Videogame: a coisa mais importante entre as menos importantes
Há alguns dias, acho que terça-feira, o Fabio me mostrou esta notícia e me pediu para fazer um post com a minha opinião de guitarrista purista. Trata-se de um novo jogo, chamado Power Gig, na mesma linha de musicais de Guitar Hero e Rock Band. A diferença se torna óbvia pela imagem acima: cordas. O controle é uma guitarra com três quartos do tamanho de uma normal (maior do que a do Rock Band). Conectada a um amplificador, é uma guitarra; sincronizada com seu 360 ou PS3, é um controle. Bacana, né?
O jogo está sendo produzido pela novata Seven 45, que clama que um pack com o jogo, uma guitarra e uma bateria (ainda não revelada) terá um “preço competitivo” em relação a Guitar Hero 5 e Rock Band 2. Ainda está em estágios iniciais de desenvolvimento, mas vocês sabem como essas coisas voam.
Mas não é disso que eu venho falar. A notícia não me interessou por si, era um futuro previsível desde que começamos a ver guitarrinhas de plástico com alavancas e botões coloridos. Precisou deste post neste mesmo blog para eu finalmente conseguir bolar este texto.
[ UPDATE ] Um dos citados pediu que eu retirasse o nome dele do post. Tá feito, senhor!
[ UPDATE 2 ] Meu amiguinho criou uma comunidade no Steam em minha homenagem. Entrem aí, pessoal! Em retribuição, vou botar o nome dele de volta no texto, ele merece depois de tanto trabalho ):
Em um post que gerou BASTANTE discussão no ano passado, meu amigo que mais parece com o Salsicha do Scooby-Doo, Fabio Bracht, deu um pequeno sermão pela conhecida “filhadaputice” dos brasileiros em jogos online, além da sensacional ignorância, que já gerou todo tipo de meme genial nos Imageboards *chan por aí. Mas não é disso que eu venho falar, já que é passado e quem vive de passado é a Sega e suas Sonic Collections.
No segundo tópico de seu texto, o Fabio falou um pouco dos nicks estúpidos que infestam os jogos online. E eu, senhores, venho guiá-los pelo bom caminho! Após o nosso tradicional – mas imprevisível e até mesmo perigoso – continue, darei exemplos e dicas de como escolher um apelido para jogos online que não vai ser odiado por mim e por qualquer pessoa com mais de 17 anos.
Sabe aquelas notícias que caem como uma bomba na cabeça da maioria das pessoas mas na nossa só chega como um pequeno lembrete seguido de um mero “meh”? Então. Em uma recente entrevista com algumas formas de mídia impressa japonesa que podem incluir ou não a publicação em grandes cadernos de papel com figuras, manchetes e letrinhas conhecidos como “jornais”, Satoru Iwata, presidente da Nintendo no Japão, falou de uma porção de coisas. Ele começou a falar de coisas aparentemente irrelevantes, como a parceria da Nintendo com o McDonald’s japonês e os serviços oferecidos nessa união.
Quando perguntado sobre a inclusão de funções de celular no DS, porém, a coisa esquentou.
A resposta do Iwata foi simples “não, nós não estamos pensando nisso, nem mesmo em modelos futuros do DS”. Peraí, modelos futuros? Discretamente, ele continuou: “um sucessor do DS terá gráficos muito detalhados e terá que ter alguma forma de sensor para detectar os movimentos das pessoas jogando”.
Enquanto a imprensa em geral ficou muito animada com os gráficos e com sentimentos mistos em relação ao sensor de movimentos, eu achei bem pouco surpreendente. Um novo portátil com gráficos melhores é apenas o rumo natural que a Nintendo vem seguindo desde o primeiro Game & Watch, e uma função nova similar ao Project Natal da Microsoft também parece fazer sentido para uma empresa que está ganhando fortunas com as palavras “inovação” e “todos podem jogar, até a sua avó paraplégica”.
No fim da entrevista, Iwata também falou sobre o controverso Wii Vitality Sensor e que o novo Zelda de Wii vai ser lançado no final de 2010. “Mas Argus”, você diz, “como não está super animado?! Você é fã de Zelda!”. Caro leitor, Smash Bros Brawl ia ser lançado em outubro de 2007 e foi adiado várias vezes até cair em fevereiro de 2008. Poisé.
[via Kotaku e os leitores exigentes no post anterior]
[Nota do Bracht: Eu ia deixar esse post "na geladeira" até que entrassem outros posts diferentes, pro blog não ficar tão puxado pro PC por tanto tempo. Mas o post é muito bom, então aturem só mais esse postzinho sobre TF2! ;P]
E, após um genial post do amigo Allec e um do chefe Bracht, trago a vocês mais um texto sobre Team Fortress 2. Sim, eu sei que aliena parte dos leitores, mas é tudo o que eu sei fazer. Isso e resenhas, enfim. Só que não é sobre atualizações, desta vez! Quero dizer, até é.
O último update, o WAR, introduziu o tão esperado sistema de criação de itens. “Finalmente”, pensei, “conseguirei ao menos UM chapéu para o meu Spy ou o meu Pyro”. Desde a atualização do Spy e do Sniper temos um sistema de “drop” aleatório no jogo, incluindo os super raros e procurados chapéus que poucos têm a sorte de conseguir. E que são legais pra caramba, diga-se de passagem. Por esse e outros motivos, um sistema de criação seria mais que bem-vindo! Ou pelo menos era o que pensávamos.
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A Activision fez cu doce pra mandar uma cópia para review de Tony Hawk RIDE para alguns sites e blogs americanos, mas o GiantBomb foi lá e comprou na loja, como todo mundo faz. Na volta, gravaram um vídeo de quase 30 minutos mostrando como o jogo é, e… bem… é uma caca. Ok, não posso dizer que é uma caca se eu não joguei ainda, mas você há de concordar comigo que certamente parece.
Incrível como uma produtora é capaz de projetar um jogo baseado em hardware especial, hardware caro, e lançá-lo sem ter certeza de que o software é bom o suficiente. Ninguém vai comprar esse jogo pra colocar o skatezinho de plástico numa moldura na sala de estar. As pessoas querem um bom jogo, não um jogo com um acessório diferente e interessante. Será isso fruto da mentalidade dessa era de três ou quatro Guitar Heroes por ano? Será que os desenvolvedores acham mesmo que a fórmula mágica para um jogo vender bem é incluir na caixa um controle de plástico no formato de um objeto qualquer que as pessoas queiram ter?
RIP franquia Tony Hawk. Vida longa à franquia Skate.
Hoje eu vi uma notícia da agência Reuters sobre o lançamento de Call of Duty: Modern Warfare 2. Só isso já foi digno de nota, afinal, um jogo precisa ser bastante mainstream para receber atenção de uma agência de notícias que nada tem a ver com games. Mas a segunda coisa que me chamou atenção foi o que foi escrito sobre uma menina que aguardava na fila, no meio da noite, para ser uma das primeiras a comprarem o jogo no midnight launch:
“Esse é o único jogo pelo qual eu provavelmente faria algo assim”, disse Paola Altamirano, 21, que esperava na fila. Ela disse que planejava jogar Call of Duty online com um amigo naquela noite mesmo.
Peraí.

A partir de hoje até o dia dezenove de outubro (três dias antes do meu aniversário, se vocês quiserem me mandar um presente via Steam), para celebrar o primeiro ano completo de existência de World of Goo, a 2D Boy fez uma promoção que alegrerá vocês, gamers muquiranas: o jogo inteiro pelo valor que você quiser pagar.
Issaí. Um dos jogos mais inovadores do ano passado, um dos com visual mais diferente e interessante, e uma das trilhas sonoras mais fortes que eu já ouvi por um preço qualquer. Normalmente o jogo custa vinte doletas, mas é possível pagar até menos de um dólaras. Mas, caramba, isso é cretino. O jogo é bom demais, seria interessante pagar pelo menos uns cinco dólares.
Bom, enfim, ouvindo o meu apelo ou não, cliquem aqui e depois na imagem da promoção. Ela usa Paypal, mas é possível pagar com qualquer cartão (internacional, é claro). Também dá para dar o jogo de presente para alguém, vejam só vocês.
[via Kotaku ]

Hoje foi anunciada uma sequência para Bomberman Live, aquele jogo da XBLA recheado com DLCs desnecessários (fora aquele com a fantasia do Mr. Destructoid). Ao contrário do que o nome diz, porém, o título também vai estar disponível no WiiWare e na PSN. Ou seja, nada mais de ficar se perguntando que versão comprar, como eu estava fazendo mês passado (a título de curiosidade, acabei não comprando nenhum).
Além de trocentos modos de jogo desnecessários (a maioria clássicos chupados de FPSes, como Capture the Flag e King of the Hill), novidades incluem novos mapas e powerups para as bombas. Fantasias novas para os homens-bomba também aparecerão, junto com todas aquelas inclusas no título original… e eu espero que isso inclua as dos DLCs. Fora que, como era de se esperar, será possível jogar com os Avatares do Xbox 360 e, provavelmente, os Miis do Wii. A galera da PS Home? Nah, duvido. Carisma geralmente é um pré-requisito para personagens de jogos assim.
Bomberman Live: Battlefest será lançado no fim deste ano para a Xbox Live Arcade e em algum ponto de 2010 para a PSN e o WiiWare. É, esses atrasos de jogos em plataformas específicas estão virando moda.
[via Destructoid][imagem]

Não, sério, eu não sei como posso entoar este post. Por um lado é uma notícia boa, já que o Wii está se vendo em tempos nos quais os jogadores hardcore estão aceitando qualquer merda pra dar uma desculpa que têm sim seus FPS super realistas com multiplayer online. Já analisando pelo lado pessimista-realista-agora-tenho-um-360-hahaha da coisa, muito provavelmente vai ser um port bem piorado; não feito às pressas, mas decepcionante mesmo.
O jogo sai dia dez de Novembro, no mesmo dia que a sua sequência será lançada para as outras plataformas (leia-se PS3, PC e a Caixa X Giratória), ainda por cima. Interessante, né? É quase como um “se contentem com isso enquanto pensamos no caso de portar a sequência pro console de vocês”, sequência essa que deve ser lançada em 2011, já que sempre tem dois anos de atraso. Isso mais ou menos ao mesmo tempo em que será lançado Modern Warfare 4 para 360 e PS3, o que me lembra de uma outra notícia recente.
Ah, mas que mirar com o Wiimote e atirar granadas com o Nunchuk são coisas fodas, isso são. Não dá para reclamar.
[via Kotaku]