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History is written by the victor

Archive for the ‘Indie Games’ Category

Há alguns dias eu descobri um jogo indie sensacional, cujo estranho nome está no título deste post.Eu imediatamente soube que precisava falar dele aqui no blog, mas não sabia se seria um simples post dando a dica, uma resenha completa, ou algo entre essas duas coisas. Acabei escrevendo esta listinha, e espero que ela convença alguns de vocês a jogarem essa pérola independente, esta celebração às boas ideias e ao game design puro e simples, que muitas vezes se perde entre franquias consagradas e faturamentos bilionários.

Sei que essa frase perde um pouco do seu valor por estarmos no último dia do primeiro mês, mas VVVVVV é o melhor jogo que eu conheci em 2010.

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Pague o quanto quiser por Immortal Defense


  • Nas categorias: Indie Games

Alerta de jogo barato: nesta página, somente até o dia 1º de janeiro, você pode baixar o jogo indie Immortal Defense fazendo uma doação de qualquer valor via PayPal.

Confesso que eu não comprei o jogo, nem sequer experimentei, mas o meu grande amigo Anthony Burch, o guru dos jogos independentes lá no Destructoid, recomenda fortemente. Segundo ele, trata-se de um jogo no estilo Tower Defense com interface minimalista e um enredo (contado entre as fases) que não faria feio no formato de um conto.

Se você (ao contrário de mim) está com poucos jogos na fila ou (como eu) simplesmente gosta de experimentar um título indie a um preço justo, não deixe de aproveitar. Só um aviso: por causa do PayPal, o desenvolvedor não recebe nenhum centavo de doações abaixo de US$ 0.31, então seja bonzinho e doe ao menos um dólar, vai.

Joguinho brasileiro no iPhone: Undead Attack! Pinball

undeadeattackpinballEsses dias eu recebi um email. Vivo recebendo, aliás. Alguns até me pedem pra dar uma olhada em algum jogo que algum desenvolvedor iniciante criou, mas a grande maioria é genérica demais pra me chamar atenção.

Naquele dia, o email que eu recebi era assim, mas a premissa do jogo, que o autor incluiu no email, não era nada genérica:

O jogo é um misto de dois estilos: pinball e tower – no nosso caso “gate” – defense. Nós lhe colocamos sob o controle de uma mesa de pinball temática na qual vão aparecer vários mortos-vivos que tentarão vir em direção ao jogador e destruir o portão que os prende naquela mesa.

A sua função como jogador é jogar pinball, marcar a maior quantidade de pontos possível enquanto impede os zumbis de saírem do mapa utilizando a bola para esmagá-los ou a arma especializada de defesa do portão.

Ou seja: Undead Attack Pinball é um pinball normal, só que um onde você pode usar a bola para esmagar uma horda de zumbis apodrecidos que ficam tentando te atacar para fugir da mesa. Alguns deles deixam cair uma espécie de dinheiro, que você também precisa pegar com a bola para poder comprar upgrades e tal.

Como é um jogo de iPhone, é natural que se use o acelerômetro, e ele é usado em dois poderes bacaninhas. Um deles consiste em chacoalhar o telefone para fazer com que os zumbis percam o equilíbrio e parem de avançar por alguns momentos, e o outro traz uma espécie de roda que você tem que girar (tipo em Elite Beat Agents, só que com o seu dedo fazendo o papel de uma stylus muito mais difícil de deslizar pela tela) para recarregar e ativar o sistema de defesa do portão. Tudo isso enquanto a bola está rolando.

O mais legal é que o jogo é super bonito e bem feito. Não parece um jogo de um desenvolvedor independente. Além disso ele é difícil a ponto de ficar frustrante (o que pode ser considerado um elogio em pinballs), e tudo em partidas rápidas, como todo bom jogo de celular.

[PROMOÇÃO!] Temos dois códigos de download grátis para presentear os dois leitores que comentarem aqui com as duas melhores ideias de protagonistas diferentes para o jogo. Que tipo de coisa/pessoa/criatura/etc você gostaria de prender em uma mesa de pinball gigante para ser esmagada por uma bola de pinball gigante? As duas melhores sugestões que aparecerem nas próximas 6 horas ganham uma cópia do joguinho para os seus iPhones. [/PROMOÇÃO!]

O resto pode clicar aqui para visitar o site oficial e aqui para comprar o jogo direto da iTunes Store.

la-persistencia-de-la-memoria

Apesar do meu emprego consistir mais ou menos em jogar videogame o dia todo, todos os dias, quando eu chego em casa a primeira coisa que quero fazer é jogar ainda mais. Sento e vejo as opções: tem Assassin’s Creed, Resistance, Army of Two, Fallout 3… no que eu pego o controle, ligo o videogame e começo a jogar Lumines. Quando pego o meu DS, minhas escolhas primárias são Planet Puzzle League e Peggle Dual Shots. No computador, com tantos jogos, eu corro para Audiosurf, Insaniquarium e Plants vs Zombies. Mas por que meu foco tem sido desviado a títulos casuais em maioria?

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[Indie Games] Flare: um RPG para quem está cansado de RPGs

flare

Se eu estivesse passando pelo feed de algum dos meus blogs favoritos e visse o título acima, pararia para ler na hora. Afinal, eu estou cansado de RPG. Ao menos dos clássicos, cheios dos mesmos clichês e costumes que nunca mudam.

Flare é um dos que não se encaixa nessa descrição. Aliás, totalmente o oposto disso. O site oficial do jogo não diz praticamente nada do que ele terá, mas garante o mais importante: que tipo de coisa que ele NÃO terá.

“Sem herói adolescente. Sem uma peituda como par romântico. Sem princesa mimada. Sem talismã místico. Sem profecia antiga. Sem histórias paralelas desnecessariamente complexas sobre o passado de tudo e todos. Sem um animal fofinho como mascote. Sem civilizações perdidas. Sem vilão andrógino e bonitinho. Sem amnésia.”

A história segue Sara Winter, uma pesquisadora sobre energia mágica solar (ok, infelizmente nem todos os clichês ficaram de fora), numa época em que o abuso da magia acaba causando um efeito devastador no sol que tornará inabitável metade do planeta. A solução do povo dela é simples: ir para a outra metade do planeta e matar quem estiver lá, tomando o lugar para si.

O jogo foi revelado há poucos dias e, a julgar pela quantidade de ajuda que eles ainda estão precisando, ainda vai demorar um bom tempo para ser lançado. Outro detalhe: está sendo desenvolvindo em C# e XNA, então as plataformas fatalmente serão PC e Xbox 360.

Curtiu?

[Promoção] Ei, quer ganhar Braid?

braidpromo

Sabe, a promoção desse fim de semana no Steam é Braid. 66% de desconto. De US$ 15, está por apenas US$ 5, até o início da noite desse domingo. Como eu e o Argus acreditamos que todo mundo deveria ter a chance de aproveitar este que é um dos melhores jogos já criados (sem muito exagero), resolvemos cada um bancar uma cópia para os nossos leitores amigos. =)

A coisa funciona da seguinte maneira: ganham as duas pessoas que deixarem aí nos comentários as melhores, mais criativas e/ou mais engraçadas respostas para a pergunta a seguir:

Se você ganhasse temporariamente o poder de manipular o tempo (poder ir e voltar do passado livremente, ou fazendo o presente passar mais lenta ou rapidamente), o que faria com ele?

As duas melhores respostas ganham cada uma uma cópia do jogo, para PC, desde que cumpram também estes dois requisitos:

1. Deixar a sua resposta até domingo, dia 13/09, às 18:00 (de Brasília);
2. Incluir no comentário o seu Steam ID para que possamos enviar o jogo. Se você ainda não tem o Steam instalado, clique aqui.

Pouco depois das 18:00, o Argus e eu leremos todas as respostas e escolheremos cada um a mais criativa na nossa opinião. Seja original! Pode publicar desde uma frase curta até um texto enorme, ou um comentário em vídeo, ou uma imagem… você escolhe! Cada pessoa pode participar com quantas respostas diferentes ela quiser.

Boa sorte!

Braid finalmente no PS3, e mais!

hellyeeaaaaah

É exatamente isso que vocês leram: Braid está sendo portado para o PS3, e quem está fazendo o serviço é a Hothead Games, a mesma que portou o jogo para o Mac. Ficamos sabendo disso através de uma classificação da USK, que listou Braid para o PS3 e com a Hothead publicando. IGN, então, nos fez o favor de confirmar com a própria empresa, e não deu outra: Braid será lançado na Europa e Estados Unidos, na PSN!

Pra completar a boa notícia, o vice-presidente executivo e chefe de finanças da Sony, Nobuyuki Oneda, declarou que o PS3 está 70% mais barato de se fazer — ou seja, deve custar cerca de $240, sendo que antes era $800. Isso só pode significar uma coisa: price cut.

É provável que a Sony só não tenha abaixado o preço ainda porque perdeu bastante no lançamento ($599 US DOLLARS!1), mas se ela não for absurdamente dinheirista, acho que ao fim do ano, ou início do ano que vem, poderemos comprar nossos PS3s a um precinho bacana. Se vier o Slim (versão grill ou não), é compra certa aqui!

[via Gizmodo e Eurogamer]

Pense em Okami. Misture com Crayon Physics, e então adicione um pouco de LittleBigPlanet pra temperar. Se você cozinhar direitinho, talvez saia algo parecido com Max & The Magic Marker, cujo trailer você vê acima.

É um jogo de plataforma comum e normal, onde você corre e pula, mas isso até você apertar um botão e pausar a ação para poder desenhar alguma coisa. O efeito lembra Okami, mas o resultado está mais para Crayon Physics: o que quer que você desenhar passa a existir no mundo do jogo, para servir de plataforma, ferramenta, ou o que mais você imaginar. 

O jogo está sendo desenvolvido para WiiWare, por um estúdio chamado Press Play, de Copenhague. Se quiser acompanhar o desenvolvimento, o site oficial é este.

inteligenciarandomRecentemente eu recebi, através da nossa página de contato, um email bastante educado e longo. Apaixonado, até. Era um aspirante a desenvolvedor de games, brasileiro, 100% independente, que fez um jogo na raça e estava com ele virtualmente debaixo do braço, tentando obter alguma divulgação. 

Como a coluna Quarta Indie vai voltar, inclusive com colaborador novo (putz… ah, foda-se, agora já revelei), tratei logo de passar o link do jogo do cara para o nosso novo colaborador. Pelo email que o nosso gamedev incógnito enviou, eu tive a impressão de se tratar de um projeto muito sério e profissional. Na cabeça dele pode até ser, e de certa forma eu o admiro por tratar assim. Mas acabou que o que eu vi foi um joguinho de RPG Maker. 

E nem dos bons, por sinal. Segundo o meu colaborador, que é especialista em jogos indies:

Começando pelo nome totalmente clichê (“Dark Souls”), é um jogo feito no RPG Maker XP, onde 90% dos gráficos são chupinhados do RTP — o banco de gráficos que vem incluso com o Maker. Mau sinal. Os gráficos que não vem do RTP são muito feios e percebe-se que pouco ou nenhum esforço foi colocado nesse quesito. A música é tão repetitiva que desliguei as caixas de som com cinco minutos, e o jogo é completamente em inglês, o que seria compreensível se o inglês fosse bom. Sentenças mal construídas e sinais mal colocados provam o contrário.

E aí vem o critical hit: O jogo é retail, ou seja, o produtor está vendendo ele. Sabe o preço? VINTE FREAKIN’ DÓLARES. Nem Braid custa tanto.

Há um tempo atrás tivemos um outro projeto relativamente semelhante a esse, o Shadow of Light. Ok, ele é mais avançado, até por ser um MMORPG. Mas, pô, temática medieval? De novo? Já não tem muitos, bem mais do que o suficiente, no mercado? Agora, não vou dizer que o jogo em si não é bom, porque nem posso — ele ainda não foi lançado. Mas dê uma olhada no site oficial, nas artworks e screenshots. Parece algo que você pagaria para jogar?

A palavra que eu quero dizer e até agora não disse nesse post é ambição.

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A Square Enix é muito burra. Muito, muito, muito burra. E sabe demonstrar isso como nenhuma empresa sabe.

Chrono Trigger: Crimson Echoes era um ROM hack do genial Chrono Trigger, RPG de SNES que alguns de vocês provavelmente conhecem, feito por fãs da saga e cujo projeto começou em 2004. Desde então até este ano, o jogo tinha em torno de 35 horas de duração e dez finais diferentes. Não só isso, a sua história parecia ser bastante interessante, como você pode ver no vídeo acima – unia os protagonistas do jogo original em uma nova aventura contra um vilão vindo de caída Zeal e aparentemente ligava Chrono Trigger a Chrono Cross de alguma forma.

O troço estava 98% concluído, e planejado para ser lançado ainda este mês. Para ser específico, dia 31. Provavelmente muitos fãs e os próprios criadores aguardavam com enorme ansiedade. Aí entra a Square Enix com uma temida carta “cease and desist”. Ou seja: “parem de fazer o jogo agora, desistam de qualquer progresso, e destruam todo o material que vocês têm a respeito”. Sim, “destruam”, foi o que eles disseram, e isso se extende a alguns outros projetos do Chrono Compendium, fansite que apoiava a produção de Crimson Echoes.

Não é a primeira vez que a Square Enix faz isso. De fato, outros dois projetos, ambos para refazer Chrono Trigger em 3D, receberam a mesma carta nada simpática da empresa. E nos dois casos, principalmente em “Chrono Trigger Resurrection”, o grupo japonês foi severamente criticado. Será que eles não aprenderam nada? Não, não poderiam, mesmo. Afinal, bando de fãs ingratos! Não é como se eles não tivessem dado sequência à série Chrono!

…ah, sim, eles não deram. Pois é. “Bando de gente retrógrada que enxerga o copo meio vazio!”, como diria o Fabio. Triste.

[Nota do Bracht: Nessas horas é bom fazer um contraponto a uma empresa que a gente vive elogiando aqui -- alguns diriam que até demais --, a Valve. Os caras não apenas não importunam os fãs que resolver fazer trabalhos derivados dos seus jogos, como apoiam e até mesmo divulgam. Neste post do blog oficial do Team Fortress 2, por exemplo, os caras anunciam que há uma nova versão do jogo indie Gang Garrison 2, um remake 2D pixelado do TF2. Serve pra gente escolher melhor de quais empresas ser fã...]

[via Destructoid ]

Apture


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