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The last Metroid is in captivity. The galaxy is at peace.

Archive for the ‘Fanboyismos’ Category

Thursday
Jan 3,2008

rock_band.png

É provável que você já saiba, mas é bom deixar claro: Guitar Hero é um jogo animal. Animal mesmo, a ponto de te viciar e não sair do driver do seu console por uns bons tempos. E se for com o controle guitarra, dê adeus a sua vida social (ou junte grana para um Rock Band), coloque o som no talo e jogue até seus dedos caírem. Guitar Hero é mais que um jogo: é um estilo de vida!

Tá bom, menos. Mas tudo isso foi só para fazer uma constatação: Guitar Hero não precisa mudar. Já é foda do jeito que está. É tão viciante que, fazendo uso do famoso ditado popular, podemos dizer que “se melhorar, estraga”. Não tem discussão. Fim de parágrafo.

Pois este sitezinho se atreveu a sugerir que Guitar Hero não é perfeito. Onde este mundo foi parar? Eles fizeram uma lista com cinco coisas que o jogo pode fazer para se manter atualizado em sua próxima versão, e inclui um pedal de distorção, solos opcionais e uma guitarra de dois braços. Pff…

Como tem que ser muito tr00 para fazer uma lista que preste, convoquei para o serviço a pessoa mais digna que eu conheço — eu mesmo — para criar coisas que poderiam deixar Guitar Hero em um grau ainda mais elevado de perfeição. Quer saber? Só depois do continue. Continue lendo!

Monday
Dec 31,2007

20 anos de muita aventura

[Este é um texto enviado pelo nosso leitor MauriLink. Ele viu que a gente nem citou o vigésimo aniversário do Blue Bomber e não perdeu tempo. Se você também quer ter algum texto publicado aqui, é só mandar para o meu email e, se não estiver terrível demais, a gente dá um jeitinho de publicar!]

O primeiro jogo de Mega Man (Rockman, no Japão) foi lançado oficialmente em uma quinta, mais ou menos às 5:30 da manhã do dia 17 de dezembro de 1987, para o Famicom, criado pelo artista Keiji Inafune. Logo, é verdade, Mega Man atingiu há não muito tempo seus 20 aninhos! Parece até que foi ontem que eu fui visitar um amigo em uma distante manhã no final dos anos oitenta e me deparei com ele esbravejando impropérios contra o Dr. Wily durante a batalha final de Mega Man 2, e esse foi o primeiro contato dos muitos que tive com os jogos do Mega Man. Tudo bem que ultimamente ele anda meio mal das pernas, tropeçando em um jogo ruim aqui e em outro mediano acolá, mas ainda assim é uma marca incrível para o nosso querido robozinho azul, e você pode conferir abaixo o vídeo comemorativo do aniversário produzido pela Capcom, com cenas dessa sensacional saga:

Eu acho que nem o cara mais otimista da Capcom naquela época imaginava que Mega Man se tornaria uma das mais famosas séries de videogame de todos os tempos, com jogos lançados para as mais diversas plataformas e que hoje possui uma legião de fãs por todo o mundo, incluindo este ser que vos escreve. (O pessoal do blog Hadouken vai dizer que eu sou um fã fraudulento, já que, apesar de ter jogado vários jogos da série, nunca cheguei a terminar nenhum…) Para comemorar esta data tão especial deste verdadeiro ícone dos videogames, vamos mostrar alguns segredos, curiosidades e fatos desta incrível série:

[Nota do João Kleber Bracht: mas só depois do Continue! ;)]

Continue lendo!

Friday
Dec 28,2007

valkyrie.jpg

Hoje não é quarta, mas apareceu no Kotaku bateu vontade de falar sobre um projeto independente. Project Valkyrie é um mod de Half-Life 2 baseado em Metroid Prime. Aparentemente, é uma tentativa de fazer Metroid funcionar em multiplayer. E, se é possível julgar pelos vídeos e imagens liberados até agora, parece funcionar.

Ah, mas tem um detalhe: o mod não é exatamente baseado em Metroid. Ou pelo menos é isso que a equipe de desenvolvimento quer que os advogados da Nintendo pensem. Sendo assim, só resta encarar as personagens femininas com armaduras deformadas, os canhões nos braços e as bolas que soltam bombinhas como uma grande “homenagem”.

O projeto tem lançamento previsto para março do ano que vem. Confira mais informações no link abaixo.

[Project Valkyrie, via Kotaku]

Wednesday
Dec 26,2007

Chehehe

Parece que o pessoal do New York Times andou fumando banana, bebendo no expediente, ou cheirando gatinhos demais. Em sua premiação anual dos maiores destaques do mundo dos games, eles não economizaram elogios a títulos aclamados como Bioshock, Mass Effect, e até Ratchet & Clank: Tools of Destruction. Até aí, nenhum problema. A coisa fica absurda ao chegar nos “vencedores” na categoria “Best unambitious representations of the state of the art” (que pode ser adaptado para algo como “Representações artisticamente menos ambiciosas”), que são nada menos que Halo 3 e… Super Mario Galaxy!

Halo 3 é um belo shooter de ficção científica. Mas é só isso. Ele possui gráficos bastante robustos, e alguns de seus recursos online são adições bem-vindas. Mas ele é um refinamento da já testada fórmula Halo, em vez de uma tentativa de oferecer um tipo de experiência novo. Isso é o suficiente para gerar centenas de milhões de dólares, mas não é o bastante para inspirar.

Não joguei o terceiro Halo, mas, sinceramente, não acho que o NYT esteja errado no modo em que descreveu o famoso FPS. Pelo que ouço falar, o jogo não parece ser uma revolução na série, muito menos no modo como vemos os FPS hoje em dia. Mas há de se convir que há muitos jogos bem menos inspirados que Halo 3 - EA, estou pensando em vocês - e não acho que a trupe do Master Chief seja merecedora de tamanho “prêmio”.

Mas isso não se compara ao absurdo-mór que segue a seguir e dá continuidade ao artigo do New York Times:

Galaxy é, de alguma forma, simplesmente uma reinvenção dos modos de jogo clássicos. Em Halo, isso significa batalhar aliens assassinos. Em Mario, isso significa pular e libertar a princesa que (há mais de 20 anos) está trancada num castelo cartunesco.

Ora, fala sério! Eles queriam o quê, que Mario se envolvesse com o tráfico ou desse início a Terceira Guerra Mundial? Pode me chamar de fanboy, mas pra mim Mario foi sim um dos jogos (se não O) mais inovadores de 2007. A equipe teve coragem de fazer o que muita gente não teve: revirar tudo de cabeça para baixo e refazer tudo do zero.

É claro que coragem tem limite, e, como pudemos constatar, a Nintendo não é nossa amiga. Logo, é preciso manter um certo padrão para fazer as pessoas se interessarem por comprar um jogo que tenha idéias tão malucas e chocantemente inovadoras: logo, por que não deixar inalterado um dos aspectos menos relevantes - no caso de Mario, o enredo - de uma das séries mais duradouras da indústria dos games?

Eu não me incomodo, aposto que você também não se incomoda e o New York Times não deveria se incomodar. Humpf!

[via New York Times]

Wednesday
Dec 26,2007

Ryu

Eu posso até não ter achado lindo, mas também não me incomodei com o visual daquelas telinhas de Street Fighter IV que saíram. Mas aparentemente a internet não compartilha da minha visão, ou tinha expectativas mais altas, porque tem uma galera aí revoltada com o jeito como os personagens foram representados, em especial o Ryu.

Um desses caras é o Niero, um dos fundadores do Destructoid. E ele resolveu deixar o seu cargo de jornalista de lado por alguns minutos para entrar em “full-on abusive Ryu fanboy mode” (palavras dele) e escrever detalhadamente tudo que existe de errado no personagem mais icônico dos jogos de luta de todos os tempos. Desde a grossura das sobrancelhas até o volumoso “pacote” exibido pelo cara nas screenshots, o Niero reclamou de absolutamente quase tudo. E no final ainda fez um Photoshop safado exemplificando como o Ryu ficaria melhor com as sugestões que ele apresentou.

Eis aqui mais uma prova de que o Destructoid não é um site de games como qualquer outro. Além das notícias, que vêm em quantidade e em qualidade, com comentários espertos e quase sempre engraçados e/ou relevantes, eles têm sempre uns artigos bem estilo blog. Uma conversa de gamer para gamer, uma coisa que você dificilmente veria nos grandes sites. E, se visse, seria de forma mais impessoal. Tenha certeza de que o Continue gosta disso e pretende ser assim também, mesmo se um dia nós acabarmos nos tornando mais do que um mero blog.

E como vocês têm se mostrado ótimos em debater nos comentários, aproveito para perguntar: quem aí achou o Ryu de SFIV tão feio assim?

[Save Ryu from looking generic in Street Fighter IV: A fanboy's top 10 wishes]

DS Lite… Compact?

Friday
Dec 21,2007

Há alguns meses temos ouvido rumores de que uma nova versão do portátil Nintendo DS pode estar em desenvolvimento. Tá bom, tá bom, nós estamos sempre ouvindo rumores de que a Nintendo está com um novo design para um portátil no forno. Mas dessa vez não foi a Big N, mas sim dois membros do site GameTrailers os responsáveis pela criação do novo produto mais facilmente esgotável (caso fosse lançado, é claro) da temporada. É o DS Lite Compact, que seria apenas mais um entre as dezenas de fakes que aparecem não fosse o grau de genialidade quem o criou.

Ao mesmo tempo clean e compacto, o novo aparelho é dobrável de uma forma muito estilosa e caberia facilmente em qualquer bolso. Além do mais, o vídeo é tão bem feito que parece que os caras se preocuparam em encaixar até a entrada para a bateria, que fica acessível mesmo com o console fechado. Não chega a ser um Nintendo On, mas é um dos conceitos de mentirinha mais bem feitos dos últimos tempos.



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