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#jogojusto

Archive for the ‘Farpas’ Category

Novo trailer de inFAMOUS: toma, Force Unleashed!


Eu sei que não fui o único a ficar extremamente desapontado com Star Wars: The Force Unleashed. Muita gente reclamou de muita coisa no jogo (no meu caso, da demo). A minha principal reclamação era: “como pode um sith não conseguir usar seus poderes e andar ao mesmo tempo”? Honestamente, esse tipo de limitação não cola na minha cabeça.

Então, quando vi esse novo trailer de inFAMOUS, não pude deixar de pensar “Cara, era assim que SWFU era pra ser”! O vídeo mostra o herói-fodão Cole pulando, correndo, voando e usando seus poderes elétricos, tudo ao mesmo tempo, emendando um monte de combos, com direito a efeito de câmera lenta e tudo. Além de mostrar um novo poder, o tal Polarity Wall shield.

Só fiquei com uma pergunta depois de assistir: será que Cole precisa mesmo dar tanta porrada naquele cara em cima do prédio? Meu, ele deve ter aprontado! Não bastava jogá-lo lá de cima? :)

[via Playstation.Blog]

fazerdinheiroparaacapcom

Eu sinceramente não faço a menor ideia do que seja Monster Hunter. Só sei que é um jogo tão popular no Japão quanto certo jogador de futebol acima do peso é popular no Brasil – o que não quer dizer pouco.

Juntando essa potencial galinha dos ovos de ouro e o fator crise econômica, temos a Capcom fazendo o seguinte anúncio: “Quer jogar online? Paga.” Haverá 14 dias de acesso grátis assim que você comprar o jogo, e depois pacotes de acesso válidos por um mês (800 Wii Points), dois meses (1500 Wii Points) e três meses (2000 Wii Points).

Sei lá… o Wii já uma piada em termos de online, sem uma interface bacana para gerenciar contatos, amigos, entrar em jogos em andamento… Foi provado time after time que não rola. Nem a Nintendo conseguiu fazer um online decente no seu maior jogo multiplayer! Aí vem a Capcom querer cobrar por isso?

O que você acha?

melhorehimpossivel

Na sexta-feira passada, uma notícia deixou um gosto amargo na boca dos jogadores brasileiros: o Brasil não estava na relação de 13 países latino-americanos que receberiam oficialmente os consoles PlayStation e o serviço digital PlayStation Network. A razão, você já sabe: impostos elevados e altos índices de pirataria.

Alguns dias depois a Nintendo divulgou a lista que envia todo ano para a Secretária de Comércio dos EUA, com países que considera os principais focos de pirataria de seus produtos. Entre eles, lá estava o Brasil. A Big N traçou um retrato bem realista da situação dos videogames ilegais no país:

Não há combate eficaz ao mercado paralelo no país. Não houve nenhuma apreensão significativa de consoles Nintendo Wii ou DS ou cópias falsificadas de jogos nas fronteiras brasileiras pela polícia ou pela alfândega. Processos judiciais contra acusados de pirataria são virtualmente inexistentes no Brasil. Os altos impostos brasileiros são um obstáculo para o comércio de produtos de videogame legítimos no Brasil.

Até aí, nenhuma grande novidade, certo? Eis que o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, órgão colegiado composto por  13 entidades públicas e 07 privadas, emitiu uma declaração à imprensa, na qual o seu presidente, o senhor Luiz Paulo Barreto, disse que os ataques da Nintendo foram feitos de forma leviana, equivocada e imprecisa. Confira na íntegra:

As declarações foram recebidas com surpresa e irritação. Não consigo entender, porque foi muito estranho: uma empresa japonesa reclamar ao governo americano da atuação do Brasil. No ano passado, 847.334 CDs de games piratas foram apreendidos no Brasil, e o Wii aparece como um dos principais modelos retirados do mercado clandestino. Outros 204.828 games para computador, incluindo os da marca Nintendo, também foram apreendidos.

Há um reconhecimento internacional sobre o avanço do Brasil no combate à pirataria. Em 2007, o Brasil saiu da lista negra em uma avaliação que é feita pelos EUA dos países. Fomos para a ‘lista de observação’. Só se os ataques da Nintendo forem uma estratégia para voltarmos para a lista negra, mas aí é um tiro no pé porque estão atacando seus próprios parceiros.

A Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software), uma das entidades membras do Conselho, há três anos vem desenvolvendo uma parceria com o governo para a capacitação de funcionários públicos para o combate a produtos piratas. A Associação relata que há uma tendência de queda no índice de pirataria no Brasil.

Além de medidas repressivas, a pirataria precisa ser combatida com mudanças na estratégia comercial das empresas, que deveriam rever seus preços.

O Sr. Barreto não deve participar muito dos treinamentos da Abes ou saberia que os discos que eles apreendem são em sua maioria DVDs e não CDs. E que, até onde eu me lembro, não existem jogos de computador da marca Nintendo. Da mesma forma, não deve ter lido o relatório completo ou saberia que se trata da norte-americana Nintendo of America e o objetivo da empresa com isso é pressionar o governo dos EUA a exigir de seus parceiros comerciais mais esforços na repressão à pirataria.

Deixando os detalhes técnicos de lado, ambas as notícias deveriam ter entrado ontem aqui no Continue. Mas a conversa sobre elas resultou em uma grande discussão interna e optamos por segurar o assunto para o fim de semana. Depois do continue você confere um longo debate sobre o mercado brasileiro de jogos, com a participação de quase toda a nossa equipe. E claro, participe da discussão nos comentários!

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Quando a Tectoy avisava para os pais tomarem cuidado com a pistola do Master System por ser muito semelhante a uma arma real, eles não estavam brincando. No dia 21 de fevereiro, em Samambaia, cidade-satélite de Brasília, uma senhora de 60 anos de idade foi mantida refém por um homem armado com uma Light Phaser.

O elemento foi à residência da vítima para cobrar uma dívida de 42 reais. Com a chegada da polícia a situação se complicou. Foram 10 horas de cativeiro até que o bandido se entregou aos políciais fortemente armados. Ninguém saiu ferido, até porque a pistola não estava ligada ao console.

O acessório, bastante popular no auge do 8-bits da Sega, é compatível com jogos com títulos sugestivos como Grand Theft Auto Assault City, Gangster Town e Marksman Shooting. Não lembro de nenhum Hostage Shooting, mas o sequestrador aí esqueceu-se de Trap Shooting e Wanted! Pena que a Rescue Mission foi tão demorada.

Será que nenhum policial percebeu que a arma era de brinquedo?

[via G1 Brasil]

Que tal jogar RE5 nesse Xbox 360 vermelho?

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Um rumor quase tão antigo quanto o desenvolvimento de Resident Evil 5 é a existência desse Xbox 360 vermelho. Hoje, finalmente, a Microsoft revelou em um anúncio na Live que sim, ele existe e pode ser seu.

O console é um modelo Elite, com HD de 120 GB e será vendido num bundle acompanhado por Resident Evil 5 e um código para baixar Super Street Fighter II HD Remix. Para quem se liga nessas frescurinhas, tem também um tema de RE5 para a dashboard.

O kit inclui cabos HD AV, HDMI e Ethernet e também um headset. O preço da brincadeira? Trezentos e noventa e nove dólares nas lojas Best Buy.

Bonitão, potente, com jogos legais e ainda por cima combina com as luzes vermelhas que vão acender ali na frente… Droga, não resisti!

Oração do gamer brasileiro

Presidente nosso que estás no Planalto,
iluminada seja vossa mente,
venha a nós o vosso bom senso.
Seja feita a vontade da indústria de games,
que trará lucros e empregos até o céu.

A esperança nossa de cada dia persiste hoje;
de podermos comprar jogos e consoles a um preço justo, assim como podem os países com taxas de importação conscientes;
Assim não cairemos na pirataria, mas livraremo-nos deste mal.

Amém!

[Trailer] God of War 3: Kratos retorna em trailer épico

Escalada épica e muita porrada no novo trailer de God of War 3. Claro que algumas cenas sempre se repetem. Kratos faz cara de mau, range os dentes, desmembra os inimigos, quebra ossos de esqueletos e arranca olhos de ciclopes caolhos. Mas é  por isso que gostamos do Fantasma de Esparta.

Ou você preferia que ele ficasse admirando florzinhas ao som de uma balada romântica?

EA revela novos Need for Speed para 2009

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Lembra aquela história de que com a recepção fria de Need for Speed Undercover, a série poderia ser interrompida por uns anos e o desenvolvimento de um novo game NFS passaria para a Criterion, produtora da excelente franquia Burnout?

Tudo balela. De fato, a Electronic Arts resolveu rever (de novo) a estratégia para seu principal joguinho de corrida. Ao invés de lançar um título novo por ano, agora a produtora vai lançar pelo menos três. Isso mesmo, três novos Need for Speed por ano. Na verdade são quatro, mas eu já chego lá.

A idéia, conforme explicou Keith Munro, VP de Marketing da Electronic Arts, é produzir três games focados em aspectos específicos, cada um atendendo a um nicho diferente de jogadores. Saiba mais sobre cada um desses jogos  – e um pouco sobre o quarto NFS de 2009, que ainda é meio “secreto” — depois do continue.

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Vamos a duas notícias rapidinhas, relacionadas.

Uma: A Sony anunciou que o demo de Killzone2, o jogo mais matador a ser lançado dia 27 de fevereiro, estará disponível na PSN um dia antes, mas quem fizer a pre-order vai ganhar o demo como bonus. Parece estranho, mas para os caras tem toda a lógica do mundo: eles acreditam no potencial do jogo.

Com certeza acreditam, porque se o jogo fosse só um tiquinho ruim o cara comprava, jogava o demo e cancelava a compra. O que nos leva a crer que o demo também deve ser du capeta (trocadilho infame).

Duas: O criador do joguete iShoot (que, como você deve ter adivinhado, roda no iPhone) largou o emprego na Sun Microsystems depois que liberou um demo do jogo. Graças ao demo, a versão full chegou ao topo da lista de mais vendidos na Apple Store, e o cara resolveu embarcar na carreira de desenvolvedor de games. O interessante é que a única propaganda que o cara fez foi justamente a versão Lite, grátis. Só mais um fato: para estar no topo da lista o joguinho tem que ter 10 mil downloads diários. Isso significa vinte e um mil dólares para o desenvolvedor, em um dia.

O que podemos aprender com isso? Que dar o demo de um jogo que eu já comprei como bônus de pre-order do mesmo jogo não é uma estratégia legal, certo, Sony? Aprenda com o carinha do iShoot (apesar do gosto duvidoso para dar nomes).

[via PS3Fanboy e Ars Technica]

Sony conta piada e Microsoft conta vantagem


  • Nas categorias: Farpas, Indústria

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O chefão da Sony Computer Entertainment, Kaz Hirai, anda pegando horas extras demais. E temos sinais de que o excesso de trabalho anda fazendo estragos com sua cabeça: ele deu para fazer piadas em vez de pronunciamentos oficiais. A última é que ele contou: todos os números que indicam o contrário devem ser desconsiderados e a Sony ainda é líder da indústria de videogames.

É difícil falar sobre a Nintendo, porque nós não vemos o console dela como nosso competidor. Eles estão em um mundo diferente, e nós operamos em nosso mundo – é assim que eu olho as coisas. E com o Xbox – novamente, eu não consigo descrevê-lo com uma palavra. Você precisa de uma palavra que descreva algo como falta de longevidade

É claro que a Microsoft, que não foge de uma boa briga, respondeu logo depois:

Essa geração não vai ser liderada apenas pelas especificações de hardware, mas por aqueles que mais puderem inovar quando se trata de online e software. Este é o tipo de coisa que está em nosso DNA, e francamente move a guerra dos consoles para onde nós entendemos. Com a base instalada do Xbox 360 ultrapassando os 7 milhões de consoles, mesmo se as vendas do PS3 dobrassem e as do Xbox 360 continuassem as mesmas, ele não nos ultrapassaria antes de 2014.

– Aaron Greenberg

Falando sério: o pessoal responsável por relações públicas da Sony já deveria ter mudado de estratégia. Esse discurso de que “nós somos tão fodões que ditamos a indústria e o público que tem que se adaptar a nós” não tá dando certo há muito tempo. Sejamos justos: a Sony realmente é responsável por boa parte do desenvolvimento da indústria nos últimos anos. Mas tanto quanto a Nintendo ou a Microsoft. É o que chamam de concorrência: a marca rival faz algo bom e você tem que inventar algo melhor para não ser engolido pelo leão chamado capitalismo selvagem.

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