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I’m sorry, but your princess is in another castle

Archive for the ‘Indústria’ Category

Wednesday
Aug 6,2008

Não é bug, é estilo.

Que o visual de Mega Man 9 é no mesmo estilo dos jogos do rôbozinho azul no Nintendinho, você já sabe. Que a “capa do jogo” é tão ridiculamente retrô que é legal, você também já sabe. Realmente, você já sabe coisas demais sobre esse jogo. A novidade agora é que a nova aventura de Mega Man terá os mesmos bugs e limitações de programação dos jogos do 8-bits da Nintendo.

O produtor do jogo, Hironobu Takeshita, em entrevista ao site Gamasutra, contou sobre algumas dessas limitações. Não haverá mais do que três inimigos na tela ao mesmo tempo, por exemplo. Um dos bugs presentes no jogo é na tela do dragão, onde os objetos ficarão piscando durante o combate.

Mas tudo isso é opcional, explicou Takeshita. Literalmente, os bugs podem ser desativados no menu “Options” do jogo e foram incluídos pela equipe de desenvolvimento para dar ainda mais fidelidade à aventura retrô de Mega Man. Esse jogo fica melhor a cada dia.

[vie Gamasutra]

Tuesday
Aug 5,2008

Eu não vejo o Wii MotionPlus tendo muita dificuldade em penetrar (ui!) no mercado. Quem tende a ver o copo meio vazio fica falando que isso é algo que o Wii Remote deveria ter desde o início, mas eu não consigo achar nada errado em melhorar algo que já era suficientemente bom.

Sim, é verdade que a Nintendo cometeu o erro de não informar as third-parties sobre o acessório com antecedência suficiente para que alguns jogos com suporte a ele já aparecessem na E3, mas todo mundo sabe que Wii Sports Resort vai vender igual a pãozinho quente na Sibéria. Logo todos terão seus MotionPluSES e, assim, todo mundo vai poder fazer jogos que exijam o trequinho.

Mas não nos esqueçamos que um Wii Sports Resort só virá com um MotionPlus — o que é um saco. Quem quiser jogar multiplayer vai ter que comprar outro — o que é o mesmo saco. Portanto, é bom que eles sejam baratos. Felizmente, nosso brother Satoru Iwata sabe disso e mandou todo mundo parar de reclamar ficar tranquilo. Disse ele, em uma entrevista ao Wall Street Journal:

Haverá jogos que serão melhores com o Motion Plus, assim como jogos que só poderão ser jogados com ele. Os usuários precisarão de quatro se tiverem quatro controles, mas nós tentaremos oferecê-lo pelo menor preço possível. Nós ainda não anunciamos o preço, mas o custo para se fazer o Wii MotionPlus não é assim tão alto, então acho que poderemos deixá-lo [a um preço] bem acessível.

Ueba!

Tuesday
Aug 5,2008

Antes de começar a escrever esse post, eu fiquei batendo com a cabeça na parede numa tentativa de entender o que leva uma desenvolvedora a lançar um trailer/vídeo que não mostra absolutamente momento algum do jogo do jeito que a gente vai jogá-lo? Deixem as animações pré-renderizadas pro pessoal da Pixar!

O último exemplo é esse vídeo do Pro Evolution Soccer 2009 que saiu há uns dias. O que dá pra concluir sobre o jogo ao assistí-lo? NADA! A não ser, talvez, que o Lionel Messi ganhou um puta cachê. Aliás, ele vai ser capa do jogo.

Mas aí me veio a palavrinha mágica na cabeça: hype. É só pra isso que esse vídeo serve. Criar expectativas, entusiasmar os fãs. Aí beleza, até parei de bater com a cabeça na parede. Mas ainda estaria mais entusiasmado se tivessem mostrado o jogo em si.

Monday
Aug 4,2008

Você também achou a participação da Square Enix na E3 2008 meio chata? Ok, eles comentaram sobre os jogos que todo mundo já conhecia e foram responsáveis pelo ponto alto do evento… na conferência da Microsoft. Mas na hora de falar dos seus jogos, na sua própria keynote, a coisa se resumiu a comentar sobre a versão multiplataforma que nem existe ainda de Final Fantasy XIII.

E Kingdom Hearts? E Parasite Eve? E os outros 131.976.474.900.182.321,56 jogos de Final Fantasy que eles estão fazendo? E o bambu? Tudo isso eles guardaram para o seu próprio evento fechado que rolou em Tóquio nesse fim de semana, o DKS3713. E nós reunimos tudo o que foi dito por lá aqui, depois do Continue.

Continue lendo!

Friday
Aug 1,2008

Ou pelo menos essa é a impressão que eu tive ao ler as declarações do veterano John Carmack, criador da série Doom e co-fundador da id Software, na QuakeCon desse ano. A festa organizada pela id e seus parceiros é o palco onde Carmack e outros executivos e desenvolvedores apresentaram ao mundo as novidades de seus jogos em desenvolvimento e títulos futuros. Tipo um stand da E3, mas bem maior e mais legal.

Logo na abertura do evento o chefão da Id, Todd Hollenshead anunciou oficialmente o já “informalmente anunciado” Doom IV. O jogo está num estágio bem inicial de desenvolvimento e ao que parece ninguém lá na Id tem uma idéia clara de qual será o enredo. Mas Todd garantiu que os fãs não vão se desapontar pois o jogo preservará os elementos clássicos da série: “armas grandes, demônios, muito sangue e vísceras”.

A logomarca do jogo foi mostrada no evento e por enquanto não tem um número quatro de nenhum tipo nem um subtítulo. Segundo Hollenshead, a equipe ainda está pensando no assunto. Na verdade, o presidente da Id Software não tinha muito o que revelar sobre o novo Doom, exceto o que já se sabe, que o game de tiro utiliza a engine proprietária Id Tech 5. A mesma de outro projeto da empresa, o FPS Rage.

E é aí que entra John Carmack na história. O criador de Doom e diretor técnico da Id falou abertamente sobre as diferenças entre Rage e o novo Doom. De acordo com ele, mesmo que os dois jogos estejam em desenvolvimento paralelo e vão chegar às lojas na mesma época, quando as pessoas virem o quarto Doom rodando, vão pensar que é um jogo construído numa outra engine. O jogo vai exigir três vezes  mais desempenho de máquina do que Rage, afirmou Carmack. Tanto é que ele vai rodar a 30 frames por segundo, contra os 60 de Rage.

John Carmack já avisou também que assim como Rage, o jogo será multiplataforma, mas diferente deste, Doom terá diferenças entre a versão de PC e a dos videogames. Carmack ressaltou: “quando o próximo Doom chegar aos consoles, o PC estará anos-luz à frente. O novo Doom vai ser desenvolvido com a próxima geração de tecnologia gráfica”.

Embora a Id Software tenha aproveitado a QuakeCon para deixar claro que não levará outro ciclo de quatro anos para produzir o próximo Doom, quando questionado sobre a data de lançamento, Carmack disse apenas que o jogo só sai quando estiver pronto.

[via UOL Jogos e Kotaku]

Friday
Aug 1,2008

A Sony do Japão comunicou à imprensa que realizará um teste beta fechado de seu mundo virtual, a PlayStation Home. O beta terá a participação de 10.000 proprietários do PS3 japonês e deve começar no final de agosto. Há rumores de que em um momento posterior o teste se extenderá ao ocidente e a Home passará a operar como um beta permanente, de forma similar ao que acontece com o Gmail, por exemplo.

A novidade agora é uma das novas funções da Home: graças a uma parceria da Sony com a Namco Bandai, os participantes terão acesso à diversos jogos clássicos da desenvolvedora, como Galaga, Dig Dug, Xevious e Pac Man, direto em máquinas de fliperama disponíveis na Home. Além dos jogos clássicos da Namco, foram confirmados arcades baseados em Echochrome e em outros lançamentos da Sony para a PSN e PSP.

Podemos esperar por rankings online dos melhores jogadores, com certeza. E não, não sabemos se o fliperama é liberado ou se tem que comprar ficha! :P

[via IGN]

Thursday
Jul 31,2008

Pra quem ainda não sabia, a Nintendo juntou-se a mais 54 empresas de software — entre as quais figuram Arc System Works, SNK, Capcom, Koei, Jaleco, Square Enix, Sega, Taito, Tecmo, Hudson, Bandai Namco Games, The Pokémon Company e Level Five — em uma ação legal contra empresas que importam o famoso R4 Revolution, equipamento que possibilita o uso de jogos baixados pela internet no Nintendo DS, sem necessidade de desbloquear o aparelho. Como se você já não conhecesse. ;)

As empresas alegam competição desleal e requisitam a interrupção das vendas, marketing e importação do acessório. Com razão.

O problema é que uma ação dessas causa duas impressões: a de se estar assistindo a uma batalha perdida (tipo Cicarelli versus YouTube) e, paradoxalmente ao mesmo tempo, um senso de urgência em quem queria comprar um R4 e ainda não o havia feito. O resultado, obviamente, foi um estrondoso aumento na procura pelo treco.

Tudo isso no apenas Japão, claro, ou você achou que o Brasil tem alguma importância pra esse monte de gente?

Embora a Nintendo e as suas colegas de auditório estejam completamente em seus direitos legais de lutar contra esse tipo de coisa, todo mundo sabe que não adianta: cada vez que a Nintendo anuncia que X unidades foram apreendidas, como se isso fosse grande coisa, o mundo pensa por dois segundos e chega à conclusão de que ainda existem 10.000.000X unidades de R4 à solta pelas lojas de todo o planeta Terra.

As únicas maneiras realmente efeitivas que as fabricantes de consoles têm para lutar contra a pirataria são 1) investir muito mais em métodos de validação de software, ou então usar mídias estranhas como os discos proprietários do antigo GameCube, ou 2) fazer como a Microsoft fez com a Xbox Live: desenvolver uma série de serviços bacanas que envolvam autenticação de hardware no servidor, bloqueando o acesso a quem for pego usando equipamento modificado para rodar pirata.

É igual treinar gato. Não adianta dizer “NÃO!!” toda vez que ele fizer algo que você não quer. A única coisa que funciona é mostrar pra ele como ele vai ter mais vantagens ou diversão sempre que fazer a coisa certa. Funciona.

Thursday
Jul 31,2008

A Rockstar colocou no ar o site oficial do novo jogo da série Grand Theft Auto. Anunciado durante a conferência da Nintendo na E3 2008, GTA Chinatown Wars é o primeiro jogo da série para o portátil Nintendo DS.

O site não revela nada ainda, mas lá está a marca Nintendo Wi-Fi Connection, ou seja, o jogo da Rockstar terá suporte à rede online do portátil. Podemos esperar por partidas multijogador a lá GTA IV ou quem sabe partidas cooperativas?

O jogo também tem como novidade uma nova engine gráfica que permitirá reproduzir no portátil da Nintendo os ambientes abertos característicos da controversa série Grand Theft Auto.

[via UOL Jogos]

Tuesday
Jul 29,2008

As fusões entre grandes empresas podem render bons e maus frutos. O aumento do poder ecônomico e a capacidade de produção andam lado a lado com as demissões em massa e a perda da criatividade.

Como resultado da fusão recente com a Activision, os projetos futuros da Vivendi estão ameaçados. A Activision Publishing anunciou hoje que distribuirá jogos ligados à somente cinco franquias da Vivendi Games. São elas: Crash Bandicoot, Spyro the Dragon, Ice Age, Prototype e um título ainda não revelado.

Assim, jogos de peso como Ghostbusters: The Videogame e Brütal Legend, e mesmo outros, como os novos Riddick e Leisure Suit Larry, têm um destino incerto. Podem ser interrompidos temporariamente, cancelados ou remanejados para outros braços da companhia, como a Blizzard ou a Activision Value.

Como consequência direta da fusão, o estúdio Swordfish, que produz 50 Cent: Blood on the Sand poderá ser vendido ou mesmo extinto. Como eu dizia, fusões às vezes resultam em coisas boas também!

[via Gamespot]

Tuesday
Jul 29,2008

Alguém aí conhece o Beettlejuice, aquela assombração bizarra do longa metragem “Os Fantasmas se Divertem“? Lembram que para ele aparecer, bastava repetir o nome do coisa-ruim três vezes? Começo a acreditar que o mesmo vale para outras assombrações, como por exemplo, Mortal Kombat.

Eu falava do jogo com o Fábio ontem a tarde e quando vou dar uma olhada nas notícias no fim do dia, eis que me aparece esse “lançamento” da Midway. Mortal Kombat: Kollection - não devia ser Kollektion? - é um box com três jogos da franquia para o PlayStation 2. São eles: Mortal Kombat: Deception (2004), Mortal Kombat: Shaolin Monks (2005) e Mortal Kombat: Armageddon (2006). Dos jogos lançados originalmente no PS2, o único que nem a Midway teve coragem de incluir aí foi MK: Deadly Alliance (2002).

Dos três jogos, eu acho que Deception é inútil nessa coletânea, uma vez que todos seus personagens e boa parte de seus cenários também aparecem em Armageddon. Bastava incluir os minigames Chess e Puzzle Kombat que acompanham o jogo e pronto. Dava na mesma. Shaolin Monks é o melhorzinho: por um lado é uma aventura estilo Double Dragon com Liu Kang e seu amigo de chapéu, Kung Lao, o que é legal, para quem gosta desse tipo de jogo. Mas na moral, só vale a pena por ter Mortal Kombat 2 como extra.

MK: Kollection é um caça-níqueis da Midway para financiar o desenvolvimento de Mortal Kombat VS DC Universe e deve chegar às lojas norte-americanas em setembro.

[via UOL Jogos]



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