[Depois que eu babei ovo do Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts, o PR confessou sua ansiedade por Fallout 3 e o Daniel Trezub explicou porquê mal pode esperar por LittleBigPlanet, o nosso leitor Felipe Nanni, de Salvador, ligou o Fanboy Mode e resolveu botar para fora toda a sua vontade de jogar Left 4 Dead. Quer participar também? Escreva um texto explicando porquê mal pode esperar por algum jogo e envie para nós!]
Já faz um bom tempo em que a primeira coisa que faço quando chego a casa é ligar o computador e procurar informações sobre UM jogo. Um único jogo, que já me fez acordar de madrugada com pesadelos, antes mesmo de jogá-lo… E este jogo é Left 4 Dead. Deus, até o nome é perfeito!
[Faz tempo que a gente não tem uma série de posts especiais aqui no Continue, né? Pois bem, agora temos! A enxuta equipe deste blog está escrevendo textos bem pessoais sobre os jogos que mais esperam. De gamer para gamer, como a gente gosta. E se você está esperando ansiosamente por algum jogo e quer explicar ao Brasil o porquê disso, fique à vontade para nos enviar a sua contribuição!]
Sabe o que eu estava fazendo minutos antes de começar a escrever este post? Comprando um cartão de assinatura da Live Gold. A minha assinatura havia expirado há quase dois meses, e eu não fiz questão nenhuma de renovar – minha jogatina online foi transferida para Team Fortress 2 no PC e os demos que saíam no 360 não justificavam o dinheiro da assinatura. Até hoje, porque hoje saiu o demo de Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts.
Enquanto os cerca de 1200MB do demo se transferem para o meu apertadíssimo HD de 20GB, eu tiro estes últimos minutos de expectativa para explicar porquê eu espero tanto por este jogo.
Pensou em Gears of War 2, pensou em: sangue; tiros; explosões; serras elétricas decepando alguém; monstrões enormes fazendo as vezes de chefes; nunca mais do que duas cores (marrom e preto) na tela; heróis fazendo o estereótipo de machões ultra-fodôncios; alienígenas malditos tomando tiros.
Assista ao trailer de lançamento acima e vá marcando um visto em cada um dos itens.

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Hoje é um dia especial. Em vários lugares do mundo, exceto, talvez, na Índia. Enquanto você lê esse post, pessoas estão dando seus primeiros passos para folta da Vault 101, uma mistura de abrigo nuclear e experimento social. Algo tipo a ilha de Lost, mas com mutantes radioativos no lugar dos Outros. E com menos florestas, provavelmente. E mais peixes mortos. E vacas de duas cabeças. Você pegou a idéia.
Fallout não é um jogo que vai nessa onda atual de simplificar as coisas. É RPG de ação, com vários comandos, muitas armas, lança-misséis nucleares, diálogos extensos. Tudo no melhor estilo ocidental de ser. Um jogo que assume sua inspiração em GURPS para desenvolver o sistema de atributos do herói merece todo o meu respeito. Se isso não é old school, eu não sei o que é. Vale citar a interface retrô e modernosa, o PIP-Boy 3000, representado por aquele moleque loirinho que você já deve ter visto por aí. Em qualquer outro contexto eu acharia algo chamado “PIP-Boy Trifáusand” um sinônimo de sexualidade duvidosa, mas aplicado a esse mundinho “futuro nuclear dos anos 50″ então é um nome muito bacana. Os tempos eram outros e as pessoas não tinham a mente tão poluída quanto a minha, apesar de toda aquela radiação.
Eu joguei os dois Fallout anteriores e mesmo se não tivesse jogado iria esperar esse terceiro jogo, tantos anos depois, com a mesma ansiedade pois nem só de passado se faz essa jornada pós-apocaliptica. Mundo aberto, jogabilidade inovadora, gráficos fodões e um cachorro como companheiro, igualzinho aquele outro RPG que saiu esse mês, só que mais sujo e violento. Para completar, é um jogo com duzentos finais diferentes e acho que eles não incluiram aí as vezes em que o herói morre. Espero que não, porque senão 200 podem não ser suficientes se o cara for muito ruim. E é da Bethesda. Ok, é menos extenso mas é consideravelmente mais ”denso” do que Oblivion em termos de cenário, e certamente mais duradouro. Pra mim um jogo desses tem que durar pra sempre. Como o meu último save de Final Fantasy XII, que tinha quase 199 horas de jogo. Eu não quero ver o fim do jogo na mesma tarde que comecei. Se for tão bom quanto eu aposto que será, eu não quero chegar no fim do jogo no próximo ano.
Mas, por enquanto eu não sou uma dessas pessoas felizes que já estão jogando Fallout 3. Mas, como eu disse no início do post, hoje é um dia especial: é meu aniversário. Ainda dá tempo de alguém me mandar uma cópia do jogo de presente… nem precisa ser aquela edição de colecionador que vem com o viadinho do PIP-Boy. ![]()

Tem gente que tem tempo. Ou tem gente que tem tempo e gosta de ganhar dinheiro. Sim, porque só posso pensar que um cara que faz um casemod como esse TEM que ganhar MUITO dinheiro. Afinal, foi a própria Ubisoft que pediu pro cara fazê-lo.
É uma obra de arte, em todos os sentidos que a palavra pode ter. E o melhor é que você pode ver todo o processo de criação. O cara usou um pente e cartuchos de AK-47 (reais) e um facão de verdade, uma caveira de mentira (menos 30 pontos pra ele) e vários materiais falsos como plantas e pedras. Além de um PS3 de verdade, claro. Ah, sim, a areia é de verdade, também, caso você pergunte. O negócio todo é desmontável, para poder ser transportado. Dá pra ficar mais legal que isso? Heim? Heim?
Como se não bastasse, essa belezura está sendo sorteada pelo bit-tech.net, mas só para aqueles estranhos bebedores de chá que moram no Reino Unido. (inveja!)
[via bit-tech.net]
Update: Esse post era pra ser chamado de “Best — PS3 — mod — EVER!”. Coloquei o “Quase” no início por causa disso aqui.
Autografado pelo Kojima, com um logo em aço cortado a laser e iluminado por 15 micro-leds. À venda no E-bay (US$17,000.00 agora). Sem mais palavras para o momento.
[via PS3fanboy]
Fallout 3 parece multiplamente cheio de vitória. Eu tenho muita vontade de jogar, embora não esteja na minha lista de prioridades para este ano. Só que eu não sei a história! Não sei nada sobre nada da série, e acho que seria importante saber para aproveitar o 3 em sua plena totalidade integral.
É claro que o certo seria jogar os dois Fallouts anteriores, mas quem não tem tempo/paciência/recursos pode obter basicamente os mesmos resultados em quinze minutos assistindo ao vídeo acima. Eu não assisti, mas a minha filha viu e disse que é muito bom.
É impossível para mim não transformar esse post em uma grande declaração de amor à música “To Far Away Times”, que se não me engano toca nos créditos de Chrono Trigger. Eu já ouvi ela em várias versões e arranjos diferentes, e, sendo completamente sincero, em todas as vezes que eu já ouvi, senti aquele característico aperto na garganta. Não sei porquê, só sei que acontece. Eu amo demais essa música.
Tudo isso pra dizer que o Mestre Alexei (outra pessoa iluminada) achou, nas suas garimpagens por game music de qualidade, um álbum duplo de versões 8-bits das músicas de Chrono Trigger. São 24 rendições de como seriam as músicas de CT se este tivesse saído para o NES. E eu, claro, quase chorei com a versão de To Far Away Times. De novo.
Não feliz o bastante pela descoberta, Alexei subiu tudo para o goear e colocou o link para todas as músicas lá no Hadouken. Vai ser feliz.
[dica do leitor Mario Kajiya]
Veja aí em cima o teaser trailer da continuação do jogo que eu mais me envergonho de ainda não ter terminado. Esse teaser já estava rolando aí na série de tubos há alguns dias, mas a qualidade era terrível. E, francamente, o vídeo também não é grande coisa.
Veja bem. Temos…
…uma menininha na praia.
…um bichinho de pelúcia.
…castelinhos de areia.
…musiquinha de novela de época.
…uma borboleta no logo.
…um subtítulo tão brega que poderia facilmente ser título de livro da Danielle Steel.
É só impressão minha ou BioShock está querendo sair do armário?
O canal G4 da TV americana e o blog Level Up, da Newsweek, deram o furo mais ou menos ao mesmo tempo: a E3 2009 vai acabar com a palhaçada de ser pequena, sem muita fanfarra. Enfim, vai crescer de novo.
Ainda não se descobriu muito além dessas abstrações, mas já temos alguns fatos concretos. A começar pela data e local: primeira semana de Junho, no tradicional Los Angeles Convention Center.
Isso não está 100% confirmado, mas são grandes as chances dessa edição da feira ser a primeira aberta ao público, aproximando-se do formato da Tokyo Game Show. As booth babes também podem voltar, embora esse rumor em particular esteja ainda menos confirmado.
Provavelmente não será como 2006, mas definitivamente não será como 2007 e 2008, e isso já é uma ótima notícia.