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#jogojusto

Archive for the ‘Hardware’ Category

Tony Hawk FAIL… digo, RIDE

A Activision fez cu doce pra mandar uma cópia para review de Tony Hawk RIDE para alguns sites e blogs americanos, mas o GiantBomb foi lá e comprou na loja, como todo mundo faz. Na volta, gravaram um vídeo de quase 30 minutos mostrando como o jogo é, e… bem… é uma caca. Ok, não posso dizer que é uma caca se eu não joguei ainda, mas você há de concordar comigo que certamente parece.

Incrível como uma produtora é capaz de projetar um jogo baseado em hardware especial, hardware caro, e lançá-lo sem ter certeza de que o software é bom o suficiente. Ninguém vai comprar esse jogo pra colocar o skatezinho de plástico numa moldura na sala de estar. As pessoas querem um bom jogo, não um jogo com um acessório diferente e interessante. Será isso fruto da mentalidade dessa era de três ou quatro Guitar Heroes por ano? Será que os desenvolvedores acham mesmo que a fórmula mágica para um jogo vender bem é incluir na caixa um controle de plástico no formato de um objeto qualquer que as pessoas queiram ter?

RIP franquia Tony Hawk. Vida longa à franquia Skate.

NEStickle

Resumindo: um carinha aí, leitor do Kotaku, tem um amigo francês chamado Nicolas Girard que ia voltar para o seu país de origem para comer croissant e camembert. Antes de deixar o Canadá, porém, ele pegou um NES e construiu em cima dele o mais fantástico joystick que eu já vi. Nasceu o NEStickle.

Ele é compatível com o 360, o PS3, o PS2 e qualquer computador rodando Windows XP pra cima (ou seja, qualquer um), Linux e Mac, tudo via um cabo USB que se conecta nas portas que costumavam ser as entradas dos controles do NES. Ironicamente, no site do dono do controle, o Wii não é listado.

Vocês podem ver mais imagens dessa maravilha no site linkado aí em cima. Com um desses, eu até comprava uns jogos tipo Super Street Fighter IV para conquistar vitória épica, e com sorte vencer Sheng Long para ter uma chance.

Game Informer: taxa de falha do 360 é de 54%

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“[Nota do Editor: o leitor Rodrigo trouxe hoje à nossa atenção que este post é "uma pura tradução" de um post do blog The Consumerist, "com as mesmas piadinhas, os mesmos comentários ácidos", todos nos mesmos pontos do texto. O Continue sempre se esforçou para ter um conteúdo original, diferenciado, assim como para manter uma transparência com o leitor, e este post não condiz com esta postura. Fica esta edição como pedido de desculpas em nome da equipe, juntamente com os nossos agradecimentos e um abraço ao Rodrigo pela prestatividade.]“

O Xbox 360 estraga 5 vezes mais que seu concorrente na disputa por quebras, o Playstation 3, de acordo com uma pesquisa publicada na edição impressa da Game Informer.

O console mal-fabricado, propenso aos 3RL, tem uma taxa de falha (failure rate) de 54.2%, comparado a 10.6% para o PS3 e 6.8% para o Wii.

A revista pesquisou aproximadamente 5000 leitores para conseguir os dados. E enquanto a taxa do 360 é alarmantemente mais alta que as demais, ainda é espantosamente baixa, porque é impressionante que 45,8% dos consoles ainda não estragaram. Além disso, os números da Microsoft são inflacionados porque o 360 é o mais usado dos três consoles. Os resultados falam que 40,3% dos donos de 360 usam o console de três a cinco horas por dia, comparado à 37% dos donos do PS3. A maioria dos donos do Wii (41,4%) joga menos de uma hora por dia.

A Microsoft também ganhou a medalha de ouro no quesito SIAC (Serviço Inútil de Atendimento ao Consumidor), levando aproximadamente um mês para trocar um console, enquanto a Sony e a Nintendo levam próximo de uma semana. Apenas 37,7% dos consumidores da Microsoft acharam que o serviço de atendimento foi “muito útil”, comparado com 51,1% para a Sony e 56,1% para a Nintendo.

O número mais chocante da pesquisa — e assustador do ponto de vista do consumidor — é que apenas 3,8% dos donos de 360 disseram que nunca comprariam outro Xbox por causa de falha de hardware.

Vai entender esse povo…

[via FayerWayer Brasil]

Guitar Hero 5 + Wii + DS = Roadie Battle

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Tá certo que Rock Band tem jogado pesado em termos de novidades substanciais, mas não dá pra negar que o pessoal da Activision tem se esforçado. Além de um punhado de músicas bacaninhas e a possibilidade de infernizar a vida do seu vizinho com duas baterias (ou ainda fazer um trio de guitarras à la Iron Maiden… ou ainda fazer um coro nos vocais meio Beatles -ignorando completamente o fato de que será muito mais divertido fazer isso no jogo dos Beatles propriamente dito), Guitar Hero 5 ainda tem uma novidade bem bacana nas mangas. Pelo menos para os donos de Wii — que, depois de pilhas de conversões porcas, poderão tirar algum sarro dos possuidores de consoles HD. Isso é, se pelo menos um DS eles tiverem.

Estou falando do novíssimo modo multiplayer Roadie Battle, cuja premissa humilha infinitamente games como Pokémon Battle Revolution e FFCC Echoes of Time.  Isso porque ele usa a conectividade entre o Wii e o DS de forma realmente criativa, a ponto de realmente entendermos que a experiência não poderia ser reproduzida sem ambos os aparelhos.

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TODOS os jogos atuais do PSP serão eventualmente baixáveis

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Sim, TODOS, com todas as letras maiúsculas. Afinal, já que o belo e fofo PSP Go não tem UMD, era de se esperar que a Sony viesse com essa notícia uma hora ou outra.

O que se esperava era que todos os jogos lançados a partir de outubro (quando o Go será lançado) fossem colocados no mercado em UMD (para os donos do PSP grandão) e via PSN (para os sortudos donos do Go). Porém, de acordo com o Destructoid, toda a biblioteca do PSP até agora será disponibilizada para compra via download na PSN, mas alguns lançamentos ainda dependerão dos seus respectivos publishers disponibilizarem as duas formas de venda. Eu, pessoalmente, não vejo razão para algum publisher não querer vender via PSN, mas vai saber…

A Sony já afirmou que está desenvolvendo um sistema de boa-vontade para que aqueles que já tem jogos em UMD possam baixá-los para seus novos PSP Go, o que faz todo o sentido do mundo. Assim os donos de PSP Go não precisarão recomprar seus próprios jogos.

Lembrem que, na apresentação da E3 onde o Go foi oficialmente revelado, Hirai-san disse que o pequeno PSP é voltado para aqueles que sentem-se totalmente confortáveis com a vida 100% digital. Então, se você ainda acha que precisa de discos e caixinhas para viver, deixe o PSP Go passar em paz rumo ao futuro da distribuição de jogos.

[via Destructoid]

Quantas promessas o Wii Remote cumpriu?

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O post que eu escrevi sobre o Project Natal repercutiu legal. Muitas pessoas confessaram estar tão empolgadas quanto eu (ou talvez nem tanto, mas ainda assim um pouco). Porém, conforme esperado, existem sempre os céticos. Normal.

Entre eles, há um argumento que me deixou curioso: o de quem diz que tudo que o Natal aparenta ser capaz de fazer foi mostrado em um vídeo, e a maioria daquelas coisas pode muito bem nunca virar realidade nas nossas salas de estar, “afinal, o Wii Remote também apareceu em um vídeo bacana sendo usado de várias maneiras legais, e veja como ele acabou sendo utilizado hoje em dia”.

Boa ideia, amigo cético! É exatamente isso que eu vou fazer!

Confira, depois do continue, a análise quase quadro a quadro do vídeo de anúncio do Wii Remote, quando este foi anunciado na Tokyo Game Show de 2005, e a apuração sobre quais ideias mostradas lá realmente foram postas em prática.

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Dá pra se dizer que este post começou a ser escrito no exato segundo que a conferência da Microsoft terminou — com aquele boom headshot chamado Project Natal. Imediatamente após ver aquilo, o Caio e eu começamos a imaginar mil formas diferentes de interação com o brinquedo. Assim como todo mundo que tinha acabado de assistir, tenho certeza.

O grande erro de muitas pessoas com quem conversei a respeito é imaginar o Natal como uma forma primária de interação. Ou seja, como um controle. Como um substituto para o controle. É claro que teremos jogos e softwares feitos exclusivamente para ele, como tão bem demonstrou a Lionhead com seu garoto Milo, mas o verdadeiro espírito do Natal (trocadilho espirituoso detected) é o de somar, não o de substituir. Não seria vantajoso para a Microsoft apresentá-lo dessa forma, como um simples acessório, mas acredito que essa seja a sua real (e melhor) função nos jogos.

Boa parte dos leitores deste blog devem ter jogado uma das maiores obras primas da história dos games: Metal Gear Solid, para o o primeiro PlayStation. E estes com certeza se lembram do clássico encontro com Psycho Mantis, um dos melhores chefões que eu já tive o prazer de enfrentar na vida. Na época, coisas simples como a vibração do controle ou o conceito de ter os saves guardados em Memory Cards eram novidades quase tão grandes quanto o Project Natal. Bastou um gênio do game design como Hideo Kojima para usá-las de uma forma que se mantém revolucionária até hoje. Imaginem o que um gênio como ele (ou como muitos outros que eu tenho certeza que estão espalhados por aí) poderá fazer em seus jogos tradicionais com total reconhecimento de movimento, voz, faces e objetos.

Imaginar isso, apesar de impossível, foi o que eu tentei fazer. Me acompanhe até depois do continue para uma viagem ao campo da especulação desenfreada. No entanto, fique sabendo que todas as especulações são baseadas em fatos e em capacidades que já sabemos que o Natal terá.

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selo-e3-20092Depois de muitos anos de promessas vazias, indas e vindas, encontros e desencontros, a Sony finalmente confirma a chegada da linha PlayStation ao Brasil. E não foi uma confirmaçãozinha qualquer, vinda da boca de qualquer zé ruela. O nosso país foi citado nominalmente no início da conferência da empresa como sendo o próximo destino da marca, na “fase 3″ do seu plano de penetração na América Latina.

É difícil de acreditar, sabemos. Por isso mesmo, alguns dos jornalistas brazucas que estão infiltrados na maior feira de games do mundo foram bater um papo com Mark Stanley, diretor-geral da Sony para a América Latina e tirar satisfações. Como, quando e por quê são perguntas que foram respondidas nas respectivas entrevistas feitas por Theo Azevedo e Odair Braz Junior no UOL Jogos e GameTV. Alguns trechos abaixo:

A pirataria é um problema global, mas parte da solução envolve educar o consumidor sobre os benefícios de adquirir o produto original. Porém, parte de nossa responsabilidade é tornar os games mais acessíveis.

Logo, tal qual estamos fazendo com o hardware, fabricar o software no Brasil diminuirá o preço final entre 20% e 30% em relação ao que é praticado atualmente. Este é o nosso objetivo.

–Mark Stanley, em entrevista ao UOL Jogos

Já é uma redução considerável, mas será suficiente para fazer os pirateiros saírem da ilegalidade? Duvidamos.

Vamos levar toda a biblioteca de jogos de todas as plataformas. Alguns que não são relevantes para o mercado brasileiro, como NFL e Futebol Americano devem ficar de fora. Mas quase tudo de nossa biblioteca estará disponível.

–Mark Stanley, em entrevista ao GameTV

Agora vai!

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selo-e3-20092E eu agradeço por isso. Ao contrário das conferências do ano passado que, convenhamos, não foram lá essas coisas pra gamer nenhum, esse ano a E3 voltou com força total.

Em uma apresentação que foi um meio termo entre MS e Nintendo, a Sony fez o que devia fazer: apresentou o que tem nas mãos e alguns truques que tirou da manga. Não vimos nenhum anúncio como o do Natal, mas em nenhum momento ficamos “meh” por causa de mais um jogo besta anunciado como a última maravilha do mundo gamer.

É claro que a Sony faz o mesmo que as outras: anuncia aos quatro ventos que é a melhor, que o seu conteúdo é mais bonito e mais legal, que tem mais e melhores exclusividades e que a família Playstation é o ó do borogodó. Por isso que não vou falar disso aqui. A cada cinco frases que você ler nesse post, pare e imagine o CEO da Sony America dizendo “isso só é possível no Playstation”, ou ISEPNPS, ok?

Então vamos ao que interessa, depois do continue.

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selo-e3-20091Exagero? Se você acha, é porque não viu o naipe e o peso do que a Microsoft mostrou. Em uma conferência sem erros e sem momentos constrangedores, a empresa mostrou que a Nintendo não é imbatível no seu próprio jogo.

Poucos minutos antes da conferência começar, eu conversava com o Caio a respeito do PSP Go. Eu dizia que acho horrível o hábito que a Sony tem de se preocupar mais em tentar tirar uma casquinha dos sucessos dos outros (controles de movimento com o SixAxis; distribuição digital de games com o PSP Go) do que em tentar construir os seus próprios. Afinal, não há nada de errado em usar uma tecnologia já existente para competir com o pioneiro de tal tecnologia… desde que você traga algo de novo.

E algo de muito novo foi o que a Microsoft trouxe hoje.

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Apture


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