock Band do Wii.

Palavras de Rob Kay, diretor de design da Harmonix. Ou seja: espero REALMENTE que a Nintendo esteja neste exato momento mexendo os pauzinhos para adicionar esse recurso o mais rápido possível. Porque uma coisa é perder armaduras extras ou atualizações para correção de jogos de aventura, a outra é perder uma das idéias mais bem sacadas para um dos jogos que mais têm a ver com a proposta do Wii.

Isso só não explica uma coisa: o que diabos isso tem a ver com a ausência do multiplayer online?

[via CVG]

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  • Sonic Unleashed

    Vou ser breve porque os nossos amigos do Hadouken foram mais rápidos em dar a informação completa e eu não quero reescrever tudo que já está lá (ê preguiça): Sonic Unleashed agora é um jogo oficialmente anunciado pela senhorita SEGA of America, com sitezinho oficial, trailerzinho oficial e imagenzinha porca (ainda que oficial) na página inicial.

    A novidade é que, ao contrário do que se esperava, o jogo vai sair para todas as plataformas caseiras atuais. Além do Xbox 360 e do Wii, que já estavam mais ou menos confirmados, e do PS3, que suspeitava-se, o jogo também vai sair para PS2.

    Depois do continue, a versão YouTubesca do trailer oficial.

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  • Max!

    Hoje é um dia de grande emoção para a minha pessoa, por causa desta notícia do GameSpot. Um ano depois de lançado o último episódio da primeira temporada para PC, Sam e Max terão finalmente a oportunidade de serem sugados em forma de DVD pelo seu Wii, cujo neon azul do slot de disco eu tenho certeza que brilhará mais forte do que o normal, para demonstrar tamanha felicidade.

    Sério, eu nem sei bem o que dizer. Sam & Max era engraçadíssimo em 1993, quando a última aventura da dupla havia saído, ainda na era de ouro dos adventures da LucasArts. Mas em 2006 a Telltale elevou o nível. Eu posso dizer sem sombra de dúvida que, durante o ano passado inteiro, o momento em que eu mais casquei de rir de um jogo de videogame foi durante o episódio Reality 2.0 — acho que o penúltimo da temporada.

    E sabe o que é mais legal? Esse lançamento tem dedo nosso, dos jogadores. Segundo o GameSpot:

    Os representantes da Telltale disseram que o lançamento do jogo no Wii se deve em grande parte à demanda dos fãs, em particular uma campanha de emails lançada ainda antes da estréia da série episódica de Sam & Max no PC. Rumores e especulações sobre uma versão para Wii ajudaram a despertar o interesse da distribuidora em trazer a série à plataforma da Nintendo.

    Sobre a data de lançamento, só disseram que vai ser “neste outono”. O outono dos caras é mais ou menos entre Julho e Outubro a partir de Setembro, então tá aí. Nem vai demorar muito.

    Tipo… esqueçam Okami e guardem os seus dinheiros para o coelho mais psicopaticamente genial dos games.

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  • Greenhouse

    Os mais informados entre vocês devem conhecer a ultra-famosa webcomic Penny Arcade, e também devem saber que vai sair um jogo inspirado nela, o RPG episódico Penny Arcade: On The Rain-Slick Precipice of Darkness. O jogo foi anunciado há um bom tempo, já apareceu em feiras, já teve previews publicados… mas ainda não se sabia quanto custaria ou quando sairia.

    Hoje, com um anúncio bastante interessante, o pessoal do site respondeu essas perguntas (U$19.95; em breve) e ainda uma terceira, que pouca gente havia perguntado: onde?

    No fim das contas, o episódio um de PA:OtRSPoD (siglas enormes FTW!) vai sair no Greenhouse! Claro, você não conhece o Greenhouse. Porque ele ainda está em beta e acabou de ser anunciado (mais detalhes em uma entrevista exclusiva do Game|Life). Trata-se de um sistema de distribuição digital, aparentemente semelhante ao Steam, que está sendo lançado pelos multi-empreendedores do Penny Arcade (que também fundaram a feira PAX, sucesso de público, e a Child’s Play, a extremamente popular instituição de caridade gamer, para provar que os games também trazem o bem ao mundo).

    É uma boa notícia para o universo dos jogos independentes, já que um serviço novo como este vai precisar juntar o maior número de jogos para o seu acervo. Aí entram os desenvolvedores independentes, que vão ter mais um lugar para comercializar os seus jogos (pra quem não sabe, greenhouse significa “estufa”, aquele lugar para cultivo de plantas em ambiente ideal). E aí entram os jogadores que curtem esses jogos mais diferentões, que vão achar um lugar centralizado para baixá-los. É bom pra todo mundo.

    Sucesso para o Greenhouse!

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  • Rare brinca com os fãs: adivinhe o enredo de Banjo-Kazooie 3

    Banjo Preocupado

    A gente fala bastante desse jogo aqui, né? É porque a gente (o Lef e eu, no caso) tem altas expectativas. Talvez seja a volta da Rare aos velhos tempos, de fazer um jogo inegavelmente AAA. Eu adoro Viva Piñata, por exemplo, mas não foi um jogo AAA. E eu quero jogar um jogo AAA da Rare de novo. Por isso tanta expectativa.

    Ontem, em pleno primeiro de abril, a empresa fez um post no seu site oficial (ou aquilo é um blog?) contendo uma verdade e quatro mentiras. Mais especificamente, ela publicou cinco possíveis enredos para o novo jogo do urso ex-Nintendo, sendo que quatro são completamente inventados e um é o verdadeiro. Aí tem dois problemas. O primeiro é que provavelmente ela só vai falar qual é o verdadeiro daqui a meses e meses. O segundo é que… bem, todos são meio bizarros.

    Vai a tradução:

    Rumor Um: Banjo e Grunty unem-se contra uma nova ameaça, apaixonando-se no processo.
    A sexy transformação da bruxa Gruntilda retorna e se mostra irresistível ao nosso urso heróico, para desgosto de Kazooie. Poderá o trio desajustado derrotar o inimigo com bafo de fogo?

    Rumor Dois: Kazooie é abduzida por alienígenas e Banjo vai ao cosmos em sua procura.
    Na metade da sua aventura de baixa gravidade, ele descobre quem a raptou… e é uma figura familiar dos arquivos da Rare que virou a casaca para o “lado verde” por causa de Grunty.

    Rumor Três: Banjo e Kazooie viajam ao passado em busca do T.I.T. gigante da bruxa.
    Gruntilda dirige o seu Time Interfering Truck para antes de o pássaro e o urso conhecerem-se. A dupla deve ser reapresentada entre si e reaprender tudo que sabem de uma forma completamente nova!

    Rumor Quatro: Banjo interrompe a aposentadoria para impedir o seu lar de ser transformado em um shopping center.
    Para acabar com a disputa, um inconstante poder maior arquiteta um confronte entre urso e bruxa através de mundos de imaginação — valendo a posse de Spiral Mountain.

    Rumor Cinco: Spiral Mountain entra em guerra, e Banjo torna-se um líder relutante.
    Você já viu um Jinjo Tank? Ou Grunty’s Grappling Grenadier Grunts? Você verá quando jogar nossa campanha híbrida de plataforma e RTS.

    Muito medo dessas coisas, sério. Tipo, acho que dá pra descartar a dois e a cinco. A Rare não é louca de fazer uma imitação barata de Mario Galaxy, por mais que pudesse se tornar um jogo realmente fantástico; e a Raredefinitivamente não é louca de macular a série com elementos de… RTS… blergh. Nada contra, mas não combina. Seria alienar 98% dos fãs.

    Eu gostei mais da três. Na verdade foi a única que eu gostei. E você?

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  • Happiness

    Quando pensei em fazer esta coluna semanal de discussão, a minha primeira preocupação foi: “e se chegar um sábado em que eu realmente não conseguir pensar em nenhuma discussão para propor?” Minha cabeça não é um poço sem fundo de idéias e temas capazes de gerar debates construtivos e provocadores. Mas hoje, após ter escrito já um bom número de Discussões de Fim de Semana, eu percebo: muitas vezes a melhor pauta não é aquela que você propôs, é aquela que foi proposta a você.

    Essa semana, durante a minha navegação básica atrás de notícias e informações, eu me deparei com um texto que me propôs uma ótima pauta. Após o continue, eu a proponho a você, já ansioso pelos comentários que se seguirão. Hoje o papo vai ser bom.

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  • GTA IV

    Olha eu aqui, de novo, falando bem de GTA IV. Parece que esse jogo pode mesmo vir a ser o que vai me fazer virar fã da série. Saiu hoje no blog de games da Wired que o jogo trará consigo uma nova proposta de download de músicas, usando três ingredientes básicos: o seu celular, a Amazon.com e as rádios do jogo.

    Pelo que eu entendi, funciona assim: você está jogando, tranquilamente, quando uma das rádios do jogo toca uma música que você gosta, apesar de não conhecer. Seu próximo passo é sacar o seu celular do Niko (o personagem do jogo) e discar “ZIT-555-0100″. (Essa é a parte que eu não entendi.) Fazendo isso, você “marca” aquela música como uma das que você gostou, e logo recebe uma mensagem de texto com o nome da música e do artista.

    Se você for sócio da Rockstar Games Social Club (outra coisa que eu até então nunca ouvi falar), receberá logo depois um link especial para baixar a música da loja de mp3 da Amazon.com por menos de um dólar. E a música vem sem DRM, portanto você pode passá-la para qualquer mp3 player que tiver, além de ouvir no celular e no próprio computador.

    Isso abre um leque incrível de possibilidades para o esquema de rádios da série GTA — que já era um dos elementos que os fãs mais gostavam. Eu posso até ver um pacote de atualização por semana, mudando todas as músicas que as rádios tocam. Uma semana depois de uma música virar febre mundial, ela vai estar tocando nas rádios do seu jogo também.

    Poxa, o futuro é mesmo incrível. Ainda bem que eu vivo nele.

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  • World of Warcraft em breve no Brasil?

    Empezar la invasión

    Tomara que não! A única desculpa que eu tive para até hoje não ter sido sugado, mesmo que temporariamente, pelo vórtice vicioso de World of Warcraft era o fato de eu ter que sacar um cartão de crédito internacional para jogá-lo. (Como se isso me impedisse de fazer tantas outras coisas… :P)

    Segundo notícia publicada pelo Kotaku há poucas horinhas, a Blizzard anunciou um plano de expansão do monstro dos MMOs para os países de língua espanhola das Américas em 2008. Vai rolar tradução completa, de texto e dublagens, além de suporte técnico completo e 24h em espanhol.

    Tá, e o Brasil? Como eu e você não falamos espanhol, está automaticamente de fora da lista. Mas vai ser praticamente o único país de todo o continente americano a não ter uma versão oficial do WoW. Justamente o Brasil, que sempre se destaca em jogos online. Duvido que isso vá ficar muito tempo assim. A Blizzard não é burra.

    Pelo menos eu acho que não.

    [PS da Suzana: não é o fato de ser burra, é o fato de que a Blizzard não implementa um servidor se eles não tiverem certeza de que vão conseguir manter o padrão internacional de qualidade deles. Considerando os casos de corrupção de GMs tão famosos Brasil afora e a fama mundial de brasileiro ser tudo trombadinha em jogo, sempre querendo levar a melhor e pouco se lixando pro resto... duvido que eles lancem algo por aqui. Seria também difícil fazer todo mundo pagar 40 reais pelo jogo e 80 pela expansão.]

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  • 360 Novo

    Lembra daquele carinha que tinha um Xbox 360 todo autografado, único, de estimação mesmo, e que acabou recebendo ele completamente limpo e “despersonalizado” quando mandou para a assistência técnica por causa de 3RL? Então. Você não vai acreditar em como essa história acabou bem.

    Segundo noticiado pelo Joystiq, a Bungie ficou sabendo da história e “tomou as dores” do garoto, enviando a ele um pacotão de coisas com as quais a gente só poderia sonhar. Camiseta, jaqueta, CD de trilha sonora, controles wireless de edição limitada… e a cereja do bolo: um capacete da Legendary Edition do Halo 3, completamente autografado pela equipe.

    E não acabou por aí. O garoto perdeu um console, e parece que alguém decidiu que então o mais apropriado seria ele ganhar um console novo. Alguns dias depois do pacotão da Bungie, chega para ele um Xbox 360 novinho, coberto de assinaturas do pessoal da Microsoft e (de novo) da Bungie. Mais impressionante ainda, esse novo Xbox tem um desenho feito à mão pelo mesmo artista que havia desenhado no antigo console dele, agora arruinado, e… tchanananã… uma assinatura do Bill Gates.

    O próprio Bill Gates, dono da Microsoft. Não que eu ame o cara, mas… pô, se eu tivesse um autógrafo do Bill Gates no meu 360! Sério, o que mais esse moleque poderia querer?

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  • Seumas McNally

    Hoje é sexta-feira, dia 21 de março. Não é dia de quarta-feira indie, por isso os mais desavisados talvez estranhem essa coluna por aqui. Mas eu achei que colocar este artigo em qualquer outro dia talvez não fosse o mais apropriado.

    Há oito anos, uma pessoa que começava a fazer alguma diferença no mundo dos jogos indie partiu deste mundo. Seu nome? Seumas McNally, o rapaz que passou a dar o nome ao grande prêmio do IGF. Muitos fãs de jogos independentes já se acostumaram a ver esse nome na lista de premiações do IGF, e a verem a explicação do porquê do nome como “o nome de alguém que havia ganhado o prêmio e morrera logo depois”. E o conhecimento da maioria das pessoas acaba por aí, e a impressão que fica é de que “ah, ele fazia jogos, morreu, e colocaram nome dele no prêmio por pena/consideração”.

    Não é bem assim.

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