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Laughing all the way to the bank

Archive for the ‘Farpas’ Category

GUILTY!

A notícia da semana até agora é o caso Itagaki/Tecmo. Um dia antes do lançamento de Ninja Gaiden II (ou seja, ontem), — provavelmente de propósito, como forma de protesto ou algo assim –, Tomonobu Itagaki soltou para a imprensa mundial um comunicado anunciando a sua saída da Tecmo, onde ele era um dos principais diretores, comandando carros-chefe como as séries Ninja Gaiden e Dead or Alive. Saída AND movimento de processo contra a empresa.

O motivo? Nada amigável. Segundo o próprio, “eu não consigo mais trabalhar com o Presidente [da Tecmo] Yoshimi Yasuda, um homem que escolhe não cumprir suas promessas mesmo quando pode fazê-lo”. O comunicado, que você confere na íntegra depois do continue, explica toda a treta, mas em resumo tudo gira em torno de um bônus que o tio Yasuda prometeu ao Itagaki por ter completado Dead of Alive 4 e nunca pagou, além de “comentários danosos” que o presidente fez sobre o diretor dentro da empresa, causando, segundo Itagaki, “stress emocional significativo e piora das minhas relações pessoais e ambiente de trabalho”.

Sabe como é quem começa um barraco, né? Não pára enquanto ainda sobrar pedra sobre pedra. Por isso, sobre o caso do bônus não pago, o ex-diretor de Ninja Gaiden ainda soltou mais um podre: “[o] Presidente Yoshimi Yasuda não apenas optou por quebrar este acordo, como também me desafiou, dizendo: ’se você não está satisfeito com a minha decisão de não pagar os bônus, peça demissão ou processe a empresa’”. Pega fogo, cabaré!

Fim da história? Tomonobu Itagaki obviamente não terá nada a ver com o eminente Dead or Alive 5 e também declarou que Ninja Gaiden II foi a sua última participação na série. Vi uns caras comentando num fórum gringo que ele deveria ir para a Platinum Games. Sobre isso eu digo: DEMOROU!

E aí, essa notícia te afeta? Você é fã do trabalho dele? Ficou triste?

[via 1UP]

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  • A Capcom colocou no ar uns dias atrás esse vídeo bacana aí em cima e anunciou que as versões domésticas de Street Fighter IV terão conteúdo exclusivo que não estará presente no jogo para Arcade (que é a versão principal). Para a maioria de nós, brasileiros, não faz tanta diferença pois dificilmente uma máquina de SFIV chegará aos combalidos fliperamas nacionais.

    Eu sou fã de Street Fighter. World Warriors e suas continuações são alguns dos grandes responsáveis por eu estar aqui hoje escrevendo sobre videogames. Mas por mais empolgado que eu esteja com SF IV eu ainda não estou convencido se o jogo será tão bom assim. Quem sabe depois de jogar eu mude de idéia, mas até lá, acho que está faltando alguma coisa, aquele fator “UAU” que os grandes games têm, sabe?

    O jogo de luta da Capcom previsto para os consoles PlayStation 3, Xbox 360 e para PC contará com animações que não estarão nos arcades e com a presença do karateca Dan Hibiki da prequel SF Alpha e do mestre do kung fu e clone do Bruce Lee, Fei Long que fez sua estréia em Super Street Fighter 2: The New Challengers.

    Com a inclusão dos novos personagens, Street Fighter IV atinge o total de dezoito lutadores: os doze originais de Street Fighter 2, os quatro novatos, entre eles o novo chefão, Seth, que foi anunciado recentemente e me pareceu mais um elo de ligação entre a história do clássico segundo jogo e o terceiro episódio, dada a sua semelhança com o apelão chefão Gill. A presença de Akuma ainda é um rumor, certo?

    Particularmente, eu gostaria de ver mais lutadores dos outros episódios. A inglesinha Cammy é a primeira que me vêm a mente, mas Sakura de Rival Schools e SF Alpha 2 ocupa um lugar importante no coração dos fãs da série. A princesa africana Elena também cairia bem, com seus movimentos de capoeirista aplicados no novo visual 3d. E claro, o lendário Sheng Long. Mas esse aí deve ser só lenda mesmo.

    E vocês, leitores do Continue? Quais lutadores gostariam de controlar nas arenas de Street Fighter IV?

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  • [Prévia] Um rival para a Era de Conan? Conheça Ponystars

    Pônei!

    Age of Conan é o mais novo lançamento a bombar nas paradas de sucesso dos MMORPGs, tendo mulheres mostrando mamilos (caraca!) e homens parrudões com barbas sujas de cerveja como todo bom MMO de fantasia deve ter.

    Mas um concorrente à altura foi lançado nesta semana, sendo tão fantástico que recebeu em antemão uma tirinha de homenagem do Penny Arcade: Ponystars! É tão bom que nem tem screenshots na internet!

    Criado na intenção de agradar um nicho específico dos gamers, em Ponystars você vive em cidades bucólicas e tranquilas criando criaturas com poderes cósmicos e fenomenais chamadas Pôneis. Você pode escolher entre várias cores embasbacantes e equipar seu pônei com acessórios super radicais tal qual pintura de cascos, laços na crina, entre outros!

    Além disso, você poderá:

    1. Ajudar outros Ponystars em necessidade;
    2. Caçar os Tesouros Perdidos das Fadas;
    3. Encontrar os Ponystars Perdidos da Aurora!

    Nada de problemas de balanceamento de classes (rangers malditos)! Nada de homens peladinhos e mulheres gostosas! Tudo o que precisamos é passar o dia escovando pôneis e encontrando as relíquias “fadais”, você não acha?

    Esse sim é o lançamento mais genial do ano.

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  • [Trailer] Pare o que estiver fazendo e veja isso

    Ok, pára tudo. Pára, zit, stop, HALT! Assista ao trailer acima e me responda: sem contar a moda dos anos 80, essa não é a coisa mais ridícula que você já viu?

    [via Kotaku]

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  • KillZone 2: Inovar é preciso

    Já não vi isso antes?

    Uns dias atrás apareceram umas novas imagens de KillZone 2, o FPS da Guerilla exclusivo do PlayStation 3. Soldados com armas grandonas, explosões, aliens mal encarados. Já não vimos isso antes?Não digo que o jogo seja ruim. Pelo que é mostrado desde a E3 do ano passado, KZ2 vai ser um shooter bacana, com um visual bonitão e um multiplayer divertido.

    Mas até aí, não têm nada que o diferencie da concorrência, tem? Eu acho que pra sobreviver nesse mercado mega-competitivo, onde fazer jogo é caro e comprá-los também, o game tem que se diferenciar dos outros. E tem que fazer isso logo de cara. Dizer a que veio e conquistar o jogador nas primeiras imagens, têm que deixar os críticos babando e viciar completamente nos primeiros quinze minutos de jogatina.

    Algum executivo lá da indústria gamística incluiria “e tem que vender um milhão de unidades na primeira semana” mas isso eu acho que é consequência da qualidade e do hype provocado pelo jogo. Como me disse uma vez o amigo Marcos Diniz, lá do GoLuck, “novidades, Pablo, novidades”.

    Tem quem diga “Ah, mas é um jogo de tiro. Como é que vai inovar num jogo de tiro?” e se contente que o jogo faça o arroz-com-feijão do gênero bem feito. Halo, BioShock e Battlefield são só alguns exemplos de FPS que trouxeram novidades ao gênero. Ou seja, épossível. É só ter talento.

    Então, caras da Guerilla e da Sony, cadê as novidades? Não precisa ser um jogo igual ao primeiro e fatídico vídeo de KillZone 2. Quem sabe no próximo vocês cheguem lá. Mas para agora mostrem algo que não tenhamos visto em outras dezenas de jogos. Me dêem algo novo!

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  • Boua!

    Saiu no Nintenerds na semana passada e eu só vi (e fiquei de boca aberta) hoje: segundo um dos leitores do blog, o Tiago Pádua, um amigo dele comprou um Wii bonitinho, original e pãns, do Submarino, pagou R$1.700,00 e recebeu uma grande caixa de incomodações. Sei lá se é verdade mesmo, mas como estamos longe do primeiro de Abril, resolvi acreditar.

    Você pode ver as fotos do produto clicando no link que inicia esse post, e segundo o texto enviado pelo Tiago Pádua ao Nintenerds, a coisa foi feia mesmo. O Wii:

    • Era o modelo japonês, com menus e manuais na língua nipônica;
    • Estava “chipado” (eles tentaram rodar um jogo americano original e foi de boa);
    • Estava em estado deplorável, cheio de riscos arranhões e com borrachinhas de base trocadas;
    • Veio com Wii Sports pirata, facilmente reconhecível pelo adesivo redondo “impresso em casa” que foi colado no disco;

    Eu obviamente me recuso a acreditar que o Submarino tenha qualquer culpa nessa história. É claro que esse Wii foi adulterado antes de chegar ao estoque do site e tal, mas duas coisas não dá pra negar. A primeira é que alguém deveria ter notado que a caixa já havia sido aberta (por mais que tenham lacrado de novo, duvido que não dê pra perceber) e a segunda e mais importante é que o serviço de atendimento ao consumidor do Submarino tem uma missão especial nas mãos. Eles precisam resolver este problema de maneira exemplar, senão a coisa vai ficar feia pro lado deles sob a ótica do mercado gamer. Segundo relatos da vítima, não é isso que está acontecendo, e é por isso que é importante espalhar o fato em blogs e sites por aí.

    O mais impressionante é que essa não é a primeira vez que isso acontece. Há não muito tempo, um carinha comprou um PS3 no mesmo Submarino e recebeu um tijolo rebocado. E não foi tão bem atendido.

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  • Xbox 360 Kit Nacional

    [Atualização: como sempre, os leitores dão um show à parte aqui nos comentários. Não deixe de ler, já que as informações postadas lá são mais esclarecedoras do qualquer uma que eu poderia ter escrito.]

    Fresquinha do Gamer.br: por decisão da Microsoft Brasil, o Kit Nacional do Xbox 360 passa a ser comercializado por R$2.229,00 a partir de hoje, sofrendo uma redução de 11% do preço antigo, R$2.499,00 — que já era uma redução de 17% do preço praticado até poucos meses atrás, R$2.999,00.

    Reproduzo abaixo o comentário que deixei no respectivo blog:

    Não adianta baixar o preço. O problema não é o preço, o problema é o modelo: até onde eu sei — posso estar errado, mas acredito que não –, o modelo de Xbox vendido no Brasil é o antigo, ainda sem a placa-mãe Falcon. Qualquer um que der uma busca no Google a fim de se informar sobre o que deve ter em mente antes de comprar o seu Xbox, vai encontrar claramente a informação: “se não for com a placa Falcon, NÃO COMPRE porque dá 3RL”. Aí pode estar R$999 que nego não compra.

    Sem contar a falcatrua da venda casada, que te empurra três jogos bem “marromenos” e uma faceplate que, convenhamos, só ocupa espaço.

    Eu sou felicíssimo pelo fato da Microsoft estar presente e atuante no Brasil, e de certa forma até torço para que um bom número de troux… desinformados compre o console, já que só assim teremos a Live oficialmente no Brasil.

    Mas melhor do que fazer, é fazer bem feito. 

    Opiniões dos leitores do Continue, por favor?

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  • Achievem…oops, Trophy Unlocked!

    PS-Chievements

    Na indústria dos videogames, as boas idéias de um fabricante não demoram muito tempo até serem copiadas. Ou, para não soar tão mal, adotadas pelos outros. Os rumores sobre o PlayStation 3 ganhar um sistema de pontuação equivalente ao Gamescore e as Conquistas do concorrente Xbox 360 vêm desde o primeiro anúncio da PS Home.

    O jogo Uncharted:Drake’s Fortune já apresentava algo do gênero, também.

    O boato ganhou força agora que o site PlayStation Universe publicou que a atualização 2.40 do firmware do PS3 terá suporte para o chamado sistema de Troféus. Segundo um informante do site, a atualização 2.40 estará disponivel aos desenvolvedores no final de junho mas o firmware pode aparecer antes. E eu não me espantaria se o jogo do Kojima que chega dia 12 de junho já tiver a sua própria galeria de troféus…

    Os Troféus funcionariam de forma praticamente idêntica às famosas Conquistas do console da Microsoft, onde ao realizar determinadas tarefa no jogo, um brasão representando o feito é desbloqueado e somam-se pontos ao perfil do jogador, um símbolo de status perante os outros usuários do console.

    Reforçando a informação, na página web do jogo PixelJunk Eden, que será distribuído através da PSNetwork, entre as características do jogo está o “suporte a troféus”.

    É válido ressaltar que os Troféus são ícones 2D na CrossMediaBar e não aquela galeria tridimensional que veremos na PS Home. Mas é de se esperar que quando do lançamento da Home, os Troféus sejam transferidos para o novo formato.

    [Via UOL]

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  • Banjo na corda bamba

    Eu ia colocar isso como uma simples atualização no post anterior, mas aí eu acabaria falando só sobre as screens e não sobre o recadinho da Rare que as acompanha.

    É o seguinte: como bem apontado pelo nosso leitor Marcus Oliveira, enquanto eu dormia, saíram novas imagens de Banjo-Kazooie 3. O jogo que, por melhor que seja, não vai agradar a todos os fãs da série nem ferrando. Pelo simples fato de que muitos desses fãs ainda se sentem traídos pelo fato da empresa não ser mais uma desenvolvedora exclusiva da Nintendo. Para alguns, o lugar de B-K3 seria o Wii e pronto.

    Mas mesmo aqueles que têm fé que o jogo venha a ser muito bom (eu, por exemplo), ficaram com uma ou duas patas de urso atrás depois de ver essas novas screenshots. O que são esses veículos toscos? O jogo vai ser de corrida? Cadê as milhares de notinhas musicais pra colecionar? Entre a dúzia de imagens liberadas nas últimas 48 horas, em apenas uma (esta que ilustra o post) nós vemos o Banjo caminhando, a pé, ao natural, fora de um veículo, do jeito que deveria ser. Isso é preocupante, não me venha dizer que não.

    No entanto, eu estou disposto a dar à Rare o benefício da dúvida. Ainda mais depois das meigas palavras que George Kelion, da empresa, disse a Jim Sterling, do Destructoid. De acordo com Sterling:

    [Ele] contou ao Destructoid que a especulação desenfreada a respeito de Banjo mal chega perto de explicar como será o jogo. “Nós preferiríamos que as pessoas não tirassem conclusões precipitadas”, afirma Kelion. “Esperem até amanhã, pois vocês não viram nem metade do que há para ver, e nós temos muito mais para contar a vocês do que o que vocês já viram”.

    Ou seja: amanhã, pessoas. Amanhã é o dia de reclamar que o jogo vai ficar horrível. Ou não.

    Quando escrevi o post anterior eu tinha fé, agora já não sei mais.

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  • Estamos chegando

    Rolou lá nas gringas longínquas uma reunião de investidores da Activision. Aí o CEO deles, Mike Griffith, revelou os planos para a série Call of Duty. Pra começar, a notícia boa (pra eles): de tanto que o episódio 4, Modern Warfare, vendeu, a base de usuários/fãs da série simplesmente dobrou. Eu acredito piamente, já que sou exemplo vivo. Sempre tive verdadeiro asco a FPS de Guerra (se fosse pra ser FPS, que pelo menos fosse uma coisa mais inventiva, tipo Half-Life ou Metroid Prime), mas recentemente — há uma hora e quinze minutos, precisamente — eu terminei Call of Duty 4 e PUTAQUEPARIUQUEJOGOFODA. Sério, teve pelo menos dois ou três daqueles momentos inesquecíveis que eu nunca mais vou esquecer na vida.

    Mazentão. Falei que eu tinha três motivos pra afirmar que o CoD5 não seria tão bom quanto o CoD4, né? Lá vai:

    1. A desenvolvedora não vai ser a Infinity Ward. Nenhuma foi anunciada, mas parece que vai cair na mão da Treyarch de novo (que fez outros três jogos da série). Duvido que outra produtora consiga pegar o que a Infinity Ward criou e melhorar. Não me entra na cabeça. Mesmo se me dissessem que o jogo estaria nas mãos de pesos-pesados como Bungie, Retro Studios, Valve ou da própria Nintendo, eu não acreditaria nisso.
    2. A Activision abriu as pernas para o mundo corporativo e resolveu que o jogo vai sair para, contem comigo: PS3, Xbox 360, PC, Wii, Nintendo DS e PS2. Seis plataformas, meus amiguinhos. Isso nunca dá certo. Nada contra querer ganhar dinheiro, Activision, mas isso aí ficou meio ridículo. Sei lá.
    3. Call of Duty 4 é muito bom pra ser superado assim tão rápido.

    Ok, podem começar a me xingar agora.

    [via Kotaku]

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