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#jogojusto

Archive for the ‘Farpas’ Category

mama-papa

Só hoje eu tive dois motivos* para amar essa indústria bacana que a gente cobre. Ela às vezes tem a capacidade de divertir mesmo quando você não está jogando!

Veja este caso incrível que acabou de acontecer: ontem a Activision anunciou um jogo de minigames para DS chamado Science Papa. No jogo, você é o aprendiz de um cientista e precisa fazer minigames baseados em tarefas científicas de laboratório. Alguém menos atento pode facilmente concluir que é um spin-off do muitíssimo bem sucedido Cooking Mama — jogo no qual você é o aprendiz de uma cozinheira e precisa fazer minigames baseados em tarefas culinárias. Só que… Cooking Mama é da Majesco.

O Kotaku, mal conseguindo acreditar na cara de pau do que estava noticiando, entrou em contato com a Majesco para ouvir a opinião deles a respeito. A resposta a seguir quem deu não foi algum engravatado da empresa, como seria de se esperar, mas sim a própria Mama:

Então você quer alguns podres do “Science Papa” para estampar no seu site? Eu entrego. Nós namoramos brevemente (quando o cabelo dele era bem mais bonito). E agora ele claramente está querendo um pedaço desse bolo best-seller ao associar a sua imagem com a desta mulher incrivelmente bem sucedida — e eu vou enfatizar, muito bem casada e feliz. Francamente, ele nunca deu valor à minha culinária e eu comecei a cansar dos seus tediosos “experimentos”. Se você quer ciência de verdade, Papa, vá aprender como se faz um Toulouse Cassoulet para vinte pessoas em seu próximo jantar festivo e depois me conte como você se saiu.”

Huge success!

*Sobre o outro eu falo no próximo post.

A Square Enix é muito burra. Muito, muito, muito burra. E sabe demonstrar isso como nenhuma empresa sabe.

Chrono Trigger: Crimson Echoes era um ROM hack do genial Chrono Trigger, RPG de SNES que alguns de vocês provavelmente conhecem, feito por fãs da saga e cujo projeto começou em 2004. Desde então até este ano, o jogo tinha em torno de 35 horas de duração e dez finais diferentes. Não só isso, a sua história parecia ser bastante interessante, como você pode ver no vídeo acima – unia os protagonistas do jogo original em uma nova aventura contra um vilão vindo de caída Zeal e aparentemente ligava Chrono Trigger a Chrono Cross de alguma forma.

O troço estava 98% concluído, e planejado para ser lançado ainda este mês. Para ser específico, dia 31. Provavelmente muitos fãs e os próprios criadores aguardavam com enorme ansiedade. Aí entra a Square Enix com uma temida carta “cease and desist”. Ou seja: “parem de fazer o jogo agora, desistam de qualquer progresso, e destruam todo o material que vocês têm a respeito”. Sim, “destruam”, foi o que eles disseram, e isso se extende a alguns outros projetos do Chrono Compendium, fansite que apoiava a produção de Crimson Echoes.

Não é a primeira vez que a Square Enix faz isso. De fato, outros dois projetos, ambos para refazer Chrono Trigger em 3D, receberam a mesma carta nada simpática da empresa. E nos dois casos, principalmente em “Chrono Trigger Resurrection”, o grupo japonês foi severamente criticado. Será que eles não aprenderam nada? Não, não poderiam, mesmo. Afinal, bando de fãs ingratos! Não é como se eles não tivessem dado sequência à série Chrono!

…ah, sim, eles não deram. Pois é. “Bando de gente retrógrada que enxerga o copo meio vazio!”, como diria o Fabio. Triste.

[Nota do Bracht: Nessas horas é bom fazer um contraponto a uma empresa que a gente vive elogiando aqui -- alguns diriam que até demais --, a Valve. Os caras não apenas não importunam os fãs que resolver fazer trabalhos derivados dos seus jogos, como apoiam e até mesmo divulgam. Neste post do blog oficial do Team Fortress 2, por exemplo, os caras anunciam que há uma nova versão do jogo indie Gang Garrison 2, um remake 2D pixelado do TF2. Serve pra gente escolher melhor de quais empresas ser fã...]

[via Destructoid ]

dj-hero-chega

Alguém precisa urgentemente bater lá na porta da Activision com o exemplar de qualquer livro que conte a história dos games. Eles parecem ter se esquecido que o espetacular crash da Atari em 1983 se deu em grande parte porque havia jogos demais no mercado, e muitos deles parecidos demais entre si. As pessoas não tinham dinheiro pra comprar todos, e logo perderam o interesse.

Por que eu estou dizendo isso? Porque a Activision acabou de anunci… não, vamos fazer o seguinte: chute. Quantos jogos musicais da série Hero (como em Guitar Hero) você acha que ela anunciou, todos para o fim deste ano? Três? Naaahh. Quatro? Quase.

Cinco.

Cinco jogos musicais, todos essencialmente iguais, todos potencialmente caríssimos, todos a serem lançados no espaço dos cinco ou seis meses finais de 2009. Praticamente um por mês. Alô, é da Activision? Oi, só tô ligando pra avisar que tem uma crise financeira rolando aí, as pessoas estão meio sem grana, manja? Não leva a mal. Ahan. Tá. Entendo. Beijo, tchau.

A Activision falou que vai lançar mesmo, não adianta. Tudo bem, depois não vem me mandar SMS dizendo que perdeu dinheiro, chorando que os analistas estão analisando que as pessoas perdem cada vez mais o interesse pelos joguinhos de simular instrumento musical. Eu liguei pra avisar.

(Só pra constar: os novos jogos são Guitar Hero 5 — sequência direta –, DJ Hero — cujo instrumento você vê na imagem acima — e Band Hero — um GH para retardados que não conseguem jogar “um público mais jovem e familiar” –, que completam cinco jogos quando a gente soma os já anunciados GH Van Halen e Smash Hits.)

Chega de zumbis, por favor!

zumbis

Eu realmente gostaria que o Continue fosse em inglês, e que os desenvolvedores de jogos pudessem ler o que escrevo aqui. Numa dessas eles realmente me escutavam e davam um rumo melhor para essa indústria. Quem sabe Daniel Trezub não virava CEO de uma Capcom ou EA da vida? Apesar que se eu fosse CEO da Eletronic Arts eu demitia todo mundo e fechava a empresa.

Devaneios à parte, eu gostaria de tornar público meu extremo nojo em relação aos zumbis e essa coisa de vê-los em tudo que é lugar. Sim, eu sou chato e ranzinza. Não, não vejo a menor graça em zumbis. Sim, se o editor aprovar esse texto, sei que vou ganhar uma comunidade no Orkut tipo “Daniel do Continue é um mala”. Mas que seja. Não tenho Orkut mesmo, então não vou ver.

Uma busca por “zombie” só nos meus RSS estrangeiros me retorna mais de 300 posts sobre isso. Left 4 Dead, Burn Zombie Burn, Zombie Wranglers, The Last Guy, Plants vs Zombies, Killing Floor, Dead Rising, Resident Evil, Zombie Apocalypse, até Call of Duty! É zumbi que não acaba mais. Até Little Big Planet tem seu zumbizinho!

Como diriam lá na gringa: “WTF??”

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[Trailer] Aprenda como foi feito o trailer de Let’s Tap

Manual Continue Faça-Você-Mesmo seu próprio trailer de jogo para o Wii:

1. Contrate atores das categorias “Moleque com cara de piá-de-prédio”, “Menina que vai ser patricinha daqui há alguns anos”, “Homem de meia idade com problemas de intestino” e “Mulher com cara de mãe feliz mas que nunca teve filhos”. 2. Intercale imagens da tela do jogo com imagens dos atores fazendo cara de retardados enquanto jogam. 3. Se for propaganda de um acessório, tenha certeza de mostrar vários closes do produto. 4. Adicione efeitos especiais. Certifique-se que eles são direcionados para crianças de 2 anos. 5. Pensando bem, certifique-se que toda a propaganda é direcionada para crianças de 2 anos.

Com vocês, um novo trailer de Let’s Tap. Mas já aviso: é assustador.

[via Ars Technica]

deixem-sotc-em-paz

Há poucas horas o meu ríspido colega Trezub foi enfático em dizer que o filme baseado em Shadow of The Colossus[bb], anunciado essa semana, “vai ser uma bomba”.

“Não adianta. Vai ser ruim. Ponto”, disse ele.

Eu não estou aqui para concordar (embora eu concorde). Estou aqui para ir além: vou provar por A+B que diretor nenhum conseguiria a façanha de fazer um filme sobre Shadow of the Colossus que preste. Simplesmente não é possível.

Acompanhe. (E esteja avisado: SPOILERS À FRENTE!)

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[Tirinha] Quase duas décadas depois…

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É, uma tirinha. Não, não é pegadinha de Primeiro de Abril, eu realmente pretendo fazê-las a partir de agora. É, ela não tem muita graça.

FUN FACTS: Avacalhei com o trem de propósito; a princípio, ia ter fundo, mas não tenho tive tempo para desenhar melhor; é uma colher na boca da Suzana; eu sei que a colorização tá pobre… e a falta de sombreamento foi pura preguiça. [Nota do Bracht: Ei, quado estiver com preguiça a partir de agora, diga que é "tosquisse artística".]

Bom, digam o que acharam aí. Creio que a próxima será melhor, já que eu não vou fazer o roteiro :P

Novo Harry Potter: pra que caprichar se vai vender de qualquer jeito?

(Harry Potter) [bb]

Essa semana foram divulgadas algumas telas do novo jogo do bruxo de Hogwarts, Harry Potter and the Half Blood Prince. E, para nossa surpresa, não há nenhuma surpresa. O jogo parece exatamente a mesma coisa do último (A Ordem da Fênix). E olha que eu joguei a versão do PS2 — que é muito boa, por sinal, tirando que precisei de ajuda para terminar.

Mas é aquela história: em time de quadribol que está ganhando não se mexe. Se bem que com a grana absurda que os caras ganham eles podiam caprichar mais nos personagens, não é não? E pelo menos fazer o site oficial do jogo com o nome certo. Ah, a Eletronic Arts e suas bolas-fora…

Continue vendo!

(Guitar Hero World Tour) [bb]

Entre workshops sobre sequestros de funcionários e demonstrações de engines do futuro, sobra um tempinho na GDC para anúncios de jogos, desde continuações pouco criativas até títulos inéditos e por que não, ports caça-niqueis sem vergonha como o recém-anunciado Guitar Hero: World Tour para PC.

A produtora Aspyr, que já fez a versão de Guitar Hero 3: Legends of Rock para os PCs é a responsável por essa nova edição. Seria legal, se não fossem alguns detalhes, ou melhor, a ausência deles: o jogo será vendido acompanhado apenas pela guitarrinha. De acordo com os produtores, o jogador de World Tour no PC é livre para escolher o microfone USB de sua preferência. Quem quiser tocar bateria, vai ter que arrumar uma de PS3.

Não satisfeitos com esse anúncio meia-boca, eles prosseguiram: o jogo terá todas as faixas da versão PS3/X360 e o editor de músicas, mas não será possível compartilhar o conteúdo criado com outros usuários. Suuuuper legal. Não foi confirmado se a compra de músicas por download estará disponível. É bom lembrar que em GH3 para PC não há essa opção.

Por último, os requisitos mínimos de sistema serão bem próximos do exigido por Guitar Hero 3… e que na prática, resultam em lag e performance tão vergonhosa quanto a desse anúncio.

[via Joystiq]

Mass Effect 2 chega ao Xbox 360 e PC em 2010

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A Bioware finalmente anunciou as plataformas que vão receber Mass Effect 2, continuação do RPG de ficção científica mais bacana dessa geração.  Assim como o game original, Mass Effect 2 será lançado para Xbox 360 e PC. Mais uma vez, nada de sexo lésbico alienígena no PlayStation 3.

Nessa sequência, a raça humana continua tentando ser reconhecida como uma espécie importante na galáxia quando se depara com uma ameaça muito maior do que o exército Geth do primeiro Mass Effect. A Bioware promete maior variedade de armas e uma exploração mais profunda dos planetas. A produtora lembrou que Mass Effect é uma trilogia, portanto, muita coisa ainda vai rolar.

Por último, mas não menos importante, o lançamento do jogo está previsto para o começo de 2010.

[via UOL Jogos]

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