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Archive for the ‘Farpas’ Category

[Enquete] Nintendo DSi: foi bom pra você?

Ao ouvir falar sobre o novo Nintendo DSi, eu fui praticamente só sorrisos. Claro que ele não é perfeito — o menor tempo de carga da bateria foi uma mancada e, querendo ou não, a entrada para jogos de GBA era legal e útil –, mas no geral eu achei uma puta evolução de um hardware que já estava ficando mesmo enjoado.  E não só do hardware, mas também (e principalmente) do software por dentro dele. Distribuição digital sempre é uma boa notícia.

No entanto, o pessoal que vê sempre o copo meio vazio já está de mimimi~ por aí, como se o slot de GBA fosse o único ou o maior motivo para se ter um DS; como se Guitar Hero DS subitamente tivesse tornado-se o jogo mais importante entre todos os mais de 600 já lançados para o DS. Como se a falta do logo dos dois quadradinhos na tampa fizesse toda a diferença. Como se o novo local do botão Power fosse uma afronta à própria humanidade. 

Podem dizer que a câmera é uma porcaria e inútil em sua própria essência. Eu digo: a Nintendo não dá ponto sem nó nesse tipo de coisa. Esperem sair os primeiros jogos que utilizem a câmera. E mesmo que não saiam, ou que não sejam bons, não consigo imaginar um motivo pra dizer que a câmera não devesse estar lá (a não ser pura rabugisse).

Por isso lanço esta enquete. Pra saber se eu sou otimista demais — fanboy demais, que seja –, ou se realmente a massa em geral não gostou da nova evolução do videogame de maior sucesso que a Nintendo já lançou em toda a sua história. Meu voto foi o primeiro.

Você gostou do novo Nintendo DSi?

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  • Gamers pobres atrasados, como eu, que embarcarem na festa que é Rock Band já na sua segunda versão, sem ter passado pela primeira, terão que se contentar com um fato não muito rock ‘n roll: as músicas do primeiro jogo não serão, nunca, nunquinha mesmo, disponibilizadas por download. Isso porque o Rock Band 1 não vai parar de ser produzido. Será “publicado indefinidamente”, como colocou o executivo nada rock ‘n roll da MTV.

    Se eu quiser uma ou duas músicas de RB1 — digamos, “Here It Goes Again”, do OK GO, e “Say It Ain’t So, do Weezer, que eu definitivamente vou querer — eu preciso comprar o disco do primeiro Rock Band. Ou, como espertamente apontou o esperto Kotaku, pegar emprestado e fazer o lance de importar as músicas indidivualmente — processo que custa 5 dólares, mas pelo menos não custa o preço de um Rock Band novo. 

    Pilantragem dos caras, hein? Tô achando que eles tão mais pra emo do que pra rock…

    P.S.: Se você é o emo da foto acima e não tem senso de humor, me avise que eu troco para a foto de algum outro emo qualquer.

    [via Variety (The Cutscene)]

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  • Perto de 9 bilhões de dólares, pra ser mais claro, lá em 2013, de acordo com dados da Parks Associates e do gráfico sem-graça acima.

    Mas não no Brasil, é claro.

    Engraçado eu cair nessa notícia justamente hoje, algumas horas depois de tentar — em vão — comprar o maldito Mega Man 9 na PSN.

    Nunca havia tentado comprar nada por lá, apesar de já ter considerado seriamente o PixelJunk Eden. Ontem à noite, enquanto aguardava a atualização da PSN que disponibilizaria o Mega Man 9, resolvi dar uma olhada em como funciona esse esquema de compra online de conteúdo baixável.

    Entrei na minha conta da PSN, e lembrei que ela está cadastrada como canadense. “Sem problemas” — pensei. “O que importa é a grana, dinheiro, bufunfa, tutu, os dados do cartão de crédito”. Ledo engano. Os dados do endereço do cartão de crédito devem bater com os dados da conta do PSN. Ou seja: preciso ter um cartão de crédito que esteja cadastrado com um endereço canadense.

    “Bom, então vou mudar minha conta pro Brasil”. Ahan, sei. Obviamente que na lista de países do cadastro da PSN não existe Brasil. Eu já sabia disso desde quando havia feito a conta, mas nunca achei que fosse ter alguma importância.

    Na minha cabeça não tem sentido algum essa história de venda de conteúdo baixável se você não pode usar de qualquer lugar do mundo. É a Sony invertendo e destruindo toda a lógica da facilidade da internet e do e-commerce.

    Se alguém souber como dar uma volta nessa história, por favor avise nos comentários. Mas uma coisa: Entropay não funciona mais, tá?

    [via videogame247]

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  • Team Fortress 2 de PS3 está morto e enterrado

    Não é segredo para ninguém que os jogos da Valve só estão em casa se estiverem no PC, no conforto do Steam, e Team Fortress 2 é o maior exemplo disso. Enquanto os usuários do jogo no PC já receberam três updates MASSIVOS, com novas armas, mapas e modos de jogo, tudo de graça, os donos do jogo 360 ainda estão esperando por elas, e conformados com o fato de que terão que pagar.

    Mas, como diz o ditado, “por mais que você esteja fodido, sempre tem alguém pior do que você”. E estes são os donos de PS3. Como a Valve não tem nenhuma equipe de desenvolvimento interna que trabalhe com PS3 (o próprio Orange Box só saiu para o console da Sony porque a EA, publisher do jogo, colocou um time temporário para fazer o port), o recado está dado: nem pagando, nem de graça, update de TF2 para PS3 não vai acontecer

    Boohoo.

    [via Destructoid]

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  • Rock Band 2 tem senso de humor; avacalha os europeus

    Com a realidade do nosso maltratado mercado de games (que mercado?), é fácil achar que no resto do mundo é tudo uma maravilha. Em resumo: não é. Na Austrália e na Alemanha, por exemplo, eles estão toda hora banindo jogos por serem violentos demais — e jogos que a galera quer, como Crysis e Fallout 3, não velharias inúteis como Counter-Strike e EverQuest. Na Europa como um todo o pessoal sofre com datas de lançamento ridículas (Smash Bros Brawl só chegou lá vários meses depois que a gente aqui já tinha até enjoado, por exemplo, sem contar Chrono Trigger, que nunca foi lançado lá em versão alguma) entre outros percalços, um dentre eles bem conhecido nosso: preços altos. 

    Sim, na Europa o pessoal também é explorado nos preços de games! Especialmente daqueles bem caros, como Rock Band 2. A diferença é que, diferente do Brasil, o mundo pelo menos sabe que a Europa existe e se solidariza com o problema. Nem que seja fazendo piada com ele, como fez a Harmonix. 

    A imagem acima mostra a descrição de um item no Rock Band 2 que simboliza o Reino Unido, um dos maiores mercados europeus. O preço da bandana é $366, que é o altíssimo preço do jogo por lá, e a descrição faz piada com o fato: “Este preço pode parecer injustamente alto, mas nós temos que levar em conta as taxas VAT, o preço sugerido no varejo, os custos de transporte… você não está sendo roubado”.

    Agora eu não sei… o que é pior? Ser ignorado ou ser ridicularizado? :P

    [via Kotaku]

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  • Aprenda a fazer seu Avatar com o Major Nelson

    Enquanto a atualização de outono da Xbox Live não chega, com a tão aguardada “New Xbox 360 Experience“, que tal conferir como vai funcionar a personalização dos Avatares? Larry Hyrb, o popular Major Nelson da Xbox Live, apresenta esse vídeo mostrando o passo-a-passo da customização do Avatar dele. Dá para ver um pouco da nova interface, e é preciso admitir, os bonequinhos são bacanas, bem animados e vão dar um aspecto mais descontraído à dashboard do 360. São cópias dos Miis, mas e daí?

    A melhor parte para mim, é a seleção do Avatar bem no comecinho. Parece que você vai abduzir ele. Ok, estou jogando Spore demais. ;)

    [via Kotaku]

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  • Quem não quer ter um produto da Apple? Como se não bastasse ter o computador mais estiloso de todos os tempos, ela também criou o notebook, o MP3, o MP4 e o celular mais estilosos de todos os tempos. E, ao que tudo indica, pode ter em mãos também o videogame portátil mais estiloso.

    Em um evento promovido esta semana para a imprensa, a empresa anunciou (além de novos modelos do iPod, é claro) que o seu novo canal de aplicativos promoveu, menos de um mês depois do lançamento, mais de 60 milhões de downloads — sendo 300 mil destes apenas do jogo Super Monkey Ball. E dando grande destaque aos videogames em sua conferência, com direito a montagem em vídeo de featured titles e tudo mais, o chefão Steve Jobs declarou que considera o iPod Touch como “o melhor dispositivo portátil para games”.

    E não é só a Apple: várias produtoras estão apostando no sucesso do pequeno aparelho como plataforma de games, inclusive a EA — que além de ter lançado Spore Origins junto com a versão de PC, anunciou semana passada o desenvolvimento de mais nove jogos para o aparelho, incluindo versões de The Sims 3, Need for Speed: Undercover, Monopoly e Tiger Woods.

    Então queremos saber de você, leitor: devemos apostar no sucesso da Apple nessa nova empreitada? Acha que podemos chegar a ver grandes lançamentos exclusivos para os iPods? A interface do iPhone, com uma única touch screen, lhe parece apropriada para jogos? O Continue deve dar mais atenção aos jogos anunciados para o iPod? E, mais importante: você compraria um portátil da Apple para jogar?

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  • Sabe Battlefield Heroes? Então, já lançou e ninguém viu.

    Um jogo como Battlefield Heroes, que tem o calibre da marca Battlefield, gráficos bacanas e diferentes, multiplayer online, e ainda por cima é GRÁTIS, é a fórmula perfeita pra atrair o interesse de milhões de gamers do mundo todo. Um lançamento stealth em modo beta fechado é fórmula perfeita pra passar a perna nesses milhares de gamers interessados.

    É isso mesmo: a EA/DICE já colocou o jogo para funcionar, e já tem bastante gente jogando. Mas se você quiser participar, precisa rebolar. Em vez de apenas ir até o site, baixar o jogo, instalar e começar o fragfest, você precisa ficar de olho lá na página, esperando que a bondade divina se manifeste nos caras e eles distribuam uma mixaria de convites. E aí contar com a sorte de chegar a tempo de pegar um.

    Sei lá, pra mim dá a impressão de que eles não estão fazendo questão que eu jogue. E se eles não fazem questão, eu também não faço. Minha esperança é que alguém tenha saco de acampar no site pra pegar um convite e depois possa me colocar pra dentro. Mas se não rolar nada disso, eu espero pacientemente até eles lançarem essa budega direito. Tenho bastante o que jogar até lá.

    Essa mania de beta já foi longe demais.

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  • O leitor Daniel Trezub prometeu que vai continuar com a há muito tempo abandonada série Os Incansáveis (já tem até o jogo escolhido para escrever, e é um dos preferidos da galera, que eu sei), mas por enquanto ele resolveu traduzir um texto ótimo que encontrou no Ars Tecnica, sobre os problemas enfrentados atualmente pela Microsoft com o Xbox 360.

    Uma leitura muito interessante e que pode gerar boas discussões. Mesmo que o Fim de Semana tenha acabado do terminar.

    Continue lendo!

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  • O homem da imagem acima tem um desejo: chutar bundas no Brasil. Mas há uma bunda que nem mesmo ele pode chutar — a do governo. Em entrevista exclusiva ao UOL Jogos, no evento NEX (Nintendo Experience), no Panamá, o presidente da Nintendo of America foi o mais mais claro possível:

    Graças à estrutura tributária, que transforma um produto viável em qualquer lugar do mundo em algo muito caro, nosso negócio é muito pequeno no Brasil.

    Sentar e reclamar dos impostos, no entanto, não é o que a Nintendo faz. Há milhões a serem lucrados neste país selvagem, e a empresa os quer e está se esforçando para tê-los.

    Estamos discutindo com alguns membros do governo brasileiro mudanças nos impostos e, obviamente, ainda não funcionou. Vamos continuar com tais esforços e parte do que estamos compartilhando [com eles] é, primeiro, que o mercado de videogames é enorme e vibrante, (…) e, em segundo lugar, que é algo que pode gerar emprego para milhares de pessoas, mas enquanto os impostos não mudarem isso não vai acontecer.

    Aí está, gurizada. A Nintendo quer entrar no Brasil, mas quer fazer a coisa direito. O nosso governo, por mais [insira o adjetivo pejorativo de sua preferência] que seja — e É –, não vai deixar de apoiar empresas gigantescas como a Nintendo e a Microsoft por muito tempo. E está escrita a receita de um futuro com games mais baratos e impostos que não sejam dignos de se bater com a cabeça na parede em descrença.

    O único problema é que ninguém sabe quando esse diabo de futuro vai chegar.

    [via UOL Jogos -- leia ou assista à entrevista completa]

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