
Este é só um trechinho do texto genial que me foi passado ontem pelo meu grande amigo Julio Bassi (que também atende pela alcunha de Imperial°Spirit):
Sempre que você vir ‘jogos casuais’ nas notícias, simplesmente troque a palavra ‘casuais’ por ‘retardados’ e você verá como ela realmente é percebida pela indústria. “Há uma explosão de jogos casuais!” deve ser traduzido para “Há uma explosão de jogos retardados!”. “EA Casual Games Division” realmente é traduzido para “EA Retard Games Division”. “Por que você está chamando jogadores casuais de retardados!?” rosna um leitor.
Eu não estou. Estou dizendo que a indústria hardcore é quem pensa assim. Para eles, ‘casual’ é apenas uma forma de dizer ‘bobo’.
O texto foi escrito (muito bem escrito, diga-se de passagem) por um cidadão chamado Sean Malstrom em seu site/blog pessoal e comenta sobre a estratégia da Nintendo para conquistar novos jogadores e como suas atitudes vêm sido erroneamente interpretadas pelos analistas, third parties, jornalistas, a indústria como um todo e até VOCÊ, gamer hardcore.
Não poderia ter vindo em momento mais oportuno, já que todos ainda estamos perplexos com a falta de atenção aos games “não-casuais” na conferência da Nintendo para a imprensa na E3. Recomendado pra todo mundo que se pergunta quais serão os próximos passos tomados pela Nintendo e àqueles que acham que nunca mais terão um Zelda ou um Metroid de verdade.
Depois de clicar no continue, você vai descobrir porquê os jogos de empresas como a Big N e a Blizzard reúnem mais fãs que as demais, a verdade por trás da estratégia do blue ocean da Nintendo, a causa do fracasso nas tentativas de outras produtoras de embarcar no sucesso do Wii e, principalmente, porquê o Zelda mais hardcore de todos os tempos pode ser só uma questão de tempo.
Antes de prosseguir, apenas um aviso: o texto a seguir é um dos mais geniais já publicados no Continue. Mas também é um dos maiores, senão o maior.

Depois de uma tela sensível ao toque, um controle que capta os movimentos e uma balança que mede o peso e o equilíbrio, a Nintendo parece não saber quando parar. Quer você ache isso o máximo, quer considere a pior característica da Big N, o próximo passo pode estar mais próximo do que imaginamos.
Foi registrado no Departamento de Patentes e Marcas dos EUA um novo periférico que promete medir pulso, temperatura e pressão do jogador:
Um controle sem fio para um console de jogos é revelado e inclui um corpo principal incluindo uma unidade de medição incluindo um circuito de controle incluindo um circuito de amplificação principal, um Circuito Integrado de controle, um circuito de amplificação secundário, um Conversor Analógico-Digital, um circuito de visor, e pinos para ajuste, uma reentrância superior, um visor, dois dispositivos principais de medição adaptados ao contato dos dedos enquanto a mão segura o corpo principal para medição de pulso e de temperatuta corporal de um usuário jogando um game em um console, e um contador para contabilizar o número de rotações do corpo principal; uma unidade de controle montada nessa reentrância; uma braçadeira incluindo dois dispositivos secundários para medição de pressão sangüínea e pulso respectivamente envolvendo a braçadeira no pulso; e um cabo interconetando o corpo principal à braçadeira.
O Finalboss considera quase óbvio que o periférico seja o próximo passo para algo como o sucessor de Wii Fit, mas minha mente já estava viajando para outros rumos: que tal um jogo no qual o tal aparelho, a partir desta série de informações recolhidas, diga se você está nervoso ou mentindo? O número de possibilidades possíveis só a partir deste único conceito é enorme… poderíamos ter um jogo de investigação, um caracterizador de personalidade, uma versão daqueles famosos reality shows com artistas respondendo a perguntas embaraçosas ou até mesmo um survival horror no qual o visual vá se alterando (à la Eternal Darkness) de acordo com o nervosismo do jogador.
Viagem pouca é bobagem!
[via Finalboss]
A Bethesda, produtora de The Elder Scrolls IV: Oblivion e do iminente Fallout 3 fechou uma parceria com o bacaníssimo site Penny Arcade para publicar uma série de tiras exclusivas inspiradas no universo de Fallout. A primeira você confere aí em cima. Gostou? Clique para ver em tamanho natural, no próprio site. E fique de olho no Vault, site oficial do jogo, para acompanhar as próximas.
Isso é o que eu chamo de uma jogada de marketing sensacional! Associar a tirinha de games com maior audiência do mundo ao seu jogo? Não tem preço.
No meio de todas aquelas novidades bombásticas da E3, acabamos cometendo um erro fatal: não demos muita atenção ao anúncio de que Dead Rising, popular game do gênero matança de zumbis para Xbox 360
, ganhará uma versão para o Wii. Depois da apresentação “puppies are cute blah blah blah” da Nintendo, podemos concluir que este foi um dos poucos anúncios interessantes para os gamers hardcore possuidores do Wii e sedentos por mais carnificina títulos “M-rated”, e temos a obrigação de nos redimir.
A adaptação ganhará o subtítulo de Chop Till You Drop (
) e, segundo a Capcom, fará uso da mesma tecnologia de Resident Evil 4. Como não poderia deixar de ser, o principal destaque da nova versão será as novas formas de interatividade com o Wii Remote, já que, assim como no game original, você poderá usar praticamente qualquer utensílio à mão como arma — lembrando, é claro, que o principal cenário do jogo é um shopping center.
Por outro lado, o jogo obviamente sofrerá perdas na transição do 360 para o Wii. O número de zumbis na tela, que era impressionante no 360, deverá diminuir consideravelmente, e é muito provável que o número de objetos utilizáveis como arma caia na mesma proporção. Mas a maior perda para alguns dos fãs do primeiro será a possibilidade de tirar fotos. Isso mesmo: Frank West deixará sua câmera fotográfica no console da Microsoft.
Mesmo assim o jogo tem bastante potencial. Infelizmente, uma data de lançamento ocidental não foi anunciada, mas os nipônicos deverão receber Dead Rising: Chop Till You Drop no quarto trimestre.

É oficial, é licenciado… e é branco. Branco-Wii, sem dúvida alguma.
O Cordless Keyboard for Wii foi anunciado esta semana pela Logitech. Será vendido por $50 dólares e, além de ser Wi-Fi e ter teclas de atalho específicas para o Wii e as funções do seu navegador Opera, poderá ser usado no Animal Crossing: City Folk. Que eu saiba, é o primeiro jogo a ter suporte a teclado no Wii.
Na minha opinião? Desperdício de grana. Mas esse branco é tão sexy… adoro hardware branco. Ainda mais hardware branco que flutua.

A box art é bonitona, mas o legal mesmo é o trocadalho. Dá pra entender de tantas maneiras diferentes! ![]()
Aliás, o Continue nunca falou de Left 4 Dead, né? Pra falar a verdade, eu nem sabia muito bem do que se tratava até ver essa box art ontem e me informar. O que eu descobri me deixou animado: é um jogo de sobrevivência, focado em co-op entre quatro pessoas que tentam sobrevivem numa cidade infestada de zumbis. Resident Evil + Dead Rising
+ Counter-Strike
= Left 4 Dead.
Tem muita gente ansiosíssima por esse jogo, e eu acho que acabei de me tornar mais um.
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Alguns executivos da Microsoft podem pensar que a consolidação da Xbox Live foi a coisa mais importante dessa geração de consoles, mas para mim, a maior contribuição do Xbox ao mundo dos videogames são as famigeradas Conquistas.
A busca por mais uns pontinhos, por superar algum desafio insano em troca de um novo ícone no perfil do jogador é uma atividade viciante e sensacional — em parte por ser tão simples. E até que demorou para ser copiada. É justamente pela cópia que você mede a importância das inovações nessa indústria dos jogos eletrônicos. Controle com botões nos ombros? Todo mundo copia. Vibração no controle? Quem tirou se arrependeu e pôs de volta. Bonequinhos para representar o jogador? Demorou, mas os consoles que não têm já estão trabalhando nisso. Copiar as inovações é algo natural num ambiente tecnológico. É um sinal claro de que aquela novidade deu certo.
Primeiro foram os Trophies do PlayStation 3, recém-lançados e ainda engatinhando. Agora é a vez do portátil PSP e do MMORPG World of Warcraft desbloquearem suas próprias Conquistas!
Não é de hoje que se fala em um novo RPG online ambientado no universo de Star Wars. Mas um jogo bom mesmo, que honre o nome que carrega, e não outro Star Wars Galaxies.
E hoje, para a alegria dos fãs da saga espacial de George Lucas, John Riccitielo, o Imperador Palpatine o presidente da Eletronic Arts, confirmou que a BioWare está desenvolvendo um jogo massivo multiplayer online com sabres de luz, Jedis, Siths, andróides e wookies.
E o melhor, trata-se de uma sequência para a série Knights of the Old Republic. O primeiro da série é um dos melhores RPGs que já joguei e foi um grande sucesso de público e crítica, no Xbox e nos PCs. Não se sabe ainda para quais plataformas o novo MMORPG de Star Wars será lançado. Mas é da BioWare, então coisas boas vêm por aí.
[via UOL Jogos]

Fique à vontade para roer as unhas com God of War 3, Resistance 2, MAG ou qualquer outro jogo de PS3. Para mim, nenhum jogo do console chega sequer perto da expectativa que LittleBigPlanet causa. Qualquer coisinha nova que alguém tenha a dizer sobre o jogo, para mim é como uma garrafa de Guaraná Kuat com Laranja no deserto (não recebi nada pra escrever isso, mas, pessoal do marketing, entre em contato que a gente conversa
).
E o Kotaku, que deu uma jogadinha em LBP lá na E3, trouxe mais algumas gotículas de informação:
Sede saciada! Por enquanto.

Alain Corre, diretor executivo da Ubisoft, é um cara difícil de agradar. A E3 era de um jeito, ele não gostava; agora mudou, ele continua não gostando. O que ele quer é o meio-termo.
Por quê? Bem, antes a E3 era muito dispendiosa e cara — por isso, inclusive, foi diminuída nesses dois últimos anos. E agora o problema é que ela acontece muito tarde no ano. Segundo ele, Julho é uma data muito avançada para muitos grandes jogos serem anunciado. Aí acaba acontecendo uma dessas duas coisas: ou o jogo é anunciado, mas não para o mesmo ano (God of War 3), ou são feitos anúncios “formais” de jogos que todo mundo já sabia que existiam. A feira perde, assim, muita relevância e destaque.
É um ótimo argumento, eu diria. Quem aí concorda? Corram para o Petition Online e façam abaixo-assinado para a E3 2009 em Maio! Todo mundo sabe que esses abaixo-assinados de internet funcionam que é uma beleza.
[via Kotaku]