
Rolou lá nas gringas longínquas uma reunião de investidores da Activision. Aí o CEO deles, Mike Griffith, revelou os planos para a série Call of Duty. Pra começar, a notícia boa (pra eles): de tanto que o episódio 4, Modern Warfare, vendeu, a base de usuários/fãs da série simplesmente dobrou. Eu acredito piamente, já que sou exemplo vivo. Sempre tive verdadeiro asco a FPS de Guerra (se fosse pra ser FPS, que pelo menos fosse uma coisa mais inventiva, tipo Half-Life ou Metroid Prime), mas recentemente — há uma hora e quinze minutos, precisamente — eu terminei Call of Duty 4 e PUTAQUEPARIUQUEJOGOFODA. Sério, teve pelo menos dois ou três daqueles momentos inesquecíveis que eu nunca mais vou esquecer na vida.
Mazentão. Falei que eu tinha três motivos pra afirmar que o CoD5 não seria tão bom quanto o CoD4, né? Lá vai:
Ok, podem começar a me xingar agora.
[via Kotaku]
Que a desenvolvedora britânica Codemasters é líder no segmento de jogos de rally, ninguem duvida. A liderança da franquia Colin Mcrae consolidou-se na geração atual com o belo jogo DiRT (Nota do Bracht: põe belo nisso!) e chegou ao pódium após a aquisição de TODA a equipe responsável pela série Sega Rally, logo depois da empresa japonesa dar fim ao estúdio.
O próximo jogo da Codemasters, Racedriver: GRID, em breve chegará aos consoles PlayStation 3, Xbox 360, PC e Nintendo DS, com corridas em autódromos e com diversas modalidades, abrangendo quase toda a cultura automobilistica. É um concorrente de peso para a série Need for Speed da EA e têm tudo para fazer ProStreet comer poeira. A demo de GRID já está disponível e quem baixou, adorou.
Mas os ingleses não vão parar por aí. A Codemasters anunciou hoje a aquisição da licença da FIA para produzir jogos de Fórmula 1. O presidente da Codemasters, Chris Deering, afirmou:
O sucesso e as recentes inovações nos jogos de corrida fazem da nossa empresa mais do que preparada para o desafio. A combinação do novo momento de expansão da Fórmula 1, a tecnologia contemporânea e a experiência da Codemasters serão um novo despertar para o esporte, nas pistas e nas telas de jogo.
A Sony foi proprietária da licença durante os últimos quatro anos e deu fruto a bons jogos, entre eles o Formula 1 Championship Edition, elogiado título de lançamento do PS3. O futuro jogo da Codemasters, previsto para 2009, utilizará os recursos da EGO Engine, a mesma do iminente GRID e será o primeiro game de Fórmula 1 desenvolvido fora da Sony desde Formula 1 Career Challenge, da Eletronic Arts (2003).
[Via Codemasters]

Big news: a Id Software anunciou que Doom 4 está em produção. A notícia surgiu em uma oferta de emprego, no qual a empresa procurava talentos para trabalhar no game. Rapidamente, o anúncio correu o mundo. Não foi um anúncio bombástico, mas o impacto nos fãs do gênero é o mesmo de um silencioso e preciso tiro de sniper na cabeça. Com a diferença que quem levou o tiro deve ter ficado contente.
Não se sabe nada ainda sobre Doom 4 (até porque não deve haver nada para se saber ainda), exceto que está em produção e, como a Id está desenvolvendo outro jogo, intitulado Rage, para os PCs, PlayStation 3 e Xbox 360, supõe-se que o próximo game da aclamada série de FPS também será lançado para essas plataformas.
Aproveitando a deixa, convido você a dar uma mergulhada no passado e relembrar brevemente os demais jogos da série. Depois do continue!

Aconteceu hoje o PlayStation Day europeu, uma semana antes do mesmo evento norte-americano.O evento da Sony apresentou novidades sobre os lançamentos mais aguardados, bem como sobre os serviços multimídia do PSP e números de vendas dos consoles e jogos da companhia japonesa.
Pulando a parte que interessa mais aos acionistas da empresa, vamos ao que importa: os jogos!

…mesmo que não DAQUELE jeito que todos queríamos. A MTV, a EA e a Harmonix anunciaram um jeito de levar as músicas que são disponibilizadas na Live e na PSNetwork para os usuários menos felizardos — vulgo possuidores das versões para Wii e/ou PS2. Trata-se de uma espécie de pacote de expansão que será lançada com uma compilação das músicas lançadas pela internet. Isso mesmo: um disco extra pra você comprar. Yay.
O dito cujo, que se chama Rock Band Track Pack Volume 1, deve chegar no próximo dia 15 de julho às lojas instaladas na pátria do Tio Sam, custando apenas 30 notas verdes (de 1 dólar…). Veja o setlist completo depois do continue.
[via Wii Brasil]
Em uma manobra digna de Jaca Paladium, os caras do ShackNews alegaram na semana passada já terem jogado uma versão de Duke Nukem Forever Never! Rolou até um esquema de terem duvidado dos caras, que então fizeram questão de confirmar que foram mesmo, jogaram mesmo etc e tal.
Sabe o que é? Eu não quero que ele seja lançado. Mesmo se ele acabar sendo melhor do que o melhor jogo do mundo, ainda não vai ser tão divertido quanto ficar tirando barato de um vaporware de onze anos de idade.
[Adivinha só de quem é este texto? Do AyPyCy, o nosso já quase redator-honorário! Agora sério: eu sei que muitos de vocês já viram a cara ao se depararem com "mais um texto sobre pirataria", mas este vale muito a pena ser lido. Eu fiquei realmente muito surpreso e impressionado com a qualidade do trabalho do nosso leitor dos três "y", e considero este o melhor dos textos que ele já me mandou. Ajeite-se na cadeira, porque o texto é longo, e vamos nessa.]
Antes de iniciar o texto gostaria de deixar bem claro que o objetivo dele não é criar polêmica, acusar alguém, nem discutir o preço das coisas. O objetivo é explicar o que é a pirataria (principalmente em conteúdo digital - games, música e filmes) e como ela nos afeta, diretamente ou indiretamente. Você pode concordar com o texto ou discordar dele, mas quero reforçar que o que está escrito abaixo não é simplesmente minha opinião, mas fatos provenientes de estudos e leituras.

Li um texto no Gamasutra e decidi partilhar com vocês a opinião do cara e a minha.
É engraçado ver como estamos rodeados loucamente de novos jogos, sendo bombardeados com informações a cada segundo. Somos cobertos de hype por todos os lados, sobre qual seria o próximo grande jogo, a próxima sequência avassaladora; isso tanto na própria indústria quanto na imprensa e no nosso meio bloguístico.
Saindo desse mundo comercial-público e invadindo nossas vidas, muita gente nem se importa com o hype. Essas pessoas estão felizes em gastar seu tempo num jogo só.
Meu exemplo mais próximo sou eu mesma. Posso adorar meter bala na cabeça dos outros em Team Fortress 2 e UT3, experimentar novidades como Audiosurf e Portal ou até ler as novidades e ficar por dentro do hype, mas sou profundamente e inegavelmente uma jogadora de um jogo só, o que fica bem visível se você olhar as minhas horas de jogo no Xfire. Mesmo apesar dele não ter captado nem metade da minha presença gamer (maldito contou menos de 1 hora de Oblivion sendo que eu tenho pelo menos umas 100), já dá pra ter uma idéia. Também tem aqueles que jogam Counter Strike, os que jogam Call of Duty 4, os que gamam loucamente em Guitar Hero, os que nunca jogaram nada na vida mas que viram em The Sims sua cara-metade e viraram gamers, entre outros.

A coluna desta semana presta uma breve homenagem à Retro Studios, que sofreu nesta semana a debandada de três integrantes do time — o diretor de arte Todd Keller, o engenheiro de tecnologia Jack Mathews e, principalmente, o diretor de design Mark Pacini.
Conhecida mundialmente intergalacticamente pela imbatível trilogia Metroid Prime, a Retro é considerada hoje uma das second parties de primeiro escalão da Nintendo.
Todavia, nem sempre tudo reluziu bonito e brilhante como a Power Suit de Samus no estúdio texano. Nos primórdios da empreitada, a equipe tinha em mãos um grande número de jogos em desenvolvimento — além do futuramente glorioso Metroid Prime.
Como muitos devem saber (se não sabe leia este excelente artigo da Escapist Magazine), o parto tridimensional de Samus foi um verdadeiro, bem… parto, de tão complicado. Diretores que se demitem, Miyamoto bravo, um tradutor traduzindo Miyamoto bravo e um espólio de três jogos cancelados. Esta é a trilha obscura deixada para trás, o sacrifício feito para que a loiraça da Nintendo renascesse em glória e esplendor após passar batido pela geração 64-bits — algo pelo qual hoje em dia sou grato.
Assim, focamos nossas lupas retrô-abutres hoje para essa tríade de games esquecidos pelo tempo: Raven Blade, Thunder Rally e NFL Retro Football.

[Parece que o AyPyCy gostou da brincadeira de ter texto publicado no Continue. Depois do mão-na-roda Guia de Importações, ele resolveu discutir os finais dos jogos com a gente. Spoiler alert: esse texto não contém nenhum spoiler.]
Quando li a notícia de que o Fallout 3 teria cerca de 200 finais diferentes a primeira coisa que me veio à cabeça foi: “preferia que fosse um só, mas bem feito.”
Não sei se todos têm esta percepção, mas sinto que não é mais tão divertido chegar ao final de um jogo. Claro que jogar o jogo todo, na maioria das vezes, é divertido, mas quando se passa a última fase você normalmente acaba vendo… Créditos! No máximo um gancho para uma possível continuação.
Voltando no tempo, na época do Telejogo e Atari, normalmente os jogos não tinham finais, você lutava por pontos no placar, na tentativa de fazê-lo zerar e começar a contar de novo (alguns jogos congelavam com pontuação 1,000,000). Missile Command, Enduro, River Raid, Pitfall, eram praticamente infinitos, apesar de na época existirem muitos boatos do tipo “meu primo conseguiu terminar River Raid, o avião pousa em um aeroporto”. (!)