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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Filme’ Category

Yay! LEGO Indiana Jones!

rock

Recentemente a Warner anunciou que um jogo do LEGO Batman estaria à caminho… mas e daí? Os fãs assíduos de jogos LEGO, do seu co-op super divertido e do seu humor infantil mas ótimo ainda estão esperando roendo as unhas pelo próximo épico da série: LEGO Indiana Jones!

Shawn Storc, produtor da LucasArts, falou ao GameSpot sobre o próximo rebento da série LEGO. Não haverá um modo co-op online, só o tradicional off-line, mas a engine foi reformada de modo a comportar um gameplay mais trabalhado, com mais interação com objetos ao invés de ser totalmente hack ‘n slash com lightsabers. Ele também seguirá a linha da série LEGO Star Wars quanto à sua relação com os filmes, mostrando todo o enredo original com ótimos toques de humor dos bonecos de plástico mudinhos mais charmosos do mundo!

LEGO Indiana Jones será lançado para PC, PSP, DS, X360, Wii, PS2 e PS3… ufa! A versão do DS terá alguns adendos que utilizem a interatividade da touch screen. Pelo menos até agora, dizem que sai no meio de 2008. Já tô lá comprando o meu!

Pra quem não entendeu a piada da figura aí em cima, clique aqui.

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  • Jogo mortal em produção, Jigsaw ataca novamente

    jogo_mortal.png

    No recente evento da Brash Entertainment para a imprensa de jogos, os jornalistas tiveram o privilégio de assistir a um dos temidos vídeos de Jigsaw, o serial killer de Jogos Mortais. Nele, o boneco macabro da série dizia aos repórteres da IGN que eles estavam desperdiçando suas vidas na indústria de games, o que me deixou um pouco mais tranqüilo quanto a ter desistido de fazer uma faculdade na área. De quebra, o aviso serviu de teaser para Saw: The Game, o jogo baseado na série, que está sendo produzido pela Brash.

    Pouco foi esclarecido sobre o jogo, exceto que ele deve sair por volta de outubro de 2009 e usará a Unreal Engine 3. Aparentemente, o roteiro vai ser paralelo ao já visto nos cinemas, conectando-se com a série em certos pontos, mais ou menos como em Enter the Matrix. Nada foi comentado quanto à plataforma ou o estilo de jogo, que pode ser desde um thriller em primeira pessoa, estilo Penumbra ou Portal, até uma coletânea de minigames a ser apelidada de survival minigaming horror. Quem sabe algo no estilo The Incredible Machine para que você crie suas próprias brincadeiras, por que não?

    O site oficial do jogo - ou algo assim - oferece um formulário para que você preencha e receba informações no e-mail, conforme elas forem aparecendo. Se você quiser arriscar, tudo bem, mas eu é que não vou colocar meu nome e data de nascimento nesse negócio. Falando nisso, um ARG de Jogos Mortais iria bem, né? Não, espera. E se for um ARG? E se o ARG for um jogo mortal? E se o aviso aos jornalistas de games for sério?

    Fabio, Suzana, Lef, aproveitem. Vocês têm até o fim de 2009…

    [via Eurogamer]

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  • snake_shoot.jpg

    [Só para caso você não tenha lido ali em cima: desta vez, quem está escrevendo o Discussão do Fim de Semana não é o Fabio. Monopólio nunca mais.]

    Outro dia, quando estava sendo entrevistado pela Jade Raymond, Hideo Kojima disse algumas coisas que me deixaram meio balançado. Caso você não se lembre (ou esteja com muita preguiça para clicar no link), o japonês afirmou que gostaria de tratar a violência em seus jogos como algo mais real, de forma a fazer o jogador se sentir responsável por causar dor e frustração nos inimigos. Seria mesmo possível?

    Particularmente, creio que sim. Se você já jogou os demais jogos da série Metal Gear Solid, sabe muito bem que Kojima sabe como brincar com os sentimentos do jogador. No final de Metal Gear Solid 3, por exemplo, [spoiler] o jogador é obrigado a disparar um tiro na cabeça de The Boss após uma série de revelações chocantes. Poderia muito bem ser uma cena como várias outras, não-interativa. Mas os momentos de hesitação antes de apertar o gatilho botão fazem com que você se sinta muito mais imerso na história.[/spoiler]

    A principal pergunta talvez seja: a indústria está pronta para isso? Em meio a tantos jogos de Segunda Guerra Mundial com ação frenética e descerebrada, fica difícil estabelecer o papel dos videogames na formação intelectual e ideológica de um indivíduo. Afinal, se um jogo com as críticas que Kojima prega realmente influencia o modo através do qual as pessoas enxergam a violência, o que impediria games como Grand Theft Auto de fazer o mesmo?

    E então a discussão poderia se tornar mais abrangente a partir deste ponto. É impossível negar que existem outras formas de entretenimento além dos videogames que fazem apologia à violência maior que grande partes dos jogos mais polêmicos juntos. Mas há um fator imprescindível que deve ser levado em consideração: como a Mafalda bem sabe, esses demais meios de comunicação raramente permitem algum tipo de reflexão aprofundada.

    Já com os games, não é bem assim. Bem, pelo menos não precisa ser assim. Afinal, o fluxo de informações, na maioria das vezes, é totalmente adaptável a diversos quesitos - incluindo a vontade do jogador. E, mais importante ainda: o jogador faz parte da trama. Dependendo do jogo, ele ainda pode decidir o curso dos acontecimentos. E é em ocasiões como essas que o videogame, como expressão artística, pode exprimir vertentes únicas: fazer o expectador pensar, refletir sobre os seus próprios atos, duvidar sobre escolher o caminho mais fácil ou o caminho mais correto.

    É claro que, como uma forma de entretenimento relativamente recente, os videogames ainda apresentam diversas deficiências ao tentar explorar todo o potencial que o meio teoricamente permite. Até porque, como não poderia deixar de ser, os criadores que realmente propõem este tipo de abordagem ainda são poucos. Como maior exemplo, posso citar o idealista Peter Molyneux, principal precursor dos jogos do tipo “vamos brincar de Deus”.

    Muita gente não o leva a sério, justamente por suas idéias quase sempre audaciosas demais - principalmente para o dono de uma desenvolvedora ocidental. E como as idéias muitas vezes não são transportadas para o jogo exatamente como o dono da Lionhead Studios planejava, o seu discurso apaixonado e muitas vezes precipitado acaba não sendo levado a sério.

    Mas é de iniciativas como esta que a indústria precisa. Fable, por exemplo, permite que o jogador escolha entre ser bom e mau dentro do jogo - sendo que qualquer uma dessas escolhas repercute de diversas formas: seja como as pessoas olham para você, como te tratam, o número de cicatrizes no seu corpo, etc. Mas é claro que o sistema poderia ser melhorado. Não só toda a imprensa, mas também Molyneux observou isso, e pretende fazer ainda melhor em Fable 2 - entre as principais novidades do jogo, está um cachorro que pretende deixar o jogador ainda mais emocionalmente imerso.

    É claro que, depois de tanto falatório, queremos saber sua opinião. O que é videogame para você: simples diversão descompromissada ou algo que requer horas de reflexões filosóficas? Você pára pra pensar que está realmente fingindo matar pessoas que poderiam muito bem ter filhos ou esposa na vida real? Gostaria de ver seus inimigos se contorcendo de dor em Call of Duty 5? Quer que nós paremos com discussões bestas e comecemos a oferecer macetes para jogos?

    Por fim, tente se lembrar: quantos jogos assim você já jogou? Ficaria imensamente interessado em títulos que ofereçam qualquer tipo de discussão semelhante.

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  • Leon

    Vi hoje no Judão imagens de uma coisa cuja existência eu desconhecia. Um filme da série Resident Evil que não tem nada a ver com a trilogia estrelada por Milla Jojovich, feito em CGI (animação) e estrelada pelos próprios personagens da série.

    Eu não sou fã de Resident Evil, mas este é um filme que eu assistiria com toda certeza desse mundo, de preferência no cinema.

    Enfim, confira as outras imagens ali no Judão. Eu até poderia colocar uma galeria com elas aqui, mas descobri que o limite de espaço do meu servidor não é tão grande quanto eu pensava. Melhor começar a maneirar. :P

    [UPDATE - O leitor Daniel achou um trailer do filme e deu a dica pra gente. Valeu, Daniel, e segue o trailer logo abaixo!]

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  • FILME de GOD OF WAR está EM PRODUÇÃO, diz DAVID JAFFE

    cratos2.jpg

    Talvez vocês já tivessem ouvido falar que vai sair um filme de God of War, mas até então era mais especulação e rumores do que qualquer outra coisa. Mas David Jaffe, diretor do primeiro jogo e diretor de criação da seqüência, comentou em seu blog que almoçou com o produtor do filme há algumas semanas.

    Onde há produtor, há um filme em andamento, se minha lógica não falha. Nas palavras blogadas por Jaffe:

    Tive um bom almoço com o produtor do filme de GOD OF WAR algumas semanas atrás. Grandes notícias PODEM estar vindo em breve, mas nada certo ainda. Mas sim, o projeto ainda está vivo! E parece forte! MAS a parte engraçada é que eu estava só sentado lá empolgado com filmes, o que assistir, o que estava pra vir, etc. Só sendo um fanboy. E ele - o produtor da adaptação de GOW e muitos outros filmes (…) - estava bem displicente com a coisa toda.

    Usando e abusando de caixa alta, ele discorre sobre trabalho, sobre como isso acaba com a empolgação das pessoas em relação às mídias com as quais trabalham, e que queria dar uns chacoalhões no cara lá mesmo e berrar “MEU, vê se faz essa merda ser o filme mais foda do planeta!” pra ver se ele se liga. Se fosse eu, tinha feito isso mesmo. Adaptação de videogame para as telonas já tende a ser porcaria, pior ainda se o produtor do negócio trata aquilo como se fosse uma obrigação chata…

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