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Reloading!

Archive for the ‘Farpas’ Category

Executivo da Ubisoft fala mal da E3

Alain Corre, diretor executivo da Ubisoft[bb], é um cara difícil de agradar. A E3 era de um jeito, ele não gostava; agora mudou, ele continua não gostando. O que ele quer é o meio-termo.

Por quê? Bem, antes a E3 era muito dispendiosa e cara — por isso, inclusive, foi diminuída nesses dois últimos anos. E agora o problema é que ela acontece muito tarde no ano. Segundo ele, Julho é uma data muito avançada para muitos grandes jogos serem anunciado. Aí acaba acontecendo uma dessas duas coisas: ou o jogo é anunciado, mas não para o mesmo ano (God of War 3), ou são feitos anúncios “formais” de jogos que todo mundo já sabia que existiam. A feira perde, assim, muita relevância e destaque.

É um ótimo argumento, eu diria. Quem aí concorda? Corram para o Petition Online e façam abaixo-assinado para a E3 2009 em Maio! Todo mundo sabe que esses abaixo-assinados de internet funcionam que é uma beleza.

[via Kotaku]

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  • [E3 2008] Capcom, a pior conferência da E3

    (Lost Planet) [bb]

    A Capcom foi para a E3 2008 com um arsenal de grandes títulos: Street Fighter IV, Mega Man 9, Bionic Comando, o festejado Resident Evil 5… só para citar alguns. Mesmo soltando alguns demos jogáveis e trailers inéditos durante o dia, muita gente esperava com antecipação a conferência da produtora nipônica.

    Chega a noite e depois de consideráveis 20 minutos de atraso, teve início a apresentação. O palco, vale ressaltar, era uma mesa redonda, como essas dos programas esportivos. Entre outras pessoas, estavam lá o senhor Inafune, pai de Mega Man e David Hayter. Sim, Solid Snake, em pessoa cordas vocais. E também roteirista dos filmes dos X-men.

    Eles falaram sobre o novo projeto da Capcom, o filme de Lost Planet[bb]. Comentam como é bom trabalhar um com o outro. Rasgam seda durante um bom tempo. O produtor do filme também aparece. Hayter elogia o jogo, fala sobre o roteiro que vão escrever. Não há nada para mostrar. Comentam sobre o longa metragem em CG Resident Evil Degenaration, outro projeto cinematográfico da Capcom. Falam sobre como é legal que o David Hayter fala japonês e que isso vai facilitar o trabalho.

    Quando o assunto se esgota, eis que o presidente da Capcom surge e agradece os dois, agradece o público presente e encerra a apresentação.

    Acabou. Fim.

    Sério. Nenhum hadouken. Nenhum mísero zumbi.

    Definitivamente, o pior da E3 2008. Ou de todos os tempos. O pior da minha vida!

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  • http://img91.imageshack.us/img91/2773/rockband2contba9.jpg

    Tá todo mundo acostumado a ver guerra de conferências ano após ano nas diferentes edições da E3. Mas em 2008 foi a primeira vez que aconteceu uma disputa ferrenha NA MESMA CONFERÊNCIA!!!1!

    Quem assistiu ao show particular da Microsoft há pouco pôde conferir no discurso dos respectivos presidentes da RedOctane e Harmonix pequenas alfinetadas, que chegaram até mesmo ao número de músicas em cada um dos jogos: 84 pro Rock Band 2 e 85 pro Guitar Hero World Tour (mas Rock Band dá direito a 20 downloads grátis, subindo o número real de músicas para mais de 100). Eu diria que foi o primeiro que mais se destacou, com anúncios bem mais aplaudidos e um apresentador com menos cara de bobo.

    Um dos motivos, é claro, foi a revelação do tracklist completo de Rock Band 2, que contém destaques como uma música do Chinese “Duke Nukem Forever wannabe” Democracy (disco eternamente atrasado do Guns ‘n’ Roses), AC/DC, Bob Dylan e muito mais.

    A lista completa, como sempre, logo depois do continue. Continue lendo!

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  • Nibris atualiza o seu site para tentar provar que existe

    Alguém aí ainda acredita em Sadness? Faz uns dois anos que foi “anunciado”, e até agora tudo que se tem é um trailer ri-dí-cu-lo e nem meia dúzia de artes conceituais que podem ser indicativas tanto de um jogo quanto da existência de água em Urano.

    Como um quinto filho entre dezenove irmãos, a Nibris atualiza o seu site enquanto levanta a mão e diz, timidamente “eu ainda existo, tá?”. A única coisa relevante na atualização, ao que se sabe, é a promessa de uma data de lançamento para Sadness. “Fall 2009″.

    Eu já tive muita esperança. Hoje não sei. Se sair, beleza, mas eu não tô mais nem aí.

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  • Firmware 2.40: o que muda no seu PlayStation 3?

    A atualização de firmware 2.40 do PlayStation 3 já se encontra disponível. Aguardada por muitos devido ao acréscimo do sistema de Troféus, essa atualização implementa uma série de melhorias ao PS3.

    Confira abaixo quais são elas:

    » Cross Media Bar: agora você pode acessar a XMB e conferir informações sobre seus downloads, lista de amigos online e alterar as opções de output de aúdio, sem precisar interromper o jogo.

    » Playlist: Com o firmware 2.40, você cria sua própria lista de músicas para tocar durante o jogo. Por enquanto somente músicas gravadas no HD são aceitas, não há suporte para dispositivos USB como MP3 Players e pen drives. Não me pergunte por quê.

    » Trophies: Sem dúvida, a mais aguardada das atualizações. Eis o que foi divulgado pela Sony a respeito dos Troféus: O sistema será diferente e mais complexo do que estamos acostumados com as Conquistas do rival Xbox 360. Cada prêmio terá um nível diferente e as pessoas poderão conseguir o mesmo Troféu em níveis diferentes. Eu acho que será algo do tipo “Ouro, Prata e Bronze” mas pode ser que eu esteja assistindo a muitas reportagens sobre as Olimpíadas de Pequim. Em todo caso, os Trophies serão anexados ao perfil do usuário na PSN e não ao aparelho, assim se você trocar seu HD, não perderá suas Conquistas, digo, seus Troféus. E os Trophies não são retroativos. Ou seja, se você já tem e já zerou um jogo que acabou de ganhar essa função, vai precisar jogá-lo de novo para receber as suas glórias.

    Não há ainda nenhum sistema de visualização dos Troféus via web mas a Sony está trabalhando nisso e espere por um site em breve. Mas é claro que será possível comparar seus Trophies com os dos amigos via PlayStation Network. Ah, nem sei se preciso dizer isso mas toda vez que você liberar um Trophie, ouvirá um som peculiar seguido de uma representação gráfica. Sim, eu também achei isso idêntico aos Achievements do 360, mas vamos esperar para ver como funciona na tela da TV, né?

    Alguns jogos já foram confirmados dentro do sistema de Trophies. Confira a lista e suas datas de lançamento depois do continue.

    Continue lendo!

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  • Amém!

    Religião é um assunto complicado. Você tem a sua, eu tenho a minha, e cada um tem o direito de ter uma e de não ver ninguém tentando diminuir outra em favor da própria. Mas é impossível não tirar um barato, não morrer de rir, disso. Religião é uma coisa, babaquice é outra.

    Trata-se de uma página falando sobre games sob o ponto de vista religioso. Claro, porque a igreja tem que ir até onde o jovem está, senão ele é que não vai ir até a igreja, certo? É a mesma história daquelas igrejas que colocavam Halo 3 pra gurizada jogar, só pra fazê-los entrar na roda espiritual.

    Na primeira metade da página, além de umas enquetes hilárias, têm uns textinhos sobre jogos inofensivos, que podem ser jogados livremente sem medo de estar cometendo algum pecado. Mas o que tem na segunda metade chega a pôr em dúvida a seriedade do negócio. São mini-reviews de jogos “seculares“, ou seja, DUMAL, MANO. Jogos do demo, por assim dizer. :P

    Como todo bom religioso bitolado, Kyle Goldman (o religioso bitolado que escreve a página) não hesita em exagerar fatos, extrapolar detalhes e achar significados ocultos em tudo. E o melhor é que ele nem joga muitos muitos dos jogos que ele “analisa”, sob a justificativa de que têm “classificação M e, por isso, não são permitido no campus”.

    Não vou ficar colocando aqui tudo que foi escrito lá. Já dei o link e você sabe clicar. Mas não dá pra deixar passar algumas frases mais infelizes. Dessas eu faço um apressado Top 5 depois do Continue.

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  • Sobre os novos Prince of Persia e Castlevania

    Depois do Mega Man, eu ia reclamar aqui sobre o novo Prince of Persia e o novo Castlevania. Mas, sinceramente, o Lucas Patrício escreveu exatamente o que eu queria, melhor do que eu poderia.

    Não acho o Prince tão catastrófico assim, na verdade, mas o Castlevania… aiaiai. Ainda bem que eu não acompanho muito nenhuma das duas séries.

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  • Nintendo descobre como fazer 2MB caberem em 1MB

    Atente para a frase do diretor de marketing da Nintendo da Europa, Laurent Fischer, sobre a questão do espaço interno no Wii — ou falta dele –, logo após dizer que a empresa está “trabalhando em uma solução”:

    Definitivamente não há planos para lançar um hardware [para aumentar o espaço], mas nós sabemos que temos um problema nesta área. É muito óbvio e nós estamos perfeitamente cientes, mas não há nada que possamos dizer além disso.

    Corrijam-me se eu estiver errado e perdoem a minha ignorância, mas até onde eu sei, a única maneira de aumentar a memória física de um aparelho é colocando/aumentando/trocando o hardware que armazena os dados, seja ele um Hard Disk, um cartão de memória ou seja lá o que os chineses já inventaram de ontem pra hoje nessa área. Se não for assim, só posso concluir uma coisa: a Nintendo descobriu como fazer dois (ou mais) MegaBytes caberem em um.

    Primeiro foi a declaração de que só “geeks e otakus” estão preocupados com isso (declaração dada, inclusive, pelo mesmo cidadão), agora isso. Estará a Nintendo estrando pelo mesmo caminho da arrogância e das declarações infelizes que Sony vinha trilhando?

    [via Game|Life]

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  • Taikodom

    Não estarei mentindo quando digo que Taikodom, o MMO da empresa catarinense Hoplon Infotainment, me chamou atenção desde que foi anunciado, já há alguns anos. Tenho este post do meu antigo blog para comprovar. A começar pelo fato dele ser um jogo massivo online espacial, e não mais um MMO genérico de fantasia medieval.

    Depois, e mais importante, vinha o fato dele se autodenominar um Massive Social Game, em vez de um MMORPG ou simplesmente MMO. Dois diferenciais que eu fiquei sabendo e me empolgaram de sobremaneira foram o fato da habilidade do jogador ser medida de fato por quão bem ele sabe jogar, não pelo nível de experiência ou pela qualidade dos seus equipamentos, e a presença de classes cujo foco não era o combate, mas o transporte, negociação e outras atividades que não envolviam tiros. Na época falava-se até da classe Jornalista, veja só.

    Com essas características fora do comum, fora-da-caixa, e uma boa execução, na minha opinião o Taikodom teria potencial para ser uma grande bandeira brasileira fincada na indústria de games mundial.

    Essa semana eu pude experimentar o beta do jogo. Que pena que tudo isso que me empolgou no início não passa de teoria.

    Continue lendo!

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  • EGMQuando vi as manchetes “EGM refuses to review MGS4″, eu logo pensei mal da revista, lembrando daquele caso tosco de quando eles se recusaram a resenhar Endless Ocean do Wii porque não consideraram um “jogo”. Só que dessa vez o motivo é outro e, se naquele a revista mereceu umas vaias, nesse ela merece aplausos: o motivo para terem se recusado a fazer um review do maior lançamento do ano para PS3 foram as restrições impostas pela Konami para os jornalistas.

    Segundo relatos de jornalistas, havia vários tópicos proibidos. Ninguém podia falar, por exemplo, do tamanho da instalação que o jogo exige (4.6GB), nem sobre a duração de algumas cutscenes (90 minutos). Ambos pontos negativos que a Konami sentiu que podia abafar, sabendo que os grandes veículos precisam de um review de MGS4 o quanto antes e a maioria faria o necessário para conseguir ser um dos primeiros a analisar. Me informei aqui com o pessoal de algumas revistas brasileiras de games, e parece que essa restrição não rolou por aqui.

    Enquanto alguns, como o IGN, entraram nas regras do jogo, a EGM gringa mostrou que é macho e que não se dobra aos caprichos de ninguém. Em vez de um review tradicional, os caras fizeram uma mesa redonda por escrito, discutindo o jogo. Como não é um review, tecnicamente, eles puderam falar sobre o que dessa na telha. Uma solução criativa para os leitores e um belo recado para a Konami. Não é papel das empresas darem ordem para a imprensa.

    [via Destructoid]

    » Atualização: Mestre Prandoni foi rápido em apontar a resposta da Kojima Productions ao caso. Eles dizem que a instrução não era não falar sobre o tamanho das cutscenes, mas sim não dizer quais eram longas, de modo a não estragar a surpresa do jogador. Ele explicou várias outras restrições, e a razão de ser da maioria delas era justamente essa: evitar spoilers. Beleza, aí eu me pergunto, “precisa?”. Eu acho que ainda assim eles fizeram errado em dar “instruções” aos jornalistas sobre como avaliar o jogo. Nenhum jornalista que se preze inclui spoilers no seu review, logo, ninguém precisa da Konami, ou seja lá quem for, ensinando o padre a rezar a missa.

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