Continue »

The last Metroid is in captivity. The galaxy is at peace.

Archive for the ‘Indie Games’ Category

[Resenha] Braid

Thursday
Aug 7,2008

Desde Pong vemos isso acontecer. Quando um jogo faz sucesso estrondoso e é aclamado por público e crítica como o melhor no seu gênero — isso se não inaugurar ele mesmo um novo gênero –, torna-se inevitável o aparecimento de cópias e mais cópias.

Porém, como um messias escolhido, às vezes surge um jogo que, apesar de se “inspirar” nas mecânicas difundidas ou instauradas por predecessores, vai além, tornando-se ele próprio algo a ser copiado e imitado à exaustão.

Ontem, quarta-feira, dia 6 de Agosto de 2008, marcou o surgimento de um desses jogos.

Continue lendo!

Wednesday
Jul 9,2008

A Imagine Cup é uma competição anual de tecnologia realizada pela Microsoft. A empresa do Bill Gates anunciou os vencedores da edição 2008 e não é que uma equipe brasileira ganhou na categoria “Desenvolvimento de Jogos”?

Trata-se da Mother Gaia Studios, que levou o caneco com o game City Rain, uma criativa combinação de puzzles clássicos com simuladores de cidade estilo Sim City.

O jogo para PC foi desenvolvido em XNA (esse é o pré-requisito para participar da Imagine Cup) e seu diferencial está no foco da educação ambiental: é preciso desenvolver a cidade de forma ecologicamente correta e resolver os problemas ambientais que surgem durante a partida. A Mother Gaia fez um jogo educativo que não é chato. Pelo contrário, é criativo e capaz de ensinar enquanto entretém. Quer experimentar? Faça o download de City Rain no site oficial do jogo.

O estúdio brasileiro é formado por estudantes da Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) de Bauru. São eles: Guilherme Oliveira Campos, Túlio Marques Soria, Helena Van Kampen e Rafael Fantini da Costa. Além do reconhecimento e do troféu, a Mother Gaia também recebeu um prêmio em dinheiro no valor de vinte cinco mil dólares que, segundo eles, será usado para desenvolver um segundo jogo ainda melhor.

[via Kotaku]

Tuesday
Jun 3,2008

Still Alive DSFoi-se o tempo em que a gente tinha mesmo que ficar rezando para as produtoras fazerem o nosso jogo favorito para o nosso console favorito. Hoje, com os homebrews, a gente mesmo faz (pelo menos quem sabe fazer). Um exemplo é o interessante Still Alive DS, feito por e para quem gostaria de ver o já clássico da Valve nas duas telinhas do portátil da Nintendo. Vi a dica lá no MeioBit Games e resolvi testar.

Uma coisa é certa: o joguinho tem estilo. Em vez de tentar emular o feeling da versão original, o tal do zeblackos (cara responsável pelos gráficos; o código ficou por conta de um mano que se autodenomina t4ails) desenhou tudo numa vibe meio Laboratório de Dexter. Ficou bem bacana. O problema é na hora de jogar. Com o direcional (ou os botões, para os canhotos) você anda e pula. Para colocar os portais, você clica na tela enquanto pressiona L (ou R) ou baixo. Explicando assim pode não parecer, mas fica bem desconfortável.

As fases são tão boas quanto às do webgame do Portal, mas tudo ocorre na tela de baixo (a de cima fica só para a explicação da fase, que ao menos no início vive entregando a solução) e a falta de um zoom traz o pior defeito do jogo. Falta de precisão. Eu larguei o jogo na quinta ou sexta fase porque ela exigia a colocação de um portal em um exato pixel, e eu não consegui. A stylus simplesmente não tem essa precisão.

Still Alive DS vale para matar a curiosidade de quem é muito fã do original (afinal, você coleciona pedaços de bolo pelas fases e, ao passar de uma, rola a voz da GLaDOS falando alguma palavra), mas não é muito bom e dificilmente você vai jogar até o final.

Tuesday
May 13,2008

Kupo!

Parece que esta semana foi ótima para os donos de Wii. Depois de lançar o Nintendo Channel e dar aos jogadores oportunidade de baixar demos de DS de graça (conheço gente que está se divertindo até hoje com a demo do Ninja Gaiden), ontem foi a vez do esperadíssimo serviço WiiWare estrear.

Como ele é? Bem, é milimetricamente igual ao Virtual Console, só que os jogos são novos e originais, exclusivos para o Wii, em vez de velharias/clássicos dos consoles de outrora. Até mesmo o processo de baixar é igual. Entre no Wii Shop Channel, clique no canal correspondente, escolha o jogo, faça o download (se tiver Wii Points para isso) e depois clique no Wii Channel gerado pelo seu novo brinquedo.

O Continue não é rico nem patrocinado (ainda! Mwahahaha!), então não tivemos como comprar todos e trazer primeiras impressões para vocês (eu só comprei o Lost Winds, e dele você pode esperar primeiras impressões em breve). Mas o Game|Life tem grana e fez exatamente isso. Então, como pobre blogueiro brasileiro, é meu dever apontar vocês ao conteúdo que eu não pude gerar. Como aqui o serviço é completo, até a imagem eu chupinhei do post deles (mas isso foi mais porque eu admiti mentalmente que não conseguiria fazer uma melhor do que aquela).

Abaixo, a lista dos jogos de lançamento do WiiWare, com seus preços e respectivos links para as primeiras impressões do Game|Life:

Monday
Apr 7,2008

Resenha - N+

Eu declarei aqui esses dias, não lembro agora exatamente em qual post, a minha predileção pelos ninjas em vez dos piratas na eterna batalha informal travada entre as duas classes pelos gamers do mundo. Tenho que admitir que metade dessa predileção se deve ao honorável Joe Musashi, mas não é mentira que uma boa parte também pode ser atribuída ao ninja anônimo de N, o freeware mais amado (e citado, e linkado, e recomendado) por este blogueiro que vos escreve.

Quando eu baixei o jogo original para PC, há alguns meses, não sabia em que estava me metendo. Logo me tornei escravo do jogo, um autêntico platformer no sentido original da palavra: apenas você, plataformas, inimigos invencíveis e a sua suposta habilidade para passar por todos eles e ainda chegar à saída da fase usando a sua única arma: o pulo (e suas variações, como pulo oblíquo em rampas e wall jump).

Continue lendo! »

Thursday
Apr 3,2008

Greenhouse

Os mais informados entre vocês devem conhecer a ultra-famosa webcomic Penny Arcade, e também devem saber que vai sair um jogo inspirado nela, o RPG episódico Penny Arcade: On The Rain-Slick Precipice of Darkness. O jogo foi anunciado há um bom tempo, já apareceu em feiras, já teve previews publicados… mas ainda não se sabia quanto custaria ou quando sairia.

Hoje, com um anúncio bastante interessante, o pessoal do site respondeu essas perguntas (U$19.95; em breve) e ainda uma terceira, que pouca gente havia perguntado: onde?

No fim das contas, o episódio um de PA:OtRSPoD (siglas enormes FTW!) vai sair no Greenhouse! Claro, você não conhece o Greenhouse. Porque ele ainda está em beta e acabou de ser anunciado (mais detalhes em uma entrevista exclusiva do Game|Life). Trata-se de um sistema de distribuição digital, aparentemente semelhante ao Steam, que está sendo lançado pelos multi-empreendedores do Penny Arcade (que também fundaram a feira PAX, sucesso de público, e a Child’s Play, a extremamente popular instituição de caridade gamer, para provar que os games também trazem o bem ao mundo).

É uma boa notícia para o universo dos jogos independentes, já que um serviço novo como este vai precisar juntar o maior número de jogos para o seu acervo. Aí entram os desenvolvedores independentes, que vão ter mais um lugar para comercializar os seus jogos (pra quem não sabe, greenhouse significa “estufa”, aquele lugar para cultivo de plantas em ambiente ideal). E aí entram os jogadores que curtem esses jogos mais diferentões, que vão achar um lugar centralizado para baixá-los. É bom pra todo mundo.

Sucesso para o Greenhouse!

Wednesday
Mar 26,2008

Darwinia+

Há uns dois anos eu li no Finalboss um review altamente favorável a um jogo que jamais havia ouvido falar até então: Darwinia. Era um jogo bizarro para PC, provavelmente Indie — ou não. Poucos dias depois eu fui à casa do meu amissíssimo amigo Thiago Duarte, e ele tinha uma demo do jogo instalada. Eu joguei um pouquinho, mas larguei. A desculpa foi: “Pô, parece muito interessante esse jogo. Mas tenho certeza que vai ser demorado pra entender.” Aí larguei e nunca mais peguei.

Lembro vagamente que tinha um quê de RTS, outro quê de Lemmings e uns personagens que eram planos (tipo os do Paper Mario, saca?). Mas posso estar errado.

Enfim.

O que importa é que saiu há poucas horas no Kotaku, numa hora em que calhou de eu estar observando os novos itens no meu leitor de feed (sim, às vezes eu faço isso às 4 da manhã), que o tal Darwinia vai ser relançado para Xbox Live Arcade, sob o nome de N+. Quer dizer… Darwinia+. Desculpa, confundi.

O jogo justifica o “+” por ser, na verdade, dois jogos: o Darwinia original, que eu poderei tentar entender novamente, e multiplayer Multiwinia: Survival of the Flattest, a respeito do qual eu nunca ouvi falar.

Quaisquer outras novidades, você terá que descobrir sozinho. Afinal, só postei sobre esse jogo porque não achei nenhuma outra notícia interessante e precisava agendar um post para entrar neste momento, no qual espero já estar jogando Smash Bros Brawl. :P

Friday
Mar 21,2008

Seumas McNally

Hoje é sexta-feira, dia 21 de março. Não é dia de quarta-feira indie, por isso os mais desavisados talvez estranhem essa coluna por aqui. Mas eu achei que colocar este artigo em qualquer outro dia talvez não fosse o mais apropriado.

Há oito anos, uma pessoa que começava a fazer alguma diferença no mundo dos jogos indie partiu deste mundo. Seu nome? Seumas McNally, o rapaz que passou a dar o nome ao grande prêmio do IGF. Muitos fãs de jogos independentes já se acostumaram a ver esse nome na lista de premiações do IGF, e a verem a explicação do porquê do nome como “o nome de alguém que havia ganhado o prêmio e morrera logo depois”. E o conhecimento da maioria das pessoas acaba por aí, e a impressão que fica é de que “ah, ele fazia jogos, morreu, e colocaram nome dele no prêmio por pena/consideração”.

Não é bem assim.

Continue lendo!

Wednesday
Mar 12,2008

Então, você já viu algumas edições da Quarta Indie por aqui. Já descobriu qual seu maior evento, algumas de suas filosofias, alguns jogos que têm chamado a atenção, além de ler sobre o desenvolvimento de jogos no Brasil. Até mesmo já viu como os desenvolvedores independentes estão afetando o mercado. Mas você ainda não está convencido de que deveria gastar alguns minutos do seu dia jogando algo independente ou descobrindo algo novo a esse respeito, ou alguns reais da sua carteira incentivando esses criadores.

Se esse é o seu caso, clique logo no continue porque o artigo de hoje é para você.

Continue lendo!

Wednesday
Mar 5,2008

Indie Games Brasil

No penúltimo artigo, eu falei sobre jogos indie que chegaram ao grande mercado. Casos americanos e europeus. Mas há outro caso ainda, um caso que eu não poderia me esquecer ao falar sobre jogos independentes que chegaram ao mercado de massa. Ao menos não ao falar sobre isso em um blog brasileiro, já que é um exemplo claro de que não, não é só lá fora que você pode perseguir seu sonho de conseguir partir do desenvolvimento independente e chegar às mãos das multidões.

Você conhece a MDev? A menos que seja realmente aficcionado pelo assunto de desenvolvimento de jogos no Brasil ou fanático por conteúdo para celular, é provável que não. Mas você vai ficar sabendo sobre ela e algumas coisitchas mais, após o continue.

Continue lendo!



Comentários recentes


Últimas resenhas


Soulcalibur IV (360/PS3)


Braid (XBLA)

Clique para ver a lista com todas as resenhas


Continue pergunta

Em qual destes sites você estaria mais propenso a comprar um jogo?

View Results

Loading ... Loading ...

Links publicitários


Anúncios