Ontem mesmo eu baixei a nova demo do Pro Evo 2009 pro 360. Os menus estão bem mais bonitos e a configuração do time tem boas opções de simplificação pra quem não tem saco de ficar mexendo no time todo antes da partida, mas o jogo em si é a merma merda. Ruim igual ao 2008, pelo que joguei. Foi o que bastava pra me convencer de uma vez por todas que a evolução da série mesmo está no Wii, doa a quem doer (e dói em muita gente).
Para a versão 2009, a Konami está tentando melhorar o que já era muito bom. A segunda estrelinha acima do logo traz consigo melhorias no sistema de marcação (agora será possível usar a alavanca do Nunchuck para controlar o ângulo em que o seu jogador vai marcar o adversário) e chute a gol (agora também vai dar para chutar colocadinha, mirando o seu chute com o ponteiro e apertando B, em vez de chacoalhar o controle e esperar que o seu jogador não chute direto nas mãos do goleiro), entre outras coisas.
Talvez a maior novidade seja o que eu estou chamando de “Modo Jogue com o Chorão que Não Quer Aprender Uma Nova Jogabilidade e Fica Reclamando Que no Prei 2 é Melhor”. É um modo co-op em que o segundo jogador pode usar um Classic Controller para jogar da maneira tradicional, controlando um jogador por vez (ou só um a partida inteira, não entendi), enquanto o primeiro controla o resto do time à moda Wii Remote.
O trailer está ali em cima e mais imagens você vê nesta galeria do Kotaku.
Um dia o Continue estará em Tóquio cobrindo a TGS do jeito certo, mas enquanto esse dia não vem a gente se limita a reportar as descobertas de quem está lá. E o Kotaku descobriu que Dead Rising: Chop Till You Drop, para Wii, é uma porcaria bem fedorenta.
A opinião do Luke Plunkett se resume naquilo que eu disse logo quando o jogo foi anunciado: a graça de Dead Rising era o número insano de zumbis para matar/fugir. No Wii esse número teve que ser drasticamente reduzido (Luke disse que o máximo de zumbis que ele viu na tela ao mesmo tempo foi SEIS), tornando o jogo chato e sem sentido.
Mesmo os gráficos sendo bons (especialmente nas cutscenes, segundo ele), todo o resto é sem graça e a jogabilidade “simplesmente não funciona [do jeito que deveria]”.
Alguém aí tinha vontade de pegar o jogo e se decepcionou?

Não, o título do post não está errado. Ninguém esqueceu um S ali. É uma música mesmo, no singular. Estamos falando de um CD com a música tema do jogo na versão original e mais cinco versões remix dela mesma (que, por sinal, se chama “Still Alive” não não tem nada a ver com a do Portal).
O “álbum” vai estar disponível para download dia 11 de novembro, mas ninguém falou coisa alguma sobre o preço. Se alguém tiver interesse, a versão original da música é uma moça chamada Lisa Miskovsky e os remixes foram feitos por Benny Benassi, Junkie XL, Paul Van Dyk, Teddybears e Armand Van Helden.
Bom, considerando o fantástico, magnífico, estupendo e simplesmente maravilhoso bônus de pre-order de Mirror’s Edge, eu não fiquei surpreso. Será que só tem essa música no jogo? Será que a EA, famosa por usar um monte de música de mano nos seus jogos não teve criatividade para juntar meia dúzia de rapper pra colocar suas obras no jogo? [Nota do Bracht: ainda bem!!]
Depois de assistir ao Video Games Live semana passada, essa notícia é um balde de água fria.
[via PS3Fanboy]

Tekken é uma franquia da Namco Bandai que sempre foi atrelada aos consoles da Sony. PS One, PlayStation 2, PSP e até o PS3 já abrigaram os lutadores da Mishima Zaibatsu e seus rivais. Era de se supor que o próximo jogo da série, Tekken 6, mantivesse a tradição — ainda mais que a própria placa de arcade dele é baseada no chip Cell, aquele mesmo, do PlayStation 3.
Mas as coisas mudam e a Tokyo Game Show começou justamente com essa bomba: Tekken 6, queridinho de 10 em cada 10 fãs de jogos de luta no Japão (e de muitos outros desse lado do mundo também) será multiplataforma. O diretor da Namco responsável pelo jogo havia dito isso horas antes da conferência mas a entrevista com o boca-aberta foi tirada do ar rapidamente, apenas para ser confirmada pela própria Microsoft em sua apresentação, na abertura da TGS.
Quando a Microsoft anunciou que o novo Tekken será lançado no final de 2009, tanto para o PS3 quanto para o Xbox 360, a sensação dos istas foi de alegria ou de raiva (dependendo de qual plataforma é o ista em questão) mas no meu caso foi de completo e total deja vú. Certo, Final Fantasy XIII?
O que você vê acima é o AirG, o periférico para o joguinho de guitarra PopStar Guitar, que ninguém vai jogar mas que já se mostrou mais inteligente que Guitar Rock Hero Band.
Sim, só tem quatro botões e ninguém aqui está dizendo que é mais legal jogar com isso do que com uma guitarra (ainda que seja uma de plástico com cara de brinquedo), mas certamente a Harmonix/Activision conseguiria pensar num jeito de fazer isso com cinco botões e oferecer como uma opção em um “pacote econômico” dos seus jogos.
Além do mais, nada nesse mundo pode ser pior do que jogar GH só com o Wii Remote. Nem os mais safados pirateadores deveriam ser obrigados a suportar aquilo.
[via Gizmodo Brasil]
Ao ouvir falar sobre o novo Nintendo DSi, eu fui praticamente só sorrisos. Claro que ele não é perfeito — o menor tempo de carga da bateria foi uma mancada e, querendo ou não, a entrada para jogos de GBA era legal e útil –, mas no geral eu achei uma puta evolução de um hardware que já estava ficando mesmo enjoado. E não só do hardware, mas também (e principalmente) do software por dentro dele. Distribuição digital sempre é uma boa notícia.
No entanto, o pessoal que vê sempre o copo meio vazio já está de mimimi~ por aí, como se o slot de GBA fosse o único ou o maior motivo para se ter um DS; como se Guitar Hero DS subitamente tivesse tornado-se o jogo mais importante entre todos os mais de 600 já lançados para o DS. Como se a falta do logo dos dois quadradinhos na tampa fizesse toda a diferença. Como se o novo local do botão Power fosse uma afronta à própria humanidade.
Podem dizer que a câmera é uma porcaria e inútil em sua própria essência. Eu digo: a Nintendo não dá ponto sem nó nesse tipo de coisa. Esperem sair os primeiros jogos que utilizem a câmera. E mesmo que não saiam, ou que não sejam bons, não consigo imaginar um motivo pra dizer que a câmera não devesse estar lá (a não ser pura rabugisse).
Por isso lanço esta enquete. Pra saber se eu sou otimista demais — fanboy demais, que seja –, ou se realmente a massa em geral não gostou da nova evolução do videogame de maior sucesso que a Nintendo já lançou em toda a sua história. Meu voto foi o primeiro.
Favor elaborar suas opiniões nos comentários.

Gamers pobres atrasados, como eu, que embarcarem na festa que é Rock Band já na sua segunda versão, sem ter passado pela primeira, terão que se contentar com um fato não muito rock ‘n roll: as músicas do primeiro jogo não serão, nunca, nunquinha mesmo, disponibilizadas por download. Isso porque o Rock Band 1 não vai parar de ser produzido. Será “publicado indefinidamente”, como colocou o executivo nada rock ‘n roll da MTV.
Se eu quiser uma ou duas músicas de RB1 — digamos, “Here It Goes Again”, do OK GO, e “Say It Ain’t So, do Weezer, que eu definitivamente vou querer — eu preciso comprar o disco do primeiro Rock Band. Ou, como espertamente apontou o esperto Kotaku, pegar emprestado e fazer o lance de importar as músicas indidivualmente — processo que custa 5 dólares, mas pelo menos não custa o preço de um Rock Band novo.
Pilantragem dos caras, hein? Tô achando que eles tão mais pra emo do que pra rock…
P.S.: Se você é o emo da foto acima e não tem senso de humor, me avise que eu troco para a foto de algum outro emo qualquer.
[via Variety (The Cutscene)]

Perto de 9 bilhões de dólares, pra ser mais claro, lá em 2013, de acordo com dados da Parks Associates e do gráfico sem-graça acima.
Mas não no Brasil, é claro.
Engraçado eu cair nessa notícia justamente hoje, algumas horas depois de tentar — em vão — comprar o maldito Mega Man 9 na PSN.
Nunca havia tentado comprar nada por lá, apesar de já ter considerado seriamente o PixelJunk Eden. Ontem à noite, enquanto aguardava a atualização da PSN que disponibilizaria o Mega Man 9, resolvi dar uma olhada em como funciona esse esquema de compra online de conteúdo baixável.
Entrei na minha conta da PSN, e lembrei que ela está cadastrada como canadense. “Sem problemas” — pensei. “O que importa é a grana, dinheiro, bufunfa, tutu, os dados do cartão de crédito”. Ledo engano. Os dados do endereço do cartão de crédito devem bater com os dados da conta do PSN. Ou seja: preciso ter um cartão de crédito que esteja cadastrado com um endereço canadense.
“Bom, então vou mudar minha conta pro Brasil”. Ahan, sei. Obviamente que na lista de países do cadastro da PSN não existe Brasil. Eu já sabia disso desde quando havia feito a conta, mas nunca achei que fosse ter alguma importância.
Na minha cabeça não tem sentido algum essa história de venda de conteúdo baixável se você não pode usar de qualquer lugar do mundo. É a Sony invertendo e destruindo toda a lógica da facilidade da internet e do e-commerce.
Se alguém souber como dar uma volta nessa história, por favor avise nos comentários. Mas uma coisa: Entropay não funciona mais, tá?
[via videogame247]

Não é segredo para ninguém que os jogos da Valve só estão em casa se estiverem no PC, no conforto do Steam, e Team Fortress 2 é o maior exemplo disso. Enquanto os usuários do jogo no PC já receberam três updates MASSIVOS, com novas armas, mapas e modos de jogo, tudo de graça, os donos do jogo 360 ainda estão esperando por elas, e conformados com o fato de que terão que pagar.
Mas, como diz o ditado, “por mais que você esteja fodido, sempre tem alguém pior do que você”. E estes são os donos de PS3. Como a Valve não tem nenhuma equipe de desenvolvimento interna que trabalhe com PS3 (o próprio Orange Box só saiu para o console da Sony porque a EA, publisher do jogo, colocou um time temporário para fazer o port), o recado está dado: nem pagando, nem de graça, update de TF2 para PS3 não vai acontecer.
Boohoo.
[via Destructoid]

Com a realidade do nosso maltratado mercado de games (que mercado?), é fácil achar que no resto do mundo é tudo uma maravilha. Em resumo: não é. Na Austrália e na Alemanha, por exemplo, eles estão toda hora banindo jogos por serem violentos demais — e jogos que a galera quer, como Crysis e Fallout 3, não velharias inúteis como Counter-Strike e EverQuest. Na Europa como um todo o pessoal sofre com datas de lançamento ridículas (Smash Bros Brawl só chegou lá vários meses depois que a gente aqui já tinha até enjoado, por exemplo, sem contar Chrono Trigger, que nunca foi lançado lá em versão alguma) entre outros percalços, um dentre eles bem conhecido nosso: preços altos.
Sim, na Europa o pessoal também é explorado nos preços de games! Especialmente daqueles bem caros, como Rock Band 2. A diferença é que, diferente do Brasil, o mundo pelo menos sabe que a Europa existe e se solidariza com o problema. Nem que seja fazendo piada com ele, como fez a Harmonix.
A imagem acima mostra a descrição de um item no Rock Band 2 que simboliza o Reino Unido, um dos maiores mercados europeus. O preço da bandana é $366, que é o altíssimo preço do jogo por lá, e a descrição faz piada com o fato: “Este preço pode parecer injustamente alto, mas nós temos que levar em conta as taxas VAT, o preço sugerido no varejo, os custos de transporte… você não está sendo roubado”.
Agora eu não sei… o que é pior? Ser ignorado ou ser ridicularizado?
[via Kotaku]